Léo

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@LeoSTL91

A revolta é um instinto da vida; até mesmo o verme se revolta contra o pé que o esmaga 🏴

Rio de Janeiro, Brasil Katılım Kasım 2018
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Léo
Léo@LeoSTL91·
@1cesgusto Aparentemente o perfil é novo, criado apenas para publicar a retratação. Eu na qualidade de advogado do ofendido não aceitaria. Se ele ofendeu através de outro perfil com um alcance maior é lá que a retratação deve ser feita.
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Léo
Léo@LeoSTL91·
@willon Toda vez que eu gero uma Grerj eu sinto como se estivesse sendo assaltado.
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Léo
Léo@LeoSTL91·
@marioliveirain A soberba do português médio é incrível 🤣
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Mariana Oliveira
Mariana Oliveira@marioliveirain·
Um português ficou chateado que critiquei o cheiro da Europa e disse que em Portugal eles são limpos. Daí eu disse: “Por que vocês não são europeus, são latinos, Portugal faz fronteira com a Bahia, vocês são um de nós”, e ele tá lá me respondendo, de forma séria, que não, que eles estão na Europa. Existe ironia em Portugal? não sei se aviso pra ele que é brincadeira 🥲
Mariana Oliveira tweet media
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Léo
Léo@LeoSTL91·
@Serenocrvg Tem uma entrevista dele em que ele explica. A vida perdeu o brilho quando o pai morreu. Ele entrou em depressão profunda. Ele reconhece que bebe pra aliviar a dor e que o futebol perdeu a graça.
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LucasCRVG
LucasCRVG@Serenocrvg·
Tenho a impressão de que o nosso Imperador está afundado na depressão a anos e usa o álcool como refúgio. Tenho um pouco de receio dele usar drogas pesadas…
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BlackMaps 🗺️
BlackMaps 🗺️@maps_black·
Infraestructura de pago más buscada en Google por país 💴
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Dra. Vanessa Gil
Dra. Vanessa Gil@nessa_n_gil·
A polícia do RJ já mandou prender Mikhail Bakunin, pai do anarquismo morto em 1876, em 2014, lembram? Perto disso, multar um bar que não existe nem me espanta.
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CBN Brasil
CBN Brasil@CorrupcaoBrNews·
🚨“Nosso míssel está guardado aqui na minha cueca”, diz Lula em resposta às ameaças de Trump
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Léo
Léo@LeoSTL91·
@andrematheus85 Só se a falar vier do “eixo do mal” kkkkk Direito internacional é um piada. Sempre será utilizado apenas a favor dos donos do mundo, nunca contra.
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André Matheus / Advogado
André Matheus / Advogado@andrematheus85·
Dizer que vai dizimar uma civilização não é crime de guerra?
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Léo
Léo@LeoSTL91·
@LitiganteDeBF Absurdo! Foi em qual estado? Mês passado ganhei repetição de indébito e mais 6k de dano moral num processo dessa mesma natureza. Falsificaram grosseiramente a assinatura do cliente.
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Litigante de boa fé
Litigante de boa fé@LitiganteDeBF·
Desembargador tirou o dano moral de um cliente meu que provamos a assinatura falsa em contrato de empréstimo. Motivo? Ah, era só 7% da aposentadoria dele. Nada demais.
Litigante de boa fé tweet mediaLitigante de boa fé tweet media
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Beta Bastos
Beta Bastos@roberta_bastoss·
Alana, jovem atacada com 15 facadas após recusar namoro. Conta com a presença de todos nós para cobrar que justiça seja feita. Data da audiência: 15/04/2026 às 14h Local: Fórum Regional de Alcântara – Patrícia Lourival Acioli (4º andar) Endereço: Rua Osório Costa, s/nº – Colubandê, São Gonçalo/RJ Pontos de referência: CEASA do Colubandê (atrás do Fórum), Hospital Estadual Alberto Torres e Corpo de Bombeiros nas proximidades. FOGO NOS FEMINICIDAS 🔥
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Léo
Léo@LeoSTL91·
@lucasmourao_ Se criar mais um beneficio no contracheque eles passem a ler pelo menos a inicial.
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Lucas Mourão
Lucas Mourão@lucasmourao_·
Advogados: sujeitos românticos que esperam que suas petições sejam lidas por aqueles que são (bem) pagos para isso.
Jorge Araujo@JorgeAraujo

@ogavelar @papini_antonio Eu chego a ficar tocado com o romantismo dos advogados em acreditar que vamos conseguir ler notas de rodapé nas petições.

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Léo
Léo@LeoSTL91·
@Jefersondspg Para uns rir, outros tem que chorar. ✌️
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Jeferson PG
Jeferson PG@Jefersondspg·
Se cria desvantagens pra eles, é vantagem pra nós, tá safe. ✌️
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g1
g1@g1·
FOTOS: veja cerimônias da Sexta-Feira Santa pelo mundo glo.bo/bm3gyvt
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Vladimir Aras 🇧🇷
Vladimir Aras 🇧🇷@VladimirAras·
O caso Narbondo No próximo dia 15 de abril de 2026, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça será palco de um julgamento raro. O caso de Pedro Antônio Mato Narbondo podia ser apenas mais um pedido de reconhecimento de sentença penal estrangeira. Contudo, meio século depois dos fatos, os 15 ministros mais antigos do STJ terão diante de si um pedaço da Operação Condor. Em dezembro, o Brasil foi sentenciado pela Corte IDH @CorteDirHumanos pela tortura e morte de Eduardo Collen Leite, o “Bacuri”, ocorrida em 1970, durante a ditadura brasileira (caso Leite, Peres Crispim e outros vs. Brasil). Agora, outro caso desse período sombrio entra em pauta. Trata-se da HDE 8001. A sentença a ser homologada no Brasil é italiana. Os fatos se deram em território argentino. O condenado, uruguaio, é também brasileiro nato. Tais circunstâncias criam um mosaico jurisdicional. Em 8 e 9 de junho de 1976, quatro cidadãos italianos (Gerardo Gatti, Maria Emilia Islas de Zaffaroni, Armando Bernardo Arnone Hernandez e Juan Pablo Recagno Ibarburu) foram sequestrados, torturados e mortos em um centro clandestino da repressão em Buenos Aires. O pano de fundo foi a engrenagem transnacional de persecução que uniu regimes autoritários do Cone Sul e ganhou o nome de Operação Condor, um mecanismo de cooperação internacional militar. Pedro Antônio Mato Narbondo foi uma das peças desse tabuleiro sinistro e sangrento. A Argentina não o processou. O Brasil ignorou a causa. Décadas depois, a Itália julgou e condenou Narbondo a prisão perpétua. Agora, busca-se no Brasil o reconhecimento dessa sentença, para que produza efeitos aqui. Não é uma extradição, incabível porque o sentenciado é também brasileiro nato. É uma transferência de execução penal, conforme a Lei de Migração. O caso Narbondo coloca em tensão vários princípios: a) a soberania penal brasileira b) a vedação da extradição de brasileiro nato c) a imprescritibilidade (ou não) de crimes contra a humanidade, afinal se trata de crimes de jus cogens d) a compatibilidade da pena de prisão perpétua com a legislação brasileira. A Itália, pela justiça de Milão, julgou o caso com base na nacionalidade das vítimas. O Brasil foi chamado a reconhecer sua jurisdição ampliada, para execução da pena como um resultado do “aut dedere”. Não o julgamos, mas podemos reconhecer a pena aplicada a ele. Narbondo tem 85 anos. Os fatos têm 50. As vítimas já não estão mais na memória, salvo nos pensamentos de seus familiares. A Corte Interamericana de Direitos Humanos tem insistido que graves violações de direitos humanos não podem ser soterradas por leis de anistia, por prescrição ou ainda por conveniência política. A comparação com o caso Robinho é inevitável. Ali se discutia a execução de uma pena estrangeira, também italiana, por crime comum, numa lógica cooperativa mais consolidada. Aqui temos um crime de direito internacional, submetido a uma jurisdição extraterritorial estrangeira pelo princípio da nacionalidade passiva (das vítimas). Entramos em campo porque o réu é nosso nacional. O STJ decidirá sobre o estatuto jurídico dos crimes da Operação Condor no Brasil e sobre o papel do Judiciário na reconstrução da memória histórica desse grave período. Está em jogo uma visão de Direito Penal brasileiro do século XXI, inspirada pela principiologia häberliana do artigo 4º da Constituição, que não se amarra mais, como uma âncora, às categorias soberanistas do século XIX. Este é um julgamentos importante para três países e um julgamento de dimensão histórica. Certos crimes não pertencem ao passado. Pertencem à consciência ética da humanidade. É por isso esperamos que o tempo não absolva Narbondo e que o STJ revigore a memória das vítimas.
Vladimir Aras 🇧🇷 tweet mediaVladimir Aras 🇧🇷 tweet media
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Léo
Léo@LeoSTL91·
@vicjuan67 @SergioChouza Ela não só fez o gesto, ela também chamou o funcionário de macaco. Injuriar alguém nesse tipo de contexto é crime no Brasil.
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Faraon
Faraon@vicjuan67·
@LeoSTL91 @SergioChouza DECIS CRIMEN?NO CONFUNDAS CALIFICATIVOS ESTA MUY CLARO , HUBO UNA OFENSA VISUAL (CALIFICADA DE RASISTA) NO ES NEGADA BRAZIL , DEBE TAMBIEN ENTRNDER , QUE NINGUN EMPLEADO DE CUALQUIER NEGOCIO , OFENDA Y FALTE EL RESPETO A UN TURISTA SEA ARG.O OTRO PAIS.
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Sergio Chouza
Sergio Chouza@SergioChouza·
Los militantes de Milei estuvieron dos meses diciendo que la racista arrepentida era “kuka”. Era toda de ustedes, e igual la salvaron entre Alberto Fernández, Marcela Pagano y el gordo Samid. Pidan perdón de rodillas ahora.
Patricia Bullrich@PatoBullrich

Me junté con Agostina antes de que vuelva a su casa con su familia. Hubo un gran trabajo de sus abogados, el acompañamiento incondicional de su familia y el apoyo del Gobierno. Y sí, a pesar de algunas manos sucias e interesadas, volvió. Hoy hay una sola cosa importante: que está acá.

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Léo
Léo@LeoSTL91·
@jualtorres @AdilsonRubens6 O pix é a evolução da "transferência bancária". Antes do Pix nos tínhamos os chamados TED e DOC que são modelos de transferência bancária que eram tarifados pelos bancos. O PIX é 100% gratuito e instântaneo, além de ter evoluído para permitir o parcelamento.
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Juan Torres
Juan Torres@jualtorres·
@AdilsonRubens6 Ya existe..se llama transferencia bancaria. Es la misma cosa..solo que la app es del banco de cada uno y no del Banco Central. Todo el mundo paga así en Pataguay..del Uber al alquiler o lo que sea.
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André Matheus / Advogado
André Matheus / Advogado@andrematheus85·
A lei brasileira está à venda? Essa é a provocação incômoda, mas necessária, que precisamos encarar. Juristas como Pedro Lenza já consolidaram o entendimento de que, se um parlamentar recebe propina para votar um projeto, essa lei não é apenas um caso de polícia; ela é juridicamente nula. Ela nasce com uma "mácula de nascença", uma inconstitucionalidade formal, porque a vontade que a criou foi comprada, e não debatida. O processo legislativo foi fraudado no seu DNA. Mas vamos elevar o tom dessa discussão para um cenário ainda mais perigoso e atual: e se o "comprador" for um Estado estrangeiro? Imaginem um projeto de lei penal, algo que mexe diretamente com a nossa liberdade e com a criminalização de condutas, que surge como um lobby velado de uma potência externa. Se agentes são pagos por outro país para infiltrar interesses internacionais na nossa legislação, estamos diante de algo que vai além da corrupção comum. É um ataque direto à soberania nacional. O Direito Penal brasileiro deve servir para proteger os bens jurídicos da nossa sociedade, seguindo critérios rigorosos de proporcionalidade. Quando esse critério é substituído pelo interesse geopolítico de terceiros, a lei perde sua razão de ser. O Congresso Nacional não pode funcionar como uma extensão de interesses estrangeiros ou como um balcão de negócios internacional. Se a caneta do legislador foi guiada por dinheiro vindo de fora, o processo legislativo está viciado. No meu entender, essa é uma inconstitucionalidade formal insanável. Uma lei que nasce para servir a outra bandeira, sob o pretexto de ser brasileira, é uma fraude à nossa Constituição e uma ofensa à dignidade da nossa democracia. Não podemos aceitar que a nossa segurança jurídica e a liberdade do nosso povo sejam moedas de troca em tabuleiros estrangeiros. Afinal, uma lei que nasce de com essa mácula, não merece o nome de lei; é apenas um contrato espúrio imposto à sociedade.
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Adi el Grande
Adi el Grande@icardo8·
Trump amenazó con sancionar a Brasil si no cerraba PIX, para favorecer a VISA y Mastercard. La respuesta de Lula es comenzar a implementar PIX internacional. Parece que al liberalismo le duele la libre competencia.
Adi el Grande tweet mediaAdi el Grande tweet media
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Léo
Léo@LeoSTL91·
@vicjuan67 @SergioChouza Então argentinos podem viajar a outro pais, cometer um crime nesse país é no final resolver tudo com um “pedido de desculpas? Interessante 🤔
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Faraon
Faraon@vicjuan67·
@SergioChouza NINGUNA PERSONA ARG.DEVE SUFRIR TANTOS DIAS POR UN ERROR DE EXPRESION , PUNTO FINAL SE PUDE DISCULPAS /SE ANALIZA ESTE ACTO CON MENTALIDAD CONSTRUCTIVA Y SABER QUE LOS ARG.YA SOMOS VISTOS COMO RAZISTAS NO CAMBIARA NADA , CON ECHOS ASI PEDIR PERDON Y NO HACERNOS A NOSOTROS ESTO
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Léo
Léo@LeoSTL91·
@StacyInMalibu @arielgustavo4 Não é injustiça. Ela veio até o Brasil, praticou um ato tipificado em lei e segue respondendo.
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Stacy Lovell
Stacy Lovell@StacyInMalibu·
@arielgustavo4 A veces toca defender hasta a la gente no tan buena de las cosas injustas.
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Ariel Gustavo
Ariel Gustavo@arielgustavo4·
No sé por qué pero me da malas vibras la piba que estuvo detenida en Brasil por racismo. Soy un detector de malas energías
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