Igor H.

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@PrincepsNoctva

o O o O that Shakespeherian Rag— It’s so elegant So intelligent

Katılım Mayıs 2019
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Igor H.
Igor H.@PrincepsNoctva·
@hippiecath Parabeennss isaaaa muita tantas felicidades, alegrias e bençãos!! 🎂🥳 (Estou invertendo o seu bordão)
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Massimo
Massimo@Rainmaker1973·
Tiny Pacman frog getting feisty over a teasing finger
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Wherever you are, whatever you are thinking may God bless you to become better. And heal your soul.
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Ednaldo Ferreira 🙏🇧🇷🇧🇷
CONTEÚDO ADULTO E SENÍVEL : * Uma discussão entre um policial e a companheira na cidade de Malolos, na província de Bulacan, nas Filipinas, terminou em agressões físicas. Nas imagens, a mulher aparece agredindo o homem com tapas durante a briga. Logo em seguida, o policial reage com socos e a mulher acaba caindo no chão após ser atingida. Segundo informações divulgadas pela Polícia de Malolos, a discussão teria começado após um desentendimento envolvendo o compartilhamento de localização. A Polícia Nacional das Filipinas (PNP) informou que o agente envolvido foi afastado do cargo enquanto as investigações continuam. Segundo o general José Melencio C. Nartatez Jr., o policial foi colocado sob custódia restritiva e teve as armas recolhidas pelas autoridades. A corporação informou ainda que processos administrativos e criminais foram abertos contra o policial com base na Lei Anti-Violência Contra Mulheres e Seus Filhos (RA 9262).
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haruka no yume【はるかのゆめ】
🇯🇵 Nightlife in Japan in the 1980s looked like it was so much fun. It was a much simpler time compared to now.
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Igor H.
Igor H.@PrincepsNoctva·
A washed-out smallpox cracks her face, Her hand twists a paper rose, That smells of dust and old Cologne, She is alone With all the old nocturnal smells That cross and cross across her brain.'
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Igor H.
Igor H.@PrincepsNoctva·
Half-past three, The lamp sputtered, The lamp muttered in the dark. The lamp hummed: 'Regard the moon, La lune ne garde aucune rancune, She winks a feeble eye, She smiles into corners. She smoothes the hair of the grass. The moon has lost her memory.
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Igor H.
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I am thinking about it, I am musing about it, but I might just be about to be done.
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Igor H.
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@Rodrigoessente O que Marx faz é genial de certa forma, demonstra sua maior proximidade com Hegel do que se costuma imaginar.
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Rodrigo Lemes
Rodrigo Lemes@Rodrigoessente·
A dialética morreu na adolescência, mas como um adolescente saudável, um adolescente que viveu bem; ainda assim um adolescente. Uma das coisas que caracterizam o giro hegeliano da dialética é que em Hegel a dialética vira a base da ciência, i.e., o movimento de investigação, demonstração e exposição dos objetos, na qual suas determinações imanentes e seu ultrapassar as opostas formam um sistema de conceitos mediados uns com os outros. O que isso significa? Significa, entre muitas coisas, que a dialética não é mais um acontecimento episódico, ou seja, não é uma ferramenta ocasional para mostrar uma contradição, tal como Mao Tsé usa. Porém, depois de Marx, o destino da dialética foi exatamente esse. Marx foi o último que segurou essa espada. Ninguém mais procede dialeticamente, isto é, ninguém procede do mais abstrato ao concreto, por meio da demonstração de que a categoria seguinte surge da limitação e da inferência negativa do desenvolvimento interno/imanente da anterior e que o sujeito da investigação se torna concreto por meio de suas várias determinações organizadas numa totalidade de complexos das mesmas. Pelo contrário. É exatamente por isso que dizer que a dialética a "ciência do proletário" é uma fraseologia vazia. A dialética morreu em todos os âmbitos, essa é a verdade. Você não vai achar ela dessa forma nem em Lênin, nem em Lukács, nem em Adorno e muito menos em Mao, Stalin, Trotsky e por aí vai. A verdade é que o "método" de Hegel é demasiado complexo e, diferente da fenomenologia, se tornou um item de erudição e apreciação que nunca é efetivado. Está num lugar especial do museu da história da filosofia. Mas do que adianta um método se ele não é usado de fato?
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Rodrigo Lemes
Rodrigo Lemes@Rodrigoessente·
Nos Fragmento sobre a dialética da natureza, Engels traça uma distinção entre dialética subjetiva e objetiva. A) Dialética objetiva → o movimento real B) Dialética subjetiva → o movimento ideal, ou o reflexo ideal Essa distinção é particularmente interessante para entender o "giro materialista" que a dialética sofre. Marx afirma no Posfácio da Segunda Edição Alemã que uma vez que o processo de encontrar as conexões internas e categorizar o objeto tenha sido feito com sucesso (método de investigação), podemos proceder em expor o movimento real. Esse movimento real exposto de modo ideal aparece como uma "construção a priori". No Grundrisse, na Introdução do Método, Marx fala da ilusão hegeliana, a ilusão da dialética hegeliana. C) Ilusão da dialética: é a noção de que é o pensamento que constitui a realidade apenas porque ele foi capaz de reconstruir o objeto desde o início (do abstrato ao concreto) por meio de uma progressão de seu desdobramento (i.e., derivação imanente). A dialética engana o próprio pensador. Como é o pensamento que reflete o movimento real no modo de uma derivação imanente, toda a estrutura categorial real aparece como um fluxo de pensamento lógico-categorial e isso leva o hegeliano a esquecer que o objeto real é produto da realidade; o hegeliano vai acabar pensando que a abstração lógico-categorial dele é o que há de real no objeto e, portanto, o sistema de desencadeamento progressivo de determinações no pensamento se confunde com o movimento real de desdobramento. Assim, o materialista precisa partir necessariamente da reflexão, i.e., da diferença entre ele e o objeto. Se a dialética é pelo menos (1) o método de exposição e esse método é a (2) reprodução ideal do movimento real, então o movimento real deve ter a forma dialética. E aqui se justifica a divisão entre dialética subjetiva e objetiva. Mas temos então um problema: a dialética não pode ser mais uma lógica, ou um componente dela. Então, o que é a dialética? Para Engels, é o estudo do movimento em geral. O que significa que a dialética subjetiva tem como objeto a dialética objetiva. Mas como chegamos nesse movimento? Por uma abstração indutiva: pegamos em vários momentos já história e na natureza instâncias onde eles acontecem e abstraímos deles, é o processo de reflexão. É uma divisão rígida entre o método/cognição analítica e sintética, sendo a dialética subjetiva por excelência a segunda forma de cognição
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Igor H.@PrincepsNoctva·
When you were old and the light was dim And you were only just beginning
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Igor H.
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Agora isso vai assombrá-los toda vez que forem escrever, de nada.
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Igor H.
Igor H.@PrincepsNoctva·
Lembrem-se sempre de evitar cacófatos por contiguidade de palavras, como: boca dela (cadela), voce tinha (bocetinha), uma mão (mamão), vez passada (vespa), como eu (comeu), por cada (porcada), havia dado (viadado) e ela tinha (latinha).
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