
Catalaxis ☭⃠
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Socialism dies the moment you understand basic economics. Every socialist experiment—from the Soviet Union's 66 million deaths to Venezuela's 2,000% inflation—fails because central planners cannot calculate prices without markets. Ludwig von Mises proved this in 1920: without private property and voluntary exchange, rational economic calculation becomes impossible. You cannot allocate scarce resources efficiently when bureaucrats replace market signals. Cuba's average monthly wage remains $30 while North Koreans starve. Meanwhile, Hong Kong transformed from fishing village to financial powerhouse through free markets. Property rights create prosperity. Central planning creates poverty. The choice stays yours.



This graph shows the real GDP, the size of the economies adjusted for inflation, of Eastern European countries since the overthrow of the Soviet Union. Ukraine's economy in 2020 was 57% of its size in 1989, before the USSR was overthrown. (And the war has only further devastated its economy.) Poland received huge sums of Cohesion Fund support and investment from the European Union. Excluding that outside factor of significant EU support, the country that actually did the best was Belarus, which unlike the others did not impose neoliberal reforms, maintaining state guidance of the economy. (China's economic growth was so massive -- 1480% vs. Poland's 252% -- that it could not even be shown on the graph.) This was made by economic geographer Mick Dunford, and he analyzes it in this fascinating discussion here: geopoliticaleconomy.com/2023/05/15/ukr…

O socialismo real pode ter sido uma das piores experiências já realizadas pela humanidade. Em um paper recente os economistas Andreas Bergh, Christian Bjornskov e Ludek Kouba analisaram os custos das experiências socialistas do século XX, sendo essas aquelas em que o Estado supostamente controlado pelos representantes do proletariado tomaram os meios de produção e substituíram o sistema de preços de mercado. Os pesquisadores aplicam regressões de crescimento, utilizando efeitos fixos por país e por ano para controlar variações específicas. A especificação inclui variáveis de controle padrão, como taxas de investimento, gastos governamentais, volumes de comércio, tamanho da população e um indicador de democracia. O estudo utiliza o PIB per capita da base Maddison e das Penn World Tables, além de métricas de produtividade do trabalho. De acordo com a análise dos pesquisadores, países em desenvolvimento que transitaram para o socialismo sofreram um declínio médio de 2 a 2,5% no crescimento do PIB per capita durante a primeira década da experiência. Em termos práticos, para uma economia em desenvolvimento, esse experimento ideológico representou uma perda de renda de aproximadamente U$ 400 por habitante apenas nos primeiros cinco anos de regime. O problema central identificado não reside apenas na falta de capital, mas na destruição sistemática da produtividade total dos fatores. O estudo revela que as perdas na produtividade do trabalho são ainda mais acentuadas que as do PIB, chegando a 2,9% em alguns modelos. Isso ocorre porque, ao suprimir o sistema de preços, o regime elimina a bússola que coordena a escassez e o conhecimento disperso na sociedade. Sem incentivos para a inovação e com empresas focadas em extrair recursos do centro em vez de buscar eficiência, o desperdício se tornou a regra e os custos de agência dos trabalhadores se torna ainda mais proibitivo. Esse abismo fica evidente quando olhamos para os experimentos naturais do século XX. Em 1950, a diferença de PIB per capita entre Taiwan e a China continental era de 83%; em 1990, após décadas de divergência sistêmica, esse hiato havia saltado para impressionantes 431%. No Europa, a Áustria e a Tchecoslováquia, que eram economicamente quase equivalentes em 1950, com apenas 9% de diferença na renda per capita, viram essa distância subir para 98% no momento da queda do Muro de Berlim. Mesmo a Iugoslávia, frequentemente citada como um caso de sucesso, não escapou da tendência de divergência em relação a pares regionais. Em 1990, o hiato econômico em relação à Grécia, que enfrentou instabilidades políticas e ditaduras no mesmo período, era de 77%. Assim, no caso do socialismo real como de outras experiências autoritárias, realmente a estrada para o Inferno estava pavimentada de boas intenções. #socialism #economics #Economía #econtwitter #fintwitt






nikolas ferreira quando sonha com gente pobre tendo acesso a saúde, educação e segurança



A Justiça do Rio autorizou a argentina Agostina Páez, ré por injúria racial, a deixar o Brasil e voltar ao país dela mediante pagamento de cerca de R$ 97 mil. Segundo o Ministério Público, ela ofendeu funcionários de um bar em Ipanema com falas racistas, imitou animal e atacou mais de uma pessoa. Tudo registrado. Foram três crimes. Ela chegou a ser presa, estava com tornozeleira e proibida de sair do país. Agora, simplesmente liberada. A justificativa é que ela é ré primária, tem profissão e “colaborou”. Mas desde quando isso apaga racismo?

Crazy angle. Iyo is very lucky. Also, do your neck bridges, kids.

Rio de Janeiro - Imagens de segurança da casa do cantor MC Poze do Rodo mostram a ação dos bandidos que invadiram o local e roubaram cerca de R$ 2 milhões em joias e bens na madrugada desta terça-feira (31). Um deles apontou um fuzil para a cabeça do cantor. Foram pelo menos oito bandidos, armados com pistolas e fuzis, envolvidos no crime. A polícia tenta identificá-los através de digitais, já que eles não usavam luvas. Poze afirmou à polícia que estava com amigos assistindo TV quando eles invadiram e fizeram todos reféns. O imóvel fica em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. Nas redes sociais, Poze publicou o desabafo no fim do dia: "Da covardia nem Jesus escapou. Só peço para que Deus tome conta de tudo e que não deixe nenhum deles parar na minha mão". Veja os detalhes do caso no #g1. #câmeradesegurança #riodejaneiro #mcpoze


Quando voce combina com esse outro dado do relatório de dívida do tesouro, da para se ter uma ideia do problema que estamos empurrando pra frente:


Na época da Ponte Para o Futuro, os caras previam crescimento de 3%~4% ao ano! O teto de gastos conseguiu derrubar os juros longos, legal, mas a parte do crescimento ficou faltando. Resultado: desemprego permanecendo altíssimo até 2019. Dá pra entender a polarização, né?


@BryceHall You had to humiliate yourself to gain traction in the worst era of Tiktok you absolute wetwipe. YOU of all people don't get to question why anything has a fanbase, fucking bellend.


homem hetero realmente tem medo de buceta



O socialismo real pode ter sido uma das piores experiências já realizadas pela humanidade. Em um paper recente os economistas Andreas Bergh, Christian Bjornskov e Ludek Kouba analisaram os custos das experiências socialistas do século XX, sendo essas aquelas em que o Estado supostamente controlado pelos representantes do proletariado tomaram os meios de produção e substituíram o sistema de preços de mercado. Os pesquisadores aplicam regressões de crescimento, utilizando efeitos fixos por país e por ano para controlar variações específicas. A especificação inclui variáveis de controle padrão, como taxas de investimento, gastos governamentais, volumes de comércio, tamanho da população e um indicador de democracia. O estudo utiliza o PIB per capita da base Maddison e das Penn World Tables, além de métricas de produtividade do trabalho. De acordo com a análise dos pesquisadores, países em desenvolvimento que transitaram para o socialismo sofreram um declínio médio de 2 a 2,5% no crescimento do PIB per capita durante a primeira década da experiência. Em termos práticos, para uma economia em desenvolvimento, esse experimento ideológico representou uma perda de renda de aproximadamente U$ 400 por habitante apenas nos primeiros cinco anos de regime. O problema central identificado não reside apenas na falta de capital, mas na destruição sistemática da produtividade total dos fatores. O estudo revela que as perdas na produtividade do trabalho são ainda mais acentuadas que as do PIB, chegando a 2,9% em alguns modelos. Isso ocorre porque, ao suprimir o sistema de preços, o regime elimina a bússola que coordena a escassez e o conhecimento disperso na sociedade. Sem incentivos para a inovação e com empresas focadas em extrair recursos do centro em vez de buscar eficiência, o desperdício se tornou a regra e os custos de agência dos trabalhadores se torna ainda mais proibitivo. Esse abismo fica evidente quando olhamos para os experimentos naturais do século XX. Em 1950, a diferença de PIB per capita entre Taiwan e a China continental era de 83%; em 1990, após décadas de divergência sistêmica, esse hiato havia saltado para impressionantes 431%. No Europa, a Áustria e a Tchecoslováquia, que eram economicamente quase equivalentes em 1950, com apenas 9% de diferença na renda per capita, viram essa distância subir para 98% no momento da queda do Muro de Berlim. Mesmo a Iugoslávia, frequentemente citada como um caso de sucesso, não escapou da tendência de divergência em relação a pares regionais. Em 1990, o hiato econômico em relação à Grécia, que enfrentou instabilidades políticas e ditaduras no mesmo período, era de 77%. Assim, no caso do socialismo real como de outras experiências autoritárias, realmente a estrada para o Inferno estava pavimentada de boas intenções. #socialism #economics #Economía #econtwitter #fintwitt









