
Marcus
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Marcus
@Marcus013840
'A espera de um milagre...







Nikolas x Eduardo. Compartilhe ao máximo 👇












Eduardo reposta o Caporezzo lembrando 2019 como se política fosse cartório de dívida, tá certo? Ajudou a eleger o Caporezzo, o Nikolas, o Bruno Engler, o Junio Amaral, todos tiveram a mesma chance, o mesmo palanque, o mesmo sobrenome emprestado, a diferença é que só um deles virou o deputado mais votado do Brasil, só um presidiu comissão, só um puxou CPI, só um organizou caminhada com 18 mil pessoas, e isso não foi mérito do Eduardo, foi mérito do Nikolas, porque oportunidade todo mundo teve, capacidade é outra conversa. O Caporezzo já desistiu do Senado e virou 'porta-voz da família' na Câmara, o vassalo perfeito que não questiona e não incomoda, e é exatamente isso que o Eduardo quer, não aliado, quer serviçal com mandato.








Aqui o Eduardo estava bem da cabeça? Aqui ele te serviu?


Pedi ao Grok, que tem acesso às estatísticas do X, uma leitura do clima atual na direita, e o diagnóstico que emerge já não é de simples incômodo. É de saturação. Cresce entre eleitores de direita e bolsonaristas a sensação de que parte desse campo político virou refém de uma máquina de conflito permanente, movida por vaidade, ressentimento e obsessão por guerra interna. No centro desse desgaste estão figuras como Eduardo Bolsonaro, Kim Paim, Allan dos Santos e João 8:32, transformando divergência em espetáculo e diferença em caça às bruxas. Não dá mais para empurrar isso para a conta do algoritmo. Em abril de 2026, ficou visível o aumento de postagens de apoiadores históricos dizendo estar “de saco cheio” da ladainha de sempre: acusações de traição, ataques a aliados, testes públicos de fidelidade e linchamento moral de quem sai um milímetro da linha, como se viu na treta com Nikolas Ferreira. O que antes alguns vendiam como coragem agora soa, para muita gente, como histeria política travestida de pureza ideológica. A crítica que se espalha é devastadora porque é simples e difícil de rebater: enquanto esse grupo se dedica a destruir a própria direita por dentro, a esquerda assiste de camarote. Em vez de articulação, entrega confusão. Em vez de liderança, produz ruído. Em vez de ampliar base, expulsa apoiadores. E, no processo, compromete a imagem de Flávio Bolsonaro como pré-candidato, afasta o eleitor que quer foco em 2026 e reforça a impressão de que há gente mais preocupada em mandar na bolha do que em vencer eleição. Ainda existe um núcleo fanático disposto a aplaudir qualquer explosão, qualquer ataque e qualquer rompimento como se fosse prova de autenticidade. Mas esse grupo já parece menor, mais barulhento do que relevante, e cada vez menos capaz de esconder o desgaste geral. O que cresce no lugar é a impaciência de quem vê nessa sucessão de brigas não um sinal de força, mas de decadência política, imaturidade estratégica e absoluta incapacidade de priorizar o que realmente importa. Para uma parcela crescente da direita, o problema já não é só de método. É de caráter político. Quando a energia principal de um grupo passa a ser humilhar aliados, fabricar inimigos internos e transformar cada discordância em tribunal ideológico, o resultado inevitável é a autossabotagem. E foi exatamente isso que muitos começaram a perceber.


Isso aqui acho que encerra aquela discussão de ontem, sobre o impacto das cadelagens do X no mundo real fora da bolha. O @nikolas_dm tem o melhor índice de imagem positiva entre os políticos brasileiros na pesquisa Atlas/Bloomber, mesmo com todo o tipo de bobagem e campanha de difamação contra ele aqui na bolha direitosa do Twitter. E curiosamente, no topo da lista estão justamente as principais vítimas da máquina de tentativa de cancelamento do Eduardo Bolsonaro aqui no X: Nikolas, Tarcísio e Michele. Coincidência?








