Guillaume Crisafulli

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Guillaume Crisafulli

Guillaume Crisafulli

@GuiCrisa

Dir. licences marchés numériques @CFCopies 🗞️ 📚ex-@sacem, @midem 🤝 #veille #presse #media #monitoring 👀

Paris, France Katılım Ocak 2010
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Felipe Demartini
Felipe Demartini@namcios·
O CEO da Anthropic disse que "coding vai acabar primeiro, depois toda a engenharia de software." E está contratando 454 engenheiros a US$ 320k-405k. Todo mundo gritando "hipocrisia." Ninguém olhou os dados. O Bureau of Labor Statistics acaba de publicar as projeções 2033: → Software developers: +17,9% de crescimento. 327.900 novas vagas. → Computer programmers (codificadores puros): -3%. Em declínio. Leia isso de novo. A profissão de "escrever código" está morrendo. A profissão de "arquitetar sistemas" está explodindo. São duas coisas completamente diferentes. Os engenheiros da Anthropic contaram ao Dario que não escrevem mais código. Eles deixam o Claude escrever. Eles editam. Revisam. Arquitetam. Ficaram mais rápidos, não ficaram obsoletos. Isso já aconteceu 5 vezes na história da computação: → Compiladores substituíram assembly. "Programadores vão sumir." → Frameworks substituíram boilerplate. "Programadores vão sumir." → Cloud substituiu gerenciamento de servidores. "Programadores vão sumir." Resultado de cada vez: o número de engenheiros cresceu. O pool global de software engineers foi de 5 milhões em 2010 para 28,7 milhões hoje. O headcount de engenharia da Meta subiu 19% desde janeiro de 2022. Google subiu 16%. Apple, 13%. Todas essas empresas já usam Copilot e Claude Code diariamente. Estão contratando mais, não menos. O padrão que ninguém quer reconhecer: Quando software fica mais barato de construir, mais problemas se tornam viáveis de resolver com software. Uma startup que precisava de 10 engenheiros agora precisa de 3. Mas 50 empresas que não podiam construir nada agora podem. O denominador encolhe. O numerador explode. Isso se chama Paradoxo de Jevons. Quando um recurso se torna mais eficiente, o consumo total aumenta. Aconteceu com energia. Aconteceu com bandwidth. Está acontecendo com código. Cada geração de "coding morreu" cria dois grupos: os que congelam e os que constroem 10x mais com as novas ferramentas. O segundo grupo venceu todas as vezes.
Aakash Gupta@aakashgupta

Anthropic has 454 open roles. The company is hiring software engineers at $320K-$405K. Their CEO, Dario, said three months ago that coding is "going away first, then all of software engineering." The paradox resolves instantly. Dario's engineers told him they don't write code anymore. They let Claude write it. They edit. They review. They architect. They didn't lose their jobs. They got faster. Anthropic grew from a small research lab to 1,500 employees in four years, adding engineers the entire time. This has played out five times in computing history. Compilers replaced assembly. Frameworks replaced boilerplate. Cloud replaced server management. Every prediction was the same: most programmers won't be needed. Every result was the same: the number of engineers grew. The global software engineer pool went from roughly 5 million in 2010 to 28.7 million today. BLS projects 17% growth in US software developer roles through 2033, adding 304,000 positions. The pool is projected to hit 45 million by 2030. When building software gets cheaper, more problems become worth solving with software. A startup that needed 10 engineers now needs 3. But 50 companies that couldn't afford to build at all now can. The denominator shrinks. The numerator explodes. Meta's engineering headcount is up 19% from January 2022. Google's is up 16%. Apple, 13%. These companies adopted AI coding tools years ago. They're using Copilot and Claude Code daily. They're hiring more engineers than before those tools existed. Every generation of "coding is dead" content creates two cohorts: engineers who freeze up, and engineers who build 10x more with the new tools. The second group has won every single time.

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Guillaume Crisafulli
Guillaume Crisafulli@GuiCrisa·
#dette publique : 1% de taux d’intérêt sur 10 ans =30 milliards €. Importance du taux bas 📉
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Guillaume Tabard
Guillaume Tabard@GTabard·
La fête est finie, la magie demeure de ce bicentenaire du @Le_Figaro au Grand Palais. Lucchini, Offenbach, le procès Caillaux, l'exposition historique, les débats et la joie de rencontrer ces milliers de lecteurs et d'amoureux de la presse et de ́la liberté. Fier de mon journal
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