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@LiberdadeTotal3

-Aristocratic Spirit -Guanabara Mística -Tecno Tenentism - Nietzschian Vitalism - Luso Tropicalism

Katılım Temmuz 2021
578 Takip Edilen239 Takipçiler
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O Zoomer ⚡️@LiberdadeTotal3·
@Peixe245II Que o Tony é alguém sem salvação, sem ajuste. Tanto que acontece o que acontece no fim da série.
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H of ⊃∪∩⪽
H of ⊃∪∩⪽@Peixe245II·
Acho cômico que o Tony Soprano faz terapia e toma remédio por mais de sete anos, mas ele ainda prefere resolver os problemas dele se drogando e transando com mulher bonita. O que será que o David Chase quer dizer com isso? 🧐
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Jordan 🇦🇺
Jordan 🇦🇺@Geologo_Trader·
Milei x Kast 🇦🇷⛏️🇨🇱 If Argentina want's it's copper mines developed, this combination es clave.
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Hoppeism ‡
Hoppeism ‡@Hoppeism·
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circe
circe@felinnae·
túmulo: vazio satanás: moggado pôncios pilatos: covardemaxxing judas iscariotes: jestergooning fariseus: framemogged tomé: pico de cortisol jesus: vidaeternapilled
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Könings
Könings@EdwardKonings·
Uma coisa que eu não sabia sobre Ludwig von Mises e que descobri recentemente em um artigo do professor Cachanowsky é que Mises, apesar de seu notório liberalismo, era extremamente pragmático em termos de política econômica. Analisando o problema de desenvolvimento do México em 1943 (no qual ele faz uma elegante crítica da ISI aliás), Mises defendia que eles realizassem uma transição para uma política comercial mais multilateral, porém observando que o choque deveria ser feito de maneira gradual: "A sound industrialization program for Mexico has to repeal all import duties. But as far as products that are already produced within existing factories are concerned, the tariffs have to be abolished only by a gradual process. Every year, a tariff reduction of 10 percent has to take place. Thus the enterprises will be in a position to adjust their operations to the new system of free trade." Mises também observava que era legítimo um país usar tarifas como política de retaliação quando outros países discriminassem suas exportações: "If a protectionist country discriminates against imports from Mexico, or if a country that has nationalized its foreign trade, whether openly or by foreign exchange control, purposely does not buy Mexican products or does not allot to importers the amount of foreign exchange needed for the imports of Mexican goods, the Mexican government must have the right to retaliate. There need be no fear that such a provision will result in a rise of domestic prices in Mexico, and, therefore, will be equivalent to a disguised return to protectionism. Free importation of the merchandise concerned from other countries will still be permitted. Moreover, the countries applying such an unfriendly policy toward Mexico will probably very soon abandon their discriminatory procedures in order not to lose their own prospects on the Mexican market." Também é bem interessante que Mises já pontuava algo que depois vemos nas experiências dos milagres asiáticos: Todos os processos de industrialização exigem salários baratos e sindicatos fracos. A combinação de welfare trabalhista e sindicatos fortes com industrialização é uma receita para o fracasso: "Cheap labor is the only factor that can render Mexican industries profitable. Cheap labor has to compensate for the country’s natural disadvantages and the scarcity of domestic capital. But Mexican wage rates, which are considered to be very low when compared with North American conditions, are high when compared with the present income of the bulk of the country’s agricultural population. This is what the supporters of Mexican trade unionism do not realize. A true friend of the Mexican poor should oppose every attempt to impose burdens upon an industry that is still in its infancy and that will never develop if menaced by the dictation of demagogic trade union leaders." FONTE: Von Mises, Ludwig. "Mexico’s Economic Problems", em "The Political Economy of International Reform and Reconstruction".
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Nelson Rodrigues
Nelson Rodrigues@NelsonRedPill·
Gosto muito do trabalho do Nikolas, mas estaria mentindo se dissesse que acho excepcional. O problema é que a média do bolsonarismo é muito baixa. O que sobrou dos políticos e da militância foram só os QI de elo perdido. Já são pelo menos 8 anos no mainstream do debate público e quando foi a última vez que você viu os deputados e senadores - tirando o Nikolas -, "redpillando" a militância sobre algum tema como os maléficos da CLT para o trabalhor? Sobre o esquema de pirâmide que é a previdência? Sobre segurança pública para além do "piu piu" 🤡👉🏽👉🏽(nem isso tem mais)? Ou ensinando sobre as vantagens dos vouchers do Milton Friedman e como eles poderiam ser aplicados na saúde e na educação? 90% do PL não sabe nem do que eu estou falando. E não é hipérbole. Só pensam em eleição e da forma mais rasteira possível. Até o centrão "clássico" tem mais agenda do que essa horda de imbecis.
Iluministro@iluministre

Os filhos do Bolsonaro deveriam estar de joelhos perante o Nikolas agradecendo a cada vídeo que ele faz sobre as peripécias do governo Lula. Toda vez que um vídeo dele vai ao ar atinge bilhões de pessoas e o bebum de Garanhuns desidrata mais e mais. A quem isso poderia servir se não ao próprio Flávio? Mas não, a seita infantiloide é mal agradecida, malcriada e pirracenta: “tem que compartilhar o Flávio no CPAC”

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prazer twinkartes
prazer twinkartes@wallacehegelian·
Quando eu lembro que Nietzsche escreveu filosofia aos 14 anos e Rimbaud antes dos 18 já tinha escrito poesia simbolista e surrealista, eu penso que eles são um bando de desocupado com a vida
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Priscilla
Priscilla@priscilllando·
Já que o Pilantrinha Jr quer resgatar Olavo de Carvalho, vamos lá… Está no sangue dos Bolsonaros abandonar os aliados no meio do caminho. Aliados e patriotas. Eles não são amigos de ninguém!
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Jeffs
Jeffs@Jeffssss_·
Em 1942 Otto Maria Carpeaux escreveu um ensaio intitulado: A ideia de universidade e as ideias das classes médias. Após todos esses anos, chama a atenção a redução da universidade a uma fábrica de diplomas e a cultura transformada em ideologia. Eis alguns trechos: "Por toda parte, as universidades são doentes, senão moribundas, e isto é grande coisa. Os iniciados bem sabem que não é esta uma questão para os pedagogos especializados. Das universidades depende a vida espiritual das nações. O fim das universidades seria um fim definitivo. O abismo entre o progresso material e a cultura espiritual aumenta de dia para dia, e as armas desse progresso nas mãos dos bárbaros é fato que clama aos céus. Os edifícios das universidades resistem ainda, e neles trabalha-se muito, demais, às vezes, mas o edifício do espírito, esta catedral invisível, está ameaçado de cair em ruínas. O utilitarismo é o inimigo mortal da Universidade. Mas o que quer dizer “prático”, “útil”? A resposta não é tão simples. Para a mentalidade média do nosso tempo a utilidade das ciências é determinada segundo as aplicações práticas: a física e a química, que nos forneceram a luz elétrica e os gases asfixiantes, são as ciências úteis; a história e a filosofia, que não nos fornecem nada, são ciências “inúteis”. Queixam-se de que as universidades já não fornecem elites. Sim, mas em compensação fornecem verdadeiras massas, porque as ciências modernas e suas investigações têm menos necessidade de cérebros que de batalhões de estudantes; e para isto eles satisfazem. A inteligência que é precisa para estudar uma profissão, mesmo acadêmica, não é tão grande como os leigos imaginam. É o regredir de uma elite à condição de massa ornada de títulos acadêmicos. É preciso que se digam, aqui, algumas verdades muito impopulares e muito desagradáveis. Existe Inteligência e existem “intelectuais”. Intelectuais são os médicos, os advogados, os funcionários superiores de toda espécie, os especialistas científicos de toda sorte. Mas deve-se dizer que somente uma parte desses “intelectuais” pertence à Inteligência, que é, por seu lado, o resto dos “clercs”, da elite de outrora. O resultado mais frequente da moderna educação universitária é um decidido adeus aos livros. Mais tarde, combaterão as “línguas mortas” na escola. Enfim, declararão inútil todo o ensino secundário, com as suas ideias vagas e inúteis duma “cultura geral”; talvez toquem, com isso, no ponto nevrálgico da discussão. Todo o problema espiritual dos nossos dias é, pois, um problema de falta de educação humanística, um problema pedagógico; e todo o problema pedagógico dos nossos dias é um problema da escola específica das classes médias, da escola secundária. Nunca mais o jovem médico ou engenheiro ouve falar em história, filosofia, literatura, exceto pela imprensa ou pelo rádio, que se colocam ao alcance do espírito das grandes massas, pueris por natureza. Resultado: um espírito artificialmente preservado no estado pueril com uma formação profissional superposta. Eles, porém, os iletrados, têm sempre razão, porque são muitos e ocupam um lugar de elite, esse “proletariado intelectual”, sem dinheiro ou com ele, isso não importa. Julgam tudo, e tudo deles depende. Leem os livros e decidem sobre os sucessos de livraria, criticam os quadros e as exposições, aplaudem e vaiam no teatro e nos concertos, dirigem as correntes das ideias políticas, e tudo isto com a autoridade que o grau acadêmico lhes confere. Em suma, desempenham o papel de elite. São os nouveaux maîtres, os señoritos arrogantes, graduados e violentos; e nós sofremos as consequências, amargamente, cruelmente". Otto Maria Carpeaux
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Rômulo Fiúza e Mello
Rômulo Fiúza e Mello@fiuzaemello·
Vocês querem saber o motivo dessas candidaturas de personagens públicos, famosos, subcelebridades e influencers? O quociente eleitoral. Digamos que tem 30 vagas de deputado federal em um estado com 15 milhões de eleitores. Isso significa que para obter pelo menos uma vaga cada partido precisa receber no mínimo 2 milhões de votos. Mas como garantir muitos votos? Pulverizando a quantidade de candidatos. Um partido que tem um monte de candidato influencer e subcelebridade aumenta o total de votos, mesmo que nenhum desses candidatos puxadores seja eleito. Se esse partido com um monte de candidato semi-famoso acumular 6 milhões de votos, por exemplo, ele garante 3 vagas, que geralmente vão para os 3 caciques mais votados. A maioria dessas subcelebridades não sabe, mas está sendo usada. Às vezes essas celebridades puxam tanto voto, que acabam se elegendo junto, ou ficando nos primeiros lugares, raro, mas acontece, que é o caso de Tiririca, por exemplo. Pessoas que conseguem votos, mesmo que poucos, são ativos valiosíssimos para os partidos, a maioria recebe um cargo público de consolação se precisar, pois o partido deseja mantê-los em seu rol de candidatos que nunca ganham nada mas adicionam ao quociente eleitoral do partido.
Eixo Político@eixopolitico

🇧🇷 Rico Melquiades, influenciador com 11,5 milhões de seguidores e campeão de A Fazenda 13, se filia ao PSDB e será candidato a DEPUTADO FEDERAL em Alagoas. “Se eu ganhar, vou liberar cirurgia plástica pra geral”, publicou o influenciador nas suas redes sociais.

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Poder360
Poder360@Poder360·
#Mídia 🇷🇺 Grupo russo financia campanha de mídia contra Milei (@JMilei) na Argentina 📲 Operação entre junho e outubro de 2024 disseminou mais de 250 conteúdos em 20 plataformas digitais argentinas, segundo o El País ⬇️ Leia no Poder360: poder360.com.br/poder-midia/gr…
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Johanna Aguirre
Johanna Aguirre@johalibertaria·
El mundo necesita más MILEI
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