Igor Narciso

857 posts

Igor Narciso banner
Igor Narciso

Igor Narciso

@DocIgorNarciso

🩺Brazilian MD 🏥Incoming IM PGY-1 at FSU/Cape Coral

Katılım Kasım 2016
707 Takip Edilen162 Takipçiler
Sabitlenmiş Tweet
Igor Narciso
Igor Narciso@DocIgorNarciso·
Uma das poucas coisas que você precisa ter na vida é coerência.
Português
0
0
3
0
Igor Narciso
Igor Narciso@DocIgorNarciso·
Anxiety now comes in a good way. Can’t wait to know what hospital I’m going to! #match2026
English
0
0
5
356
Igor Narciso
Igor Narciso@DocIgorNarciso·
It’s unbelievable to think that a hospital in the United States will have me, from the countryside of Brazil, as a resident. Couldn’t be happier! #match2026
Igor Narciso tweet media
English
6
10
252
4.4K
Igor Narciso retweetledi
fried
fried@FriedHardt·
brasil é o único país democrático em que as pessoas ficam milionárias no serviço público, com dinheiro pago por pessoas sem saneamento básico
Português
86
2K
11.8K
134.4K
Igor Narciso retweetledi
Eric Topol
Eric Topol@EricTopol·
🆕 @NatureMedicine How does ChatGPT Health do for appropriately triaging a person as to whether to go to the emergency room or stay home? nature.com/articles/s4159… Not very well. Under-triaged 52% of case vignettes that are considered gold-standard emergencies, like diabetic ketoacidosis or impending respiratory failure
Eric Topol tweet media
English
38
188
515
175.4K
Igor Narciso retweetledi
Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
Em 2012, foi publicado um estudo que buscou avaliar o efeito de uma terapia celular inovadora para o tratamento de lesão medular aguda completa: o transplante de macrófagos autólogos. Células do sistema imunológico do próprio paciente eram coletadas, "ativadas" em laboratório e depois injetadas diretamente na medula espinhal lesionada, na expectativa de que essas células promovessem a regeneração dos neurônios danificados. A terapia já havia sido testada em um estudo preliminar menor (fase 1), no qual 3 de 8 pacientes com lesão completa (ASIA A) melhoraram para ASIA C — uma taxa de conversão de 37,5%, superior à média de 15% que muitos acreditam ser a taxa usual de conversão para estes pacientes. Os resultados foram considerados promissores, e um ensaio clínico maior foi planejado. No estudo de fase 2 (publicado na revista Spinal Cord por Lammertse et al.), 43 pacientes com lesão medular aguda completa (ASIA A) foram recrutados para participar: 26 sorteados para receber o tratamento padrão ouro + macrófagos autólogos, e 17 sorteados para o grupo controle, que recebeu apenas o tratamento padrão ouro (sem os macrófagos). O que aconteceu surpreendeu até mesmo os pesquisadores. No grupo intervenção (os 26 pacientes que tiveram os macrófagos injetados na medula), 7 pacientes apresentaram alguma conversão neurológica: 5 passaram de ASIA A para ASIA B, e 2 passaram de ASIA A para ASIA C. Isso equivale a uma taxa de conversão de 26,9%. Ainda maior do que os 15%, mas menor do que os 37,5% do estudo de fase 1. Já no grupo controle, dos 17 pacientes que não receberam o tratamento experimental, DEZ pacientes apresentaram conversão: 8 passaram de ASIA A para ASIA B, e 2 passaram de ASIA A para ASIA C. Isso equivale a uma taxa de conversão de 58,8%. Sim, o grupo que não recebeu o tratamento experimental se saiu duas vezes melhor que o grupo tratado. A taxa de conversão no grupo controle foi mais que o dobro da taxa do grupo que recebeu a terapia celular. Um resultado devastador. Seria possível que o tratamento tenha piorado os pacientes? É possível que sim, é possível que não. Existem 3 pontos que explicam tais resultados. [1] AMOSTRAS PEQUENAS Veja bem: o grupo controle tinha apenas 17 pacientes. É um número pequeno. E em amostras pequenas, o acaso frequentemente nos engana. Pense em uma moeda honesta, com 50% de chance de dar cara e 50% de dar coroa. Se você jogar essa moeda 1.000 vezes, vai observar algo muito próximo de 50% cara e 50% coroa. Mas se jogar apenas 10 vezes, não seria NADA surpreendente obter 7 caras e 3 coroas (70% cara). Dificilmente isso te convenceria que a moeda está viciada para um lado específico, afinal, foram poucos lances. É exatamente isso que acontece com amostras pequenas: resultados extremos, que seriam teoricamente incompatíveis com o acaso, podem surgir justamente devido ao acaso. A mesma lógica se aplica ao estudo clínico. Se a taxa "verdadeira" de conversão espontânea em pacientes ASIA A tratados com cirurgia e reabilitação de alta qualidade está em torno de 28–30% (como mostra a meta-análise de El Tecle et al. com 1.162 pacientes), é perfeitamente possível — e até esperável — que em um grupo de apenas 17 pessoas, por puro acaso, a proporção observada seja muito diferente disso. Poderia ser 15%. Poderia ser 60%. Ambos os resultados seriam compatíveis com uma taxa verdadeira de ~30% em uma amostra tão pequena. E foi exatamente isso que aconteceu: no grupo controle de Lammertse, 58,8% dos pacientes melhoraram. Os próprios autores do estudo reconheceram a possibilidade de que se tratasse de uma anomalia estatística causada pelo pequeno tamanho da amostra. [2] VIÉS POR ERRO DE CLASSIFICAÇÃO INICIAL Lembre-se: todos esses pacientes foram classificados como ASIA A (lesão completa). No entanto, como já trouxe em outras postagens, existe uma incerteza muito grande nessa classificação inicial. Choque espinhal, edema, inflamação e as dificuldades práticas do exame físico em um paciente politraumatizado fazem com que uma proporção significativa de pacientes seja classificada como ASIA A quando, na realidade, sua lesão é incompleta (ASIA B, C ou D). Estudos mostram que essa taxa de "diagnóstico incorreto" pode chegar a 20–40% dos casos. Ou seja, dentro de qualquer grupo de pacientes "ASIA A", há uma parcela que na verdade nunca teve lesão completa! Esses pacientes vão melhorar de qualquer forma — mas não porque receberam algum tratamento milagroso, e sim pq a classificação inicial estava errada! A melhora é simplesmente uma “revelação” da verdadeira condição neurológica, conforme os fenômenos transitórios (choque espinhal, edema) se resolvem. No estudo de Lammertse et al., isso é bem relevante: os autores relatam que, entre os 17 pacientes que melhoraram (somando ambos os grupos), a maioria converteu apenas por recuperação de sensação anal ou contração anal — o tipo de função sutil que é facilmente mascarada nos primeiros dias/semanas após a lesão. Em outras palavras: a "conversão" observada foi, em grande parte, a correção de uma classificação inicial que era incerta e não uma verdadeira regeneração neurológica funcional. [3] PROCESSO DE SELEÇÃO DA AMOSTRA Nem todos os pacientes ASIA A são iguais. Um paciente ASIA A cervical com lesão de 1 cm de extensão que recebe cirurgia em 6 horas tem uma probabilidade de melhora completamente diferente de um paciente ASIA A torácico com lesão de 5 cm que recebe cirurgia em 3 dias. No estudo de Lammertse, os critérios de inclusão exigiam que a lesão medular tivesse no máximo 3 cm de extensão na ressonância magnética. Isso, por si só, já seleciona pacientes com lesões relativamente menores — e portanto com maior probabilidade de melhora espontânea. Os autores notaram que, na fase 1 do estudo, os pacientes que melhoraram eram justamente os que tinham lesões menores. Esse fenômeno de seleção é fundamental para entender o que está acontecendo com a polilaminina. Os pacientes selecionados até hoje para receber polilaminina não são uma amostra aleatória, tampouco representativa, de todos os pacientes com lesão medular! São pacientes que chegaram rapidamente a centros especializados, que tiveram acesso à cirurgia precoce, que tinham condições clínicas compatíveis com o protocolo, e que conseguiram acesso ao tratamento. Essa seleção, por si só, já pode enviesar completamente fortemente o grupo em favor de pacientes com maior chance de melhora natural. Traçando um paralelo com o pre-print da polilaminina (Menezes et al., 2024) Há um preprint (estudo preliminar, ainda não revisado por pares) que reporta os resultados de um punhado de pacientes com lesão medular que receberam polilaminina. Muitas pessoas estão argumentando que a taxa de conversão observada nesses pacientes é "muito maior que os 15% da literatura", e que isso "prova" que o tratamento funciona. Esse argumento tem pelo menos 3 problemas graves: Primeiro: a taxa de referência de "15%" está desatualizada. A meta-análise de El Tecle et al. (2018), que incluiu 1.162 pacientes, mostrou que a taxa real de conversão de ASIA A é de 28,1% no geral, e pode chegar a 46,1% em pacientes que recebem cirurgia precoce (dentro de 24 horas). Como os pacientes de polilaminina são operados precocemente, a taxa de referência correta para comparação é de ~30–46%, e não 15%. Segundo: em amostras pequenas, qualquer proporção de conversão é possível. O estudo de Lammertse mostra claramente que um grupo de apenas 17 pacientes (e o preprint de polilaminina envolve menos pacientes que isso) pode apresentar uma taxa de conversão de quase 60%, mesmo sem qualquer tratamento experimental. Não seria impossível, ou sequer surpreendente, observar taxas de 70%, 80% ou até 100% em um grupo de 5 ou 10 pacientes — especialmente se esses pacientes foram selecionados de forma não-aleatória, em amostragem por conveniência (como foi o caso!). Para tornar isso mais concreto: imagine que a taxa real de melhora para pacientes com o perfil dos que recebem polilaminina (cirurgia precoce, centro especializado, lesão de extensão moderada) seja de 40%. Se você selecionar 8 pacientes desse grupo, a probabilidade de que pelo menos 6 deles (75%) melhorem é de cerca de 17% — ou seja, longe de impossível. A probabilidade de que todos os 8 melhorem é menor, mas ainda assim não é zero (~0,6%). Mas isso que nem estamos levando em consideração o viés por erro de classificação inicial. Se todos esses 8 pacientes nunca tiveram uma lesão completa de verdade, e vc equivocadamente atribuiu ASIA A a todos eles, é quase certo que vc encontrará uma taxas milagrosa de conversão nesse seu estudo! Terceiro: o processo seleção desigual torna qualquer comparação impossível. Os pacientes que receberam polilaminina não foram sorteados aleatoriamente. Foram selecionados, receberam cirurgia precoce, em centros especializados, com acompanhamento intensivo. Muitos foram classificados como ASIA A nas primeiras horas — o período de maior incerteza diagnóstica. Todos esses fatores inflam a taxa de conversão observada, independentemente de a droga funcionar ou não, quando se comparado a uma amostra da literatura que foi selecionada através de processos e critérios completamente diferentes! Por que precisamos de um estudo controlado? O estudo de Lammertse é um dos exemplos mais didáticos sobre por que relatos de caso e séries não-controladas são insuficientes para determinar se um tratamento funciona. Se os pesquisadores não tivessem incluído um grupo controle, teriam observado que 7 dos 26 pacientes tratados com macrófagos melhoraram (26,9%). Teriam comemorado: "Quase 27% dos pacientes com lesão completa melhoraram após o tratamento; não é milagroso, mas já é algo!" Teriam sido publicados relatos de caso emocionantes, com pacientes descrevendo como recuperaram sensação após receberem o tratamento inovador. Redes sociais teriam amplificado essas histórias. E a opinião pública seria de que o tratamento funciona, e o prêmio Nobel é uma questão de tmepo. Apenas por causa do controle sabemos que a realidade era outra. O grupo que não recebeu o tratamento se saiu melhor. O tratamento, neste protocolo específico, provavelmente não funcionou — e talvez até tenha sido prejudicial. Sem o grupo controle, jamais teríamos descoberto isso. É exatamente por isso que não podemos, de forma alguma, concluir que polilaminina funciona com base em relatos de pacientes individuais que melhoraram após recebê-la, por mais emocionantes e inspiradores que esses relatos sejam; por mais que a gente queira que pesquisadores brasileiros tenham conseguido encontrar um tratamento revolucionário. É imprudente colocar a carroça na frente dos bois, e a história da medicina está aqui para provar isso.
Igor Eckert tweet media
Português
35
212
1.2K
203.1K
Igor Narciso
Igor Narciso@DocIgorNarciso·
@DaniloGentili Já ouvi isso há alguns anos atrás…ah, era a hidroxicloroquina. Cada vez mais perde-se a credibilidade na pesquisadora.
Português
0
0
0
66
Danilo Gentili
Danilo Gentili@DaniloGentili·
Não posso defender ou atacar o processo cientifico e não estou aqui pra isso. Mas posso contextualizar esse trecho que parece tirado de contexto. Eu a entrevistei ano passado e sei do contexto pois fiz essa pergunta pra ela. Acontece que a substância deve ser aplicada em pessoas LOGO após a fratura. Se perder o timing da aplicação a substância perde a eficácia. Quanto mais se demora , menor a chance de recuperação de quem recebe o tratamento. Sendo assim, imagine que temos dois pacientes aptos pra receber o teste. Um tomará a substância corretamente e outro tomará o placebo. Ou seja, se a substância realmente for eficaz , um andará e o outro ficará tetraplégico pra sempre. Não tem como aplicar depois nele. A pergunta é um dilema: você teria coragem de ser quem aplica o placebo em quem poderia ter uma chance de andar?
Fascismo Freestyle@FascismoFree

Muuuuuita gente ainda vai cair do cavalo com essa aqui

Português
834
1.2K
28.6K
2.3M
Igor Narciso retweetledi
Dr. Shiv_Kumar
Dr. Shiv_Kumar@Dr_Shiv_kumar_·
🧵 New 2026 NICE Update on Initial Drug Therapy in Type 2 Diabetes Detailed Thread 1️⃣ Big Shift in Philosophy This is no longer just about lowering HbA1c. The new guidance prioritises: • Cardiovascular protection • Renal protection • Individualised treatment • Early combination therapy Glucose control is important but outcomes matter more. 2️⃣ First-Line Therapy (No Major Comorbidities) For most adults: ✅ Modified-release metformin PLUS ✅ An SGLT-2 inhibitor If metformin cannot be used → start SGLT-2 inhibitor alone. ➡️ This is a major shift from traditional “metformin first, add later.” 3️⃣ Why SGLT-2 So Early? Because evidence now strongly supports: • Reduction in heart failure hospitalization • Slowing CKD progression • Cardiovascular mortality benefit • Weight reduction • Low hypoglycaemia risk This class is now foundational therapy. 4️⃣ If the Patient Has Heart Failure Start immediately: ✅ Metformin ✅ SGLT-2 inhibitor If metformin contraindicated → SGLT-2 alone. HF benefit drives this decision independent of HbA1c. 5️⃣ If Atherosclerotic CVD Is Present Initial therapy can include: ✅ Metformin ✅ SGLT-2 inhibitor ✅ Subcutaneous semaglutide (GLP-1 RA) If Yes 👉🏻 GLP-1 RA can now be started upfront in ASCVD. This reflects strong CV outcome trial data. 6️⃣ Early-Onset Type 2 Diabetes (Younger patients, aggressive phenotype) Start: ✅ Metformin ✅ SGLT-2 inhibitor Consider adding: • GLP-1 receptor agonist • Tirzepatide This group often needs earlier intensification. 7️⃣ Obesity + Type 2 Diabetes Initial therapy: ✅ Metformin ✅ SGLT-2 inhibitor Weight-neutral or weight-reducing strategies are preferred. Avoid agents that promote weight gain unless necessary. 8️⃣ Chronic Kidney Disease (CKD) Treatment depends on eGFR: 🔹 eGFR >30 → Metformin + SGLT-2 🔹 eGFR 20–30 → Dapagliflozin or Empagliflozin + DPP-4 inhibitor 🔹 eGFR <20 → Consider DPP-4 inhibitor If DPP-4 not suitable → consider pioglitazone or insulin. Renal protection is central in this update. 9️⃣ Frailty Be cautious. Offer: ✅ Metformin Consider SGLT-2 only if risk of: • Hypotension • Dehydration • Falls If risk is high → DPP-4 inhibitor may be safer. Individualisation is critical here. 🔟 What’s Clearly De-emphasised? Sulfonylureas are no longer early go-to drugs. Reasons: • Hypoglycaemia risk • Weight gain • No cardiovascular benefit They are now secondary options. 1️⃣1️⃣ Key Takeaway The 2026 update moves us from: “Glucose-centric diabetes care” ➡️ to “Cardio-renal-metabolic protection from day one.” Early combination therapy is now the norm, not the exception. 1️⃣2️⃣ Practical Clinical Message When starting treatment in Type 2 Diabetes, now ask: • Does this patient have HF? • ASCVD? • CKD? • Obesity? • Frailty? The comorbidity determines the drug choice not just HbA1c. nice.org.uk/guidance/ng28/… #MedTwitter #MedX
Dr. Shiv_Kumar tweet media
English
8
98
233
18.7K
Igor Narciso
Igor Narciso@DocIgorNarciso·
Amazing news!
DocXus@docxusofficial

Dengue is DONE Singapore just released a study that might end mosquito-borne disease as we know it. No drugs. No vaccines. Just mosquitoes fighting mosquitoes. > infected male Aedes aegypti with Wolbachia bacteria > released them into the wild to mate with normal females > every single offspring from those matings was dead on arrival > wild mosquito population practically vanished in treated areas This isn’t some lab experiment btw. 24 month randomized trial. 15 geographic clusters. Nearly 400,000 residents. Published in the New England Journal of Medicine. The results are insane: > mosquito abundance in treated areas dropped from 0.18 to 0.041 > control areas went the other direction to 0.277 > 6% dengue positivity in treated zones vs 21% in control zones > protective efficacy of 72% No drug. No vaccine. No chemical spray. Just evolutionary biology weaponized against the most dangerous mosquito species on earth. For context we’ve been fighting Aedes aegypti the same way for decades. Fogging. Larviciding. Nets. Awareness campaigns. And dengue kept spreading. More cities. More countries. More deaths. 400 million infections a year. The problem was never effort. We were trying to kill mosquitoes after they already existed. Singapore said what if we just make sure they’re never born. Cytoplasmic incompatibility. That’s the mechanism. Wolbachia infected males mate with wild type females and the eggs never develop. Do it at scale and the entire population collapses from the inside. Generation after generation. They didn’t fight the mosquito. They turned reproduction into a weapon against it. No pharmaceutical intervention for dengue has ever come close to 72% efficacy at this scale in a real world setting. And this is just Singapore. Imagine this deployed across Southeast Asia. South Asia. Sub Saharan Africa. Latin America If you’re still thinking about dengue control as fogging trucks and awareness posters you’re looking at the wrong decade. This is the most important vector control breakthrough in years and nothing else we have even competes.

English
0
0
1
53
Igor Narciso
Igor Narciso@DocIgorNarciso·
@igoreckert Tenho uma teoria que a alta massa de um fisiculturista, mesmo com bf baixo, o deixe doente, já que exsite uma quantidade enorme de músculo “apertando” os seus órgãos e vasos, logo ele seria “obeso” no sentido de doença e não no visual.
Português
3
0
18
3.4K
Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
Se um fisiculturista é classificado como obeso de acordo com seu IMC, isso significa que a classificação de IMC é completamente furada! Afinal, ele não é gordo, tem apenas muita massa muscular! Ok, isso aconteceria com o Arnold, Brandão e Ramon Dino. Mas na população, com que frequência isso ocorre? Com ​​que frequência um IMC alto sugere que pessoas musculosas/saudáveis são gordas? Resposta: raramente. Obesidade classificada por DEXA (padrão ouro para estimar gordura corporal) coincide com o diagnóstico de obesidade classificada por IMC em aproximadamente 98% dos casos. Esse pensamento tudo-ou-nada do primeiro parágrafo do meu tweet pressupõe que, para que uma variável tenha utilidade prognóstica ou diagnóstica, sua sensibilidade e especificidade devem ser de 100% — no entanto, isto não é apenas impossível como é totalmente desnecessário. IMC será útil desde que ele seja capaz de predizer de forma independente desfechos clínicos no longo prazo quando utilizado para comparar pessoas com obesidade vs. sem obesidade — o que é verdade. nejm.org/doi/full/10.10… IMC será útil desde que ele seja capaz de discriminar com alta acurácia o nível de adiposidade corporal quando comparado a métodos padrão-ouro de percentual de gordura — o que TAMBÉM é verdade. jamanetwork.com/journals/jama/…
🔰Chief Georgist Shill 🔰@BlueRepublik

At 6’2” and 250 pounds, Arnold Schwarzenegger qualified as obese It’s a metric that is extremely limited in value Measures of body fat percentage are far better

Português
35
26
923
98.3K
Igor Narciso
Igor Narciso@DocIgorNarciso·
@WeiseFranklin @alinefortuna2 A semaglutida vai cair a patente em março. Melhor do que desistimular novas tecnologias/medicamentos. Mas isso não da voto.
Português
0
0
3
91
Igor Narciso retweetledi
Felipe Leme
Felipe Leme@LEME12·
O fio mais importante que você vai ler em 2026 até agora: AS DIRETRIZES PROGRAMÁTICAS DE LULA EM 2022 vs. O QUE FOI FEITO ATÉ AGORA (2023–2026). Nas últimas semanas, pesquisei ponto a ponto as diretrizes programáticas da coligação Brasil da Esperança (Lula/Alckmin), divulgadas em agosto de 2022 para o mandato 2023–2026, comparando o que foi prometido com os dados e resultados observados até janeiro de 2026. Estamos no último ano de um governo que busca a reeleição, portanto, o objetivo aqui é mostrar promessas, metas e entregas com base em indicadores econômicos, sociais e ambientais independentes, utilizando múltiplas fontes confiáveis e apartidárias. Segue o 🧶 1/4 com os primeiros 11 dos 121 itens analisados.
Felipe Leme tweet media
Português
48
294
1.4K
86.1K
Igor Narciso retweetledi
João Amoêdo
João Amoêdo@joaodamoedo·
Na manifestação “Acorda Brasil”, realizada ontem, Nikolas Ferreira repetiu o padrão bolsonarista. Defendeu condenados pela Justiça por tentativa de golpe. Falou do escândalo do Master, mas não mencionou o pastor da sua igreja envolvido com o caso. Pediu a saída do ministro Alexandre de Moraes, mas “se esqueceu” de citar Toffoli. Afirmou estar lá para lutar contra o “sistema”, com o apoio de Valdemar Costa Neto, o político que melhor representa o sistema. Apesar de ser um político, Nikolas conduziu o ato como alguém abençoado, um enviado de Deus. Tudo em nome da "liberdade" que, segundo a sua narrativa, não existe mais no Brasil, apesar de a passeata e os seus atos provarem exatamente o contrário. Os participantes, ao final do evento, voltaram para casa encharcados pela chuva, alguns ainda no hospital por conta de um raio, mas com a sensação de dever cumprido. Se sentiram como protagonistas na defesa da nossa pátria. Ledo engano. Foram apenas figurantes gratuitos para os vídeos de Nikolas e de uma dúzia de políticos. Vídeos que serão utilizados nas campanhas de 2026. Nada mudou. Nikolas retorna hoje para as suas férias, com a reeleição garantida, sem que seja preciso apresentar nenhum projeto ou medida que melhore a vida do brasileiro. Bastou olhar para o alto e agradecer a Deus. Valdemar fica feliz com a garantia de que muitos deputados do PL serão reeleitos e, com isso, manterá mais de R$ 1 bilhão de Fundo Partidário e Eleitoral. Os participantes, por sua vez, acordaram hoje com os mesmos problemas que tinham antes da caminhada. Iniciam a semana trabalhando para pagar os salários de Nikolas, dos seus assessores, os rombos do banco Master e todas as mordomias do Congresso, do Executivo e do Legislativo. Porém, continuam fiéis àqueles que os enganam e seguem atacando quem ousa alertá-los sobre o oportunista discurso bolsonarista. E assim permanecem como massa de manobra de políticos que não têm nenhuma preocupação com o País, se colocam como vítimas e criam narrativas com o único objetivo de se perpetuarem no poder. Está realmente na hora de acordarem.
Português
4.1K
7.1K
48.1K
2.8M
Igor Narciso
Igor Narciso@DocIgorNarciso·
Paciente teve pedido de vaga de internação negada hoje pelo hospital porque eles não são referência do dia de ontem. É brincadeira uma coisa dessa.
Português
0
0
0
39
Igor Narciso
Igor Narciso@DocIgorNarciso·
Missions completed for this year. Done with interviews, 10/10. Abstract accepted for oral presentation at ACC26. Sent my paper as first author for a new review and I hope it will get published! Now it’s time to wait for March. #internalmedicine #match2026 #acc26 #USMLE
English
0
0
1
99
Igor Narciso
Igor Narciso@DocIgorNarciso·
Que você esteja agora correndo livre e solta, rodopiando de alegria como sempre fazia quando via a gente chegar. Te amo!🖤 #naomy #cupcake #akita
Igor Narciso tweet media
Português
0
0
0
49