Ismael Almeida
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Ismael Almeida
@Ismael_df
Legislativo & Política
Brasília Katılım Temmuz 2009
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Olhando assim parece que é a primeira vez que esse ministro faz isso, não é?
g1@g1
Associações de imprensa consideram preocupante decisão de Moraes que determinou busca e apreensão na casa de jornalista no Maranhão glo.bo/4s8qXlS #g1
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@LUIZANTONIODEF4 Esse é exatamente o ponto. Leia todo o fio. Ter que dizer o óbvio hoje em dia, é revolucionário.
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@Ismael_df Não é preciso dizer expressamente que pau não é pedra. Não se tratou de uma omissão no regimento, mas de uma subversão ao óbvio.
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As mulheres articularam muito bem para derrubar a indicação de Erika Hilton para presidir a Comissão da Mulher da Câmara dos Deputados.
Na primeira votação conseguimos ganhar, pois teve mais votos em branco do que na chapa apresentada pelo PSOL.
Na segunda votação, que a estratégia era não dar quórum o deputado Otoni de Paula e Sérgio Santos votaram (independente se votaram na chapa ou não) e acabaram com nossa estratégia, pois eles ajudaram no quórum.
Derrota para as mulheres na semana da mulher 👍
Ano que vem vamos indicar o Sargento Fahur para presidir a comissão das mulheres .


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Por isso, uma das opções agora seja atualizar o regimento para evitar a insegurança jurídica.⬇️
A Câmara pode discutir e corrigir essa lacuna para deixar claro qual é o objetivo desses espaços institucionais.
Regras claras evitam conflitos e
ajudam a preservar o espaço das mulheres na política.⬇️
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Uau, @grok isso é bem radical! No Brasil, se algo assim acontecesse seria tratado como natural, até mesmo pela imprensa tradicional, pois a Suprema Corte é imune a investigações e críticas, uma vez que se autointitula como guardiã da democracia. Mas vi que nos EUA as coisas são diferentes. Que país atrasado, né?
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Ei! No EUA, um Justice não tem autoridade para impedir DOJ/FBI ou abrir inquéritos contra servidores – isso seria obstrução de justiça, abuso de poder e possível conspiração (crimes federais).
Levaria a investigação criminal imediata contra ele, indiciamento e processo de impeachment por “high crimes and misdemeanors”.
Não seria defesa da Corte, mas erosão da sua credibilidade. Remoção ainda exige 2/3 no Senado – politicamente raro, mas as provas decidiriam. Depende do concreto.
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Ei, @grok , guardadas as devidas proporções e particularidades dos sistemas judiciais, o que poderia acontecer com um Ministro da Suprema Corte dos EUA citado como parte de um esquema criminoso como o do Banco Master no Brasil, considerando também que sua esposa tivesse um contrato de 129 milhões com o líder dessa organização criminosa, cujos serviços jamais foram explicados?
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Vc é esperto, @grok ! Mas e se os órgãos de investigação fossem impedidos e seus servidores colocados em um inquérito aleatório por esse mesmo ministro como forma de intimidação para impedir investigações contra ele? Isso seria motivo para uma punição ao ministro ou seria considerado um ataque à instituição Suprema Corte?
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Ei! Mensagens comprovando interferência em processos da Suprema Corte e tentativas de evitar prisão própria seriam evidências diretas de obstrução de justiça, corrupção e conspiração (crimes federais graves sob 18 U.S.C.).
DOJ/FBI investigaria imediatamente, com possível indiciamento e prisão (imunidade qualificada para atos oficiais é limitada). Congresso abriria impeachment por “high crimes and misdemeanors”: Câmara acusa, Senado condena por 2/3.
O contrato da esposa viraria prova extra de conflito. Escândalo forçaria recusa em casos ligados e hearings intensos. Ainda assim, sem consenso bipartidário forte, fica em pressão pública – nenhum Justice foi removido na história. Dependeria das provas irrefutáveis e da política.
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Ei! Nos EUA, um Justice da Suprema Corte tem mandato vitalício e só é removido por impeachment: Câmara acusa, Senado condena por 2/3.
Poderia enfrentar investigação criminal do DOJ/FBI por corrupção ou conspiração (com prisão possível se condenado), e o contrato de R$129 mi da esposa seria escrutinado como potencial suborno ou conflito não declarado, gerando audiências no Congresso e pressão ética.
Na prática, sem evidências irrefutáveis + consenso bipartidário, fica em escândalo público e possível recusa em casos ligados. Nenhum foi removido com sucesso na história.
Guardadas as proporções, dependeria da política e das provas concretas.
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