Pouya Ahangar 🇮🇷
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امروز همه ی ایرانیان وطن پرست در سرتاسر جهان صدای هموطنانشان بودند. وطن پرستان باشرف #فرانکفورت #KingRezaPahlaviForIran



هممیهنانمون در پرتغال با نصب بنری از رضاشاه دوم و QR Code پتیشن اخراج سفیران رژیم تروریستی جمهوری اسلامی، یک حرکت هوشمندانه و تاثیرگذار انجام دادن. 🇮🇷 ایده خوبیه برای ایرانیان میهنپرست، در دیگر شهرها و کشورهای جهان. #جاویدشاه #KingRezaPahlavi



STOP STOP, EXECUTIONS IN IRAN. Listen to Iranian diaspora in Portugal 🇵🇹 #KingRezaPahlavi @expresso @SICNoticias @rtppt @sofiafonsoferre @amnistiapt





Thank you to @cmjornal for finally giving space to the voice of Iranians in Portugal after months of demonstrations in Porto and Lisbon. For five months, our community stood peacefully every week for freedom and human rights in Iran, while much of the Portuguese media chose to ignore or silence these voices. Real journalism listens to people who refuse to be forgotten even if it doesn’t fit their narratives . Thank you for hearing us. #RegimeChangeForIran #KingRezaPahlavi @PahlaviComms @sofiafonsoferre @rtppt




O texto seguinte é uma tradução de um artigo de @Dercheapi O mito de Mossadegh: um golpe que nunca aconteceu Algumas histórias foram contadas tantas vezes que já ninguém pergunta se são verdadeiras. A história do golpe da CIA contra Mohammad Mossadegh é uma delas. Conta-se mais ou menos assim: em agosto de 1953, a CIA e o MI6, agindo em nome dos interesses americanos e britânicos, derrubaram o primeiro-ministro democraticamente eleito do Irão. Instalaram o Xá como um fantoche. Ao fazê-lo, destruíram o futuro democrático do Irão e lançaram as bases para a Revolução Islâmica de 1979, para o antiamericanismo, para os mulás — para tudo o que correu mal desde então. Na Alemanha, o coro não é mais discreto: Olaf Scholz declarou recentemente que todo o dilema iraniano remonta à derrubada, por britânicos e americanos, do governo democrático do Irão — sem a qual o país seria hoje “um país ocidental muito bem-sucedido”. Richard David Precht repete a mesma ideia no programa de Markus Lanz e no seu podcast. Natalie Amiri e outros chamados “especialistas em Irão” apontam para 1953 em entrevistas na ARD como a data-chave sem a qual o país não pode ser compreendido. Ines Schwerdtner, do Die Linke, traçou a mesma linha no Bundestag. Até a Federal Agency for Civic Education chama 1953 a “catástrofe primordial” do Irão. O único problema é: a história não é verdadeira. Não é parcialmente falsa. Não é uma questão de “precisar de nuances”. Simplesmente não é verdade. O que Mossadegh não era Comecemos pelo rótulo que sustenta toda a narrativa: “eleito democraticamente”. Mossadegh não foi eleito pelo povo. A Constituição iraniana de 1906 não previa a eleição direta do chefe de governo. O artigo 46 das Leis Fundamentais Suplementares atribuía expressamente ao Xá a nomeação e destituição do primeiro-ministro. (1). Mossadegh chegou ao cargo em 1951 porque o Xá o nomeou, na sequência de uma expressão de preferência não vinculativa do parlamento, esperando que o aristocrata de 69 anos recusasse com elegância. Para surpresa do Xá, ele aceitou. É este o processo preciso que o mito apresenta como uma “eleição democrática”. Quem chama Mossadegh de democraticamente eleito teria, para ser consistente, de aplicar o mesmo rótulo a qualquer ministro ou embaixador confirmado pelo Senado dos EUA. Ninguém o faz. Mossadegh não era um homem do povo. Era um príncipe Qajar, descendente da dinastia que governou o Irão durante mais de um século num estado de fraqueza crónica. Sob os Qajar, o Irão não era um Estado soberano, mas um objeto de pilhagem. Em 1907, russos e britânicos dividiram o país em esferas de influência; a economia foi alienada através de concessões a estrangeiros; o interior fragmentou-se nas mãos de chefes tribais e senhores da guerra; e o governo central em Teerão muitas vezes controlava pouco mais do que a própria capital. Foi precisamente esta desintegração que deu origem à Revolução Constitucional de 1906. E foram precisamente esses constitucionalistas que, duas décadas depois, juntamente com Reza Khan — o futuro Reza Xá Pahlavi — depuseram finalmente a dinastia Qajar em 1925. #KingeRezaPahlavi @Publico @expresso @SICNoticias @rtppt @sofiafonsoferre 👇






