
Daniel
209 posts



🦁 Notre 𝗫𝗜 𝗱𝗲 𝗱𝗲́𝗽𝗮𝗿𝘁 pour affronter Lorient 🔴🔵 #OLFCL



Is this the craziest statistic of any sport right now? Would love to hear other crazy stats!






@Andrew_Romero10 @LucasKneipp2 kkkkk. Isso ai. Só não pergunta para o mundo quem eles acham. kkk. Conheço pouquíssimos que jogam tênis de fato e não consideram o Federer ou o Nadal como GOAT. Ultrapassar os outros pq ganhou 10 slams de uma geração horrível... Acho o que quiser. Pra mim é FACILMENTE o Federer.






A análise do adversário está pronta! 🎾 5 PONTOS SOBRE 🇫🇷ARTHUR RINDERKNECH [Por @fonsequism] 1⃣ Nascido na França, Arthur tem 30 anos, 1,96 m de altura, é destro, bate a esquerda com duas mãos e utiliza a empunhadura semi-western na direita. Atualmente, vive o melhor momento da carreira: ocupa a 27ª posição no ranking da ATP, sendo a 26ª colocação, alcançada em janeiro, seu melhor ranking. 2⃣ Assim como o adversário anterior de Fonseca em Monte Carlo, Arthur Rinderknech também passou pelo circuito universitário americano, onde conseguiu se desenvolver e ainda seguir sua carreira profissional no tênis. Consequentemente, o francês só entrou no top 300 aos 25 anos, no começo de 2020. Sua entrada no top 100 veio cerca de um ano e meio depois, já aos 27. Rinderknech tem pouco mais de 4 anos de experiência no circuito da ATP, apesar da idade relativamente avançada. Por isso, é difícil afirmar de forma categórica que ele seja fraco em determinado piso. 3⃣ Rinderknech tem 11 títulos profissionais, divididos entre 6 Challengers e 5 ITFs. No total ele tem 5 títulos no saibro. Nunca ganhou nenhum torneio ATP, mas seu melhor resultado foi o vice-campeonato do Masters 1000 de Shanghai, em outubro passado. Acabou perdendo na final para seu primo, Valentin Vacherot. Naquele torneio o francês eliminou Zverev, Medvedev, Felix Aliassime, etc. Também fez oitavas de final no US Open, em 2025, perdendo para Alcaraz, além de ter eliminado Alexander Zverev em Wimbledon. 4⃣ 🔹Qualidades No saque, é quase um replay do que falamos sobre Diallo na análise passada: - 12% de aces no 1º saque, porém joga com ‘apenas’ 63% de 1º saque, contra os quase 68% de Diallo. Também ganha menos pontos com o 1º saque, além do 2º saque ser inferior. João só o supera em % de pontos jogados com 1º saque e nos pontos ganhos de 2º saque. Em ambas as estatísticas, o brasileiro é consideravelmente melhor. Só que a principal diferença entre Diallo e Rinderknech é como eles enxergam e jogam o jogo nos pontos neutros. O canadense precisa e continua sendo agressivo sempre, buscando ganhar vantagem nos pontos, bolas vencedoras, subir muito à rede, etc, sendo que todas essas características são muito prejudicadas no saibro. Por esse motivo, o João teve um jogo de estreia extremamente tranquilo. Já Rinderknech é o oposto. E é por isso que ele pode e deve jogar muito melhor do que Diallo no saibro. Ele extrai o máximo de benefícios que consegue a partir da sua altura, sendo muito dominante no saque, assim como o canadense. Porém, na troca de bola de fundo, principalmente nos pontos neutros, ele não se sente apressado em finalizar. Pelo contrário, ele consegue sustentar trocas ao infinito, forçando erros. Ou seja, é muito difícil quebrar o saque dele e na troca neutra você joga sempre sob pressão, pois ele erra pouco. E se você encurtar a bola, ele tem peso de bola e sabe usar a altura pra finalizar o ponto. Não por acaso ele sempre complica o jogo pra Alcaraz. Mesmo perdendo sempre para o espanhol, ele ganha set ou perde em dois sets apertados, com tie-break, o que é um grande feito nos dias de hoje. 5⃣ 🔹Como vencê-lo? Também é muito parecido com o que falamos sobre o Diallo. Apesar de ter uma troca melhor, ainda assim não é um jogador de saibro. As variações de altura de bola do João também serão importantes aqui. A grande diferença é que contra Diallo dava pra ser mais passivo nas trocas de fundo, já contra o francês, é preferível tomar mais riscos, controlados, claro, mas deixar o jogo mais rápido com maiores variações para explorar as suas deficiências no saibro lento. Outro ponto importante é punir as subidas à rede forçadas com a passada no corpo, como fez contra Diallo e também contra Hurkacz no ano passado em RG. E aí é bater a passada e correr para buscar o voleio curto. Se contra o Diallo não era tão interessante o dropshot, pois o canadense joga um pouco mais à frente e já é do seu interesse encurtar pontos, contra Rinderknech será uma arma bem importante. O francês, quando está se defendendo, recua o máximo que pode. Embora tenha pernas pra chegar nas deixadas, é uma boa arma. E claro, manter as mudanças de direção, o slice na paralela, as subidas à rede pontuais (sem exagero), etc. E em nenhum momento pode entregar o saque ‘de graça’. João teve um excelente 2º saque contra Diallo, pois o canadense tentava agredir e o saque kick do João é muito difícil de dominar no saibro. Já Arthur vai se contentar em recuar e botar muitos 2º saques em jogo, então o 1º saque do João precisa estar em dia. ➡️ Embora ache que Rinderknech seja muito melhor equipado para jogar o saibro lento do que o Diallo, o meu chute das probabilidades de vitória permanece em 60-40 a favor de Fonseca. Isso acontece, pois o jogo passa pela raquete do João contra ambos. E quanto mais Fonseca avança num torneio, melhor ele fica. Já em uma estreia depois de 3 semanas parado, nunca se sabe como um jogador agressivo, com golpes de menor margem pra erro, pode reaparecer. 📌 A partida entre João Fonseca e Arthur Rinderknech pela segunda rodada do Masters 1000 de Monte Carlo acontece nesta quarta-feira (08/04), por volta das 8h no horário de Brasília. A transmissão será da ESPN2, Disney+ Premium e Tennis TV. 📸: Getty Images


@papodetenisreal É o contrário, man...o Pelé, hoje, ñ teria espaço em time de várzea...o futebol q ele jogava era o melhor do mundo na época, mas hoje é pior que o de um adolescente de escolinha de futebol










🌴 Com coqueiros de plástico, Parque Governador Eduardo Campos é oficialmente inaugurado em Recife (PE).

No Fantasy ATP, João Fonseca é o terceiro jogador mais escolhido, ficando atrás só de Sinner e Alcaraz. 46% dos participantes escolheram o João no seu jogo.

O 1% mais rico do Brasil está no 1% mais rico do mundo; o 1% mais pobre do Brasil está nos 10% mais pobre do mundo. Isso define profundamente o que é o Brasil.





