Alexandre Rangel 🙋‍♂️

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Alexandre Rangel 🙋‍♂️

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@AlexandrRangel

Cirurgião Dentista. Preocupado em fazer brilhar o Belo e Acolhedor Sorriso de nosso Povo. Defensor da Família, fonte geradora de nossos melhores Sorrisos!

Campinas SP Katılım Haziran 2010
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Alexandre Rangel 🙋‍♂️
@emoraes74 @LaudelinoRJ A trajetória descrita pelo míssil evidencia seu ponto de lançamento. Os satélites e os radares locais acompanham tudo. Justamente por isso, mais de 60% dos lançadores móveis já foram destruidos.
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emoraes74
emoraes74@emoraes74·
@AlexandrRangel @LaudelinoRJ Um caminhão com um míssel antinavio sai de um túnel e lança o míssel em 1 min. Não dá tempo para nenhum avião localizar antes do lançamento e este míssel atingirá o navio em menos de 5 min. A única defesa neste caso é o Phalanx CIWS, defesa de ponto. A defesa AEGIS não tem tempo.
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𝓛𝓪𝓾𝓭𝓮𝓵𝓲𝓷𝓸
A marinha iraniana acabou. Não existe. A ameaça no estreito de Ormuz é feita com lanchas rápidas. Agora pensem comigo: Ou descobrimos que a marinha americana é incapaz de proteger uma curva de mar... ou o Trump está com outras intenções. (Escolha a que você quiser) Exemplo: 1 - Cerca de 25% do petróleo da China vem da região e estão em apuros; 2 - A Europa está tendo que comprar gás e petróleo americano como nunca; 3 - O próprio Irã não fabrica combustível de foguete. Nada está chegando. 4 - Serviu pro Trump descobrir quem realmente na Europa era aliado; 5 - Serviu para os países da região construírem alternativas ao estreito; 6 - O Irã era exportador de insumos importantes como a uréia e agora estão todos buscando novas fontes.
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Alexandre Rangel 🙋‍♂️
@emoraes74 @LaudelinoRJ Os strike-grups podem destruir todo um cenário de confrontação há mais de 500km do local de conflito! As aeronaves e mísseis percorrem distâncias como estas em minutos!
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emoraes74
emoraes74@emoraes74·
@LaudelinoRJ Olha, os navios americanos são imbatíveis em mar aberto, mas numa faixa navegável de menos de 10km, mísseis antinavio disparados da costa ou torpedos lançados de lanchas rápidas, sem tempo de reação, são uma ameaça real para a Marinha dos EUA.
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Igor Smirnov
Igor Smirnov@GMIgorSmirnov·
Only 1% of players can solve this puzzle. White mates in 2 🤔
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Alexandre Rangel 🙋‍♂️
Alexandre Rangel 🙋‍♂️@AlexandrRangel·
@dranandaananias @AlmeidaAlzira Nanda, há exatos 10 e 5 anos terminou esta minha luta. Sepultei o corpo do meu pai. Cinco anos depois o de mjnha mãe. Mas com o coração completamente rasgado, sempre os mantive vivos em meus pensamentos. E ao longo dos anos, aprendemos a dialogar com a lembrança deles. Paz e Bem!
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🇧🇷Nanda Ananias🇧🇷®️
🇧🇷Nanda Ananias🇧🇷®️@dranandaananias·
Volto a pedir orações para meu pai… Cada exame, cada resultado, cada decisão dos oncologistas são um soco no estômago. Peço que orem por mim também… porque tem horas que a fé enfraquece, não vou mentir… e o desespero tem batido com força! E eu não posso passar isso pra ele… Eu só faço chorar nos últimos dias… por ele, por minha mãe, que fez 80 anos no dia 22/03 (foto)… ela está apavorada… Ver meu pai tão vulnerável e enfraquecido… de uma hora pra outra… e como é cansativo! Como essa doença, o diagnóstico, o tratamento… como tudo suga nossas energias…a dele então… senti uma boa queda no estado geral, já precisou de transfusão e deve precisar de várias outras, pois descartaram hoje radioterapia focal nas lesões intestinais e no estômago. Estou desesperada… Não estou pronta para o pior e não sei o que mais posso fazer… Deus, ajude meu pai!
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Alexandre Rangel 🙋‍♂️
Alexandre Rangel 🙋‍♂️@AlexandrRangel·
@ipadasher Quando sirenes calarem e poeira baixar, restará 1 economia em colapso, escassez generalizada e 1 governo ilegítimo. Tentando manter privilégios. Ventos da história soprando por 1 desfecho similar ao da nobreza russa: Banditismo e extermínio dos "responsáveis". Reorganização.
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ipadasher
ipadasher@ipadasher·
Uma Visão Não Convencional sobre o Irã: O Zumbi Geopolítico que Teme a Paz Mais que a Guerra O Irã de hoje caminha como um morto-vivo. Olhos vidrados pela adrenalina da batalha, corpo crivado de feridas que ainda não doem, mas que vão explodir em agonia no exato instante em que o tiroteio silenciar. Enquanto o Ocidente conta vitórias táticas e discute desafios estratégicos, uma verdade mais sombria emerge: a República Islâmica não está vencendo a guerra. Ela está apenas devorando o próprio país para continuar existindo. O paradoxo é brutal. Mesmo que o regime sobreviva, permaneça no poder e declare vitória, ninguém sobrou para comemorar. No ritmo implacável das eliminações israelenses, só os porteiros da IRGC vão sobrar para erguer a taça. O resto do Irã estará em ruínas. O povo iraniano vive preso na armadilha mais cruel possível: odeia o regime com fúria acumulada há décadas, mas assiste horrorizado enquanto mísseis destroem estradas, refinarias, hospitais e o último fiapo de economia. A diáspora e os iranianos dentro do país torcem pela queda dos aiatolás, mas não ao preço de transformar o Irã numa cratera fumegante. É odiar o carrasco e, ao mesmo tempo, temer pela vida do refém. O refém é o próprio país. Aqui desmorona toda narrativa ocidental simplista: o regime não está se saindo bem. Está apenas adiando o inevitável com fúria animal. Não tem Plano B. Não tem futuro. Sabe que no fim da estrada só existe o abismo. Por isso luta como quem não tem nada a perder, e, paradoxalmente, tem tudo. O regime não teme a guerra. Teme a paz. Enquanto as bombas caem, ele tem justificativa para tudo: toque de recolher, censura total, prisões em massa, execuções sumárias. A adrenalina da sobrevivência mantém o corpo em pé. Mas quando as sirenes calarem e a poeira baixar, o que resta? Uma economia em colapso total, escassez crônica de água, uma moeda que virou papel higiênico, soldados sem soldo há meses e um ódio popular que a repressão anterior não matou, apenas fermentou. É como um homem gravemente ferido que corre gritando na direção do inimigo. Enquanto corre, não sente a dor. Quando parar, desaba. O suposto “comando descentralizado” que tanto impressiona analistas ocidentais não é genialidade. É colapso central disfarçado. Comandantes locais disparam mísseis por conta própria, alguns caem em Omã, outros na Turquia, outros no Cáucaso. Caos puro, maquiado de estratégia. Nas ruas, meio milhão de homens armados em alerta máximo. O inimigo que eles realmente temem não vem do céu. Vem da calçada. O sinal mais sombrio de todos? O recrutamento de crianças de 12 e 13 anos para as milícias Basij. Quando um regime manda crianças para a morte, não demonstra força. Demonstra pânico puro. Economicamente, o Estado já entrou em queda livre: imprime notas de dez milhões de riais, não consegue pagar seus soldados, a administração virou ficção. Ainda assim, os líderes em Teerã, embriagados pelos likes de indignação ocidental, acreditam que estão segurando a economia global como refém. Delírio terminal. Este era o momento exato para sentar à mesa com Trump e negociar. A arrogância os impede. Preferem resistir até o último fio de cabelo e o último rial. O barril de pólvora social continua intacto. A repressão brutal do ano passado não pacificou ninguém, só aprofundou o ódio. Se os B-52 americanos degradarem minimamente a máquina de repressão, meio milhão de homens tentarão controlar 92 milhões de habitantes que os desprezam num país do tamanho da Europa Ocidental. A rebelião será inevitável. A história iraniana é feita de revoltas. O povo nunca se curvou de verdade. A República Islâmica hoje é um zumbi geopolítico. Anestesiada pela guerra, dopada pela própria propaganda, caminha para o precipício achando que está dançando. Cada míssil lançado, cada criança recrutada, cada nota de dez milhões de riais impressa é mais um prego no caixão da nação iraniana, tudo para manter vivo um regime que já não tem mais como se salvar. Quando a poeira dos
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Alexandre Rangel 🙋‍♂️
Alexandre Rangel 🙋‍♂️@AlexandrRangel·
@MOSSADil Missile and bomb guidance technology allows for high precision in pinpointing the impact location. Three or four bombs falling in exactly the same spot, with a 30-minute interval between them, will certainly cause them to reach much greater depths.
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Mossad Commentary
Mossad Commentary@MOSSADil·
🚨 REPORT: IRAN’S UNDERGROUND MISSILE CITIES REMAIN A MAJOR THREAT Despite heavy strikes, Iran’s missile capability is far from eliminated. According to new reporting, Iran has built nearly 30 underground “missile cities” carved deep into mountains, some 50–100 meters below ground — making them extremely difficult to destroy. Key points: • Iran still launches 10–15 missiles daily • ~200 launchers destroyed, but many can be repaired • Dozens of hidden tunnels and exit points allow rapid redeployment • Entrances are quickly restored within days after strikes These facilities are designed for survival: • Multiple decoy openings • Reinforced rock and concrete shielding • Internal rail systems to move missiles between exits • Built-in engineering teams for rapid repair Even bunker-busting bombs struggle to penetrate these depths. Bottom line: Airstrikes can disrupt Iran’s capabilities — but they cannot fully eliminate them. This is a long war of attrition. Stay connected, follow @MOSSADil
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Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino@Rconstantino·
Getúlio Vargas é uma das principais raízes dos nossos males. Quem o elogia perde automaticamente o meu respeito…
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José Carrijo 🇧🇷🇺🇸🇮🇱
*AVERDADE APARECENDO NA VENEZUELA COMUNISTA DE CHAVES*( Leia e veja como o COMUNISMO AGE ). O Retorno do "Morto": Enessto Lattori e o Luto de 27 Anos Sob as Sombras da Ditadura! ​A história oficial dizia que ele estava morto. Em 1999, o nome de Enessto Lattori, então o homem mais rico da Venezuela, foi estampado nas manchetes como vítima de um massacre brutal. O relato da época era aterrorizante: sua mansão invadida, família e funcionários executados, e um corpo em decomposição — supostamente o seu — encontrado à deriva no mar. ​Hoje, quase três décadas depois, a verdade emergiu das masmorras. ​Com a recente libertação de prisioneiros políticos, um homem de 86 anos, curvado pelo tempo e debilitado pelo cárcere, cruzou os portões da prisão. Não era um fantasma, mas o próprio Lattori. ​O Preço de Dizer "Não" ​Em um depoimento que chocou a imprensa internacional, Enessto revelou que sua "morte" foi uma encenação meticulosa do regime bolivariano para apagar sua existência e confiscar seu império. ​"Eu não aceitei o sistema. Sabia que o comunismo destruiria nossa pátria", declarou Lattori com a voz frágil. "Por isso, Hugo Chávez me destruiu. Ele matou minha família, confiscou cada centavo da minha fortuna e me jogou no esquecimento do cárcere por 27 anos." ​O Legado de uma Mentira ​Enquanto o mundo acreditava que o clã Lattori havia sido vítima da criminalidade comum, a realidade era um expurgo político. Durante quase 10 mil dias, o homem que um dia ajudou a erguer a economia venezuelana sobreviveu a pães e água, isolado do mundo, enquanto sua herança financiava a ascensão da ditadura que o enterrou vivo. ​O reaparecimento de Enessto Lattori não é apenas o fim de um sequestro de estado; é o testemunho vivo de um período onde a discordância era punida com o apagamento total da identidade, do patrimônio e da vida.
José Carrijo 🇧🇷🇺🇸🇮🇱 tweet mediaJosé Carrijo 🇧🇷🇺🇸🇮🇱 tweet mediaJosé Carrijo 🇧🇷🇺🇸🇮🇱 tweet media
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Alexandre Rangel 🙋‍♂️
Alexandre Rangel 🙋‍♂️@AlexandrRangel·
@juliovschneider A tecnologia de direcionamento de mísseis e bombas possui alta precisão. 3 ou 4 bombas, lançadas no mesmo local (mesmo furo de entrada, ou com poucos metros de distância), acarretará que da 2ª bomba em diante, a resistência da rocha não será a mesma. Permitindo maior penetração.
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Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸
Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸@juliovschneider·
O Irã transferiu seu estoque restante de urânio enriquecido para uma instalação subterrânea conhecida como Pickaxe Mountain, próxima a Natanz. Segundo informações citadas pela Fox News com base em inteligência dos EUA, o complexo foi escavado entre 80 e 100 metros dentro de rocha de granito, tornando-o praticamente inalcançável para bombas convencionais. Imagens de satélite mostram rápida expansão do local após os ataques de 2025 que destruíram instalações nucleares acima do solo. O bunker foi projetado justamente para resistir à GBU-57 Massive Ordnance Penetrator, a bomba mais poderosa do arsenal convencional americano. Enquanto essa arma consegue penetrar até 200 pés de terra ou 60 pés de concreto, o urânio agora estaria protegido por mais de 300 pés de granito, além do alcance da bomba. Antes da guerra, a AIEA estimava cerca de 440 kg de urânio enriquecido a 60%. Após os ataques, aproximadamente 200 kg ainda podem existir — quantidade suficiente para 7 a 11 armas nucleares com enriquecimento adicional. O problema é que o Irã também bloqueou o acesso dos inspetores internacionais aos locais atingidos. Diante disso, analistas avaliam que ataques aéreos já não seriam suficientes para eliminar o material. A única alternativa restante seria uma operação terrestre para capturar o urânio dentro do complexo, algo extremamente arriscado e possivelmente a missão de forças especiais mais delicada desde a operação que matou Osama bin Laden. Em resumo: O material nuclear estaria protegido dentro de uma montanha de granito fora do alcance de bombas, fora do acesso de inspetores e perto de se tornar arma nuclear.
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Alexandre Rangel 🙋‍♂️
Alexandre Rangel 🙋‍♂️@AlexandrRangel·
@MGalante_us @erodrigomariano A tecnologia de direcionamento de mísseis e bombas possui alta precisão. 3 ou 4 bombas, lançadas no mesmo local (mesmo furo de entrada, ou com poucos metros de distância), acarretará que da 2ª bomba em diante, a resistência da rocha não será a mesma. Permitindo maior penetração.
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Mauricio Galante
Mauricio Galante@MGalante_us·
O Irã 🇮🇷 moveu seu urânio para uma montanha. A maior bomba convencional na Terra não pode alcançá-la. A Fox News informou em 11 de março, citando a inteligência dos EUA, que o Irã realocou seu estoque restante de urânio enriquecido para a instalação conhecida como Montanha Pickaxe, Kūh-e Kolang Gaz Lā, um complexo de túneis enterrado de 80 a 100 metros de profundidade em rocha de granito a uma milha ao sul de Natanz. Imagens de satélite do CSIS de fevereiro confirmam a construção acelerada: vários portais de túneis, escudos de sarcófagos de concreto sobre as entradas, muros de segurança, máquinas pesadas e pilhas de detritos indicando uma rápida expansão interior desde que os ataques de 2025 destruíram a infraestrutura de enriquecimento acima do solo do Irã. O GBU-57 Massive Ordnance Penetrator, a arma que atingiu Parchin, pesa 30.000 libras. Ele penetra até 200 pés de terra ou 60 pés de concreto armado. Granito não é terra nem concreto. É uma rocha ígnea com uma força de compressão que excede ambas. Cem metros de granito são 328 pés. A penetração máxima da terra do GBU-57 é de 200 pés. O urânio fica a 128 pés além do alcance da arma convencional mais poderosa que os Estados Unidos possuem. Quatorze GBU-57s foram lançados em locais nucleares iranianos durante a Operação Midnight Hammer em 2025. As greves destruíram os salões de centrifugação. Eles não destruíram o programa. Eles ensinaram ao Irã onde estava o teto, e o Irã construiu abaixo dele. Cada bomba que atingiu Fordow e Natanz foi uma lição em profundidade. Pickaxe Mountain é o exame final: uma instalação projetada especificamente para sobreviver à arma projetada especificamente para destruí-la. A AIEA estimou 440,9 quilos de urânio enriquecido com 60% antes da guerra. Após as greves, Grossi avaliou aproximadamente 200 quilos podem permanecer. Esse material, no valor de sete a onze armas nucleares em uma semana de enriquecimento adicional, está agora dentro de uma montanha de granito que nenhuma bomba pode penetrar e nenhum inspetor pode entrar porque o Irã negou acesso à AIEA a todos os locais atingidos desde 28 de fevereiro. O mínimo existencial da guerra foi definido pelo Secretário de Defesa Hegseth: sem armas nucleares. A infraestrutura nuclear deve ser destruída com ou sem mudança de regime. O GBU-57 era o instrumento. Pickaxe Mountain é o limite. O instrumento encontrou um material que não pode derrotar. O mínimo existencial atingiu um teto de pedra. O que resta é uma decisão que os Estados Unidos nunca tomaram na era nuclear. O material não pode ser destruído pelo ar. Só pode ser alcançado pela porta. Inserção de forças especiais em um complexo de túneis defendido por unidades do IRGC operando sob a Doutrina Mosaic, com ordens seladas, dentro de um país cujos 31 comandos autônomos estão disparando continuamente há quatorze dias. O Pentágono está avaliando essa opção. Jesse Watters, da Fox, relatou isso como um “local quase impenetrável que requer potencial inserção de forças especiais”. A linguagem é cuidadosa. A implicação não é. Uma operação terrestre para apreender urânio enriquecido de um bunker de granito dentro de território hostil seria a missão mais consequente das forças especiais desde Abbottabad. Exceto que Abbottabad era um composto, um alvo, uma noite. Pickaxe Mountain é um sistema de túneis enterrado sob 100 metros de rocha, defendido por um militar que não pode se render porque seu comandante é um homem ferido emitindo ordens de uma cama de hospital através de uma âncora de televisão, e sua doutrina foi projetada para lutar sem ele. A bomba não pode alcançá-lo. Os inspetores não podem entrar nele. O Líder Supremo não vai abri-lo. O material dentro está a sete dias de se tornar uma arma. E a montanha não negocia. Open.substack.com/pub/shanakaans...
Shanaka Anslem Perera ⚡@shanaka86

JUST IN: Iran moved its uranium into a mountain. The biggest conventional bomb on Earth cannot reach it. Fox News reported on 11th March, citing US intelligence, that Iran has relocated its remaining enriched uranium stockpile to the facility known as Pickaxe Mountain, Kūh-e Kolang Gaz Lā, a tunnel complex buried 80 to 100 metres deep in granite bedrock one mile south of Natanz. CSIS satellite imagery from February confirms accelerated construction: multiple tunnel portals, concrete sarcophagus shields over entrances, security walls, heavy machinery, and spoil piles indicating rapid interior expansion since the 2025 strikes destroyed Iran’s above-ground enrichment infrastructure. The GBU-57 Massive Ordnance Penetrator, the weapon that hit Parchin, weighs 30,000 pounds. It penetrates up to 200 feet of earth or 60 feet of reinforced concrete. Granite is neither earth nor concrete. It is igneous rock with a compressive strength that exceeds both. One hundred metres of granite is 328 feet. The GBU-57’s maximum earth penetration is 200 feet. The uranium sits 128 feet beyond the reach of the most powerful conventional weapon the United States possesses. Fourteen GBU-57s were dropped on Iranian nuclear sites during Operation Midnight Hammer in 2025. The strikes destroyed centrifuge halls. They did not destroy the programme. They taught Iran where the ceiling was, and Iran built beneath it. Every bomb that hit Fordow and Natanz was a lesson in depth. Pickaxe Mountain is the final exam: a facility designed specifically to survive the weapon designed specifically to destroy it. The IAEA estimated 440.9 kilograms of 60% enriched uranium before the war. After the strikes, Grossi assessed approximately 200 kilograms may remain. That material, seven to eleven nuclear weapons’ worth at one week’s further enrichment, is now inside a granite mountain that no bomb can penetrate and no inspector can enter because Iran has denied IAEA access to every site struck since 28 February. The war’s existential minimum was defined by Defence Secretary Hegseth: no nukes. The nuclear infrastructure must be destroyed with or without regime change. The GBU-57 was the instrument. Pickaxe Mountain is the limit. The instrument has met a material it cannot defeat. The existential minimum has hit a ceiling of stone. What remains is a decision the United States has never made in the nuclear age. The material cannot be destroyed from the air. It can only be reached through the door. Special forces insertion into a tunnel complex defended by IRGC units operating under the Mosaic Doctrine, with sealed orders, inside a country whose 31 autonomous commands have been firing continuously for fourteen days. The Pentagon is weighing this option. Fox’s Jesse Watters reported it as a “near-impenetrable site requiring potential special forces insertion.” The language is careful. The implication is not. A ground operation to seize enriched uranium from a granite bunker inside hostile territory would be the most consequential special forces mission since Abbottabad. Except Abbottabad was one compound, one target, one night. Pickaxe Mountain is a tunnel system buried under 100 metres of rock, defended by a military that cannot surrender because its commander is a wounded man issuing orders from a hospital bed through a television anchor, and its doctrine was designed to fight without him. The bomb cannot reach it. The inspectors cannot enter it. The Supreme Leader will not open it. The material inside is seven days from becoming a weapon. And the mountain does not negotiate. open.substack.com/pub/shanakaans…

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Prof. João Carlos 🇧🇷🇻🇦✝️⛪
Vou começar a divulgar perfis pequenos e sem selinho azul!! Deixe seu nome da conta nos comentários e todos que puderem e quiserem poderão seguir. Combinado?
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Israel Defense Forces
Are the IDF’s strikes in Iran legal? Let’s break it down.
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Mossad Commentary
Mossad Commentary@MOSSADil·
They say Israel is isolated, a pariah state. We know that’s not true. If you stand with Israel, tell us: Which country are you from?
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Israel Defense Forces
There are officially no more hostages in captivity in Gaza.
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Alexandre Rangel 🙋‍♂️
Alexandre Rangel 🙋‍♂️@AlexandrRangel·
@UbirajaraAna @gersongomes Bom dia. Temos elites sim. Em todas as áreas. Todavia -sem exceções- sob o jugo imposto pelo poder político reinante; desde o Brasil colônia. Nosso Império manteve o subjugo delas. República proclamada, transferimos o jugo delas p/ oportunistas de plantão. Elites servis. Lacaios.
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Carlos Ubirajara Sant'Ana Rodrigues
@gersongomes Gerson, desculpa. No Brasil não há elite, seja acadêmica, empresarial ou política. Uma elite é o que há de melhor (por uma seleção natural ou intelectual). O que está nos comandando é uma oligarquia imoral, despreparada, cleptocrata e, agora também, ditatorial.
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Gerson Gomes
Gerson Gomes@gersongomes·
“Aritmeticamente, o Brasil parece estar num declínio gradual e administrável. Estruturalmente, estamos nos segundos finais antes da represa estourar.” “Quando a elite intelectual e econômica começa a planejar a vida fora do sistema bancário nacional ou fora do país, o sistema já quebrou.”
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MarioFrias
MarioFrias@mfriasoficial·
Alguns irão se chatear com o que vou dizer, mas é necessário que eu diga, para que possamos encerrar de vez uma das ilusões que nos aprisionam no debate político. Convivi com oficiais das mais altas patentes das Forças Armadas, eles são, via de regra e com raras exceções, bichinhos de estimação da elite plutocrata que domina o país. Toda a mística de combatentes destemidos é uma farsa, são, desde a academia militar, adestrados a terem um temor servil e quase religioso por cargos e títulos burocráticos. É uma casta oligárquica de segunda linha, deslumbrada com qualquer possibilidade dum carguinho na máquina pública. Vivem no próprio conto de fadas, em que o ego é massageado pelo exercício da hierarquia militar, o lugar seguro em que uma caricatura de autoridade é erguida através dos privilégios e da pompa militar. São muito valentes com subordinados, que não possuem meios de defesa contra arbitrariedades, mas são completamente servis aos que estão acima deles na burocracia estatal. A prisão do honrado General Braga Neto (uma dessas raras exceções) é só mais um demonstrativo do quão baixo seus pares chegaram para servir aos interesses da facção que está no poder. Vocês são uma vergonha para a nação e entrarão para história como a geração de covardes que são!
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