Edu A.

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@Edubas003

Comunistas são parasitas morais, sociais, existenciais.. Defendo à liberdade individual, a propriedade privada, o Estado mínimo. O islamismo não é uma religião.

Katılım Kasım 2024
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Edu A.
Edu A.@Edubas003·
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BIA 🇻🇪🇵🇸
BIA 🇻🇪🇵🇸@biabionica·
Achei o vídeo! A propaganda do Lula ligando pro Haddad ficou muito simpática. Parece que o PT está fazendo as pazes com o marketing de campanha.
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Eliane Cantanhêde
Eliane Cantanhêde@ECantanhede·
Donald Trump ameaça matar “uma civilização inteira”??? Um novo Hitler??? Só a fala já é um crime contra a humanidade, é preciso reagir!
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Geovanna
Geovanna@geeovannasz·
gente se já mandaram um homem pra lua porque não manda o resto
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IAdoPovo
IAdoPovo@gomes_jun3·
Quase 100 seguidores a menos… mas não vai ser por conta desse algoritmo enviesado que vou desistir. Lula 2026 13 Confirma ✅
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bubru
bubru@bubru30·
Minha avó teve 6 filhos, meu avô trocou ela pela melhor amiga e ela teve que criar os filhos sozinha do meio da infância deles até a vida adulta (nesse meio tempo meu avô morreu e ela ficou sem renda nenhuma) Quando os filhos cresceram ela ajudou a criar os netos e até alguns bisnetos Enquanto ela conseguia cozinhar a casa vivia cheia, toda semana era um entra e sai enorme de filho e neto pra almoçar/jantar Terminou a vida vendo os filhos brigando pra arrumar tempo pra ficar com ela, alguns se esquivando de ajudar com os custos de saúde e a casa vazia quase todos os domingos pq como não cozinhava raramente alguém ia visitar Abdicou a vida inteira pela família, era uma boa pessoa e só recebeu o mínimo e com muita cobrança E na minha família é cheio de gente virtuosa, que vai em igreja e que prega os princípios da família tradicional Quem quiser ter família e conseguir manter uma saudável e feliz sem abdicar de si, que o faça, mas que faça ciente de que não é garantia de nada
Claudio Mahoraga@ClaudioMahoraga

@AmyStuda Quando você estiver com 40 anos, 50, sem filhos, casa vazia aos finais de semana, sem um bem maior que se chama família, dai sua opinião vai ser diferente 😅

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Llama der Hölle
Llama der Hölle@LlamaHolle1·
@Edubas003 @Dragon_Nyah @bubru30 Analfabeto e mau caráter é você, tá se olhando no espelho pra falar isso? Tem medinho de mulher livre cuidando da própria vida sem precisar ser satélite de vocês? Quer uma mãe depois de velho? FODA-SE. Morre que passa.
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪
Falta um pouco mais de 4 horas para o ultimato dado por Trump ao regime terrorista iraniano: se não reabrirem o Estreito de Hormuz, a infraestrutura de energia do Irã será dizimada. O mercado americano caminha para o fechamento com entrada de pressão vendedora no mercado futuro de petróleo, sugerindo que há uma possibilidade de um acordo ser fechado, ou pelo menos mais uma extensão de prazo.
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Adolfo Sachsida
Adolfo Sachsida@ASachsida·
A hora e a vez dos economistas de equilíbrio geral Quando comecei a estudar economia em 1990, as grandes estrelas do debate nacional eram todas macroeconomistas. Esse fato devia-se à hiperinflação que assolou o Brasil ao longo da década de 1980 e começo dos anos 1990. Com a estabilização nos anos 2000, um novo perfil passou a protagonizar as discussões: os microeconomistas especializados em equilíbrio parcial, com destaque para os economistas do trabalho e de políticas sociais. No começo de 2010, o foco migrou para os especialistas em contas públicas, mostrando a apreensão crescente da sociedade com o descontrole fiscal que resultou na crise de 2015-16. Hoje as “estrelas de sucesso” dos economistas ainda residem nos especialistas em contas públicas. Contudo essa época está para mudar. Um governo competente, experiente e que compreende a importância da consolidação fiscal – como um importante programa para ajudar os mais pobres via redução da inflação e melhor efetividade do gasto público – será capaz de resolver o problema fiscal em 1 ano e meio. Contudo, o grande desafio do próximo governo residirá em outra área: os impactos da revolução tecnológica sobre emprego, renda e bem-estar social. Temos o hábito de falar sobre a revolução causada pela inteligência artificial (IA). Mas, a rigor, a IA é apenas a ponta mais visível dessa revolução tecnológica. Os aumentos nas capacidades de armazenamento e manipulação de dados, o salto nas tecnologias de reconhecimento e análise de imagens, a difusão do uso de robôs em processos produtivos, a queda no preço e a contínua evolução na qualidade de diversos hardwares tais como drones, câmeras de vídeo, computadores, entre outros, associadas a um público cada vez mais apto a operar digitalmente são algumas dessas outras tecnologias que impactam cada vez mais o dia a dia de nossa civilização. Assim como a máquina a vapor liberou um vasto acúmulo de conhecimento represado, dando origem a Revolução Industrial, a Inteligência Artificial fará o mesmo em nossa era. Ela dará início à maior transformação tecnológica já enfrentada pela humanidade, com impactos profundos sobre o emprego, a renda e o bem-estar social. O processo atual espelha o passado, porém em uma magnitude muito superior: teremos um salto no desemprego estrutural, queda abrupta na renda de diversas famílias e profundas implicações na maneira como a sociedade se organiza. No longo prazo, essa transição tende a ser benéfica, repetindo o saldo histórico que ocorreu após a Revolução Industrial; contudo, durante o período de transição e adaptação, os riscos de ruptura institucional e social não podem ser minimizados. Não é exagero afirmar que a transição do antigo regime para o admirável mundo novo da IA leve mais de 20 anos. Esse é um período longo demais para que as políticas públicas deixem de atuar para minimizar os custos de transição. Em palavras simples, isso significa que precisaremos redesenhar e fortalecer nossos programas sociais, educacionais e de qualificação profissional. Mais que isso, significa que economistas não podem mais desenhar políticas públicas específicas a um mercado sem levar em consideração seu impacto sobre a coesão social e sobre suas ramificações de equilíbrio geral. Grandes e abruptos saltos de conhecimento, como o gerado pela revolução industrial, têm sérias implicações sobre o grau de coesão da sociedade. Rupturas no tecido social da sociedade podem ter severos impactos negativos de bem-estar. A história mostra que grandes rupturas sociais frequentemente acompanham períodos de transformação econômica acelerada. A revolução tecnológica que se avizinha têm potencial semelhante e seus efeitos sobre a coesão social não podem ser minimizados nem relegados a segundo plano. Aqui vou ser bem claro: sou contra uma reforma da previdência que ignore o desemprego estrutural inevitável provocado pela IA. Com o devido respeito aos meus colegas liberais e fiscalistas, é impossível apoiar o aumento do tempo de contribuição para pessoas que, na prática, sequer terão postos de trabalho à disposição. Pela mesma razão, recuso-me a defender cortes em programas sociais; pelo contrário, todo o meu conhecimento econômico indica que precisaremos de mais recursos nessa área, e não menos. Vou além: é urgente estabelecermos um programa de renda mínima sólido para suportar a transição entre o modelo atual e a realidade que se consolidará nos próximos cinco anos. Da mesma forma, oponho-me à lógica de onerar a produção, não posso aceitar nenhuma medida que eleve o custo de contratação, sob o risco de agravar ainda mais o impacto severo da revolução tecnológica sobre o mercado de trabalho. Diante desse cenário, espero ter deixado claro que a época das reformas isoladas acabou. Não é mais possível desenhar políticas públicas, sejam elas quais forem, sem considerar a nova realidade advinda da revolução tecnológica. Não será mais possível desenhar políticas públicas olhando apenas para um setor específico da economia. Cada decisão terá impactos amplos sobre a coesão social, o crescimento econômico e a estabilidade institucional. É por isso que o próximo ciclo histórico exigirá um novo tipo de economista. Economistas capazes de pensar em equilíbrio geral. Profissionais preparados para compreender não apenas mercados individuais, mas o funcionamento integrado da economia e da sociedade. Economistas com visão estratégica, responsabilidade social e compromisso com o futuro. Essa será a era dos economistas de equilíbrio geral. E os países que compreenderem isso primeiro estarão melhor preparados para liderar o admirável mundo novo que está nascendo.
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João Figueiredo
João Figueiredo@joaofig·
Algoritmo me conecte a todos esquerdistas. Mande a extrema-direita pro quinto dos infernos
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helo
helo@hcaetanoo·
@Edubas003 @bubru30 se sobrar mulher no mundo pra contar história né, pq os homens frustrados não cansam de tirar nossas vidas :)
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Nina Lemos
Nina Lemos@ninalemos·
Os cidadãos dos EUA deviam ir para a rua AGORA. É inacreditável o mundo todo esperando por esse desastre anunciado! Deviam sair do trabalho, de onde estivessem, e ir pra rua.
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Bohn Gass
Bohn Gass@BohnGass·
O sujeito se pré-candidata a presidente do Brasil. Diz que sua prioridade é tirar da cadeia um condenado com 27 anos de pena. Não bastasse, viaja aos EUA e sugere que as nossas maiores riquezas estão à disposição. Não é um candidato, mas uma ameaça à Constituição e à soberania.
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Acción y Comunicación sobre Oriente Medio - ACOM
Para quienes sufren amnesia: hace la friolera de...2 meses, el régimen islámico de Irán asesinó a más de 40.000 personas, cuyo único delito fue protestar por la libertad.
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Julio Freiress 🇧🇷
Julio Freiress 🇧🇷@JFreiress_·
Flávio Bolsonaro, que começou a aparecer na igreja por causa das eleições, também gosta de frequentar a Sapucaí, curtir o Carnaval, enchendo o rabo de cachaça e fumando vape que é proibido no Brasil. Mas isso aí é o de menos. O pior é ele querer acabar com o Pix dos brasileiros a mando do Trump, se ganhar as eleições. FLÁVIO BOLSONARO INIMIGO DO BRASIL
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