João Graça
6.4K posts


o neoliberalismo do alucinado Milei afundou a Argentina em desemprego,
miséria e inflação (estagflação).
a receita ultraliberal só funciona para os bilionários, enquanto desgraça o povo.
Latinometrics@LatamData
ARGENTINA | Milei's 29-month cumulative inflation hit 304% in April, surpassing Macri's full-term 296% for the first time. (Perfil)
Português

Este é o mesmo Tribunal que não detetou que os navios da Transtejo não tinham motores?
JLE@EstacoZe
Para as Marta Temido da vida e restante malta comunista 🤷🏻♂️
Português

@penalenga Diga lá uma disposição legal que vai facilitar as causas para o despedimento. Só uma.
Português

@penalenga Tenho 59 anos. É uma mentira que haja uma facilitação dos despedimentos.
Português
João Graça retweetledi

@RodriguesAValve Os "betos liberais" sabem reconhecer quem lutou pela liberdade antes do 25/4 a depois dessa data.
Português

@JooGraa14 @PaoFatiado Não me importo de ficar com metade dos 0.9% da distribuição se achas que isso é pouco. Multiplica por milhares de milhões de faturação
GIF
Português

Quando produzes 5000eur e o teu patrão fica com 4000eur isso já não é furto, é "lucro".
MAL@malliberal
Este título é da Lusa e vários jornais replicaram-no (algum espírito critico recomenda-se). Furtar propriedade seja para que motivo for tem um nome: furto. Redistribuição seria pagarem do seu bolso e depois doarem a quem bem entenderem.
Português

@yiikes9000 @pcp_pt Porque tem menos impostos. Defende a redução dos impostos?
Português

@JooGraa14 @pcp_pt Sim, por isso é que a bilha do gás é brutalmente mais barata em Espanha do que em Portugal.
Português

Conversa liberal, do governo e dos grandes patrões:
“não há dinheiro para aumentar salários”,
“primeiro é preciso produzir para só depois distribuir”,
“não é possível fixar preços porque as empresas…”
👆A realidade:
O Pacote Laboral serve para que a diferença entre estes números seja ainda mais grotesca.
Dia 3 de Junho vamos dizer que não aceitamos. ✊
Todos à greve geral
Português

@PSaserPS Treta, não custam nada. Título errado. É uma não receita, que nunca existiria.
Português

@penalenga O tarifário do serviço de águas e resíduos não é um tema político, se estiver bem construído. O tarifário tem que seguir regras rigorosas do regulador.
Português

Despesa com borla fiscal para residentes não-habituais quase triplicou em cinco anos dlvr.it/TSWR8l
Português

@jcaetanodias @nunop Não tem nada a ver com isso. Nos golos, o VAR está a matar o futebol. As regras deveriam ser alteradas. Nos penaltis, expulsões, ok.
Português

@JooGraa14 @nunop Também és benfiquista. São os que menos gostam do VAR.
Português

@jcaetanodias @nunop Não concordo. A festa do golo está a morrer.
Português

@ChinaEnEsp A China tem um PIB per capita ppp de um terço do dos EUA. Vamos ver onde chega e como evolui a China.
Português

🇨🇳 ¿Por qué China avanza mientras EE.UU. se estanca?
Escuchen esta claridad:
En Estados Unidos puedes cambiar de partido… pero no las políticas.
Los multimillonarios y el capital mandan por encima de la nación.
En China no cambias fácilmente de partido, pero sí puedes cambiar las políticas de forma radical.
Es una economía de mercado vibrante, pero no capitalista, los multimillonarios no controlan el Politburó y el capital no tiene derechos por encima del Estado.
En 66 años, China ha realizado cambios políticos y económicos más profundos y amplios que la mayoría de países en la historia moderna.
Un solo partido que sirve al pueblo es infinitamente mejor que dos partidos que sirven a corporaciones y multimillonarios.
China no es perfecta, pero su modelo demuestra que cuando el Estado dirige y el capital obedece, las naciones se levantan.
El futuro se ve en Oriente.
Español
João Graça retweetledi

🇵🇹 PORTUGAL ESTÁ A PERDER SEM LUTAR
✍️ Mariana Leitão (@marianalqcl) no DN:
Dez meses de negociação, mais de sessenta reuniões, e o Governo nunca explicou com clareza o que muda na vida de quem trabalha. Apresentou mais de cem alterações ao Código do Trabalho e deixou o campo da narrativa entregue a quem tinha interesse em simplificar para assustar. O resultado está à vista. A proposta chega ao Parlamento fragilizada, com uma greve geral já marcada e com partidos à esquerda e à direita à procura de razões para a bloquear.
O que torna isto mais grave é que o Trabalho XXI não é uma reforma radical. É um conjunto de ajustes modestos a um Código do Trabalho que continua a ser um dos mais rígidos da OCDE. Portugal tem produtividade 25% abaixo da média europeia e salários 35% inferiores aos parceiros comunitários. E há quem queira manter tudo na mesma.
Tomemos o banco de horas individual. A proposta permite que trabalhador e empregador acordem, individualmente, uma organização mais flexível do tempo de trabalho, com compensação em folgas ou remuneração. Em meia Europa existe há décadas, em Portugal foi lido como a porta de entrada para o trabalho sem limite. O Governo nunca conseguiu inverter essa leitura.
O outsourcing é outro caso. Hoje, a lei proíbe uma empresa de recorrer à subcontratação durante um ano depois de fazer despedimentos colectivos, sempre que as funções subcontratadas correspondam às dos trabalhadores despedidos. A intenção era evitar abusos, o que faz sentido. O problema é que a norma não distingue o abuso da decisão legítima. Uma empresa que extingue o seu departamento de informática para contratar um fornecedor especializado, porque é mais eficiente, fica bloqueada durante doze meses. O Governo quer eliminar essa restrição e tem razão. Mas nunca explicou a diferença entre o que quer permitir e o que continua a proibir. Os sindicatos preencheram esse silêncio com uma palavra: precariedade. E ganharam.
A reintegração compulsória segue a mesma lógica. Hoje, quando um tribunal declara um despedimento ilícito, a regra geral é o regresso do trabalhador ao posto. O Governo quer que o tribunal possa fixar uma indemnização em alternativa. Os sindicatos chamaram-lhe o direito ao despedimento. O que o Governo nunca disse é que este mecanismo existe em quase toda a Europa e que obrigar duas partes em conflito a voltarem a trabalhar juntas raramente serve os interesses de quem quer que seja, a começar pelo próprio trabalhador.
Em todos os casos o padrão foi o mesmo. O Governo propôs, não explicou, e os adversários definiram o enquadramento.
Duas greves gerais em menos de um ano para travar ajustes muito modestos para equiparar Portugal aos países europeus desenvolvidos. As centrais sindicais e a grande maioria dos partidos opõem-se a qualquer reforma, por mais contida que seja. Precisam do conflito para sobreviver e do fantasma da exploração para justificar a sua existência. Por isso a narrativa nunca muda. Toda a flexibilidade é precariedade. Toda a reforma é um ataque. Toda a negociação é derrota.
O custo não é pago por quem convoca as greves ou nelas participa. É pago por quem fica de fora de um sistema desenhado para proteger quem já está dentro. E o Governo nem isso conseguiu explicar.
Se até uma reforma ínfima como esta obtém tanta resistência e sofre de tanta incapacidade de ser aplicada, que futuro terá Portugal para poder adaptar-se às mudanças em aceleração dos nossos tempos? É preciso um novo ímpeto.

Português






