@CNNBrasil Sabe quem matou a Gisele? Todos que poderiam ter punido e disciplinado esse tenente no passado e não o fizeram. Ele chou que podia tudo por cause desses inúteis.
“R$ 3 mil por essa mulher? Essa baranga?”. Olha aí o deputado federal Luciano Alves (PSD-PR) batendo boca com garota de programa em bairro nobre de Brasília por não querer pagar pelo serviço cobrado por ela. Pode isso, Arnaldo?
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“Eu achei o olho estranho e quando abrimos tinha uma câmera dentro”, afirma a modelo Karol Rosalin, que ganhou presente de um seguidor
🤳 Reprodução/Redes sociais
Uma mulher invadiu um motel e flagrou o marido com outra mulher, também casada. Revoltada, ela registrou toda a ação e partiu pra cima dele e da amante, pegou os celulares dos dois e quebrou os aparelhos, também pegou as chaves do carro da amante e foi entregar ao marido traído. Não satisfeita, expôs que o marido faz uso de tadalafila. Depois de tudo registrado ela disparou os vídeos na íntegra em vários grupos de Watsapp e nas redes sociais
@ErikakHilton@DudaSalabert Pessoas conhecidas não deveriam fazer parte desse album. São facilmente eliminadas por quem está ali fazendo o reconhecimento.
Estou acionando a governadora Raquel Lyra e cobrando respostas do porquê eu e a deputada @DudaSalabert estamos em um álbum de reconhecimento fotográfico usado pela Polícia Civil de Pernambuco.
O uso do reconhecimento fotográfico tem normas claras, definidas pelo Código Penal, sendo exigido o mais alto grau de responsabilidade ao utilizá-lo, conforme já definiu o CNJ e o STJ.
Isso não é o caso. Isso é incompetência, discriminação e, sim, transfobia.
Pois quantos deputados brancos constam no álbum de reconhecimento fotográfico da Polícia Civil de Pernambuco quando o suspeito é um homem branco?
Quantas deputadas mulheres cis constam no álbum de reconhecimento fotográfico quando a suspeita é uma mulher cis?
Quantos deputados idosos constam no álbum de reconhecimento fotográfico quando o suspeito é um idoso?
Eu chuto, com muita confiança, que a resposta para essas três perguntas é ZERO.
Mas, quando o assunto são pessoas trans, negras ou pobres, a história é diferente.
Podemos, com muita luta, sair das ruas, estar todo dia suando e dando o sangue. Podemos ser, literalmente, deputadas. Mesmo assim, a polícia vai tentar nos associar às esquinas ou à cena de um crime.
Por isso, queremos respostas e queremos mudanças.
O uso irresponsável do reconhecimento fotográfico precisa parar. Isso está colocando gente inocente na prisão enquanto os verdadeiros criminosos seguem soltos.
🚨ABSURDO !!!! A Polícia está utilizando a minha foto e a da Erika Hilton em álbuns de reconhecimento de suspeitos.
Esses álbuns são usados para que vítimas identifiquem suspeitos de crimes.
Isso é gravíssimo! Isso é racismo e transfobia institucional. Já acionei a Justiça.
Não vamos aceitar que identidade de travestis vire critério de suspeição.
@samiabomfim Tem que investigar mesmo. Será que esse desembargador sabia que a mulher foi assassinada, ou será que foi enganado pelo "amigo". Tenho minha opinião. Outra coisa. Não existe essa de estar ali como "amigo". A simples presença dele com certeza intimida os policiais "subalternos".
O Conselho Nacional de Justiça abriu um procedimento interno para investigar o desembargador que visitou o coronel suspeito do feminicídio da policial Gisele, em São Paulo. Amigo do suspeito, o desembargador esteve no local da morte a convite dele, violando o isolamento da cena enquanto a perícia ainda não havia sido realizada.
Nossa denúncia solicitou que o CNJ conduzisse uma apuração disciplinar sobre a conduta do desembargador por possível violação da imparcialidade. São tantas camadas de absurdo que chega a ser difícil acreditar. Ao visitar um suspeito de um crime dessa gravidade, a postura do desembargador sugere influência e até possível interferência no caso, comprometendo a necessária independência do Judiciário.
O suspeito do feminicídio enviava mensagens à esposa dizendo que ela deveria ser uma “fêmea obediente e submissa”. O pensamento redpill, misógino e violento destrói vidas. Que as investigações sobre ambos sigam até o fim e que a justiça prevaleça.
O julgamento do caso Henry Borel começou cercado de expectativa, mas terminou o primeiro dia marcado por uma manobra que revolta e levanta um debate importante sobre os limites da atuação da defesa.
Os advogados André França Barreto, Cleber Lopes, Fernando Santana, Marcelo Bruno e Rafael Macedo, advogados de do ASSASSINO JAIRINHO, abandonaram o plenário após terem um pedido negado, o que, na prática, forçou o adiamento do julgamento para junho.
A estratégia não é inédita no sistema jurídico brasileiro, mas isso não a torna aceitável.
Quando a defesa se retira, o processo simplesmente não pode continuar, já que nenhum réu pode ser julgado sem representação legal.
O resultado é um atraso que impacta diretamente a busca por justiça, especialmente em casos tão graves e sensíveis.
A juíza Elizabeth Machado Louro classificou a atitude como uma interrupção indevida do processo e um desrespeito à orientação do STF.
Mais do que uma questão técnica, o episódio mostra um problema estrutural, o uso de brechas legais para adiar julgamentos, muitas vezes sem qualquer consequência para quem provoca esse tipo de situação.
Esse tipo de manobra jurídica deveria ser proibido ou, no mínimo, sofrer limitações mais rígidas.
O direito à ampla defesa é essencial, mas não pode ser utilizado como ferramenta para atrasar indefinidamente a Justiça.
Quando estratégias assim são usadas, quem perde não é apenas o andamento do processo, mas também a confiança da sociedade no sistema judicial.
JUSTIÇA POR HENRY
🚨🔵 Entregador do iFood parou pra fumar um cigarro de tabaco e acabou levando cinco cacetadas de um desconhecido em frente ao Beira Mar Shopping, em Florianópolis (SC). O homem acusou o motoboy de fumar maconha, puxou um cassetete retrátil de metal e começou a agredir.
A vítima levou dois pontos no rosto, ficou com hematomas pelo corpo e está com o ouvido inflamado até agora. Três pessoas participaram da ação. Os seguranças do shopping tiveram que intervir para parar a agressão. Depois de tudo, o entregador mostrou o cigarro de tabaco: “era tabaco, idiota!”. O caso foi registrado e segue em investigação.
O laudo sexológico é considerado pela polícia como um dos pontos de maior impacto no caso. O exame indicou que a soldado Gisele Alves Santana teve uma relação sexual recente, pouco antes de ser morta.
Intimidação - Gravações das câmeras corporais de policiais militares mostram a disputa de poder hierárquico entre um cabo _ que queria preservar o local onde a soldado Gisele Alves foi baleada na cabeça _, e a autoridade de um oficial de alta patente, o marido dela, o tenente-coronel Geraldo Neto.
As imagens foram feitas em 18 de fevereiro no apartamento do casal, no Brás, Centro de São Paulo. Gisele foi socorrida, mas morreu no hospital.
Neto foi preso preventivamente na quarta-feira (18), quando se tornou réu na Justiça por feminicídio (assassinato de mulher por razões de gênero —como violência doméstica e familiar ou menosprezo e discriminação à condição feminina) e fraude processual (porque alterou a cena do crime para simular um suicídio).
A equipe de reportagem teve acesso a imagens da câmera corporal do cabo, onde é possível assistir esse embate entre ele e o tenente-coronel. Neto insiste em entrar no banheiro, tomar banho e circular pelo apartamento onde Gisele estava — exatamente o tipo de conduta que acendeu o alerta dos investigadores e enfraqueceu a versão de suicídio sustentada por ele.
Veja os detalhes obtidos na gravação no #g1#gisele#tenente#sãopaulo