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@JaquelineDeOS

Ψυχή🦋 “The wind is low, the birds will sing, That you are part of everything? Dear Prudence, Won't you open up your eyes?” (🎧🎶 “Dear Prudence” - The Beatles)

New York, USA Katılım Haziran 2009
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Um dia especial foi criado para elas, mas a humanidade parece ter se esquecido de todos os outros… #diasdascrianças *Dedico estes meus rabiscos às crianças, em especial, aos meus sobrinhos. A inspiração vem deles.
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ipadasher
ipadasher@ipadasher·
🚨 O UNIVERSO NÃO É INFINITO? A crise que está abalando TODA a cosmologia Imagine o seguinte: os maiores observatórios do planeta, as mentes mais brilhantes da astrofísica e décadas de dados impecáveis, tudo isso, de repente, entrando em colapso. Não é exagero. Nos bastidores dos grandes telescópios e nas salas de reunião virtuais lotadas de pesquisadores, um debate furioso está sacudindo a cosmologia moderna. O que antes era considerado inquestionável, a geometria **perfeitamente plana** do nosso universo, agora virou o centro de uma turbulência épica. Os cientistas chamam de **Tensão da Curvatura**, mas para quem acompanha de perto, soa mais como um grito de alarme: “E se tudo o que achávamos saber sobre o tecido do espaço-tempo estiver errado?” É o tipo de reviravolta que faz o coração dos astrônomos disparar. Artigos bombásticos pipocam no arXiv, conferências viram arenas de discussão acalorada e, pela primeira vez em décadas, o modelo padrão da cosmologia treme nas bases. Este não é um detalhe técnico. É uma revolução silenciosa que acabou de se transformar num terremoto. **A Ilusão da Forma e o Segredo da Geometria** Para entender por que a comoção é tão grande, precisamos separar dois conceitos que o cérebro humano teima em misturar: **forma** e **geometria**. A forma é o que vemos: uma esfera, um cilindro, uma rosquinha ou um plano infinito. A geometria, porém, é algo mais profundo e traiçoeiro, é a regra íntima do próprio espaço, o código que dita como linhas paralelas se comportam e como a luz viaja. Na cosmologia, tudo depende de um único número grego: **Ômega (Ω)**, a densidade total de energia do universo. E ele define três realidades possíveis: - **Geometria Plana (Ω = 1)**: Duas linhas paralelas nunca se encontram. Triângulos somam exatamente 180°. O universo é o palco perfeito da geometria euclidiana que aprendemos na escola. - **Geometria Fechada (Ω > 1)**: Como a superfície de uma esfera. Linhas paralelas se curvam e se cruzam no horizonte. Triângulos somam mais de 180°. Viaje em linha reta e você volta ao ponto de partida, um cosmos finito, mas sem bordas. - **Geometria Aberta (Ω < 1)**: Como um Pringles cósmico. Linhas paralelas divergem para sempre. O espaço se abre como um funil infinito. O golpe de mestre? Uma geometria plana **não exige** um universo achatado como uma panqueca. Um cilindro tem geometria plana. Uma folha de papel enrolada vira cilindro sem perder a planura. Mas transformar uma folha plana numa esfera? Impossível sem rasgar e distorcer. Quando os cosmólogos perguntam “o universo é plano?”, eles não estão medindo se ele é uma caixa ou um abismo. Estão medindo a curvatura **íntima** do espaço, a assinatura deixada pelo Big Bang. **O Sopro Primordial e o Castelo de Cartas** Essa geometria é a impressão digital da fração de segundo mais violenta da história do cosmos: a **Inflação Cósmica**. Em um piscar de olhos menor que o tempo que a luz leva para atravessar um próton, o universo inchou de tamanho atômico para o de um melão, e, segundo a teoria, esse estiramento insano deveria ter apagado qualquer curvatura inicial, deixando o cosmos perfeitamente plano. Sem inflação, o modelo padrão desmorona como um castelo de cartas num furacão. É o pilar que explica a uniformidade do universo e o porquê de ele parecer igual em todas as direções. Retire-o, e tudo o que achamos entender sobre o nascimento do cosmos vira poeira. **O Fóssil de Luz e a Grande Traição** Para medir Ômega, os cientistas recorrem à relíquia mais preciosa do universo: a **Radiação Cósmica de Fundo em Micro-ondas (CMB)**, o eco do Big Bang, liberado quando o cosmos tinha apenas 380 mil anos. Essa luz viajou 13,8 bilhões de anos até chegar aos nossos telescópios, carregando as “manchas” quentes e frias que revelam o tamanho original das flutuações primordiais. Se o universo for plano, as manchas aparecem exatamente do tamanho previsto. Se fechado, a luz se curva e as manchas parecem maiores. Se aberto, parecem menores. Nos anos 1990 e 2000, balões como o Boomerang e a sonda WMAP olharam para esse fóssil e declararam: **plano**. Caso encerrado. Ou assim pensávamos. **O Choque de Titãs: A Anomalia que Abalou o Mundo** Tudo mudou com o satélite Planck da ESA na década de 2010. Com resolução três vezes superior, Planck revelou um detalhe assassino: as **lentes gravitacionais**. Enquanto viaja, a luz da CMB é distorcida por galáxias massivas, curvando o espaço como uma lente gigantesca. Quando os cientistas ajustaram os dados para esse efeito, o resultado foi explosivo. Em 2019, Eleonora Di Valentino e colaboradores soltaram uma bomba na *Nature Astronomy*: os dados do Planck só faziam sentido se o universo fosse **curvo e fechado**, com confiança acima de 99%. Will Handley calculou as odds: mais de 50 para 1 contra um universo plano. A agitação foi imediata. Papéis voaram. Discussões explodiram em conferências. “Uma possível crise para a cosmologia”, titularam os jornais científicos. O modelo padrão, que reinava soberano, de repente parecia… frágil. **O Novo Desafiante e o Impasse Dramático** Mas a história não terminou aí. Entrou em cena o **Atacama Cosmology Telescope (ACT)**, empoleirado a 5 mil metros no deserto chileno. Com medições de polarização da CMB com ruído três vezes menor que Planck, o ACT focou nas “torções” que as lentes gravitacionais imprimem na luz primordial, uma forma independente de testar a curvatura. Resultado? Os dados do ACT se alinharam **perfeitamente** com um universo plano. A anomalia de Planck parecia evaporar. Vitória? Nem de longe. O ACT só cobre 40% do céu. Planck observou 100%. Quando combinamos os dois, dados terrestres de alta precisão com o mapa global do espaço, a sombra da curvatura positiva volta, mais insistente do que nunca. Os astrônomos estão divididos. Alguns gritam que Planck precisa de recalibração urgente. Outros sussurram que estamos diante de nova física exótica. Fóruns, arXiv e salas de seminário viraram verdadeiros campos de batalha. A Tensão da Curvatura deixou de ser uma curiosidade e virou **o conflito mais desconfortável da cosmologia atual**, ligado até à famosa Tensão de Hubble, que também depende dos mesmos dados primordiais. **O Futuro Incerto do Universo** Não há vilões nesta história. Não há certezas absolutas. Apenas o método científico em sua forma mais pura, mais honesta e, muitas vezes, mais dolorosamente bela: questionar, medir, duvidar, refazer e, acima de tudo, maravilhar-se. Porque medir a curvatura do cosmos não é mera cartografia cósmica. É muito mais. É abrir o diário de bordo do primeiro piscar de olhos da existência. É tentar decifrar, com dedos trêmulos, o que aconteceu quando o nada, o absoluto vazio, explodiu em tudo. Em nós. Em estrelas, galáxias e nas perguntas que não nos deixam dormir. E agora, pela primeira vez em décadas, essa pergunta carrega um peso emocional avassalador: **e se o universo não for infinito?** Se os dados mais teimosos do Planck estiverem certos e a geometria for fechada, então o cosmos que habitamos tem um volume finito. Um tamanho total, definido, mensurável, grandioso, sim, mas finito. Um espaço sem bordas, onde viajar em linha reta por tempo suficiente nos traria de volta ao ponto de partida, como um navegante que circunda o globo e retorna ao porto de origem. Não haveria um “além” infinito se estendendo para sempre. Apenas um cosmos fechado em si mesmo, uma bolha majestosa e autossuficiente flutuando no nada maior. Essa possibilidade não é apenas um detalhe técnico. Ela toca algo profundo dentro de nós: a ideia de que o que chamamos de “tudo” pode ter limites, ainda que invisíveis e elegantíssimos. É humilhante. É libertador. É assustadoramente poético. Enquanto isso, os telescópios do amanhã, o Euclid da ESA, o Simons Observatory no deserto do Atacama e o ambicioso CMB-S4, já apontam seus olhos para o céu com uma urgência nova. Eles são os detetives finais dessa investigação cósmica. Cada photon que capturarem pode ser a peça que decide: plano ou curvo? Infinito ou finito? O veredito está chegando. E o universo? Ah, ele parece rir baixinho de nós. Ele nunca foi tão plano quanto achávamos. Nunca foi tão simples. Nunca foi tão… nosso. A comunidade astronômica nunca esteve tão viva, tão dividida, tão apaixonada. Conferências viram discussões eletrizantes. E-mails voam à meia-noite. Jovens pesquisadores sonham com o dia em que poderão dizer: “Eu estava lá quando descobrimos que o cosmos tem um fim, ou que ele não tem”. Porque no fim das contas, a Tensão da Curvatura não é só sobre números e equações. É sobre o maior romance de todos: o ser humano, pequeno e curioso, olhando para o abismo e descobrindo que o abismo também olha para trás… e talvez, só talvez, tenha um tamanho. O universo está mudando diante dos nossos olhos. E nós, mortais fascinados, mal podemos esperar para ver o próximo capítulo.
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Nos átimos da vida os quais presenciei O Amor, observei que não existia ali “razão” - outra - além dele mesmo.
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מַה־שֶּׁהָיָה הוּא שֶׁיִּהְיֶה וּמַה־שֶּׁנַּעֲשָׂה הוּא שֶׁיֵּעָשֶׂה וְאֵין כָּל־חָדָשׁ תַּחַת הַשָּׁמֶשׁ׃ (קֹהֶלֶת א׳:ט׳) O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol. (Eclesiastes 1:9)
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… E depois de 7.529 convites de sala enviados, eis que no “bereshit” do debate somos todos conduzidos involuntaria e implacavelmente ao famoso, imprevisível e temido “tobogã” 🛝 da sala do Edson… rs 🤦‍♀️ A sala caiu! Segue novo link. Participe: 👇👇👇 twitter.com/i/spaces/1ZkKz…
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@tataasensata Parabéns, Tatááá❣️ 🎂🥂🍾👏👏👏 Que O Eterno abençoe este seu novo ciclo te faça próspera em todas as áreas de sua vida❣️ 👋🏻.💋
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@OminiX_Noticias Entre na sala. Por msg no meu perfil as pessoas a quem vc deseja refutar talvez n tenham acesso e fica ruim pra mim adm a sala e msgs. A gente já não abre balões do Space p manter foco exclusivo na sala. Fique a vontade p acessar.
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OminiX@OminiX_Br·
@JaquelineDeOS Comunismo critica a propriedade privada dos meios de produção, não bens de uso pessoal. Oxfan diz que morrem 12 pessoas de fome por minuto hoje no capitalismo. Pessoal fala sobre o q não conhece kkk dw.com/pt-br/mundo-te…
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