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Católico.

Katılım Kasım 2021
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«Ela [a mulher de Ló] olhou para trás, despertada pelo estrondo do fogo e da chuva de enxofre e pelos gritos dos que pereciam, em parte por medo de que a chama a apanhasse também a ela, em parte por curiosidade, em parte por dor pelos seus bens perdidos e pelos seus concidadãos e pela sua pátria em chamas. É punida, portanto, porque foi desobediente e incrédula, como diz Sabedoria 10,7; pois não acreditou que importasse para a sua segurança e bem-estar se olhasse para trás ou não. Daí que Dionísio Cartuxo sustente que ela pecou mortalmente. Outros, porém, julgam que esta foi apenas uma falta venial, tanto porque a mulher de Ló olhou para trás ferida por medo excessivo, como porque não olhar para trás lhe parecia matéria trivial, e por isso não julgava que isto fosse mandado e obrigasse sob pecado mortal. Foi punida todavia, porque Deus quis fazê-la exemplo para os outros, como logo explicarei. Pois de modo semelhante, como exemplo para os outros, Deus puniu com a morte aquele Profeta cuja história se narra em 3 Reis 13, por uma desobediência que foi apenas venial, como parece. [...] A mulher de Ló foi transformada numa coluna de sal para que servisse como uma espécie de monumento de mármore, um memorial perpétuo do castigo divino, pelo qual a posteridade seria ensinada a obedecer e servir a Deus em todas as coisas, e a não olhar para trás de modo a abandonar os bons começos e voltar aos prazeres do mundo e da carne. Pois o sal, pela sua secura, auxilia a memória e preserva os corpos da corrupção; o sal mineral, ademais, é sólido; donde é símbolo da eternidade e da memória eterna. Daí que uma aliança de sal se chame aliança eterna.» — Cornelius a Lapide S.J., Comentário à Genesis 19, 26.
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«O princípio da hierarquia é a ‘tearquia’ ou realeza divina, isto é, a Divindade sob seu aspecto causal. Deus escolheu salvar o homem pecador e restabelecê-lo em sua semelhança. Para isso, o Cristo, Luz do Pai, princípio e fim de toda hierarquia, fez-se homem a fim de reconduzir o homem à unidade do Pai, que atrai tudo a si. É por isso que, cumprida a sua obra redentora, Jesus instituiu uma economia do ‘sagrado’, essencialmente intermediária entre o divino e o criado: essas ‘coisas sagradas, ἱερά’ (os ‘mistérios’ das Escrituras e da liturgia) foram por Ele confiadas aos ‘hierarcas’, isto é, aos bispos. Estes, primeiramente eles próprios ‘sagrados’ por sua ordenação, têm poder de participar da mediação do Cristo-Rei e de transmitir aos fiéis a fé e os sacramentos que lhes permitirão remontar até Deus, seu fim último. O Concílio de Trento utilizou esta concepção já tornada tradicional. Em sua XXIII sessão, o Concílio declara que, querendo deixar um sacrifício visível à sua Igreja, o Senhor instituiu um sacerdócio visível. Para que o seu ministério se cumpra com maior dignidade, os membros deste sacerdócio são dispostos segundo uma perfeita distribuição das ordens dos ministros. Um dos sete sacramentos tem por fim conferir a estes seu grau hierárquico, com a graça e os poderes necessários ao cumprimento de sua função própria. Por fim, à hierarquia assim constituída pelo sacramento da ordem pertencem principalmente os bispos, postos pelo Espírito Santo, como diz o Apóstolo, para governar a Igreja de Deus.» — Louis-Marie Orrieux, O.P., Fonctions et pouvoirs hiérarchiques
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«Dirás: O fundamento da Igreja são todos os Apóstolos, como fica claro em Efésios 2,20 e Apocalipse 21,19. Portanto, Pedro sozinho não é a rocha da Igreja. Respondo que Pedro é a rocha e o fundamento de toda a Igreja e de todos os fiéis, quaisquer que sejam, e, por conseguinte, dos próprios Apóstolos. Pois cabia a Pedro, como chefe e príncipe, manter os Apóstolos unidos na fé, na religião e no ofício, dirigi-los, fortalecê-los e, onde errassem, corrigi-los. Daí São Jerônimo escrever no livro I Contra Joviniano: "Por esta razão", diz ele, "entre os doze um é escolhido, para que, estabelecida uma cabeça, a ocasião para o cisma seja removida". E São Cipriano, no tratado Sobre a Unidade da Igreja: "O primado", afirma ele, "é dado a Pedro, para que se manifeste a única Igreja de Cristo e a única cátedra". Nota, primeiro: Cristo aqui promete a Pedro, como diz São Jerônimo, por meio de duas metáforas, que o principado da Igreja lhe seria entregue após a Sua própria morte e ressurreição, em João 21,16, quando Lhe disse: "Apascenta as minhas ovelhas". A primeira metáfora é a de um fundamento ou rocha basilar: pois o que em um edifício é a rocha e o fundamento, o mesmo é em um corpo a cabeça, em uma cidade o governante, em um reino o rei, e na Igreja o Pontífice. A segunda é a das chaves: pois as chaves são dadas apenas a reis ou governadores. Nota, em segundo lugar, que edificar a Igreja sobre esta rocha significa duas coisas. Primeiro, que o cuidado e o governo de todos os Apóstolos e de toda a Igreja, logo após Cristo, repousam sobre esta pedra racional, a saber, sobre Pedro como cabeça; assim o dizem São João Crisóstomo na homilia 55; Santo Ambrósio no sermão 47; e São Gregório no livro IV, epístola 32. Segundo, que a Igreja se apoia em Pedro, como vigário de Cristo, e firma-se sobre ele como sobre um fundamento, para que não possa errar na fé. O mesmo se aplica, por conseguinte, aos Pontífices Romanos, os sucessores de Pedro. Pois Cristo, nesta passagem, previu a continuidade perpétua de Sua Igreja na questão mais necessária e de suma importância, a saber, a cabeça perpétua, e instituiu nela o melhor e perpétuo regime, o monárquico, para que por um só Pontífice Romano a única Igreja de Cristo pudesse ser governada, como ensinam São Cipriano em Sobre a Unidade da Igreja, São Jerônimo no livro I Contra Joviniano, e outros em toda a parte. As cavilações dos inovadores, os seguidores de Calvino, em torno desta passagem, nosso Gretser dilui e refuta com precisão, e depois dele Adam Contzen, insigne flagelo dos hereges. E as Portas do Inferno Não Prevalecerão Contra Ela. — Diocleciano, etc. Portanto, por esta máxima, Cristo, antes de tudo, encoraja a Igreja, para que ela não desfaleça ao ver-se atacada com todas as forças por Satanás e pelos ímpios; em segundo lugar, Ele soa a trombeta de guerra para ela, para que se mantenha sempre vigilante, armada contra tantos inimigos que a perseguem com ódios mortais; em terceiro lugar, Ele promete a ela, bem como à sua cabeça, Pedro, isto é, ao Pontífice, a vitória e o triunfo sobre todos. A razão é que Cristo permanece ao lado dela e luta por ela. Ademais, Cristo e o Espírito Santo, por um cuidado especial, assistem à sua cabeça, o Pontífice Romano, para que não erre na fé, mas seja firme como o diamante, como diz São João Crisóstomo, e para que administre e governe retamente a Igreja, e a guie pelo caminho da salvação, assim como Ele guiou Noé e a arca, para que não fossem submersos pelo dilúvio. Por isso, São João Crisóstomo assevera na homilia 4 Sobre as Palavras de Isaías: "É mais fácil", diz ele, "que o sol se apague do que a Igreja seja obscurecida". E no volume V, no discurso Sobre Não Desprezar a Igreja: "O que pode ser mais poderoso do que a Igreja de Deus? Os bárbaros destroem muralhas de cidades, mas nem mesmo os demônios podem vencer a Igreja. Quando é atacada, ela conquista; quando é assaltada com estratagemas, ela prevalece". Santo Agostinho também aponta em seu Salmo Contra os Donatistas: "Contai", diz ele, "os sacerdotes mesmo desde a própria cátedra de Pedro. Essa mesma é a rocha que as orgulhosas portas do inferno não vencem". Isso ficou especialmente claro na conversão de todas as nações, e em particular de Roma e dos romanos. Pois Roma, a cabeça do mundo, como também da idolatria, onde os ídolos de todas as nações eram cultuados, foi convertida deles por São Pedro e seus sucessores, e submeteu sua cabeça orgulhosa à cruz de Cristo — o que foi o maior dos milagres.» — Cornelius a Lapide S.J., Comentário sobre Mateus 16,18.
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«Embora a fé esteja acima da razão, não se encontra entre elas nenhuma verdadeira discórdia ou desacordo, quando ambas têm sua origem na mesma fonte de verdade imutável e eterna, que provém de Deus Altíssimo. E por essa razão, elas se auxiliam mutuamente, de modo que a reta razão demonstra e defende a verdade da fé, e a fé liberta a razão de todo erro e a ilustra, fortalece e aperfeiçoa maravilhosamente com o conhecimento das coisas divinas.» — Beato Papa Pio IX, Encíclica Qui Pluribus (1846), n. 6.
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«Pois, da minha parte, eu não acreditaria no Evangelho a não ser que movido pela autoridade da Igreja Católica» — Santo Agostinho, Contra Epistolam Manichaei, Cap. 5, § 6.
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«Os preceitos do decálogo contêm a própria intenção do legislador, que é Deus. Pois os preceitos da primeira tábua, que nos dirigem a Deus, contêm a própria ordem para o bem comum e final, que é Deus; enquanto os preceitos da segunda tábua contêm a ordem da justiça a ser observada entre os homens, para que nada indevido seja feito a ninguém, e que a cada um seja dado o que lhe é devido; pois é neste sentido que devemos tomar os preceitos do decálogo. Consequentemente, os preceitos do decálogo não admitem dispensa alguma.» — São Tomás de Aquino, S. Th., I-II, Q. 100, Art. 8, Resp.
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«Ame o conhecimento da Escritura, e você não amará mais os pecados da carne.» — São Jerônimo
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«É a paciência que fortifica firmemente os alicerces da nossa fé. É isto que eleva às alturas o crescimento da nossa esperança. É isto que dirige o nosso agir.» — São Cipriano de Cartago
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@mementomori_mt 99% dos casos são alucinações ou fraudes e outros 1% estão divididos entre aparições demoníacas e testes do governo.
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Não se enganem, aliens são demônios.
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Pio XI define doutrina sobre o direito dos pais educarem os filhos: «Diz o Doutor Angélico com a sua costumada clareza de pensamento e precisão de estilo: «O pai segundo a carne participa dum modo particular da razão de principio que, dum modo universal se encontra em Deus... O pai é princípio da geração, da educação e da disciplina, de tudo o que se refere ao aperfeiçoamento da vida humana» A família recebe portanto imediatamente do Criador a missão e consequentemente o direito de educar a prole, direito inalienável porque inseparavelmente unido com a obrigação rigorosa, direito anterior a qualquer direi sociedade civil e do Estado, e por isso inviolável da parte de todo e qualquer poder terreno. A razão da inviolabilidade deste direito é-nos dada pelo Angélico: «De facto o filho é naturalmente alguma coisa do pai... daí o ser de direito natural que o filho antes do uso da razão esteja sob os cuidados do pai. Seria portanto contra a justiça natural subtrair a criança antes do uso da razão ao cuidado dos pais, ou de algum modo dispor dela contra a sua vontade» E porque a obrigação do cuidado da parte dos pais continua até que a prole esteja em condições de cuidar de si, também o mesmo inviolável direito educativo dos pais perdura. «Pois que a natureza não tem em vista somente a geração da prole, mas também o seu desenvolvimento e progresso até ao perfeito estado de homem, enquanto homem, isto é, até ao estado de virtude», diz o mesmo Doutor Angélico. Portanto a sabedoria jurídica da Igreja, assim se exprime, tratando desta matéria com precisão e clareza sintética no Código de Direito Canônico, cân. 1113: «os pais são gravemente obrigados a cuidar por todos os meios possíveis da educação, quer religiosa e moral quer física e civil, da prole, e também a prover ao bem temporal da mesma». Sobre este ponto é de tal modo unânime o sentir comum do género humano que estariam em aberta contradição com ele, quantos ousassem sustentar que a prole pertence primeiro ao Estado do que à família, e que o Estado tenha sobre a educação direito absoluto. Insubsistente é pois a razão que estes aduzem, dizendo que o homem nasce cidadão e por isso pertence primeiramente ao Estado, não reflectindo que o homem, antes de ser cidadão, deve primeiro existir, e a existência não a recebe do Estado mas dos pais, como sabiamente declara Leão XIII: «os filhos são alguma coisa do pai e como que uma extensão da pessoa paterna: e se quisermos falar com rigor, não por si mesmos, mas mediante a comunidade domestica no seio da qual foram gerados, começam eles a fazer parte da sociedade civil». Portanto: «o poder dos pais é de tal natureza que não pode ser nem suprimido nem absorvido pelo Estado, porque tem o mesmo princípio comum com a mesma vida dos homens», diz na mesma Encíclica Leão XIII. Do que porém não se segue que o direito educativo dos pais seja absoluto ou despótico, pois que está inseparavelmente subordinado ao fim ultimo e à lei natural e divina, como declara o mesmo Leão XIII noutra memorável Encíclica «sobre os principais deveres dos cidadãos Cristãos», onde assim expõe em síntese a súmula dos direitos e deveres dos pais : «Por natureza os pais têm direito à formação dos filhos, com esta obrigação a mais, que a educação e instrução da criança esteja de harmonia com o fim em virtude do qual, por benefício de Deus, tiveram prole. Devem portanto os pais esforçar-se e trabalhar energicamente por impedir qualquer atentado nesta matéria, e assegurar de um modo absoluto que lhes fique o poder de educar cristãmente os filhos, como é da sua obrigação, e principalmente o poder de negá-los àquelas escolas em que há o perigo de beberem o triste veneno da impiedade». Importa notar, além disso, que a educação da família compreende não só a educação religiosa e moral, mas também a física e civil, principalmente enquanto têm relação com a religião e a moral.» — Papa Pio XI, Carta Encíclica Divini Illus Magistri (1929), n. 20-27
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«A revelação divina, enquanto procede de Deus, não é indiferente à fé infusa no católico e à fé adquirida no herege, mas é determinadamente ordenada à fé infusa. Com efeito, o herege não recebe o testemunho divino enquanto procede de Deus, mas enquanto lhe parece; e, por conseguinte, não se apoia no testemunho divino, mas se inclina para a coisa testificada a partir do próprio juízo, pelo qual se persuade de que aquela coisa foi dita por Deus, não, porém, por aquele meio pelo qual Deus diz, a saber, pela Igreja. Donde crê falivelmente, porque depende do próprio juízo, pelo qual pretende discernir a testificação divina, e este juízo é falível; portanto, se lhe parecer de outro modo, mudá-lo-á, e não crerá. Assim, o herege não considera o testemunho divino enquanto procede de Deus e daquele modo pelo qual é de Deus, mas enquanto sujeito ao próprio juízo falível; e, por conseguinte, tal fé do herege não é infusa por Deus, mas adquirida por ele próprio, assim como qualquer outra fé humana.» — João de Santo Tomás, O.P., Cursus theologicus, II-II, q. 1, disp. 1, a. 1
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«Pois Ele se fez homem para que nós pudéssemos ser divinizados; e Ele se manifestou por meio de um corpo para que pudéssemos receber a ideia do Pai invisível; e Ele suportou a insolência dos homens para que pudéssemos herdar a imortalidade.» — Santo Atanásio
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«A civilização do mundo é a civilização cristã; ela é tanto mais verdadeira, mais durável, mais fecunda em frutos preciosos, quanto mais é puramente cristã; ela é tanto mais decadente, para imensa desgraça da sociedade, quanto mais se subtrai à ideia cristã.» — São Pio X
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«A Igreja é orientada para a verdade, tanto especulativa quanto prática, por uma virtude que vem do céu mediante o coração de Cristo, depois mediante o poder jurisdicional ou pastoral. Este último reside, em sua totalidade e primariamente (o que não significa exclusivamente), na pessoa permanente de Pedro, na qual o episcopado universal, o poder pastoral universal, está para sempre vinculado ao episcopado romano. Donde a verdadeira Igreja é Romana. Em virtude do poder sacramental da ordem, ela pode ainda fazer o que Jesus fez na Última Ceia, e assim unir-se validamente e liturgicamente ao sacrifício da cruz, oferecido perpetuamente de modo incruento de uma extremidade do mundo à outra; pelos sacramentos, ela pode comunicar à alma aquela graça que é a raiz da fé e da caridade. Em razão disso, a verdadeira Igreja é sacramental. Não obstante toda a sua grandeza, os nomes ‘Igreja Romana’ e ‘Igreja Sacramental’ são ainda inadequados. Eles designam a verdadeira Igreja pelos dois poderes divinos sem os quais ela não poderia nem propagar-se nem conservar-se. Mas o nome adequado, que nomeia a Igreja na plenitude de sua realidade, nomeando-a por sua causa eficiente e conservadora, é Apostólica.» — Cardeal Charles Journet, L’Église du Verbe Incarné, vol. I, c. X, § I, 1.
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«Visto que nossa santíssima Religião não é fruto da razão humana, mas foi manifestada aos homens com a maior clemência por Deus, todos compreendem que ela adquire toda a sua força da autoridade do próprio Deus, e que a razão humana não pode alterá-la ou aperfeiçoá-la.» — Pio IX (Qui Pluribus, n.6)
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«Aquele que ultraja o pai ou a mãe afasta de si a graça de Deus e traz sobre si o pior dos castigos.» — São João Crisóstomo.
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