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Ricca1967
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SUSPENSÃO DO MEU MANDATO POR DOIS MESES?
Na próxima terça-feira, 5 de maio, a partir de o Conselho de Ética define se seremos ou não suspensos por uma ocupação legítima e pacífica em que defendemos anistia - enquanto petistas violentos seguem impunes.
Zé Trovão, Marcos Pollon e eu contamos com o apoio de todos!
@fabioschiochet
@DelegadoFreitas
@albuquerque_aj
@cabogilberto
@domingossaviomg
@gusgayer
@paulobilynskyj
@depfernandor
@rodrigodazaeli
@sgtgoncalves22
@dimasgadelha13
@depjoaodanielpt
@mariadorosario
@reimont
@deputadowelter
@DepFederalMoses
@julioarcoverde
@albuquerque_aj
@delegadofabioc1
@acaciofavacho
@ricardomaiadep
@castronetopi
@Lucianosamaral
@adriventurasp
@gilson__marques
@murilogaldinopb
@ricardoayres_to
@nely_aquino
@DepDrVictor
@josenildoap
@DudaSalabert
@depchicoalencar
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Bem na fita o @JMilei ... De acordo com o site de previsões @Polymarket (censurado no Brasil por decisão do Banco Central) Javier Milei tem 65% de chance de reeleger como presidente da Argentina e se tornar o primeiro não peronista a alcançar os dois mandatos consecutivos.

São Caetano do Sul, Brasil 🇧🇷 Português
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Depois de capitular com Messias, pentecostais se rendem Flávio Bolsonaro claudiodantas.com.br/sem-messias-ma…
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A verdade histórica: cometeram PERFÍDIA, emboscaram brasileiros de bem, incluindo idosos e crianças, e meses depois foram servir cachorro-quente para comunista e prestar continência para narcoditador venezuelano. Em resumo: enfiem as notinhas de afetação de dignidade onde bem lhes aprouver!
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O ERRO DO GENERAL.
*Por Amarilio Tadeu Freesz de Almeida.
Essa história do General interpelando o Deputadonão é apenas constrangedora. É reveladora. E, mais do que isso, é preocupante.
Não se trata de um deslize protocolar, de um excesso momentâneo ou de um mal-entendido. O que se viu foi algo muito mais grave, um erro de natureza institucional, daqueles que não deveriam sequer ocorrer em níveis de comando.
Parlamentares falam. Essa é a essência do cargo. Falam muito, falam mal, exageram, criticam, provocam. E fazem isso amparados pela Constituição. Não é tolerância, é garantia. O Parlamento existe exatamente para isso. É a Casa das falas. Quem é eleito, é eleito para parlar, goste-se ou não do conteúdo.
Militares não foram feitos para esse tipo de embate. Sua função é outra, clara, delimitada e constitucionalmente definida. Defender a nação, não disputar narrativa com político.
O general, ao agir como agiu, não errou apenas na forma. Errou no fundamento. Demonstrou não compreender a própria posição que ocupa.
Confundiu indignação pessoal com atribuição institucional. E isso, vindo de quem ocupa posto de comando, não é detalhe, é falha grave.
Se quisesse se manifestar, que o fizesse como cidadão. Mas não. Preferiu agir na condição de autoridade militar, interpelando parlamentar por opinião emitida dentro do espaço constitucionalmente protegido. Isso é, no mínimo, um sinal de despreparo. No máximo, um perigoso desconhecimento dos limites impostos pela ordem democrática.
E o problema não para nele.
Ao agir assim, arrastou consigo a imagem das Forças Armadas, como se estas estivessem reagindo a críticas políticas. Isso é inaceitável. Instituições não podem ser instrumentalizadas por impulsos individuais, ainda que travestidos de “reação legítima”.
Não há aqui espaço para relativização.
Foi um erro. Grave. Primário. Incompatível com a responsabilidade do cargo.
E o mais inquietante não é o episódio em si, mas o que ele revela, uma preocupante confusão de papéis em um momento em que justamente se exige o contrário, lucidez institucional e absoluto respeito às fronteiras constitucionais.
Lamentável é pouco.
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O autor é Procurador de Justiça aposentado do Ministério Público, advogado e professor de direito.
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