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@LdosSantosMD

Katılım Kasım 2023
217 Takip Edilen28 Takipçiler
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lucas.@LdosSantosMD·
@PaulinusOfTrier Actually, during VII, he nourished the monster of Modernism. We may see an inflection later, but in the begining he was a Pro-modernist prelate.
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Henry von Blumenthal
Henry von Blumenthal@PaulinusOfTrier·
Benedict XVI was an aspirin Pope, who masked the pain but did not deal with the disease.
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lucas.@LdosSantosMD·
@frialeb @mombaque Não é fracasso. É o resultado bem planejado.
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L.
L.@mombaque·
"Relatos assustadores, tem mulher de véu na missa" "Cresci em comunidade ligada à teologia da libertação, hoje não tenho religião"
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MariMari@whocaresmari

Muito se está falando sobre como a ascensão do neopentecostalismo no BR e LATAM comprometeu - e segue comprometendo - quase todas as esferas do tecido social. Mas agora quero trazer uma observação pessoal de algo que tem me assustado, já que está acontecendo MUITO rápido: que é a ascensão das vertentes ultraconservadoras católicas. Meus pais são católicos SUPER praticantes, estudei em escola católica construtivista e ligada à teologia da libertação e cresci participando em uma comunidade católica filantrópica. Estudei na PUC e hoje não tenho religião. Meus pais seguem super atuantes e tenho escutado deles e de amigos praticantes, relatos ASSUSTADORES de desentendimentos as paróquias e comunidades, por pessoas que estão seguindo o tal Frei Gilson, a Renovação Carismática e afins. Essas pessoas são contra todas as mudanças feitas pelo Vaticano ao longo dos últimos séculos. Ontem mesmo, minha mãe contou que já tem mulheres assistindo missa de VÉU, isso em igrejas de classes média e média alta em bairros centrais da maior capital do país. Também ontem, vi um vídeo da tal descerebrada Pietra falando abobrinhas, muito provavelmente provenientes dessas correntes... Agora minha pergunta é: o que nós, progressistas, estamos fazendo CONCRETAMENTE pra combater esse retrocesso ASSUSTADOR? Estamos caminhando pra ser Gilead?

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lucas.
lucas.@LdosSantosMD·
@vitalhs @mombaque Eu fico pensando se alguém assim diria que tem uma orelha ultradireita e outra esquerda.
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Victor ✠
Victor ✠@vitalhs·
Assim, é impressionante a pessoa parece que não lê o que escreve. "Tem mulher de véu na missa" são ultraconservadores. Tem que pessoas que não tem a menor noção do peso das palavras que usam. "Seguindo um tal de Frei Gilson", esse ultragigablaster conservador que reza o rosário e pasmem, as 04:00 da manhã. Aonde vamos parar com todo esse retrocesso?
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Tommy Robinson 🇬🇧
Tommy Robinson 🇬🇧@TRobinsonNewEra·
An accurate visual representation of "Modern Britain".
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Mαr Mounier 🌐
Mαr Mounier 🌐@elhigadodmarita·
Católicos: No utilicemos el término “conservador” para identificarnos. El conservadurismo es una serpiente dentro de la Iglesia que solo busca conservar los frutos podridos de la Revolución Francesa. El católico no “conserva”, ordena e instaura el Reinado de Nuestro Señor en la tierra. El conservadurismo parásita de todo lo bueno de la fe católica en la superficie. Se presenta como defensor de la tradición, pero promueve todas las ideas modernistas que buscan destruirla. “Conservadurismo” y “tradición” SON ANTÓNIMOS.
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lucas.@LdosSantosMD·
@gojobalduino São caça-cliques. Cai quem quer.
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Gojo Calderón
Gojo Calderón@gojobalduino·
Os caras ainda não sabem, em pleno 2026, quem realmente são os fiéis da FSSPX. 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣 Eles partem da premissa de que o católico tradicionalista está desesperado por aprovação burocrática e que, se o bispo ou uma página de Instagram disser "é inválido", o fiel vai correndo voltar para o "hospício conciliar" bater palma com o pandeiro no domingo. Eles ainda não entenderam que o fiel que recorre à Fraternidade já passou dessa fase faz tempo. instagram.com/reels/Daqr6A1D…
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LSᶜʳᶠ
LSᶜʳᶠ@LS811922·
Culpa da Globo que passava os jogos do Flamengo em Portugal nos anos 70
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lucas.@LdosSantosMD·
@KoramProNobis @PopeLeoXIIIStan Vejo de forma mais egoísta. Atacar Fr Pagliarani é tentar salvar a própria reputação de quem ataca, pois justufica a guinada na opinião em relação à SSPX como sendo culpa de um único homem, Fr Pagliarani.
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koram | FSSPXer
koram | FSSPXer@KoramProNobis·
4. This attack on Fr. Pagliarani’s leadership is a pretty blatant attempt to try and fracture the SSPX governing structure and unity while they are perceived “weak” following the “excommunications.” IE, it’s an attempt to destroy the SSPX by causing tension within the leadership. It’s the same old trick PR firms and corporations will use on competition. Plant a story, get media to hype it up, make people start distrusting each other, provoke a palace coup, etc.
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Pope Leo XIII
Pope Leo XIII@PopeLeoXIIIStan·
If Bishop Fellay was superior general, the SSPX would have at least dialogued with Cardinal Fernandez for a year or so, which would have increased the likelihood the SSPX regularized and had a better shot at a mandate. They were never getting it by July 1.
Certamen@certamen_de

A lot of people in traditional circles, including the SSPX, watched @TaylorRMarshall a lot when his channel was still smaller. But many eventually stopped. There was some initial depth, but long term it didn't really advance the viewers faith. It consisted mostly of criticising Pope Francis (rightly so). That constant outrage is what ran his channel and built his brand over the last years. And it was very helpful for many people Catholic or not to understand the crisis in the church and see it clearly. Now, Marshall has completely shifted gears. He built an audience on papal criticism has pivoted and hardly recognises there is a crisis. His latest argument against the SSPX is personal criticism of Don Davide Pagliarani. Does he think the SSPX would have acted differently and would not have consecrated bishops if one of the bishops was superior general of the SSPX? Why has he never mentioned this point of criticism on the sspx on the past? Why is it relevant now, but wasn’t relevant the last years? I am genuinely curious?

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lucas.@LdosSantosMD·
@ProtecttheFaith Que N. S. da Conceição Aparecida interceda por ti.
Milan, Lombardy 🇮🇹 Português
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Deacon Nick Donnelly
Deacon Nick Donnelly@ProtecttheFaith·
Thank you everyone for your best wishes, prayers and messages of support on the 21st anniversary of my ordination I'm so grateful for the help and encouragement you all give me in my ministry
Deacon Nick Donnelly tweet media
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Faraz Pervaiz
Faraz Pervaiz@FarazPervaiz3·
HORRIBLE In Bangladesh 🇧🇩, a Muslim Imam from a mosque is mistreating non-Muslim women, treating them worse than animals on the streets. This is real Islam.
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lucas.@LdosSantosMD·
@LMSChairman É uma bênção viajar e assistir a mesma Missa (TLM) que eu tenho em minha cidade. Apenas a homilia é incompreensível em alguns locais. Esta é a menor das vantagens da Missa Trudentina. Não importa se está nas Américas, Europa ou Ásia.
Milan, Lombardy 🇮🇹 Português
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Joseph Shaw
Joseph Shaw@LMSChairman·
The vernacular Mass only helps you understand what is going on if you understand that particular vernacular better than a deeply familiar Latin. Many millions of Catholics attend Mass in a language not their own, especially in Africa and China.
Uche is a girl 🇻🇦@UcheMaryOkoli

The use of vernacular did not divide...it instead fostered unity and even better understanding of what is happening at Mass. Also, the beautiful thing about the Mass is, anywhere you find yourself in in the world and you go to Mass, you'd never feel lost at all. The Church is one and true. Vatican II Council was very necessary and I'm glad it happened. The world needed it.

English
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lucas.@LdosSantosMD·
@certamen_de Obrigadíssimo por compartilhar.
Sienna, Tuscany 🇮🇹 Português
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Certamen
Certamen@certamen_de·
The day after the SSPX consecrations in Ecône, my family was allowed to see the office, bed and private oratory of Archbishop Marcel Lefebvre, which has remained completely unchanged since his death in 1991. Here a few images: 1/ His desk with his notebook. He had immaculate handwriting. 1/
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Chadpostólico ⚜️
Chadpostólico ⚜️@chadpostolico·
La película “Los Católicos”, rodada en 1973, presenta un escenario ficticio de la Iglesia Católica en un futuro posterior al Concilio Vaticano IV. En esta película, el único lugar del mundo donde aún se celebra la Misa en latín se convierte en un destino de peregrinación para fieles de todo el mundo. Debido al difícil acceso de este monasterio en las montañas, el Padre Abad continúa celebrando la liturgia tradicional, mientras miles de personas viajan hasta allí buscando la misa que ha sido totalmente prohibida en el resto del mundo. Despues de un largo viaje, un enviado del Vaticano le comunica al Padre Abad que los católicos ya no están obligados a creer en la Presencia Real de Cristo en la Eucaristía, sino únicamente en un significado simbólico. Y esa es precisamente, la razón por la que tantos peregrinan a ese lugar y esto no le gusta al Vaticano. Aunque se trata de una obra de ficción y algunos de sus escenarios son deliberadamente exagerados, resulta extremadamente inquietante verla hoy. Es inevitable recordar el artículo publicado recientemente en el periódico oficial del Vaticano, donde se propone interpretar al diablo más como “el mal personal presente en el mundo” que como un ser personal y real. Es difícil no preguntarse, al ver ciertos debates actuales, hacia dónde se dirige la Iglesia y qué verdades de la fe algunos van a ser reinterpretadas en las próximas décadas.
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✠Eques♱Domini✠
✠Eques♱Domini✠@equesdomini·
Los modernistas y cómplices del desastre Novus Ordo y el CVII vais a mamar FSSPX hasta que os volváis católicos:
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Soeiro
Soeiro@gbsoeiro_·
@ManchurianKing @gojobalduino Segundo o concílio Vaticano II e os sedecontinuístas, todos vão para o céu e fora da Igreja que está a verdadeira salvação. Então pare de alfinetar os cismáticos, isso é proselitismo e radicalismo segundo o concílio, seja coerente e pare de encher o saco
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Gojo Calderón
Gojo Calderón@gojobalduino·
3hs de live, kkkkkkkkkkkkk Não existe engajamento monetizado e a mercantilização da crise da Igreja. Onde está algum padre da FSSPX fazendo isso? Nenhum deles passa 3 horas mendigando atenção no tutube, nenhum tem canal monetizado ou vive de live PIX.
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Mαr Mounier 🌐
Mαr Mounier 🌐@elhigadodmarita·
LA SUSTITUCIÓN DE SAN PIO X POR "LEFEBVRE" Cuando el nombre cambia, también cambia el debate. Las grandes transformaciones intelectuales rara vez comienzan con una ruptura visible. Antes de que cambien las instituciones, antes de que cambien las estructuras y antes incluso de que cambien las formulaciones doctrinales, suele producirse una modificación más silenciosa: cambia el lenguaje con el que la realidad es nombrada. El lenguaje no es un instrumento indiferente. No es una simple colección de sonidos destinados a facilitar la comunicación entre individuos. Para la tradición filosófica clásica, el nombre posee una relación con la realidad que designa. La inteligencia humana conoce las cosas a través de conceptos, y los conceptos se expresan mediante palabras. Por ello, alterar sistemáticamente el modo de nombrar una realidad no es una operación puramente externa: modifica también la manera en que esa realidad es comprendida. Quien consigue imponer un determinado lenguaje consigue, en gran medida, determinar el marco dentro del cual una discusión será planteada. No porque las palabras tengan un poder "mágico" sobre la verdad, sino porque el ser humano conoce mediante la inteligencia, y la inteligencia opera siempre a partir de conceptos. Cuando los conceptos son sustituidos, también puede cambiar la percepción del objeto que se pretende conocer. Esta cuestión adquiere una relevancia particular cuando se analiza la manera en que la Fraternidad Sacerdotal San Pío X ha sido presentada durante décadas en determinados ambientes. Una realidad cuyo nombre oficial remite explícitamente a San Pío X, un santo pontífice, ha terminado siendo identificada de forma predominante mediante una referencia personal: "los lefebristas". ¿Por qué existe la palabra "lefebrista", pero nadie habla de "píoistas", si la institución lleva el nombre de San Pío X? A primera vista, podría parecer una denominación puramente descriptiva. Marcel Lefebvre fue, sin duda, el fundador de la Fraternidad y una figura central en su historia. Sin embargo, reducir una realidad doctrinal a la persona de su fundador plantea una cuestión más profunda: ¿qué sucede cuando una identidad definida por principios es reinterpretada exclusivamente a través del nombre de un individuo? La primera consecuencia es un desplazamiento del centro de gravedad. La Fraternidad Sacerdotal San Pío X no eligió llamarse "Fraternidad Marcel Lefebvre". No quiso que su identidad estuviera fundada en la personalidad de un hombre del siglo XX. El nombre escogido fue el de San Pío X, un pontífice canonizado que representa un programa doctrinal concreto: la defensa de la objetividad de la verdad, la afirmación de la filosofía realista, la promoción del pensamiento tomista y la resistencia frente a aquellas corrientes intelectuales que consideraba incompatibles con la fe católica. El nombre San Pío X contiene, por tanto, una afirmación teológica e intelectual. Indica una filiación. Señala una continuidad que pretende remontarse no a un individuo contemporáneo, sino a una concepción de la Iglesia, de la Revelación y de la relación entre fe y razón. Cuando esa referencia es sustituida casi completamente por la palabra "lefebrista", algo cambia en la percepción pública del fenómeno. El debate deja de comenzar con una pregunta doctrinal: "¿Qué principios sostiene esta institución?". En su lugar aparece una pregunta personal: "¿Qué relación tienen estas personas con Marcel Lefebvre?". Y esa diferencia no es menor. Una discusión sobre principios obliga a examinar ideas. Exige estudiar documentos, analizar argumentos, confrontar fuentes y determinar si una posición corresponde o no corresponde a la verdad. Una discusión sobre personas permite reducir el problema a una biografía, una personalidad o una circunstancia histórica. Y a eso apunta el nombre de "lefebristas". Girar el eje en donde debiera darse el debate. La sustitución de una doctrina por un nombre personal constituye así una forma de reducción intelectual. La tradición se convierte en una "tendencia". La enseñanza se convierte en una "postura". La cuestión teológica se convierte en una cuestión sociológica. Pero el problema fundamental es que Marcel Lefebvre nunca pretendió ser la fuente de la verdad que defendía. Su propia argumentación partía de una premisa opuesta: él no se presentaba como creador de una nueva interpretación del catolicismo, sino como defensor de aquello que afirmaba haber recibido de la Iglesia anterior a las controversias contemporáneas. Desde esa perspectiva, Lefebvre NO era el principio, sino un transmisor. No era la medida de la verdad, sino alguien que afirmaba someterse a ella. La legitimidad de una posición no podía proceder de su nombre, sino de su conformidad con una realidad objetiva superior a cualquier individuo. Precisamente aquí aparece el punto central del problema: si la discusión se concentra exclusivamente en Lefebvre, se evita la discusión del universo doctrinal en el que la Fraternidad fundamenta su obra y defensa Porque detrás de San Pío X existe una tradición intelectual completa. Existe una determinada concepción de la verdad. Existe una comprensión metafísica de la realidad. Existe la convicción de que el intelecto humano puede conocer lo verdadero. Existe la afirmación de que la ley natural no es una construcción cultural, sino una participación de la criatura racional en el orden querido por Dios. Existe, en definitiva, una visión del mundo cien por ciento católica. Pero cuando todo ese horizonte es sustituido por la etiqueta "lefebrista", la discusión pierde profundidad. El problema deja de ser la relación entre verdad y autoridad, entre Tradición y desarrollo, entre continuidad y ruptura. Todo queda reducido a la adhesión o rechazo de una persona concreta. Y ahí se produce una paradoja: quienes utilizan esa etiqueta para definir a la Fraternidad terminan concediendo precisamente aquello que sus miembros niegan. Le atribuyen a Lefebvre una centralidad que la propia Fraternidad no le atribuye. Transforman al fundador en la fuente de una identidad que oficialmente esta fundada en una tradición anterior a él. La cuestión no es negar la importancia histórica de Marcel Lefebvre. Su papel como fundador y protagonista de una controversia eclesial del siglo XX es innegable. La cuestión es si resulta intelectualmente honesto explicar una realidad doctrinal mediante una referencia exclusivamente personal. La tradición católica, de hecho, ha sido históricamente mucho más amplia que sus figuras individuales. Nadie reduce el tomismo a "la doctrina de Tomás" como si el santo hubiera creado la verdad filosófica que enseñó. Nadie reduce la defensa de la fe nicena a "atanasianismo" como si San Atanasio hubiese inventado la divinidad de Cristo. Las grandes figuras de la Iglesia son grandes precisamente porque no se colocan como origen de la verdad, sino porque sirven a una verdad que los supera. Ese mismo principio permite comprender la identidad de la Fraternidad Sacerdotal San Pío X: su referencia última no pretende ser Marcel Lefebvre, sino aquello que Marcel Lefebvre defendía: la portentosa obra de San Pío X. Por eso la cuestión del reemplazo del nombre por parte de los detractores de la fraternidad NO es una cuestión superficial. No se trata simplemente de elegir entre una palabra u otra. Se trata de preguntarse qué realidad intelectual queda iluminada y cuál queda oscurecida mediante una determinada denominación. Cuando una REALIDAD llamada San Pío X pasa a ser conocida principalmente como "Lefebvre", el centro del debate se desplaza. Y cuando el centro se desplaza, también cambia aquello que el público percibe como el verdadero objeto de la discusión. Al final, la cuestión más profunda no es cómo se llama a un grupo, sino qué principios se están examinando. Porque las personas pasan, los nombres pasan y las controversias pasan. Pero la verdad, si es verdaderamente objetiva, permanece. Y es eso precisamente, lo que detractores evitan confrontar, porque entonces quedarían expuestos en su deshonestidad y en sus contradicciones. Por tanto, si usa el término "lefebrista", ya sabes qué es lo que evita discutir... porque sabe, que tiene la discusión perdida. autor: Mar Mounier.
Mαr Mounier 🌐 tweet media
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Alexandre Almeida ♥️ ❤️‍🔥
Olha isso Culto Luterano na Igreja que São Dom Bosco fazia missas Com autorização da Diocese de Turin, os Hereges Protestantes vão celebrar seu culto em Nosso Altar Católico Então essa excomunhão foi pra me proteger dos Luteranos? Fiquem vocês com os cultos protestantes!
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Chadpostólico ⚜️
Chadpostólico ⚜️@chadpostolico·
Artículo del periodico oficial de la Santa Sede: EL DIABLO NO EXISTE El suplemento mensual de L’Osservatore Romano publicó un especial titulado «El diablo en nosotros». Presenta al “diablo” desde perspectivas bíblicas, psicológicas y culturales. Ha sido criticado por diluir la doctrina tradicional sobre la existencia personal de Satanás y lo describe como el mal presente en la humanidad. Nos están condicionando para lo que ya se ve venir. ⬇️ Concilio Vaticano III: “Declaramos que el diablo no debe entenderse como un ser personal y real, sino como un símbolo del mal moral presente en la humanidad. Por ello, las referencias a Satanás en la Sagrada Escritura deben ser interpretadas principalmente en sentido alegórico.” infovaticana.com/2026/07/06/un-…
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lucas.
lucas.@LdosSantosMD·
@KatalinaSie Abominação.
Assisi, Umbria 🇮🇹 Português
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