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@Jughamix

Presidente Trilha Gold Capital | Ouro sustentável + Instituto Trilha oficial GT GTMINERA | Câmara dos Deputados (Código de Mineração do brazil

São Paulo, Brasil Katılım Aralık 2024
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Devemos perdoar o erro sempre? A pergunta parece moral, mas se torna política quando o erro deixa de ser individual e passa a atingir uma comunidade, a vontade de povos inteiros e o sangue de inocentes. O perdão é virtude quando há reconhecimento, responsabilidade e correção. Mas, quando o erro vira método, quando a justificativa vira hábito e quando se exige da vítima que perdoe enquanto o agressor recebe tempo para se reorganizar, já não se trata de grandeza moral. Trata-se da normalização do fracasso. Na política, um erro pode ser uma assinatura, uma aliança, uma omissão ou uma leitura ingênua da realidade. E, quando falamos do Oriente Médio, a ignorância raramente é neutra. A região não se compreende de escritórios confortáveis ou relatórios frios. Ela se compreende no medo das ruas, na fila do pão, na falta de remédios e na dor de famílias que calculam cada passo porque o terrorismo tornou a vida instável. Quem nunca viveu sob insegurança permanente não deve distribuir lições fáceis a quem pagou o preço da realidade com fome, medo e sangue. E quem não entende a complexidade cultural, religiosa e histórica do Oriente Médio não deveria reduzi-lo a uma negociação simplista com organizações armadas. Há quem acredite que acordos com o terrorismo representam vitória política. Esse é um dos erros mais perigosos da nossa época. O diplomata pode ver uma trégua como pausa para a paz. O terrorista, muitas vezes, vê essa pausa como tempo para recompor forças, reconstruir arsenais, infiltrar comunidades e preparar a próxima violência. Por isso, qualquer acordo que não retire do terrorismo sua capacidade de chantagear sociedades não é paz. É apenas o adiamento da próxima tragédia. O Oriente Médio não recompensa ingenuidade. É uma região antiga, plural e sensível. Judeus, drusos, curdos, cristãos, árabes livres, muçulmanos moderados e povos originários que desejam viver com dignidade enfrentam a mesma ameaça: transformar política em arma, religião em domínio e sociedade em refém do medo. Nesse sentido, o querido Estado de Israel e os povos livres da região estão diante da mesma fronteira moral: resistir ao terrorismo, proteger a vida e impedir que a violência organizada se torne linguagem política aceita. O problema não está apenas em quem erra. Está também em quem tenta transformar o erro em costume, a omissão em prudência e a concessão em sabedoria. Mais grave ainda é quando alguém afirma pertencer a uma comunidade, diz falar em nome dela, mas age contra sua segurança, dignidade e futuro. Aqui surge a pergunta inevitável: trata-se de falta de compreensão ou do uso de uma coletividade para servir a uma agenda particular? O verdadeiro pertencimento não se mede por slogans. Quem diz defender um povo, mas justifica aquilo que ameaça sua existência, não o representa. Quem fala em nome das vítimas, mas negocia suas dores como moeda política, não carrega uma causa; apenas a utiliza. Quem levanta a bandeira de uma comunidade para construir poder pessoal sobre ela não cria futuro coletivo. A política precisa de prudência, diálogo e visão histórica. Mas precisa, antes de tudo, de memória. A memória é a primeira forma de justiça para os mortos, os deslocados e os humilhados. Quem esquece depressa demais concede vantagem ao agressor. Quem perdoa sem condições transforma o perdão em licença. Quem confunde paz com rendição não protege povos; entrega-os, em nome de falsa moderação, aos que dominam a linguagem da violência. No Oriente Médio, a paz verdadeira não nasce da ilusão. Nasce da clareza, da força moral, da proteção das minorias, do respeito às identidades legítimas, da defesa da vida e da deslegitimação absoluta do terrorismo como instrumento político. Portanto, não. Nem todo erro deve ser perdoado. Perdoa-se quando o perdão abre caminho para a correção. Mas, quando o perdão se torna cobertura para repetir injustiças, a atitude moral não é ceder. É resistir. E resistir, nesse caso, não é radicalismo. É defesa da vida.
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Pedro Fonseca
Pedro Fonseca@PedroFo41885964·
@Jughamix Resumindo temos candidatos de direita melhores que essa Família Bolsonaro.
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Sou de direita, mas não sou servo de ninguém. Sou de direita porque acredito na liberdade, na responsabilidade individual, na força do Estado, na defesa da identidade, na preservação dos valores e na ordem como fundamento da vida em sociedade. Pertencer à direita não significa renunciar ao próprio pensamento, entregar a consciência a um líder, submeter a dignidade a um partido ou transformar figuras políticas em objetos de veneração. A direita verdadeira não nasceu para fabricar rebanhos, exigir obediência cega ou transformar homens livres em soldados de uma causa pessoal. Ela defende liberdade, soberania, mérito, propriedade, responsabilidade e dignidade humana. Quando exige submissão absoluta, deixa de ser direita e se torna servidão política vestida de ideologia. Se o preço para pertencer a um campo político for calar a própria voz, negar a razão, justificar abusos ou aplaudir qualquer atitude só porque vem do “meu lado”, esse preço é alto demais. Nenhuma causa merece a escravidão da consciência. Eu não sou escravo de ninguém, senão de Deus. Meu senhor é o meu pensamento. Minha liberdade é a minha voz. Minha opinião nasce da minha convicção, e minha força está na minha personalidade, não em legendas partidárias ou nomes políticos. A política não é culto, fanatismo ou torcida organizada. O político é um ser humano que pode acertar ou errar, merece apoio quando acerta e crítica quando erra. Quem não aceita crítica não entende democracia. Quem exige lealdade incondicional não respeita a liberdade. Sou de direita quando ela defende a liberdade e a ordem, fortalece o Estado e respeita o indivíduo. Rejeito a caricatura que a transforma em obediência cega, idolatria e submissão. Não me tornei de esquerda, mas me recuso a ajoelhar a razão diante de qualquer sistema. Independência não é traição. Crítica não é inimizade. Discordância não é fraqueza. Liberdade de pensamento não é falta de lado. Pelo contrário: o verdadeiro compromisso exige coragem para defender ideias até contra quem diz representá-las. Não abandono meus princípios. Rejeito apenas a deformação deles. Permanecerei onde estiverem a razão, a liberdade, a dignidade, a soberania, o respeito e a responsabilidade. Se esses valores estiverem na direita, estarei com ela. Se forem expulsos, permanecerei independente. Um homem livre pode ter lado e convicções, mas jamais vende a consciência. Quem o faz perde aquilo que a política deveria proteger: a liberdade interior.
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Mossad Commentary
Mossad Commentary@MOSSADil·
🇸🇾 DAMASCUS: Reports are showing that properties belonging to Alawite civilians in Damascus’ Mezzeh neighborhood were vandalized and set on fire by members of the ruling authorities and their supporters, while proudly calling themselves the “Al-Qaeda authority.” There has been extensive damage done to homes, cars, and businesses, and civilian infrastructure. Maybe they’re on their way to fight Hezbollah after this. ❓
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Mossad Commentary@MOSSADil

Iraq’s PM-designate Ali al-Zaidi met U.S. envoy Tom Barrack in Baghdad today and received a formal invitation to the White House in mid-July.

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Druze warrior ✯
Druze warrior ✯@DruzeWarriorX·
They sold Bin Laden as a “warrior”. Now they deck al-Joulani in a blazer and call him a “reformer”. Fresh suit - same gore. Polite grin - same genocidal bite. Washington keeps clasping hands with hell, then shrieks when the fire reaches its own porch. You don’t sign peace with wolves; you just bankroll their next feast.
Druze warrior ✯ tweet mediaDruze warrior ✯ tweet media
Kosher@koshercockney

🔴 JUST NOW - Mind-boggling. Trump states that he put Jolani in Syria and Jolani should be the one sorting Hezbollah out in Lebanon and not Israel. “The man that is running Syria now is a man that I put there” “He’s done an amazing job at pulling it together. He’s not a boy-scout” “I suggest to Israel to let Syria take care of Hezbollah because to be honest with you I think they’d do a better job at doing it”

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Kheder Abdulkarim……..خضرعبدالكريم
لما اطفال الكورد بيلعبو الكرة ويتفننوا وبضربة دبل كيك بيدخلوا كول . ان شاء الله سوف تكونوا ابطال منتخب دولة كوردستان في دورة كأس العالم 2034
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Dr.Rony
Dr.Rony@RonyAlKurdi·
Mr. President @POTUS This is the man you call a "Strong man"? You cannot hide his criminal, terrorist history. He is nothing but a isis terrorist who kills innocent civilians, rapes women, and murders children. As the president of the world's most powerful nation, you must realize that with these statements, you are complicit in the shedding of civilian blood.
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الصحفي أيمن الحداد
رسالة واضحة وصريحة للـ.ـعميـ.ـل الـ.ـخائـ.ـن حكـ.ـمت الهـ.ـجري واتباعه
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Monica Laredo
Monica Laredo@MonicaLaredo2·
O Ghabilaf do Irã 🇮🇷 lidera cânticos de “Morte à América” enquanto queima uma bandeira americana. Este regime maligno é o inimigo do mundo livre. Não existe acordo com terroristas!
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As the saying goes: every pot finds its lid. They are not merely friends; they are partners, made of the same clay. Such people do not come together by coincidence, but because they share one unified mindset. One wears a beard, the other a formal suit. One operates in the desert, the other in political halls. Yet, in the end, they are two faces of the same coin.
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🇸🇨Mahmoud. h 🇸🇨 s
🇸🇨Mahmoud. h 🇸🇨 s@KaesKae94574441·
كم نحن محظوظين بك يا سماحة شيخنا القائد لقد حافظت على كرامتنا وجعلت جبل باشان عصيا على أعدائنا نحن خلف قيادتك الحكيمة يا شيخنا وعزنا وفخارنا لا زعيم ولا قائد ولا شيخ ولا أمير غيرك في جبل باشان دمت سالماً معافى شامخاً ابد الدهر 🙏🇸🇨♥️👌🔥
🇸🇨Mahmoud. h 🇸🇨 s tweet media
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Giulia
Giulia@samurai_611·
Mr. President you’re so smart that nobody in the Middle East thought about letting a terrorist country like Syria fight another terrorist org that is holding Lebanon hostage. I’m sure that the 20+ religions in Lebanon are so happy to hear that and fear no civil war or more attacks on Israel😬
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Kosher@koshercockney

🔴 JUST NOW - Mind-boggling. Trump states that he put Jolani in Syria and Jolani should be the one sorting Hezbollah out in Lebanon and not Israel. “The man that is running Syria now is a man that I put there” “He’s done an amazing job at pulling it together. He’s not a boy-scout” “I suggest to Israel to let Syria take care of Hezbollah because to be honest with you I think they’d do a better job at doing it”

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