Charles Oliveira Jr

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Charles Oliveira Jr

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@IcemanTW

"A sorte não existe. Aquilo a que chamas sorte é o cuidado com os pormenores." Winston Churchill

Katılım Şubat 2014
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Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸
Já tentaram tirar do ar… mas foi desbloqueado. Querem esconder isso de você. Dizem pra não compartilhar.
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Roberto
Roberto@Forabolsominion·
@IcemanTW @Mcombat @rafaelgloves Claro q sim, confia, patriotário. Foi mal, falei em cartinho de cachorro quente, errei feio, né? O "negócio" deve ser o "comércio volante de sobremesa congelada":Carrinho de sacolé, chup chup ou qualquer outro sinônimo de baixo custo. Não esqueça carregar a bateria da bike, ok?
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Rafael Gloves
Rafael Gloves@rafaelgloves·
Este é um post daqueles que eu volto. Se André Mendonça arrancar da boca do Vorcaro o que aconteceu com Precatórios, a esquerda ACABA.
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Daniel Marcos
Daniel Marcos@Danmarcosadv·
Na natureza, o predador escolhe a presa mais vulnerável. Mais fácil de capturar. Menos capaz de se defender. Menos chance de reagir. Os bancos fazem o mesmo: →Aposentados: renda previsível, descontável direto na fonte → Idosos: menor letramento digital → Hipossuficientes: raramente chegam ao Judiciário. Isso não é coincidência na escolha da vítima. É ESTRATÉGIA.
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Roberto
Roberto@Forabolsominion·
@IcemanTW @Mcombat @rafaelgloves Patriotário, sou aposentado c/ executivo do ramo financeiro, economista, gestor financeiro, gestor de pessoas, imobiliarista e correspondente bancário. Empresário e ramo financeiro tbm sou, p/ constar. Falando nisso, seu carrinho de cachorro quente funciona às segundas-feiras?
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Charles Oliveira Jr
Charles Oliveira Jr@IcemanTW·
@Forabolsominion @Mcombat @rafaelgloves O problema de um sujeito como você é achar que todo mundo na internet é otário medindo-se pela própria régua. Mas de repente você pode bater de frente aleatoriamente com um empresário formado em finanças e 30 anos de experiência. Aí você se fode e fica só xingando atoa...
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Roberto
Roberto@Forabolsominion·
@IcemanTW @Mcombat @rafaelgloves Bolsonarista falando em burrice e desonestidade dos outros é compatível com a Matsunaga ministrar cursilho pra noivos, a Richtofhen ser conselheira tutelar ou o Beira Mar administrar uma casa de recuperação de dependentes químicos, taokey?
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪
Nos EUA, as mentiras da pandemia desmoronam; no Brasil, o regime ainda persegue quem questiona Enquanto o Descondenado pisava nas sepulturas de centenas de milhares de brasileiros mortos pela COVID, transformando as vítimas em instrumento político para criminalizar adversários e "dar nome aos bois" da gestão Bolsonaro, em Washington, no mesmo dia 13 de maio, um empregado da CIA sentava-se diante do Comitê de Segurança Interna do Senado americano e jurava dizer a verdade. James Erdman III, oficial de operações com cerca de duas décadas de casa, contou ao mundo aquilo que a militância de redação tentou enterrar por cinco anos: a origem da COVID num laboratório de Wuhan foi a conclusão MAJORITÁRIA dos próprios analistas da CIA — oito de dez especialistas, em revisão interna de 2022, inclinavam-se ao vazamento. Mas relatórios foram alterados, analistas que insistiram na tese foram retaliados, e Erdman alegou que Anthony Fauci — o burocrata sob cuja direção o NIAID, o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, financiou via EcoHealth Alliance experimentos em Wuhan que reacenderam a disputa sobre se o trabalho se enquadrava como ganho de função — "influenciou significativamente" as avaliações da inteligência americana, indicando uma lista curada de cientistas para impor a narrativa do "morcego no mercado úmido". Em agosto de 2021, a agência cogitou tornar pública a tese do vazamento. Cinco dias depois, mudou de posição. Jamais explicou por quê. Sintomático: nenhum dos sete senadores democratas do comitê apareceu na audiência. Não podemos esquecer que Biden, nas horas finais do mandato, concedeu a Fauci um perdão preventivo amplíssimo — "completo e incondicional" para qualquer ofensa cometida entre 1º de janeiro de 2014 e janeiro de 2025 relacionada às suas funções no governo. O escopo retroativo cobre, não por acaso, justamente o período em que os grants para a EcoHealth e Wuhan foram concedidos. Um perdão desse tipo a um funcionário público de saúde jamais havia sido concedido na história americana. É preciso lembrar a motivação por trás do desespero de altas autoridades em esconder a hipótese do vazamento de Wuhan: elas têm envolvimento direto no caso. As pesquisas no laboratório chinês foram parcialmente financiadas pelo governo americano por intermédio da EcoHealth Alliance, uma ONG comandada por Peter Daszak, figura próxima ao círculo de Fauci, que mantinha comunicação por canais privados com o assessor sênior do então diretor do NIAID justamente para escapar das leis americanas de acesso à informação — a FOIA, equivalente à Lei de Acesso à Informação no Brasil. Em janeiro de 2025, o HHS, o Departamento de Saúde americano, formalmente declarou a EcoHealth e Daszak inidôneos para receber dinheiro federal após confirmação de violações no uso do dinheiro público. E há mais: cientistas próximos a Fauci — incluindo o diretor do Centro de Pesquisa em Vacinas, órgão do NIAID sob seu comando, responsável por liderar o comitê que escolheu a Moderna para a Operação Warp Speed, o programa do governo Trump para desenvolvimento acelerado de vacinas — recebiam royalties da Moderna desde 2018. O próprio NIAID, como instituição, recebeu US$ 400 milhões da Moderna em 2023 por tecnologia licenciada. O conflito de interesse estrutural está documentado. Se a hipótese de vazamento laboratorial ligada a pesquisas financiadas via EcoHealth se confirmar, o caso terá implicações gravíssimas: milhões de pessoas morreram numa pandemia possivelmente originada em pesquisa financiada por autoridades americanas num laboratório chinês que, ao que tudo indica, não tinha condições mínimas de segurança. E mesmo antes dessa confirmação definitiva, está documentado que os responsáveis pelo financiamento usaram seus cargos para esconder do público o que sabiam. Enquanto isso, no Brasil, em 11 de maio, Lula sancionava a Lei nº 15.406/2026 e transformava o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid em palanque eleitoral. "Só faz sentido a gente criar alguma coisa para lembrar o passado se a gente conseguir cravar o nome de quem foi responsável", disparou o petista, apontando o dedo para seus opositores. Ao seu lado, Janja foi ainda mais explícita. Sem qualquer cargo eletivo, sem qualquer função institucional, ela usou a cerimônia oficial do Palácio do Planalto para PEDIR PUNIÇÃO a adversários políticos. O cinismo do gesto de Lula só se sustenta enquanto a narrativa oficial da pandemia não é questionada. A tese do vazamento de laboratório, revelada agora como a conclusão majoritária dos próprios analistas da CIA, é exatamente o tipo de hipótese tratada por anos como 'teoria da conspiração' digna de banimento das redes sociais. E os danos colaterais das medidas adotadas em nome do combate à pandemia seguem sendo documentados pelos próprios organismos que as defenderam. Lockdowns prolongados produziram devastação reconhecida pela OMS, pelo Banco Mundial, pela UNESCO e pelo UNICEF. A OMS registrou aumento de 25% na prevalência global de ansiedade e depressão apenas no primeiro ano da pandemia, com estudo na revista médica britânica The Lancet estimando mais de 129 milhões de novos casos de transtornos mentais em 2020 — solidão, isolamento e restrições apontados pela própria OMS como gatilhos principais. O Banco Mundial confirmou que entre 97 e 150 milhões de pessoas foram empurradas à pobreza extrema, revertendo duas décadas de progresso. O Programa Mundial de Alimentos, vinculado à ONU, contabilizou 200 milhões a mais em insegurança alimentar aguda. UNESCO e UNICEF estimaram US$ 17 trilhões em renda futura perdida pela geração de alunos atingida pelos fechamentos de escolas. E há o estrago fiscal: para sustentar economias congeladas por decreto, governos do mundo inteiro despejaram trilhões em estímulos emergenciais e fizeram suas dívidas públicas explodir — contribuindo, junto a gargalos de oferta, choques energéticos e política monetária frouxa, para a inflação persistente que assolou o planeta a partir de 2021 e ainda hoje produz risco fiscal crescente em diversos países, com o Brasil entre os mais expostos. E há os mortos colaterais — porque o estrago da pandemia, agravado pelas restrições adotadas, não produziu apenas desemprego e tristeza. Só no Canadá, projetam-se mais de 21 mil mortes adicionais por câncer nos próximos dez anos devido a diagnósticos atrasados durante a pandemia. Nos EUA, estimam-se cerca de 10 mil mortes adicionais apenas por câncer de mama e colorretal. No Reino Unido, encaminhamentos urgentes para suspeita de câncer caíram até 80% no auge das restrições, segundo a revista The Lancet Oncology. Nos Países Baixos e na Austrália, milhares de mortes adicionais por câncer colorretal já foram projetadas. Há estudos — como a meta-análise de Hanke, Herby e Jonung, da universidade americana Johns Hopkins — que estimam efeito muito pequeno dos lockdowns sobre mortalidade por COVID, entre 0,2% e 3,2%, traduzindo cerca de 6 mil vidas salvas na Europa e 4 mil nos EUA. O trabalho recebeu críticas metodológicas, mas levanta uma questão que segue em aberto e desconfortável: o balanço líquido de vidas das restrições prolongadas pode ter sido muito pior do que o admitido pelas autoridades sanitárias que as impuseram. As vacinas parecem ter cumprido papel importante para idosos e grupos de risco. Estudos convergentes estimam entre 1,4 e 4 milhões de vidas salvas globalmente, com cerca de 90% do benefício concentrado em pessoas com 60 anos ou mais, segundo estudo recente publicado pela revista da Associação Médica Americana, o JAMA Health Forum. O problema não foram as vacinas em si, mas o que se construiu em cima delas. Em primeiro lugar, a fraude institucional sobre a transmissão. Em depoimento ao Parlamento Europeu em outubro de 2022, a própria Pfizer admitiu que sua vacina jamais foi testada para impedir transmissão antes de entrar no mercado — fato que já constava nos documentos originais do FDA, a agência americana reguladora de medicamentos, desde dezembro de 2020. Apesar disso, o CDC americano (equivalente à Anvisa), Fauci, Biden, governos europeus e o aparato sanitário do mundo inteiro venderam ao público que vacinação impedia transmissão — sustentando sobre essa premissa toda a engenharia de coerção: passaportes vacinais, mandatos compulsórios, demissões, exclusão de não-vacinados de escolas, restaurantes e empregos, e, na Áustria, lockdown exclusivo para não-vacinados. Em julho de 2022, Deborah Birx, coordenadora da resposta à COVID na Casa Branca, admitiu sem rodeios: "eu sabia que essas vacinas não iriam proteger contra infecção. Acho que exageramos." Em segundo lugar, algumas vacinas se revelaram diretamente letais para parte dos vacinados. Em fevereiro de 2024, a AstraZeneca admitiu, em documentos judiciais na Alta Corte britânica, que sua vacina pode causar Trombose com Trombocitopenia, síndrome ligada a pelo menos 81 mortes só no Reino Unido e centenas de lesões graves. A vacina foi retirada do mercado mundial em maio de 2024, depois de aplicada em mais de 150 países, incluindo o Brasil via Fiocruz. A Janssen, da Johnson & Johnson, teve causalidade com a mesma síndrome reconhecida pelo FDA, foi associada a 9 mortes confirmadas só nos EUA, e acabou retirada do mercado americano em 2023. Em terceiro lugar, o cálculo risco-benefício jamais justificou a IMPOSIÇÃO UNIVERSAL. Crianças e adolescentes responderam por 0,01% das vidas salvas, enquanto miocardite em homens jovens após vacinas mRNA — hoje reconhecida pelo CDC, pela universidade de Stanford e pela universidade de Yale — levou países como Dinamarca, Suécia, Noruega, Finlândia, Reino Unido e Alemanha a reverter ou restringir a vacinação rotineira de crianças saudáveis. No Brasil, qualquer questionamento à imposição universal foi tratado como crime, e médicos que ousaram discutir risco-benefício foram processados em conselhos de classe. No Brasil, o silenciamento foi institucional. O caso de Bruno Oscar Graf é exemplar: advogado, morto em agosto de 2021, doze dias depois de receber a AstraZeneca, teve a causalidade entre a vacina e sua morte oficialmente reconhecida pela Secretaria de Saúde de Santa Catarina no Boletim Epidemiológico Nº 01/2022. Sua mãe, Arlene Graf, ao denunciar publicamente o caso para alertar outras famílias, teve sua conta no Twitter suspensa por "divulgar fake news" — fake news que eram, na verdade, o laudo médico do filho e o boletim oficial do estado. Foi rotulada como "antivacina" e "negacionista" pela militância de redação e por agências de checagem. Em dezembro de 2022, o Ministério da Saúde publicou discretamente uma portaria reconhecendo que 34 dos 40 casos confirmados ou prováveis de Trombose com Trombocitopenia no Brasil — excluído São Paulo — foram atribuídos à AstraZeneca. A vacina foi abandonada em silêncio, sem o pedido de desculpas a quem foi linchado por dizer aquilo que o próprio governo passou a admitir. Vale lembrar: Nísia Trindade, que como presidente da Fiocruz decretou sigilo de 15 anos sobre trechos do contrato AstraZeneca-Fiocruz, foi nomeada ministra da Saúde por Lula em 2023. Em 2022, Arlene Graf moveu ação na Justiça Federal de Santa Catarina contra AstraZeneca e Fiocruz pedindo R$ 3,03 milhões — incluindo, explicitamente, danos morais pela censura e perseguição sofridas. Depois desse mar de mentiras e manipulações, como manter a confiança em autoridades de saúde pública quando elas garantem a inexistência de desdobramentos ainda mais graves dessas políticas e intervenções? São as mesmas autoridades que negaram a hipótese de vazamento de Wuhan até a própria CIA admitir o contrário. As mesmas que afirmaram por dois anos que vacinados não transmitiam o vírus, sabendo desde o primeiro dia que isso jamais havia sido testado. As mesmas que retiraram AstraZeneca e Janssen do mercado só depois de mortes confirmadas e admissão em tribunal. Enquanto isso, há perguntas em aberto — mortalidade não-COVID elevada em adultos jovens em diversos países desde 2021, ainda sem explicação consensual; estudos observacionais sugerindo possível associação entre vacinação mRNA e certas doenças; controvérsia sobre detecção de DNA plasmidial residual em frascos. Nenhum desses sinais prova causalidade hoje, e há contestações metodológicas relevantes em cada um deles. Mas exigir confiança cega sobre efeitos de longo prazo, vinda de quem mentiu sistematicamente sobre origem, transmissão, eficácia e segurança no curto prazo, não é ciência. É arrogância autoritária. Boa parte das hipóteses tratadas como "fake news" entre 2020 e 2022 — origem laboratorial do vírus, financiamento americano de pesquisa de ganho de função em Wuhan, ineficácia de lockdowns prolongados, efeitos adversos cardiovasculares de vacinas mRNA, miocardite em homens jovens, danos massivos colaterais — hoje circulam em audiências do Senado americano, em documentos judiciais, em decisões de retirada de vacinas do mercado e em revisões científicas mainstream. No Brasil, ao contrário, o debate sobre esses mesmos temas segue interditado e até criminalizado. As perguntas seguem abertas: 1) O vazamento na China foi acidente, ato deliberado ou nada disso? 2) As políticas públicas, como lockdowns prolongados, salvaram mais vidas do que custaram — ou produziram um balanço líquido pior do que o admitido, sem contar o brutal desrespeito aos direitos individuais? 3) As vacinas, fora dos grupos de risco, justificavam a imposição universal — ou produziram, em populações de baixo risco, danos que ainda estão sendo mensurados? Em vez de utilizar a pandemia como mais um instrumento de censura e perseguição política, as autoridades deveriam promover um debate honesto para aprender com os erros, pois haverá outras emergências sanitárias no futuro. Infelizmente, tudo indica que qualquer nova emergência será tratada pela esquerda como mais uma oportunidade para fazer avançar sua agenda totalitária.
Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪 tweet media
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Carlos Jordy
Carlos Jordy@carlosjordy·
BOMBA! Quando o Master já passava por dificuldades financeiras, Vorcaro recebeu proposta de vender o banco pelo valor simbólico de 1 real para o BTG. Dessa forma, o BTG assumiria as dívidas do Master e isso evitaria a liquidação extrajudicial e toda fraude que veio em seguida. Contudo, Vorcaro se reuniu com Lula e questionou o presidente se deveria aceitar essa proposta. Lula foi enfático, disse que era para Vorcaro seguir com o Banco Master pois em breve mudaria o comando do Banco Central e entraria Galipolo. Um sinal de que o presidente do Banco Central indicado por ele facilitaria as coisas para Vorcaro, provavelmente pela compra do Master pelo BRB, uma negócio fraudulento e muito mais vantajoso para Vorcaro. Lula, o conselheiro de Vorcaro, precisa ser preso por tráfico de influência, advocacia administrativa e corrupção!
Carlos Jordy tweet media
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Karina Michelin
Karina Michelin@karinamichelin·
O Brasil acaba de entrar oficialmente na era do bloqueio bancário permanente. Entre os dias 11 e 15 de maio de 2026, o CNJ assinou acordos com bancos do sistema financeiro - incluindo Caixa, Banco do Brasil, Itaú, Nubank e XP - para implementar a nova fase do SISBAJUD, o sistema de bloqueio judicial integrado aos bancos. O sistema agora opera com monitoramento contínuo, retenção automática de valores e rastreamento permanente de contas ligadas ao CPF do cidadão. E o que está sendo criado vai muito além de uma simples penhora online - o seu dinheiro pode desaparecer da conta em segundos. Salário, PIX, aposentadoria, transferência, pensão, pagamento recebido… enfim, tudo passa a ser rastreado em tempo real pelo sistema judicial-financeiro. Tudo passa a ser monitorado dentro da engrenagem automatizada do Judiciário financeiro. O mais alarmante é que os bancos terão até 2 horas para cumprir ordens judiciais emitidas digitalmente. Ou seja; a decisão sai - e a conta pode ser parcialmente congelada quase imediatamente. E, enquanto tribunais celebram isso como “modernização” e “eficiência”, cresce o número de relatos de brasileiros atingidos antes mesmo de conseguirem exercer uma defesa efetiva. Na teoria, salários e verbas alimentares possuem proteção legal em diversas situações previstas no Código de Processo Civil. Na prática, primeiro o Estado bloqueia; depois, o cidadão tenta provar que precisava daquele dinheiro para sobreviver. O que está surgindo no Brasil não é apenas um sistema eletrônico de execução judicial, o que está sendo criado é um modelo de execução judicial automatizada e massiva, conectado diretamente ao sistema bancário nacional, no qual o Estado ganha poder instantâneo sobre a vida financeira de cada indivíduo. A digitalização da Justiça brasileira está deixando de ser apenas burocracia eletrônica e começando a assumir contornos de vigilância financeira permanente. E o mais assustador é que isso está acontecendo diante dos olhos de todo mundo - sendo normalizado como se fosse apenas “modernização do sistema e evolução tecnológica” da Justiça brasileira.
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Francky Longo 🇮🇲💀🌹
🚨 MY TWO CENTS... Ci indigniamo per una staccata sbagliata. Discutiamo per un sorpasso aggressivo. Dividiamo il paddock in fazioni, tribù, colori. Ducati contro Aprilia. Rossi contro Marquez. Vecchia scuola contro nuovi fenomeni. Poi arriva un giorno come questo. E il rumore della rivalità si spegne di colpo. Rimane solo il suono crudele dell’asfalto che strappa via pezzi di carena, gomme che volano come proiettili, corpi trascinati a oltre 300 km/h. Rimane il silenzio gelido che segue un incidente quando tutti, per un istante, smettono di respirare davanti allo schermo. Alex che centra Acosta in pieno rettilineo, a causa del guasto alla KTM. Di Giannantonio colpito da una ruota impazzita volata via dalla moto di Alex. Zarco trascinato dalla moto di Bagnaia, la gamba intrappolata, il corpo che rotea come una bambola contro la fisica e contro il destino. Marini che corre disperato verso Zarco urlando ed allargando le braccia. Eppure si rialzano. Sempre. Quasi. Con il fiato corto, il dolore nascosto dietro una visiera abbassata e quella dignità feroce che appartiene solo ai piloti veri. Noi li chiamiamo sportivi. Ma questi sono Fenomeni. Spesso dimentichiamo che sono uomini che convivono con la morte ogni singolo weekend. Il Motorsport, soprattutto a due ruote, non è un videogioco lucidato dai social. È una cattedrale costruita sul coraggio umano. Ogni curva è un patto silenzioso: “so cosa rischio, ma apro il gas lo stesso”. Questi ragazzi non combattono soltanto contro gli avversari. Combattono contro paura, istinto, limiti fisici, millisecondi. Contro una velocità che non perdona nulla. Basta una ruota fuori linea, un contatto minimo, una frazione di secondo. E la tragedia è lì, già pronta. Per questo meritano rispetto tutti. Tutti, senza eccezione. Il campione che vince. Quello che arriva decimo. Il rookie impaurito. Il veterano pieno di cicatrici. Il pilota che tifiamo. E soprattutto quello che insultiamo quando perde. Perché quando il casco si abbassa, non esistono più bandiere social, fanbase tossiche o guerre da tastiera. Esistono solo esseri umani che fanno qualcosa che quasi nessuno al mondo avrebbe il coraggio nemmeno di provare. Noi vediamo lo spettacolo. Loro sentono l’odore del rischio. Ed è proprio nei giorni come questo che dovremmo ricordarci una cosa semplice, quasi brutale: ogni volta che partono, stanno mettendo sul tavolo qualcosa che vale infinitamente più di una vittoria. La propria vita. Quindi sì, applaudite tutti. Osannate tutti. Anche il rivale del vostro idolo. Anche chi vi fa arrabbiare. Anche chi cade. Perché oggi siamo stati ancora una volta a pochi centimetri dal trasformare una gara in una tragedia irreversibile. E il fatto che siano usciti “solo con qualche acciacco” non deve anestetizzarci. Deve renderci ancora più consapevoli della grandezza folle di questi uomini. I gladiatori moderni non combattono nelle arene di pietra. Combattono su due ruote, a 350 all’ora, con il ginocchio, il gomito e la spalla sull'asfalto. #MotoGP
Francky Longo 🇮🇲💀🌹 tweet media
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Nanibarbosa
Nanibarbosa@RosaneBonoro·
As vezes o que parece apenas uma piada, explica muito sobre o atraso brasileiro.
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Francky Longo 🇮🇲💀🌹
🚨 Marc Marquez ha dimostrato il potenziale di questa Ducati nel 2025 e solamente la "cannonata" di un suo uomo (Bezzecchi) ha messo fine ad un dominio irrisorio nei confronti del Pilota citato da Valentino. Tutto fatto in casa. Tranquillo Vale, il potenziale per tornare a vincere c'è. Il decimo mondiale a Valencia... Questo attacco velato di Valentino arriva quando Marc non è in pista, così da non avere repliche. Replica che non ci sarebbe stata, ovviamente. #MotoGP
Francky Longo 🇮🇲💀🌹 tweet media
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪
VERGONHOSO! O PGR Paulo Gonet denuncia o pré-candidato à Presidência Romeu Zema por "calúnia" contra Gilmar Mendes, seu ex-sócio no IDP e amigo de décadas. Tudo por causa de vídeos satíricos com fantoches criticando os ministros, na série "Os Intocáveis". Vale lembrar: a mesma Procuradoria não viu crime algum em Lula e Gleisi Hoffmann tratarem o ex-presidente Bolsonaro como "genocida". O caso foi arquivado no início de maio pelo Supremo a pedido do próprio Gonet. Na prática, o regime tem dois pesos e duas medidas. Sátira de fantoche contra o regime virou crime. Acusação direta de "genocídio" contra adversário político do regime é "liberdade de expressão eleitoral".
Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪 tweet media
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Hoje no Mundo Militar
Na sessão de fotos e declarações públicas, os chineses sentaram Xi Jinping em uma cadeira muitos centímetros mais alta. Xi, com 1,80m, ficou parecendo muito mais alto do que Trump, com 1,90m. Não só a cadeira de Xi era mais alta, como o assento de Trump era sensivelmente mais baixo, obrigando-o a dobrar mais os joelhos e a ficar em uma posição mais encurvada quando sentado. #hojenomundomilitar
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Comando
Comando@CruzeiroPc·
@comecudeurubu52 @co23426 @IcemanTW @hoje_no Invadem, matam presidentes, bombardeiam escolas e hospitais e os outros é que são terroristas? Trump agora se ferrou e foi a China pedir ajuda e só faltou levar tomatada para que pare de invadir e destruir países para roubar as riquezas e Israel apanhou também
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Hoje no Mundo Militar
Hoje no Mundo Militar@hoje_no·
"Os terroristas atiraram nos olhos, nos rostos e nos seios das vítimas, atingindo até mesmo suas partes mais íntimas, para destruir sua beleza e privar seus entes queridos de uma última despedida. Mulheres foram despidas, amarradas, esfaqueadas, baleadas e queimadas. Foram executadas durante e após o estupro, em meio a uma orgia de violência na qual 1.200 pessoas foram mortas e 250 feitas reféns. Cabeças foram decapitadas. Ossos pélvicos, quebrados. Mesmo após a morte, os abusos sexuais continuaram. Uma obsessão grotesca e medieval por órgãos sexuais permeava as cenas do crime no Festival Nova e nos kibutzim perto de Gaza." Os crimes grotescos cometidos pelos terroristas palestinos do Hamas que deram origem à guerra entre Israel e Gaza: dailymail.com/news/article-1…
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Brasil Conservador®️🇧🇷🇺🇸🇮🇱100%SDV
📹👀😰// Não parece cena real, mas aconteceu. Uma corredora viveu momentos de tensão em uma área de floresta deserta e conseguiu escapar de uma situação extremamente perigosa. As imagens registradas por uma fotógrafa que estava no local mostram o desespero e a reação rápida da jovem. O caso chamou atenção nas redes sociais e reacendeu o alerta sobre os riscos de praticar atividades sozinho em locais isolados. Especialistas em segurança recomendam evitar trilhas desertas sem companhia, compartilhar localização em tempo real e priorizar áreas movimentadas. Em tempos de insegurança crescente, a recomendação é simples: prevenção pode salvar ▶️ via:// @expressaolocal  📲 vídeo:// Reprodução/Redes Sociais #segurança #corrida #trilha #alerta #expressaolocal
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PapaHardware
PapaHardware@PapaHardware·
30 pasteis para 2 adultos e 2 criancas é muito ou a quantidade correta?
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