
Daniel W.O. Júnior
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Daniel W.O. Júnior
@DanielWOJr12
Esposo da Lorena Simonelli 👸🏽.. Pai da Esther👱🏼♀️, Miguel 👱🏽 e João Lucas 🧑🏾 De Matiz Judaico-Cristã⛪ Advogado Empreendedor👨🏾💼









BRASIL ADIANTE | "Eu vi o PCC crescer e a omissão do Estado", narra Lincoln Gakiya, promotor jurado de morte pelo PCC. 🔗 Saiba mais em estadao.com.br

O senador-advogado-chocolateiro-produtor consegue a incrível façanha de protagonizar escândalos em todas as suas frentes de suposto trabalho. Só não protagoniza a realização de políticas públicas bem-sucedidas para o seu estado, que dirá para o Brasil. Dinheiro acima de tudo.


FARIA A DIFERENÇA? 🤔🇧🇷 O Brasileirão voltou com TUDO e Pedro mostrou que mesmo com a pausa, o artilheiro Rubro-Negro mostrou que não perdeu o faro de gol, marcando nos primeiros 30 minutos contra a Chapecoense! Faria diferença no Mundial, torcedor? *Contém texto alternativo #BrasileiraoNoSportv #Chapecoense #Flamengo #Pedro #FutebolBrasileiro


NOTA DE CRÉDITO A Moody’s Ratings elevou a nota de crédito da Argentina, concedendo ao país sua terceira melhor nota em menos de três meses e validando ainda mais o plano de reforma econômica do presidente Javier Milei. A classificação de crédito da Argentina subiu de Caa1 para B3, com perspectiva positiva. Embora a melhoria ainda a mantenha em território altamente especulativo, as três principais agências de classificação de risco agora classificam a Argentina acima da categoria de alto risco, um marco para um país que passou anos entre os tomadores de empréstimos soberanos mais arriscados nos mercados globais. “A elevação da classificação reflete nossa avaliação de que o risco de inadimplência da Argentina diminuiu substancialmente, à medida que a estabilização macroeconômica avançou além da fase inicial de ajuste para uma melhora mais duradoura nos fundamentos de crédito, um sinal de melhoria na governança”, escreveram os analistas em um comunicado divulgado na terça (21). “As perspectivas para a posição externa da Argentina melhoraram consideravelmente, impulsionadas por um desempenho mais forte das exportações e pelo aumento do investimento estrangeiro direto nos setores de energia e mineração, além de um melhor acesso ao financiamento externo”, afirmam. A elevação da classificação de risco pela Moody’s reforça ainda mais os argumentos a favor do retorno da Argentina aos mercados internacionais de dívida. Os spreads dos títulos se estreitaram significativamente após as elevações de classificação pela Fitch e pela S&P, com esta última contribuindo para levar o prêmio de risco soberano aos níveis mais baixos da era Milei. Leia mais no site do InfoMoney. Foto: Tomas Cuesta/Bloomberg #Argentina #Milei #Economia #InfoMoney



