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Katılım Mayıs 2021
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Navarro Investe@NavarroInveste·
“E o motivo todo mundo já conhece É que o ibov sobe e o dólar desce Bom xibom, xibom, bombom Bom xibom, xibom, bombom”
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Navarro Investe
Navarro Investe@NavarroInveste·
@MarceloPrado_71 Mas oferecer faz parte. As pessoas só precisam aprender (o q é extremamente simples). A gente tá em 2026, comprar ação pelo celular é simples
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Marcelo Prado
Marcelo Prado@MarceloPrado_71·
@NavarroInveste o cliente não vai entender a estrutura e é, exatamente, por não operar por HB, etc… Mas é claro q o assessor sabe disso.
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Marcelo Prado
Marcelo Prado@MarceloPrado_71·
++ Suzano — Com a queda recente da #Suzb3 uma amiga contatou seu assessor p comprar as ações da cia. A recomendação do assessor: COE com trava na alta e queda ilimitada após gatilho de -12% do preço de entrada. É mole!?
Marcelo Prado tweet media
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Navarro Investe@NavarroInveste·
@roderix1966 Sobre o rendimento, tanto no resgate quanto ao beneficiário. Pra VGBL claro. Equipara o pagamento ao beneficiário a um resgate do titular se fosse vivo.
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Rodrigo Campos
Rodrigo Campos@roderix1966·
Há tempos fiz um VGBL com o equivalente a 3 meses das despesas da casa tendo minha esposa como única beneficiária. Agora a receita decidiu que ela tera que pagar imposto sobre o ganho de capital qdo receber. Tem pareceres contrários no STJ e STF. E agora? Vai ter q entrar na justiça?
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Navarro Investe
Navarro Investe@NavarroInveste·
@roderix1966 Não. Vc só paga no resgate, a beneficiária paga no recebimento do “seguro”.
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Rodrigo Campos
Rodrigo Campos@roderix1966·
@NavarroInveste Acho tem paga em cima do que já paguei! Sobre a dif do total investido pro total liquido
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Navarro Investe@NavarroInveste·
@CaioAugstOR Eu não torço, a gente tem oficina de carros. Mas não depende da minha vontade, o tempo vai resolver. Meu chute é q haverá mercado pra todos.
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Caio Augusto
Caio Augusto@CaioAugstOR·
Pode ter certeza que, NO BRASIL, alguma coisa esse choro aqui vai render Acontece isso só há 70 anos, nem que seja apenas pela tradição alguma tetinha vai acabar sobrando Esse pessoal não pode de jeito nenhum ver o pessoal comprando carro melhor e mais barato... Tem que ser merda e merda cara ainda
Valor Econômico@valoreconomico

Precisamos de mecanismo de equalização frente às importações chinesas, diz presidente da Stellantis valor.globo.com/empresas/notic…

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Caio Augusto
Caio Augusto@CaioAugstOR·
@NavarroInveste ahahahahha entao mais um que conheço (curiosamente, se nao me engano, foi assaltado na Barra)
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Navarro Investe
Navarro Investe@NavarroInveste·
Não dá mais de decepção de ver gente que era profissional sério se entregar e virar terrorista de rede social 🤧 Mas não sou eu q vou falar q tá feio pra pessoa sem ela perguntar kkkkk
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Roberto Reis
Roberto Reis@RobertoReis·
Não duvido que, nas próximas décadas, tenhamos uma classe política formada em 90% por influenciadores. A economia da atenção dará as cartas na política também. O candidato que não tiver audiência própria está morto.
Roberto Reis tweet media
Roberto Reis@RobertoReis

TRÊS GERAÇÕES DE POLÍTICOS Primeiro vieram os CORONÉIS. Gente de território, sobrenome passado de avô para pai e depois para filho. Favor, lealdade, mando. Corrupção, em muitos casos, por falta de controle. O poder nascia da presença física, da rede local, não da rede social. Crescia do medo reverente, da família entranhada no Estado. José Sarney, Maluf, Newton Cardoso e Antônio Carlos Magalhães ajudam a ilustrar esse tipo de força longa, territorial e oligárquica, herdeira de uma tradição que a própria literatura histórica brasileira descreve como coronelismo. Uma característica dessa geração: a quase certeza da impunidade. Aí veio outra geração, a dos EMPRESÁRIOS. A turma que venceu no mundo privado entrou na política achando que gestão, método, planilha, marca pessoal e boa reputação resolveriam o problema. @jdoriajr , fundador do Grupo Doria e do LIDE, encarnou bem essa passagem. Vittorio Medioli, em Minas Gerais, @ratinho_jr e @RomeuZema também simbolizam esse ciclo ao sair do mundo empresarial para os governos de seus estados. Mas aí surgiu um problema no caminho que não estava no preço: a necessidade do populismo contracenando com enormes riscos jurídicos. Os embates cruéis. E, muito por isso, essa geração empresarial está aos poucos se despedindo. O motivo é simples e duro: ela descobriu que a política cobra um preço altíssimo. E que seus negócios nem sempre aceitam pagar. Medo do Ministério Público no pós Lava Jato, que ficou mais duro, com mais controle e com algumas figuras querendo virar estrelas. Medo de brigas intermináveis. Medo de ver patrimônio, nome e família sugados por uma guerra que não termina quando o mandato acaba. Não se trata necessariamente de culpa. É questão de disposição para jogar o jogo, para se meter no pântano para o resto da vida. Muita gente entrou achando que pisaria num ambiente áspero, mas encontrou algo pior: um cenário triturador. Descobriu que o jogo é mais embaixo e que, para seguir nele por muitos anos, é preciso aceitar custos morais, emocionais, jurídicos e patrimoniais que boa parte do empresariado simplesmente não quer bancar. E o fim quase sempre é o mesmo: para que eu preciso disso que estou passando? Já fiz a minha parte. Uma característica dessa geração: a quase certeza da punição da opinião pública e do Ministério Público, tendo culpa ou não. Como sabemos, todo espaço político que começa a ser abandonado não permanece vazio. Agora sobe a nova geração, a dos INFLUENCERS. É a geração dos emergentes. Gente formada na economia da atenção, na pancada diária, na trocação, no conflito como linguagem nativa, na exposição como combustível. @pablomarcal personagem político nacional vindo do universo do empreendedorismo digital e da influência online. @nikolas_dm já ocupa a política institucional com força digital própria e alcance de massa. Mas há outros excelentes players nessa área: @RenanSantosMBL , do Missão, @cleitinhotmj , do Republicanos em Minas, @marcelvanhattem , do @partidonovo30 , e vários outros. Uma geração que compra a briga e já coloca no preço que vai precisar bater e apanhar muito. Eles chegam com menos medo porque chegam com menos amarras, menos patrimônio, grupo político menor, menos envolvimentos e menos raízes em setores. Vêm de um campo em que quase tudo ainda está sendo construído. Têm menos a preservar e muito mais a conquistar. Arriscam porque a vida inteira deles já foi feita no risco, na forja das redes sociais. Acordam, tomam café da manhã e decidem qual risco de vida vão correr. É assim, desde que se tornaram conhecidos. Eles chegam sem nenhuma liturgia do poder, mas com a linguagem do tempo, do povo, dessa geração. Sabem apanhar com mais tranquilidade, mas também responder com mais contundência. Sabem transformar ataque em fluxo de notícias, tráfego de informação em grupo político, grupo em voto. - O coronel mandava no velho e bom chão. - O empresário apostava no currículo sólido e na experiência. - O influencer domina a narrativa, construída por ele próprio. - O coronel não ligava para as críticas, pois nem as via. - O empresário se machucava muito com elas. - O influencer se alimenta de críticas. E talvez, nessa geração de líderes, sim, políticos são líderes, o fluxo constante valha mais do que a biografia. Vai dar certo? Não sei. Estou aqui sentado com vocês para assistir a tudo isso.

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Navarro Investe@NavarroInveste·
@oraulsena Eu acho muito engraçado que mesmo sendo seguido por um monte de gente teoricamente liberal e de direita ninguém nunca ouviu falar de “imposto negativo” e Friedman…
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Raul Sena
Raul Sena@oraulsena·
Na prática, o Brasil cresceria muito mais rápido se o incentivo estivesse no trabalhador formal, não no custo da empresa. Foi contratado? O bolsa família aumenta 25%. Foi promovido? 50%. Você cria um motivo real para sair da informalidade. E, de quebra, passa a ter dados melhores sobre renda, emprego e produtividade. Com isso na mão, dá até para recalibrar ou reduzir o programa depois de alguns anos. Agora soma isso com outra medida simples: isentar encargos trabalhistas para empresas do Simples. O resultado seria direto: formalização disparando. Hoje, com uberização, iFood e esse modelo todo mais flexível, o empresário formal compete em desvantagem. É como entrar num jogo já mancando.
gorgonoid@gorgonoid_

Meu sonho é a pessoa continuar recebendo o bolsa família mesmo trabalhando. O Brasil evoluiria muito na minha opinião. Ou seja, se a pessoa ganha até 2000 por mês, por exemplo, ela não perde o direito à bolsa família. O que você acha disso?

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Navarro Investe@NavarroInveste·
@walterteodoro1 @nikolas_dm 82% da população ser endividada NÃO significa ser inadimplente… significa ter parcelas a pagar. A inadimplência é muito mas muito menor
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Walter Teodoro
Walter Teodoro@walterteodoro1·
@nikolas_dm Enquanto discutimos essas aberrações: 50% da população não tem saneamento básico, 82% da população esta inadimplente e 26% do território nacional está sobre o controle do crime organizado.
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Nikolas Ferreira
Nikolas Ferreira@nikolas_dm·
Falar mal de uma mulher será mais grave do que ela tomar um tapa na cara. A câmara tem o dever de derrubar essa loucura.
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Navarro Investe@NavarroInveste·
@InvestCaps Mas a conta fica ainda mais favorável ao aluguel se comparar o valor da parcela de financiamento. Um imóvel de 500 mil tem aluguel de 2500 OU entrada de 100 mil mais parcela de 4000. A conta é: rendimento dos 100 mil mais dif da parcela acumuladas compram o imóvel em menos tempo.
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Raimundo Silva | CNPI
Raimundo Silva | CNPI@InvestCaps·
Comprar ou alugar imóvel: qual é a melhor opção? Existem algumas comparações que educadores financeiros fazem entre comprar um imóvel ou morar de aluguel que, sinceramente, acho bem distantes da realidade. Normalmente a comparação é mais ou menos assim: um imóvel custa, em média, R$ 500 mil. Se você pegar esse dinheiro e investir em fundos imobiliários, ganhando cerca de 10% ao ano, teria algo próximo de R$ 4.167 por mês. Seguindo essa lógica, você poderia alugar um imóvel por R$ 2.000 e ainda sobrariam cerca de R$ 2.167 por mês para reinvestir. (Os valores aqui são apenas ilustrativos, só para mostrar a lógica da comparação.) Só que essa análise parte de um ponto que raramente existe na vida real: como se quem está comprando um imóvel tivesse R$ 500 mil disponíveis hoje. A realidade costuma ser bem diferente. A maioria das pessoas que compra um imóvel mal tem o valor da entrada e precisa financiar o restante por 20 ou 30 anos. Em muitos casos, inclusive, a renda da própria pessoa nem é suficiente para aprovação do financiamento. É comum envolver pai, mãe ou outra pessoa para ajudar a compor renda e conseguir fechar o financiamento. Ou seja, a decisão real normalmente não é entre “investir R$ 500 mil ou comprar um imóvel”, porque a maioria simplesmente não tem esses R$ 500 mil. E mesmo que tivesse, ainda assim a comparação seria incompleta. Um imóvel não é apenas um ativo financeiro. Existe também a questão emocional: muita gente quer ter o próprio lugar para reformar, adaptar e deixar do jeito que quiser. No aluguel, muitas vezes você evita fazer melhorias justamente porque o proprietário pode pedir o imóvel de volta. E isso acontece. Já passei por isso morando em São Paulo: com cerca de um ano de contrato, o dono decidiu vender o imóvel e tivemos que sair. Nessas comparações também quase nunca entram custos como mudança, adaptação a um novo bairro, tempo gasto procurando outro imóvel, entre outros. No papel, essas contas parecem muito bonitas. Mas, na prática, muitas vezes são superficiais e distantes da realidade da maioria das pessoas. O que vocês pensam sobre isso?
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Humana da Marieta
Humana da Marieta@prefiroosgatos·
@NavarroInveste @Tatianeandsouza @alineramosme A minha questão é que se vc for pensar que a maioria dos empregos ficam no centro da cidade do Rio de Janeiro, não no estado. Apt em campo grande é uma desumanidade com o trabalhador, assim como na baixada (que não é rio).
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aline ramos
aline ramos@alineramosme·
galera e daí que o apartamento que eles ganham não é um apartamento de 1 milhão? poxa, ganhar mais de 200k já é um sonho. só comprar um apartamento com o mesmo valor e alugar ou vender depois. só vantagens. mas td é um problema, eu hein.
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