A PEC do BC ficou pior, repleta de lacunas, não atenderia os interesses da população. Ruim para os servidores e para o país, um oceano de insegurança jurídica.
@SinalDF A Pec 65 é um aprofundamento do que já era ruim. A LC 179 que estabelece mandatos fixos e não coincidentes com o Pres. da República eleito, quarentena frouxa para Diretores e Pres. do BC voltarem para o mercado financeiro e sem limitação para integrantes do mercado financeiro.
@JornalGGN E, se alguém acreditar em coincidência, foi ele que lançou a PEC 65 que entrega o Bacen de corpo e alma para o mercado financeiro afastando completamente a Autoridade Monetária do poder Executivo, eleito democraticamente.
Revista Piauí avança sobre o papel de Campos Neto no caso Master
Aos poucos vão sendo reveladas as estratégias de Campos Neto, que colocaram o sistema financeiro na maior ciranda financeira desde os anos 80.
jornalggn.com.br/destaque-capa/…
Sindicato não existe para bajular chefia, existe para lutar pelos direitos dos filiados, para que tenham segurança e possam atuar de forma técnica em favor dos interesses da sociedade.
@SinalDF O pelego é uma manta que absorve o impacto da sela sobre o cavalo.
Os pelegos, no meio Sindical, são intermediários do patrão e buscam escamotear os conflitos deste com os trabalhadores.
@SinalDF O que a Pec 65/2023 e a Pec 38/2025 tem em comum. A65 foi uma antecipação da reforma admin. exclusiva para os servidores do Banco Central. Quiseram transformar seus servidores, que executam atividades de Estado, em Cltistas, abrindo espaço para privatizações terceirizações.
O que a proposta de reforma administrativa, PEC 38/2025, e a PEC 65/2023, que quer tornar o Banco Central entidade de direito privado, teriam em comum? Cavalos de Tróia, pois atenderiam os interesses privados, do terceiro setor, dos grandes bancos e da Faria Lima em detrimento do interesse público.
@SinalDF Mais um golaço da ministra @EstherDweck e do governo
@LulaOficial
. Se há falta de servidores e há, a solução é concurso público e não a Pec 65.
@SinalDF Clt com estabilidade recebendo FGTS não existe. Isto não se sustenta juridicamente.
E como o mercado financeiro será fiscalizado por servidores sem a garantia que nao serao demitidos?
Os únicos que não serão autônomos são os servidores no novo modelo.
A PEC 65/2023 quer tornar o Banco Central entidade de direito privado, isso fragiliza a governança política nacional e subverte princípios basilares do Estado Democrático de Direito. Diga não à PEC da Faria Lima.
@jpkupfer123 Se já admitiram no último substitutivo da Pec 65 que é necessário proteger o PIX da sanha do mercado financeiro, o que dizer dos 350 bi de dolares das Reservas Internacionais da Uniao que ficarão entregues a uma Instituição independente do próprio dono do dinheiro?
Aderindo ao lobby da diretoria do BC em prol da autonomia financeira da instituição (a PEC que trata disso cria um monstrengo institucional), a "Folha" já se antecipa: trata o BC, uma instituição do Estado, como entidade, que, de fato, melhor representaria o BC privatizado.
@SinalDF Já admitiram que, no direito privado, há riscos de privatização e terceirização, tanto é que protegeram o PIX na própria PEC 65. E os 350 bilhões de dólares das Reservas Internacionais não precisam ser protegidos?
Só o direito público garante proteção ao Banco Central para atuar de forma republicana. A PEC 65/2023 colocaria o BC em risco de captura pelo mercado financeiro e por interesses externos. Interferência aqui não, my friend! O Brasil é soberano. Digam NÃO à PEC da Faria Lima.
@SinalDF No novo arcabouço legal, o que impediria que a gestão dos 350 bilhões de dólares das reservas internacionais, que são da União, fosse terceirizada?
Você deixaria o seu dinheiro num banco que pudesse fazer o que bem entendesse com ele, posto que este banco é independente de você?
A PEC 65/2023 é um cavalo de Tróia, fala em modernização do Banco Central, mas entregaria o desmonte de uma instituição que exerce funções típicas de Estado e o fim da soberania financeira nacional, privilegiando interesses externos brasil247.com/brasil/sindica…
@SinalDF O proprio relator inserir artigo protegendo o PIX é a admissão que o novo arcabouço legal fragiliza o papel do Estado.
Então, tem que botar mais artigos, talvez, infinitos.
E os 350 bilhões de dólares das reservas internacionais que são da União, não precisariam ser protegidos
Post de Opinião: A PEC 65/2023 que tenta tornar o Banco Central corporação de direito privado não trará maior autonomia ao BC. Nosso Banco Central exerce funções típicas de Estado, precisa estar sob a proteção do direito público para manter a excelência, garantindo a soberania nacional. Autonomia financeira deve vir por legislação infra constitucional. #PEC65NÃO
Democracia é muito mais do que o voto. É sobre garantir a soberania do nosso país, respeitar as instituições e levar dignidade para todas e todos. Aqui no @SenadoFederal sigo trabalhando por uma democracia que coloque comida no prato e garanta melhores condições de vida para nossa gente. #Wagner#SenadorDaBahia#LíderDeGoverno
@ednavelho Sob o falso argumento de blindagem do Bacen dos políticos populistas, a PEC entrega o Bacen como Empresa Pública ao Congresso. Sendo EP, seguramente, haverá terceirização e privatização de serviços.
Imagem bancos privados gerindo as reservas internacionais!
Bora aprofundar o debate sobre autonomia do Banco Central e porque dizer NÃO à PEC 65:
A tese que justificaria a “autonomia” operacional do Banco Central com mandatos *fixos* dos dirigentes do BC e intercalados com o mandato do presidente da República advém da neoliberal Escola de Chicago: neutralidade da moeda (Milton Fredman) e Expectativas Racionais (Robert Lucas). Para Milton Friedman, a moeda seria neutra no longo prazo e para Robert Lucas, seria neutra no curto e no longo. Sua versão das Expectativas Racionais é ainda mais radical.
Para os pós-keynesianos, com os quais obviamente concordamos, a moeda não é neutra nem no curto e nem no longo prazo e, portanto, a política monetária do BC afeta variáveis reais da economia como emprego, crescimento e renda. Portanto, para os pós-keynesianos, o Banco Central deve estar atrelado ao Estado (Executivo) e à plataforma econômica do governo eleito pelas urnas.
Desvincular o Banco Central do Estado (Executivo) sob o mantra de que é uma instituição técnica e deveria ficar isolada de pressões políticas é uma pauta totalmente neoliberal e busca colocar o BC ainda mais na mão do mercado financeiro. E esse é, sem dúvida, também, um dos objetivos da PEC 65, que quer tornar o BC empresa de direito privado, retirando a intitulação do Orçamento Geral da União e propondo apropriação das receitas de Senhoriagem. #PEC65NÃO
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