Investidor em Valor 

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Investidor de Ações há 20+ anos. Ex- Morgan Stanley e Private Equity. Eng. POLI-USP. Não é recomendação de investimento. https://t.co/Als8D6JVKG

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Como o Luiz Alves Paes de Barros diz: "Ganhar dinheiro na Bolsa é fácil. Basta comprar o que está barato e vender o que está caro." Por isso que todo mês eu solto uma lista de ações baratas e caras. É o Stock Guide. Link na Bio!
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Papo de Valor com Gustavo Saiani (Clube de Investimento Poema) Multiplicou por 2x o Capital Investido em 4 Anos Em 4 anos, de abr/22 a abr/26, a carteira de Gustavo gerou um retorno de 127.46% no período, enquanto o Ibovespa gerou um retorno de apenas 84.09%. -- IV: Gustavo, poderia falar um pouco sobre você? GS: Nasci em São Paulo, moro desde os 8 anos no Rio de Janeiro. Formado em Design pela PUC-Rio e em Jazz pela New School, em Nova York. Trabalho como engenheiro de software há 18 anos, já fundei empresas como a emcasa.com e trabalhei em outras do Vale do Silício. Me interessei por investimentos em 2008 quando li no jornal sobre Warren Buffett. Desde então estudo tudo que encontro sobre Value Investing e investimentos de modo geral. Sou apaixonado por isso e pretendo trabalhar com gestão em tempo integral. -- IV: Qual a sua estratégia para ganhar dinheiro na Bolsa? GS: Me tornar sócio de empresas maravilhosas a preços bons, ou de empresas boas a preços maravilhosos. -- IV: Como é o seu processo para garimpar uma nova oportunidade de compra? Quais filtros usa? GS: Olho praticamente todas as empresas brasileiras listadas em bolsa, além dos BDRs que consigo acompanhar. Começo olhando endividamento. Empresas com dívida bruta equivalente a mais da metade do seu patrimônio, ou dívida bruta equivalente a mais de 3 anos dos seus resultados médios nos últimos 5 a 10 anos (lucro ou fluxo de caixa livre), raramente eu analiso mais a fundo. Vejo a solvência em curto prazo, ou seja: liquidez corrente. Estudo os balanços dos 10 anos mais recentes. Estoques, intangíveis, tudo que estiver registrado para ver se consigo entender o negócio. Vejo os resultados: receita, lucro, fluxos de caixa. Sempre que disponível, estudo os 10 anos mais recentes. Como já faço isso há mais de 10 anos, é um processo contínuo: de certa forma eu tenho uma relação de estudo estabelecida com as empresas. Vejo o preço da empresa. Há momentos e momentos, mas se consigo imaginar um retorno anual de 15% ou mais a se julgar pelos números, é hora de olhar o qualitativo. A pesquisa qualitativa depende muito de cada empresa. Certamente passa pelos principais acionistas, executivos, subsidiárias se houver. É um momento em que aprendo muito sobre setores novos para mim. Publico essas análises em vídeo no canal da Poema no YouTube, e convido todos a visitar. -- IV: Como você faz o valuation de uma ação: DCF, Múltiplos, TIR implícita, um mix dos anteriores, …? GS: Múltiplos. Não projeto muito o futuro. Em geral se o futuro precisar ser muito diferente do passado para determinada companhia ser uma boa ideia, é melhor esperar e ver se o futuro realmente traz essa mudança — mesmo que a gente perca alguns ótimos bondes. -- IV: Como você gosta de construir o seu portfolio de ações, considerando número de empresas, setores e concentração? GS: Sempre fui confortável com 4 a 10 empresas. Acho 5, 6, um número ótimo. Idealmente evito concentrar mais de 40% do nosso patrimônio em um setor só, mas se o estudo disser que faz sentido, posso considerar. Procuro lembrar meus parceiros sempre de como funciona a concentração em termos de volatilidade. -- IV: Com que frequência você gosta de rebalancear a carteira? GS: O mínimo possível. Passei quase dois anos com a mesma carteira, e só recentemente venho fazendo uma mudança. -- IV: Quanto tempo em média mantém uma posição na sua carteira? GS: A maioria das empresas ficamos sócios 3 anos ou mais. O ideal é encontrar empresas que sejam “para sempre”. -- IV: Você acredita que a análise gráfica, juntamente com a análise fundamentalista, pode ajudar nos pontos de compra e venda de ações? GS: Acredito e sei que há muitas pessoas de sucesso que são grafistas. É um campo vasto. Mas não conheço o suficiente para usar no meu trabalho. -- IV: Quais são os seus setores favoritos na Bolsa? E os que você evita? Por quê? GS: Prefiro olhar caso a caso, empresa a empresa. O setor financeiro, bancário, eu acho dificílimo analisar: a qualidade da carteira de crédito é algo que eu não sei como enxergar. Se alguém souber, peço que me ensine. -- IV: Você usa stop loss? Onde costuma colocar? GS: Não uso stop loss como um trader usa tipicamente, ou seja, pelo fato de uma cotação ter caído uma certa quantidade. Procuro manter sempre a cabeça aberta à possibilidade muito real de eu fazer análises incorretas, e também de novos fatos melhorarem meu entendimento sobre uma empresa. E, se a conclusão é mudar de ideia para evitar perdas, engolir o orgulho e fazer isso. -- IV: Você usa derivativos? Qual a sua estratégia? GS: Até hoje nunca usei. -- IV: Qual a ação brasileira com o maior potencial de alta (ou melhor risco/retorno) na sua carteira hoje? Poderia explicar sucintamente o case? ... Para ler a melhor parte da entrevista: >>> Link na Bio <<< Não é recomendação de investimento.
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Após sair de Emae e Eletronuclear, Axia fecha acordo com a colombiana GEB e dá sequência a processo de enxugamento de portfólio, que já soma mais de R$ 1,4 bilhão em 2026. Leia mais: neofeed.com.br/negocios/axia-…
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Nilson Sato | CNPI
Nilson Sato | CNPI@SatoNilson·
Tem um hotel, em frente a praia de Copacabana, listado na Bolsa, que está faturando muito no show da Shakira.😜 Com certeza, quando for para o Rio, vou me hospedar nele para retribuir o que ganhei.
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Não tem nada melhor pra pegar no sono do que entrevista com político
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++ CAROL BASSI E DIRETORA DA MARIA FILÓ, MARIA RITA MAGALHÃES, DEIXAM O GRUPO AZZAS
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Quem aqui do Twitter vc quer ver no Papo de Valor?
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Papo de Valor com Adriel Moreira Multiplicou por 2x o Capital Investido em 1 Ano Em 1 ano, de mar/25 a mar/26, a carteira de Adriel gerou um retorno de 92.36% no período, enquanto o Ibovespa gerou um retorno de apenas 47.32%. -- IV: Adriel, poderia falar um pouco sobre você? AM: Eu sou o Adriel, tenho 29 anos, bancário e formado em Administração. Atualmente, estou cursando 9º período de Direito. Comecei a investir em ações em junho de 2018. À essa época, comecei a comprar algumas ações com a ajuda de relatórios de uma então nascente casa de análise com viés fundamentalista e buy and hold. Ainda que de forma nada criteriosa, consegui auferir lucro em algumas ações. Comecei a sair dessas ações um pouco antes da pandemia. Mas o que se ganha na sorte, se perde no azar. Logo que veio a pandemia, voltei a comprar algumas ações. Nessa época, eu caí em alguns contos do vigário. Enquanto na primeira vez, eu investi em empresas com boas perspectivas e com boa saúde financeira, dessa vez investi em empresas com sérios problemas operacionais e algumas muito endividadas. Em março de 2022, saí completamente dessas operações e da bolsa de valores. Amarguei um prejuízo enorme que ainda hoje tenho como crédito de IR. Retornei para a bolsa, com mais experiência e conhecimento, em março de 2025 e graças a Deus tenho tido bons resultados. -- IV: Qual a sua estratégia para ganhar dinheiro na Bolsa? AM: Antes de tudo, eu sou um investidor amador. Apesar de bancário, o mercado financeiro não faz parte do meu dia a dia profissional. Investir não é uma atividade trivial. Requer uma capacidade de análise que só uma boa formação, muita informação e uma rede de contatos úteis traz. Hoje, com a experiência passada e com algumas frustrações na conta, minha estratégia passa por evitar empresas com dificuldades operacionais sérias e aquelas muito alavancadas. Eu gosto de investir em empresas que sejam boas no que fazem, tenham boas perspectivas operacionais, com baixa alavancagem e estejam fora de momentum. Exige paciência, mas geralmente traz boas recompensas. -- IV: Como é o seu processo para garimpar uma nova oportunidade de compra? Quais filtros usa? AM: Primeiro é entender o cenário econômico, político e monetário em que estamos vivendo. Por exemplo, estamos passando por um evento geopolítico (Guerra do Irã) com capacidade de impactar a inflação global e causar recessão. Estamos em ano de eleição presidencial, isso traz volatilidade para o mercado de ações. Além disso, estamos no início de um afrouxamento do ciclo monetário. Isso tudo impacta o mercado acionário. Compreendendo o cenário, quais setores têm melhores perspectivas? E dentro de cada setor, quais empresas têm uma boa operação e estão baratas? Então, é uma análise top-down (de cima para baixo). -- IV: Como você faz o valuation de uma ação: DCF, Múltiplos, TIR implícita, um mix dos anteriores, …? AM: Depende de cada setor. Por exemplo: setor de utilities, por ser um setor regulado e com receitas previsíveis, olho a TIR implícita. No setor bancário, gosto de olhar múltiplos, como o P/BV e P/E. Geralmente, eu leio relatórios de research e sigo bons profissionais de mercado para se chegar a essas métricas. -- IV: Como você gosta de construir o seu portfolio de ações, considerando número de empresas, setores e concentração? AM: Como uma pizza, eu divido meu investimentos financeiros em partes e me agarro a isso. Gestão de risco nos investimentos é o primeiro passo. Sem isso, é muito grande a chance de se dar mal. 60-70% eu deixo em renda fixa, como tesouro direto, LCA/CDB de grandes bancos. Buscando uma taxa igual ao CDI/Selic. Outros 40-30%, eu invisto em ações. A depender do momento de mercado, estou mais ou menos alocado. Geralmente, tenho por volta de 3-5 ações no portfólio, em que aloco de 5-15%, a depender da convicção. E sempre ações de setores diferentes. -- IV: Com que frequência você gosta de rebalancear a carteira? AM: Sempre que houver necessidade. Às vezes, uma ação correu bem e ficou proporcionalmente maior dentro do portfólio, eu vendo um pouquinho, protejo lucro e readequo o tamanho dela. -- IV: Quanto tempo em média mantém uma posição na sua carteira? AM: Vai depender muito do comportamento da ação. Às vezes, o mercado valida rápido sua tese, fazendo com que os preços convirjam para a região que você considera justo. Outras vezes, leva tempo até o mercado validar a tese, daí você fica mais tempo na ação. Um exemplo foi com as ações da PRIO. Eu investi nelas ali em setembro e outubro do ano passado. Outubro foi um mês horroroso para mim. Realizei um pouco de lucro em fevereiro e em março fechei a posição. Estou aguardando um melhor momento para retornar. -- IV: Você acredita que a análise gráfica, juntamente com a análise fundamentalista, pode ajudar nos pontos de compra e venda de ações? AM: Depende da análise gráfica. Parece-me que quanta mais rebuscada for, pior ela é. Agora, uma análise gráfica mais sucinta, observando os suportes e as resistências, sim, acho que faz sentido. -- IV: Quais são os seus setores favoritos na Bolsa? E os que você evita? Por quê? AM: No geral, o setor de seguros e utilities, quando eu busco setores mais defensivos. Eu evito o setor de companhias áreas e afins. Lembro-me de duas experiências: as empresas de milhas aéreas Multiplus e Smiles. Eram empresas de serviços altamente rentáveis, ligadas a companhias aéreas. Tiveram seus capitais fechados e desligadas da bolsa, uma decisão que prejudicou os acionistas minoritários, pois os preços das ações tinham amargado grande queda antes do fechamento. -- IV: Você usa stop loss? Onde costuma colocar? AM: Eu não uso. -- IV: Você usa derivativos? Qual a sua estratégia? AM: Somente opções. E num percentual que nunca ultrapassa 1,5-2% do meu capital. Às vezes, tomo a seco especulando algum movimento direcional. Outras vezes, lanço a coberto como forma de dividendos sintéticos. -- IV: Qual a ação brasileira com o maior potencial de alta (ou melhor risco/retorno) na sua carteira hoje? Poderia explicar sucintamente o case? ... Para ler a melhor parte da entrevista: >>> Link na Bio <<< Não é recomendação de investimento.
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