Tiago Kraken

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Tiago Kraken

Tiago Kraken

@KrakenTiago

Katılım Mart 2020
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Kododis AI Covers
Kododis AI Covers@kododiscovers·
🚨 Mars People (#metalslug) e Hydron (#redearth) no oceano de algum planeta desconhecido fugindo de uma criatura estranhamente conhecida. 🤔 👁️ Veja + no perfil! ❤️ Deixe o seu like! 🖍️ Quem quer ver? 🔄 RT pra espalhar! #svc #cvs #snk #capcom #fightinggame
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dejanira
dejanira@dejanirasilveir·
🚨🚨 Julian Assange NOS ADVIRTIÓ ⚠️: "Quien controla el presente, ya controló el pasado. Quien controla los servidores de Internet controla el registro intelectual de la humanidad, y al controlar eso controla la percepción de quiénes somos... ahora poseen el poder de borrar, alterar y controlar la memoria colectiva de la humanidad, de una manera como nunca se podía imaginar" 《Los Archivos Digitales permiten borrar la historia en un solo clic》 ⚠️Assange nos dio una voz de ALARMA sobre la MANIPULACIÓN SILENCIOSA de la historia y trampa Digital 👇🔥
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Mahsun Mirzaoglu
Mahsun Mirzaoglu@MahsunMirzaoglu·
Freud, “yazmak için acı çekmek gerekir” diyor. İnsanlık tam anlamıyla sağlıklı ve normal olsaydı, muhtemelen hiçbir şey üretmezdi. Dostoyevski’yi krizleri, Nietzsche’yi çaresizliği, Kant’ı takıntıları var etti. Dünya, huzurlu insanların değil; uykusuzların, nevrotiklerin ve huzuru olmayanların omuzlarında yükselen bir medeniyettir. Huzur, yaratıcılığın katilidir.
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amalgamatomaton
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Giger
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Economia Brutal
Economia Brutal@investidorhelp·
🚨 A China apertou o botão e o veredito é brutal: seu iPhone, seu carro elétrico e até a porra da defesa nacional dos EUA estão por um fio! Enquanto você olha o gráfico do Ibovespa, Xi Jinping segura o interruptor de toda a tecnologia do século 21. O massacre silencioso começou e você nem percebeu. Segue o🧶
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La vida en viñetas
La vida en viñetas@lavidaenvinetas·
J.H. Williams III
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Tiago Kraken
Tiago Kraken@KrakenTiago·
@kododiscovers Foda! Vega é meu personagem favorito, mas jogo também comno Laurence! Fiz ate um desenho deles...
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Kododis AI Covers
Kododis AI Covers@kododiscovers·
🚨 Olé! Os capangas espanhóis Laurence Blood (#fatalfury 2) e Vega (#streetfighter 2) dando um show de tourada! Ps: Nenhum touro se feriu na criação dessa imagem. ❤️ Se gostou, deixa o like! ✅ Sugestões? Deixe um comentário. 🔄 RT é super bem-vindo! #svc #cvs #snk #capcom
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Daniel do #KOFXV #FFCOTW
Daniel do #KOFXV #FFCOTW@kofdadepressao·
🚨 NÃO SAIA DESSE POST SEM ESCOLHER: Você é TEAM K9999? 💥 ou TEAM NAMELESS? ⚡
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Ankor Inclán
Ankor Inclán@ankorinclan·
«Cuanto más inculta es una persona, más dinero necesita para pasar los fines de semana, porque como no fabrica nada, no produce nada, todo lo tiene que comprar. Mientras que una persona con un cierto nivel de cultura, con la conversación, un libro o una música puede pasar el tiempo de una manera enriquecedora. La riqueza que nos dan los libros es una riqueza real más duradera y limpia que las que se tienen». Fernando Savater
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𝐋𝐚 𝐋𝐥𝐚𝐯𝐞 𝐀𝐥 𝐌𝐢𝐬𝐭𝐞𝐫𝐢𝐨
🕳️ EL LIBRO PROHIBIDO QUE MAPEÓ EL INFIERNO BAJO NUESTROS PIES 🔥 En 1678, un jesuita polímata de mente brillante y acceso a archivos secretos publicó la obra más perturbadora de su época: un tratado de 990 páginas que desvelaba el Mundus Subterraneus, el mundo oculto bajo la corteza terrestre. Cámaras de fuego eterno que alimentan volcanes. Acuíferos colosales que conectan océanos invisibles. Vetas minerales que parecen respirar y crecer como seres vivos. Cuevas laberínticas que descienden hasta abismos sin fin. Fósiles que los antiguos juraban que aún latían. Dragones reales habitando las profundidades. Experimentos de alquimia que convertían la piedra en poder. Y, enterrada entre todo ello… Atlantis, no como mito, sino como realidad subterránea. Kircher no dibujó fantasías. Compiló conocimientos antiguos, informes de misioneros, textos perdidos y observaciones que la Iglesia prefería mantener en la sombra. Lo que las élites sabían desde hace siglos… y decidieron enterrar junto con la verdad. El Mundus Subterraneus no es solo un libro. Es la prueba de que vivimos sobre un mundo que nos oculta más de lo que revela. La superficie es solo la tapa. Lo importante siempre estuvo debajo 🤫
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Mental Hedge | Neurociência do investimento 🇧🇷
🦠🚨 HANTAVÍRUS E ETs Deixa eu ver se entendi: ETs que na verdade são superhumanos que voltaram do futuro pra avisar que o Hantavírus (criado em laboratório por humanos, claro), e outras cositas mais, vão destruir a humanidade. Segundo eles, o vírus já escapou (ou vai escapar em breve), é praticamente 100% letal pra quem não tiver a “vacina” que já estava pronta, mas ainda sem testes - não deu tempo! O surto tem 5 pessoas num navio, mas todo mundo já sabe por milhões de postagens simultâneas que vai escalar rapidinho. Por isso já urge pensar e falar de novo lockdown, todo mundo surtando em casa, quebrando o que sobrou dos negócios, porque o vírus muta sozinho no ar. Segredinho: Na verdade tem mais surtos iniciais espalhados pelo mundo, que os governos estão escondendo, fingindo que são só “casos isolados de gripe”. Daqui a pouco invertem o discurso e toda gripe vira Hantavírus, porque o pânico ajuda na adesão à vacinação. Aí começa o coro: “precisamos unir a humanidade tão fragmentada” (direita x esquerda, vacina x antivacina, homem x mulher, etc). E o caminho óbvio pra isso é começar a discutir um governo único mundial pra maior “proteção” (leia-se: controle total) dos humanos. Mas o mais curioso: apesar de serem humanos do futuro, foram esses mesmos ETs que criaram a gente lá atrás! São onipresentes — passado, presente e futuro (🤪). E, óbvio, escreveram a Bíblia inteira como manual de instruções… mas só pra informar, não querem afetar a religião de ninguém, juram por Deus (eles mesmos). Aí junta com os reptilianos, os Illuminati, os Anunnaki, os antigos deuses sumérios, time travel, New World Order, Great Reset, influencers, governos populistas, sinais no céu, vídeos de ovnis no Twitter… tudo a mesma mensagem, mas é só coincidência, né. Bla bla bla…. (complete a gosto, porque o que importa é só o fim 👇) . . . . Pra ter mais controle, arquitetar um crash e o Fed imprimir dinheiro e tentar porrar tudo de novo.
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Author🦑John A DeLaughter🦑
Author🦑John A DeLaughter🦑@HPL_JDeLaughter·
🦈I saw them in a limitless stream—flopping, hopping, croaking, bleating—surging inhumanly through the spectral moonlight in a grotesque, malignant saraband of fantastic nightmare & some of them had tall tiaras of that nameless whitish-gold metal & some were strangely robed🎨"The Shadow Over Innsmouth" by Jakub Jagoda🦈#HPLovecraft #Lovecraftian #Cthulhu #Dagon #Azathoth #Kraken #Yogsothoth #Nyarlathotep #Necronomicon #Gothic #Monster #Mythos #Apocalypse #HorrorArt #Horror #Scifi
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Giorgio
Giorgio@perennialmystic·
We can easily forgive a child who is afraid of the dark; the real tragedy of life is when men are afraid of the light. ― Plato
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JAMES WEBB
JAMES WEBB@jameswebb_nasa·
O Deus da Relatividade Uma navegação pelo pensamento de Spinoza a partir de Einstein “Acredito no Deus de Spinoza, que se revela na harmonia legal de tudo o que existe, mas não num Deus que se preocupa com o destino e com as ações dos seres humanos.” — Albert Einstein Há respostas que encerram uma discussão e há respostas que a deslocam para um território mais exigente. Quando, em 1929, Einstein foi perguntado se acreditava em Deus, esperava-se dele uma adesão ou uma recusa. Em vez disso, ele ofereceu um nome. Disse acreditar no Deus de Spinoza. A frase se tornou célebre porque parece simples, mas está longe de ser. Einstein não estava usando Spinoza como ornamento filosófico nem tentando revestir a ciência de alguma aura espiritual. Sua resposta era rigorosa. Ao mencionar Spinoza, ele remetia a uma concepção de Deus cuja consequência mais imediata é a dissolução de quase tudo aquilo que a imaginação religiosa acostumou o homem a associar à divindade. Na abertura da Ética, Spinoza define Deus como “um ser absolutamente infinito, isto é, uma substância constituída por infinitos atributos, cada um dos quais exprime uma essência eterna e infinita”.  A formulação é austera e deliberadamente impessoal. Não há nela traço de psicologia, vontade, juízo ou afeto. Deus não é apresentado como alguém, mas como aquilo cuja existência não depende de nada além de si mesmo e fora do qual nada pode ser concebido. Essa definição se torna ainda mais radical quando Spinoza avança para a proposição segundo a qual, “além de Deus, nenhuma substância pode ser dada nem concebida”, e logo em seguida conclui: “Tudo o que existe, existe em Deus, e sem Deus nada pode existir nem ser concebido.”  O ponto é decisivo. Deus não é um ente inserido no universo; é a própria condição de inteligibilidade de tudo o que há. Nada está diante dele como objeto externo, porque não existe exterioridade em relação à substância infinita. É aqui que a célebre expressão Deus sive Natura, Deus ou Natureza, deve ser compreendida em toda a sua seriedade. Ela não significa uma poetização ingênua do mundo natural, como se montanhas, rios e estrelas fossem sinais dispersos de um criador benevolente. Significa que a realidade inteira, em sua extensão infinita e em sua cadeia causal ininterrupta, é a única manifestação possível daquilo que Spinoza chama de Deus. O universo não foi fabricado por uma vontade transcendente. O universo é a própria necessidade divina em exercício. Por isso, quando Einstein fala em “harmonia legal de tudo o que existe”, a afinidade é quase literal. A palavra central de sua frase não é harmonia no sentido sentimental, mas legal no sentido de lei, de regularidade, de coerência objetiva. O Deus de Spinoza não se revela em milagres, recompensas ou intervenções providenciais. Revela-se na constância com que tudo decorre segundo ordem. Spinoza afirma, ainda na primeira parte da Ética, que “da necessidade da natureza divina devem seguir-se infinitas coisas em infinitos modos”.  Nada existe por concessão arbitrária. Nada acontece porque uma vontade escolheu assim e poderia ter escolhido de outro modo. A realidade, em Spinoza, não é produto de decisão, mas consequência de necessidade. As coisas derivam da essência divina como propriedades derivam de uma demonstração geométrica. O que há não poderia simplesmente ter sido substituído por outro arranjo ditado por capricho. Essa ideia elimina o Deus tradicional em quase todos os seus atributos humanos. Um Deus que decide atender uma prece, alterar uma circunstância ou suspender uma lei natural em favor de um indivíduo é um Deus que age por preferências. Spinoza considera essa imagem inadequada porque toda preferência implica limitação, e um ser absolutamente infinito não pode ser limitado por inclinações psicológicas. É por isso que ele rejeita explicitamente aqueles que imaginam Deus “à semelhança do homem”, sujeito a paixões e afetos.  Einstein reconhecia nessa impessoalidade não um vazio, mas uma forma mais alta de reverência. O universo que o impressionava não era um universo paternalmente administrado. Era um universo cuja estrutura permanecia inteligível e rigorosa sem a menor necessidade de nos levar em conta. A experiência religiosa, para ele, começava quando a consciência humana se dava conta de que existe uma ordem grandiosa, anterior aos nossos desejos, independente de nossas aflições e completamente indiferente à nossa necessidade de consolo. Spinoza não apenas oferece fundamento metafísico para isso; oferece também a sua consequência antropológica. Em uma de suas passagens mais severas, afirma que o homem não deve ser concebido como “um império dentro de um império”, mas como parte da natureza. O ser humano, portanto, não ocupa jurisdição especial no interior do real. Não há uma exceção ontológica em nosso favor. Estamos submetidos à mesma rede causal que governa todos os modos finitos da substância infinita. A dor humana não altera a necessidade do cosmos, assim como a alegria humana não lhe acrescenta finalidade. A perda dessa centralidade é desconfortável porque desmonta a velha ficção de que somos destinatários privilegiados da existência. No entanto, é precisamente aí que Spinoza e Einstein convergem com mais nitidez. Ambos recusam a ideia de um universo organizado segundo a escala afetiva do homem. Ambos entendem que a maturidade intelectual começa quando deixamos de exigir que o real faça sentido para nós e passamos a investigar segundo que sentido ele se organiza por si. Por essa razão, Spinoza recomenda não rir, não lamentar, não odiar, mas compreender. A frase não é uma defesa da frieza, e sim da lucidez. Compreender significa deslocar a consciência do drama individual para a ordem causal. Significa abandonar a pergunta centrada em nossa ofensa subjetiva e substituí-la pela pergunta sobre a necessidade objetiva que estrutura os acontecimentos. Essa troca é também a essência da atitude científica. A ciência não interroga o universo para obter conforto, mas para decifrar regularidades. Einstein via nisso um gesto espiritual no sentido mais exigente da palavra: não o desejo de ser amparado pela realidade, mas a disposição de contemplá-la sem exigir dela qualquer adaptação à medida humana. É por isso que a afinidade com Spinoza não termina na metafísica e alcança o plano mais alto da experiência intelectual. Na quinta parte da Ética, o filósofo afirma que “o supremo esforço da mente e sua suprema virtude consistem em compreender as coisas”.  Pouco adiante, dá nome ao efeito dessa compreensão: amor intellectualis Dei, o amor intelectual de Deus. Não se trata de devoção, súplica ou submissão, mas da alegria austera que nasce quando a mente percebe, ainda que de modo parcial, a ordem infinita da qual ela mesma é um fragmento. Esse talvez seja o ponto mais importante da resposta de Einstein. Ao dizer que acredita no Deus de Spinoza, ele não está afirmando a crença em uma entidade sobrenatural que acompanha biografias humanas. Está descrevendo uma forma de assombro racional diante de um universo que não precisa de espectadores, mas que, apesar disso, pode ser conhecido. Não há promessa nessa visão, e certamente não há conforto fácil. O que existe é algo mais raro: a consciência de que a realidade possui uma coerência anterior a nós e de que a inteligência humana, em seus melhores momentos, consegue tocá-la sem jamais domesticá-la. Talvez Einstein e Spinoza estivessem falando da mesma experiência: a de perceber que o universo não foi feito para nos ouvir e, ainda assim, permanece digno da mais profunda contemplação.
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