Camis
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@hausofmaryjane Farmacêutico clínico seria a solução, a equipe multidisciplinar tem que ser implementada nos hospitais, ele vai até o paciente com o médico e o enfermeiro, resolvem tudo e pronto... Discutir com o aux da farmácia que ganha um salário mínimo e está estudando pedagogia não dá né...
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lidar com a farmácia é tipo “eu preciso desse remédio AGORA se não o paciente vai ficar com sequelas irreversíveis pro resto da vida” “infelizmente vc escreveu alteplase 2 ampolas e não quantas ml vai usar vai ter que refazer a receita e voltar mais tarde”

enfisema o palhaço@viterinhaocara
voce é área da saude do bem (psicologia / farmácia) ou área da saude do mal (medicina / odonto)
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@CamiSamah @jogandosemhype Mim respeita, Camihameha
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“Tá tudo bem, vovó tá aqui.”
Ela subiu no palco. Olhou pra plateia. A cadeira da mãe vazia.
Mas a vovó estava lá.
E quando perguntaram o que ela sentiu, a pequena não reclamou, não chorou de tristeza. Disse, com aquela seriedade de criança velha:
“Minha mãe trabalha muito pra me sustentar, eu e minha irmã. Ela não pôde vir. Mas tá tudo bem. A vovó veio.”
Gente… essa menina entende mais de vida do que muita gente adulta que eu conheço.
A mãe que não foi foi. Em cada centavo que pagou o sapato da apresentação. Em cada noite que chegou cansada e ainda deu boa noite com beijo. Em cada sacrifício que a filha, pequenininha, já sabe reconhecer.
E a vovó que foi foi por todas as duas. Como a gente sempre vai. Sem precisar nem ser chamada.
Isso aqui me partiu ao meio de um jeito bonito. 😭❤️
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@doidoeputo @oocbrazill Eu ainda tô sem palavras, tô procurando defeitos e não acho...me dê razões para não largar meu trabalho e ir performar meus sonhos pela estrada musical?
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@CamiSamah @oocbrazill Vamo abrir o nosso duo de eletro dark forró chamado catioro r'aboodu.
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@Babaiveio @pedecaramelo @madeinbajor Na vida real é como aquele provérbio: "é preciso uma aldeia inteira para educar uma criança".
Normalmente são outras mulheres da família que dão esse apoio, achei muito interessante um homem ter esse percepção como o nam da anom, costumamos ver é a avó paterna fazendo o papel..
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@Babaiveio @pedecaramelo @madeinbajor Na verdade, a rede de apoio normalmente é feita por pessoas que se ofertam para isso, passa pela família e amigos, inclusive do pai, afinal ele e a família dele também podem ter interesse no bem estar da criança e da mãe dele...tudo isso é bem comum moço,
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🐂 Nossa isso me deu gatilho.
Vcs se envolvem com quem tem filhos e depois ficam surtando por qualquer coisa. #bajo39033


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@Babaiveio @madeinbajor Ser suporte para um bebê que depende inteiramente de cuidadores, sendo o principal a mãe, acho normal e correto que o pai seja sim essa figura de apoio ainda. Eles estão criando um ser humano juntos e a educação da criança passa pelo exemplo, pela estrutura familiar entre otrs...
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@CamiSamah @madeinbajor A pergunta é sobre não ser rede de apoio de ex?
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@madeinbajor Após um término entre duas pessoas boas que tiveram um filho, é preciso entender que ainda continuarão família. Ou você entra e faz parte dessa família que já existe ou saia dignamente, seja sincera com ele e com você mesma se não dá conta da situação, e tudo bem.
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@madeinbajor Se ele mentiu algo corriqueiro como isso, é pq ele calculou o surto. Bem, ele estava certo
E sobre o mercado, me parece ele sendo rede de apoio da mãe. Eu particularmente acho ruim e me nego a prestar esse papel por considerar q o ônus do término é não ter mais esse apoio. Enfim
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En 2008, dos argentinos sin presupuesto hicieron un cortometraje de animación de 6 minutos.
Sin diálogos.
Sin palabras.
Solo imágenes pintadas a mano con acuarela.
Se llama "El Empleo".
Y se convirtió en el cortometraje de animación más premiado internacionalmente de ese año.
106 premios internacionales.
¿Qué muestra?
Un hombre que se despierta.
Se viste.
Sale a trabajar.
Pero en este mundo, las personas no usan objetos.
Las personas SON los objetos.
La lámpara es una persona. La silla es una persona. El felpudo es una persona.
Y el protagonista los usa sin pestañear.
Hasta que llega a su trabajo.
Y descubre que él también es un objeto para alguien más.
El corto no critica el capitalismo con pancartas.
Lo muestra.
En silencio.
Con humor negro.
Con una brutalidad tan cotidiana que duele.
Sus creadores son Santiago "Bou" Grasso y Patricio Plaza, dos animadores independientes argentinos que tardaron años en hacerse conocidos fuera de su país.
Hoy su obra se estudia en universidades de todo el mundo.
La pregunta que deja el corto no tiene respuesta fácil:
¿Tú usas a la gente para llegar a algún sitio?
¿O tú eres el felpudo de alguien?
Busca "The Employment" en YouTube.
Son 6 minutos que no vas a olvidar.
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Você pega suas dores e guarda por um instante pra desfrutar de cinco minutos de alegria com alguém que tá precisando mais que você... E depois se sente pior 🤡
bad bays di palma renault 🥂@babylrxx
ninguém nunca me faria odiar esse twink
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