julinha ross

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@FelitteJulia

Oceanooquê(?) - USP

São Paulo, Brasil Katılım Ekim 2019
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matheus 💋
matheus 💋@theusvision·
ana paula reconhecendo que a samira é boa de estratégia e a samira “meu amor, tá valendo um apartamento!” nada tira da minha cabeça que quando a ana sair e ver o jogo completo da sami, ela não vai se decepcionar, vai é ficar orgulhosa da filha que criou
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JULIANO FLOSS 🐉
JULIANO FLOSS 🐉@julianofloss·
estão sabotando o juliano colocando provas que exigem concentração habilidade calma precisão conhecimentos gerais velocidade força memória agilidade estratégia inteligência sorte
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ninja
ninja@httpsbigbrother·
Que ódio desproporcional e descabido é esse É perceptível o quanto a Samira é uma pessoa boa, batalhadora e carinhosa Vejo nela alguém apenas afobado pelo medo de perder algo que nem em sonhos conquistaria em apenas 2 meses Tenham um mínimo de empatia e noção da vida #BBB26
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I speak fluent sarcasm !!!
I speak fluent sarcasm !!!@AliQuintiliano·
O bolsonarismo abriu a tampa do esgoto e nunca mais ninguém conseguiu fechar.
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Noite de Copa
Noite de Copa@Noitedecopa·
O USO DE LEQUE NOS ESTÁDIOS Nesta semana, um debate ganhou força nas redes sociais sobre os estádios do Rio de Janeiro: o uso de leques nas arquibancadas. A prática passou a ser criticada por parte dos torcedores. Mas por quê? O leque, relacionado ao calor, ganhou novos significados recentemente. Popularizado recentemente, o ato de “bater leque” cresceu em shows, especialmente entre mulheres e pessoas da comunidade LGBTQ+, se tornando uma forma de expressão cultural. No entanto, nos estádios, o ato tem tido outra repercussão. O leque enfrenta recusa, principalmente entre homens, mostrando a dificuldade de aceitação de movimentos ligados a esses grupos no futebol. A presença feminina nas arquibancadas, mesmo crescendo, ainda enfrenta barreiras. Mulheres seguem se adaptando a costumes masculinos e, em alguns casos, até mesmo a exclusão. Há relatos, por exemplo, na torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians, sobre restrições à participação feminina em tocar instrumentos. Além disso, a insegurança ainda é um problema recorrente. Muitas torcedoras relatam dificuldades em frequentar estádios sozinhas, diante de um ambiente ainda tradicional e masculino, mesmo que nem todos os homens se configurem como ameaça. Nesse contexto, surgem movimentos como o “TricoFlores”, da torcida do Fluminense. Organizado por mulheres, o grupo reforça uma ideia simples: as mulheres vieram para ficar. Um grupo que não só reúne mulheres, mas relembram que não só podem, como devem ocupar esses espaços. É importante lembrar que esses movimentos não buscam excluir tradições, mas ampliar a forma de torcer, criando novos costumes que incluam mais pessoas. Por isso, a discussão sobre o leque vai além do objeto. Muitas críticas se apoiam na ideia de tradição, na defesa de “essência” da arquibancada. Mas cabe a pergunta: Essa suposta essência deve mesmo permanecer? Algumas práticas já são historicamente aceitas no futebol e estão intimamente ligadas à homofobia, misoginia e episódios de violência. Mesmo assim, raramente geram o mesmo questionamento. Enquanto isso, manifestações associadas a mulheres e à comunidade LGBTQ+ seguem sendo mais criticadas, enquanto problemas históricos das arquibancadas são tratados com normalidade. Talvez, então, a questão não seja o leque, mas sim o que ele representa. Escrito por: Laura Melikian | @llauramelc
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