Catalaxis ☭⃠
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Rio de Janeiro - Imagens de segurança da casa do cantor MC Poze do Rodo mostram a ação dos bandidos que invadiram o local e roubaram cerca de R$ 2 milhões em joias e bens na madrugada desta terça-feira (31). Um deles apontou um fuzil para a cabeça do cantor. Foram pelo menos oito bandidos, armados com pistolas e fuzis, envolvidos no crime. A polícia tenta identificá-los através de digitais, já que eles não usavam luvas. Poze afirmou à polícia que estava com amigos assistindo TV quando eles invadiram e fizeram todos reféns. O imóvel fica em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. Nas redes sociais, Poze publicou o desabafo no fim do dia: "Da covardia nem Jesus escapou. Só peço para que Deus tome conta de tudo e que não deixe nenhum deles parar na minha mão". Veja os detalhes do caso no #g1. #câmeradesegurança #riodejaneiro #mcpoze


Quando voce combina com esse outro dado do relatório de dívida do tesouro, da para se ter uma ideia do problema que estamos empurrando pra frente:


Na época da Ponte Para o Futuro, os caras previam crescimento de 3%~4% ao ano! O teto de gastos conseguiu derrubar os juros longos, legal, mas a parte do crescimento ficou faltando. Resultado: desemprego permanecendo altíssimo até 2019. Dá pra entender a polarização, né?


@BryceHall You had to humiliate yourself to gain traction in the worst era of Tiktok you absolute wetwipe. YOU of all people don't get to question why anything has a fanbase, fucking bellend.


homem hetero realmente tem medo de buceta



O socialismo real pode ter sido uma das piores experiências já realizadas pela humanidade. Em um paper recente os economistas Andreas Bergh, Christian Bjornskov e Ludek Kouba analisaram os custos das experiências socialistas do século XX, sendo essas aquelas em que o Estado supostamente controlado pelos representantes do proletariado tomaram os meios de produção e substituíram o sistema de preços de mercado. Os pesquisadores aplicam regressões de crescimento, utilizando efeitos fixos por país e por ano para controlar variações específicas. A especificação inclui variáveis de controle padrão, como taxas de investimento, gastos governamentais, volumes de comércio, tamanho da população e um indicador de democracia. O estudo utiliza o PIB per capita da base Maddison e das Penn World Tables, além de métricas de produtividade do trabalho. De acordo com a análise dos pesquisadores, países em desenvolvimento que transitaram para o socialismo sofreram um declínio médio de 2 a 2,5% no crescimento do PIB per capita durante a primeira década da experiência. Em termos práticos, para uma economia em desenvolvimento, esse experimento ideológico representou uma perda de renda de aproximadamente U$ 400 por habitante apenas nos primeiros cinco anos de regime. O problema central identificado não reside apenas na falta de capital, mas na destruição sistemática da produtividade total dos fatores. O estudo revela que as perdas na produtividade do trabalho são ainda mais acentuadas que as do PIB, chegando a 2,9% em alguns modelos. Isso ocorre porque, ao suprimir o sistema de preços, o regime elimina a bússola que coordena a escassez e o conhecimento disperso na sociedade. Sem incentivos para a inovação e com empresas focadas em extrair recursos do centro em vez de buscar eficiência, o desperdício se tornou a regra e os custos de agência dos trabalhadores se torna ainda mais proibitivo. Esse abismo fica evidente quando olhamos para os experimentos naturais do século XX. Em 1950, a diferença de PIB per capita entre Taiwan e a China continental era de 83%; em 1990, após décadas de divergência sistêmica, esse hiato havia saltado para impressionantes 431%. No Europa, a Áustria e a Tchecoslováquia, que eram economicamente quase equivalentes em 1950, com apenas 9% de diferença na renda per capita, viram essa distância subir para 98% no momento da queda do Muro de Berlim. Mesmo a Iugoslávia, frequentemente citada como um caso de sucesso, não escapou da tendência de divergência em relação a pares regionais. Em 1990, o hiato econômico em relação à Grécia, que enfrentou instabilidades políticas e ditaduras no mesmo período, era de 77%. Assim, no caso do socialismo real como de outras experiências autoritárias, realmente a estrada para o Inferno estava pavimentada de boas intenções. #socialism #economics #Economía #econtwitter #fintwitt








O socialismo real pode ter sido uma das piores experiências já realizadas pela humanidade. Em um paper recente os economistas Andreas Bergh, Christian Bjornskov e Ludek Kouba analisaram os custos das experiências socialistas do século XX, sendo essas aquelas em que o Estado supostamente controlado pelos representantes do proletariado tomaram os meios de produção e substituíram o sistema de preços de mercado. Os pesquisadores aplicam regressões de crescimento, utilizando efeitos fixos por país e por ano para controlar variações específicas. A especificação inclui variáveis de controle padrão, como taxas de investimento, gastos governamentais, volumes de comércio, tamanho da população e um indicador de democracia. O estudo utiliza o PIB per capita da base Maddison e das Penn World Tables, além de métricas de produtividade do trabalho. De acordo com a análise dos pesquisadores, países em desenvolvimento que transitaram para o socialismo sofreram um declínio médio de 2 a 2,5% no crescimento do PIB per capita durante a primeira década da experiência. Em termos práticos, para uma economia em desenvolvimento, esse experimento ideológico representou uma perda de renda de aproximadamente U$ 400 por habitante apenas nos primeiros cinco anos de regime. O problema central identificado não reside apenas na falta de capital, mas na destruição sistemática da produtividade total dos fatores. O estudo revela que as perdas na produtividade do trabalho são ainda mais acentuadas que as do PIB, chegando a 2,9% em alguns modelos. Isso ocorre porque, ao suprimir o sistema de preços, o regime elimina a bússola que coordena a escassez e o conhecimento disperso na sociedade. Sem incentivos para a inovação e com empresas focadas em extrair recursos do centro em vez de buscar eficiência, o desperdício se tornou a regra e os custos de agência dos trabalhadores se torna ainda mais proibitivo. Esse abismo fica evidente quando olhamos para os experimentos naturais do século XX. Em 1950, a diferença de PIB per capita entre Taiwan e a China continental era de 83%; em 1990, após décadas de divergência sistêmica, esse hiato havia saltado para impressionantes 431%. No Europa, a Áustria e a Tchecoslováquia, que eram economicamente quase equivalentes em 1950, com apenas 9% de diferença na renda per capita, viram essa distância subir para 98% no momento da queda do Muro de Berlim. Mesmo a Iugoslávia, frequentemente citada como um caso de sucesso, não escapou da tendência de divergência em relação a pares regionais. Em 1990, o hiato econômico em relação à Grécia, que enfrentou instabilidades políticas e ditaduras no mesmo período, era de 77%. Assim, no caso do socialismo real como de outras experiências autoritárias, realmente a estrada para o Inferno estava pavimentada de boas intenções. #socialism #economics #Economía #econtwitter #fintwitt

USSR came onto the scene, lapped almost every major economy on Earth in a matter of a few decades. Chinese Communist Party comes on the scene, laps *every major economy on Earth in a matter of a few decades. The debate is over. It's been over for a while.








economia do bem (ie unicamp) x economia do mal (fea usp)












