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Precisamos de mecanismo de equalização frente às importações chinesas, diz presidente da Stellantis valor.globo.com/empresas/notic…



Globo contrata 26 influenciadores para cobrir a Copa do Mundo nas redes sociais. Junto aos influenciadores contratados, a Play9 e a Globo vão captar uma rede de micro e nano criadores espalhados pelo Brasil. O objetivo é alcançar o público jovem. A LISTA DOS 26: Rafaella Tuma Matheus Costa Fausto – O Menzinho Daniel Braune Ilan Kriger Ale Xavier Paulo Vita Fabão Xandi Barros Treinador PP Enzo Baracho Greengo Dictionary Flávia Bandoni Lucas Veloso Bri Fancy Pedro Faria Mike On Jojoca Franklin Medrado Bianca Santos Bruna Ayra Andrey Raychtock FutCerto João Vittor Mello Endrik Rafael Marina Guaragn 🗞️ @folha | @sitef5 | @bielvaquer 📸 Reprodução




TRÊS GERAÇÕES DE POLÍTICOS Primeiro vieram os CORONÉIS. Gente de território, sobrenome passado de avô para pai e depois para filho. Favor, lealdade, mando. Corrupção, em muitos casos, por falta de controle. O poder nascia da presença física, da rede local, não da rede social. Crescia do medo reverente, da família entranhada no Estado. José Sarney, Maluf, Newton Cardoso e Antônio Carlos Magalhães ajudam a ilustrar esse tipo de força longa, territorial e oligárquica, herdeira de uma tradição que a própria literatura histórica brasileira descreve como coronelismo. Uma característica dessa geração: a quase certeza da impunidade. Aí veio outra geração, a dos EMPRESÁRIOS. A turma que venceu no mundo privado entrou na política achando que gestão, método, planilha, marca pessoal e boa reputação resolveriam o problema. @jdoriajr , fundador do Grupo Doria e do LIDE, encarnou bem essa passagem. Vittorio Medioli, em Minas Gerais, @ratinho_jr e @RomeuZema também simbolizam esse ciclo ao sair do mundo empresarial para os governos de seus estados. Mas aí surgiu um problema no caminho que não estava no preço: a necessidade do populismo contracenando com enormes riscos jurídicos. Os embates cruéis. E, muito por isso, essa geração empresarial está aos poucos se despedindo. O motivo é simples e duro: ela descobriu que a política cobra um preço altíssimo. E que seus negócios nem sempre aceitam pagar. Medo do Ministério Público no pós Lava Jato, que ficou mais duro, com mais controle e com algumas figuras querendo virar estrelas. Medo de brigas intermináveis. Medo de ver patrimônio, nome e família sugados por uma guerra que não termina quando o mandato acaba. Não se trata necessariamente de culpa. É questão de disposição para jogar o jogo, para se meter no pântano para o resto da vida. Muita gente entrou achando que pisaria num ambiente áspero, mas encontrou algo pior: um cenário triturador. Descobriu que o jogo é mais embaixo e que, para seguir nele por muitos anos, é preciso aceitar custos morais, emocionais, jurídicos e patrimoniais que boa parte do empresariado simplesmente não quer bancar. E o fim quase sempre é o mesmo: para que eu preciso disso que estou passando? Já fiz a minha parte. Uma característica dessa geração: a quase certeza da punição da opinião pública e do Ministério Público, tendo culpa ou não. Como sabemos, todo espaço político que começa a ser abandonado não permanece vazio. Agora sobe a nova geração, a dos INFLUENCERS. É a geração dos emergentes. Gente formada na economia da atenção, na pancada diária, na trocação, no conflito como linguagem nativa, na exposição como combustível. @pablomarcal personagem político nacional vindo do universo do empreendedorismo digital e da influência online. @nikolas_dm já ocupa a política institucional com força digital própria e alcance de massa. Mas há outros excelentes players nessa área: @RenanSantosMBL , do Missão, @cleitinhotmj , do Republicanos em Minas, @marcelvanhattem , do @partidonovo30 , e vários outros. Uma geração que compra a briga e já coloca no preço que vai precisar bater e apanhar muito. Eles chegam com menos medo porque chegam com menos amarras, menos patrimônio, grupo político menor, menos envolvimentos e menos raízes em setores. Vêm de um campo em que quase tudo ainda está sendo construído. Têm menos a preservar e muito mais a conquistar. Arriscam porque a vida inteira deles já foi feita no risco, na forja das redes sociais. Acordam, tomam café da manhã e decidem qual risco de vida vão correr. É assim, desde que se tornaram conhecidos. Eles chegam sem nenhuma liturgia do poder, mas com a linguagem do tempo, do povo, dessa geração. Sabem apanhar com mais tranquilidade, mas também responder com mais contundência. Sabem transformar ataque em fluxo de notícias, tráfego de informação em grupo político, grupo em voto. - O coronel mandava no velho e bom chão. - O empresário apostava no currículo sólido e na experiência. - O influencer domina a narrativa, construída por ele próprio. - O coronel não ligava para as críticas, pois nem as via. - O empresário se machucava muito com elas. - O influencer se alimenta de críticas. E talvez, nessa geração de líderes, sim, políticos são líderes, o fluxo constante valha mais do que a biografia. Vai dar certo? Não sei. Estou aqui sentado com vocês para assistir a tudo isso.

O MetroCard marcou uma revolução no transporte de Nova York, substituindo moedas e fichas por cartões magnéticos e automatizando as catracas. Agora, o sistema entra em uma nova fase e começa a ser substituído por pagamento por aproximação. #EspecialdeDomingo ➡ Assista à #GloboNews ao vivo: glo.bo/39WjXAu



Meu sonho é a pessoa continuar recebendo o bolsa família mesmo trabalhando. O Brasil evoluiria muito na minha opinião. Ou seja, se a pessoa ganha até 2000 por mês, por exemplo, ela não perde o direito à bolsa família. O que você acha disso?







