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Rodolfo
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O time que vai combater as facções:
- Lula: condenado por 9 juízes em 3 instâncias
- José Guimarães: o cara do dinheiro na cueca
- Gleisi Hoffmann: codinome “Amante/Coxa” na planilha de propina da Odebrecht
- Gilmar Mendes: o ministro que tratou a Lava Jato como “organização criminosa” e enterrou o combate à corrupção
- Hugo Motta: rachadinha, funcionários fantasmas e família inteira na mira da PF
Confia!

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E o senador Flávio que se diz de direita, votou a favor! 🤡
Thais@thaispsic
Mais uma explicação sobre essa lei da Misoginia.
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MELHOR VÍDEO DO ANO
Um raro momento de verdade na ONU, proferido pelo corajoso dissidente kuwaitiano Jasem Aljuraid, a convite da UN Watch:
Senhor Presidente,
Ouvi o termo "colonizadores". Mas quem são os verdadeiros colonizadores? Um reino judeu governou a Judeia por mil anos. Nós, os árabes, tomamos esta terra.
Quem arabizou egípcios, fenícios, persas e berberes? Fomos nós, os árabes.
Então, por que o Conselho consagra uma mentira ao manter um item permanente na agenda sobre a Palestina, enquanto ignora o coração indígena de Israel retornando para casa?
Sejamos claros sobre quem realmente defende nossa soberania. Hoje, Israel luta por nações pacíficas, libertando Gaza do Hamas e salvando iranianos da República Islâmica.
O que Israel está fazendo com a Guarda Revolucionária Islâmica — impedindo um regime genocida de adquirir armas nucleares — é um presente para a humanidade.
Existem 57 países islâmicos e apenas um Estado judeu, Israel. Apesar do desejo odioso e contínuo de eliminá-lo, Israel não só sobreviveu, como prosperou.
Não acredito em milagres, mas este é um.
Portanto, pergunto à ONU: quando vocês vão acabar com o ritual de condenar Israel?
Não está na hora de aprendermos com Israel? Como derrotar o terror, defender sociedades livres e buscar a paz?
Obrigado.
(UN Watch)
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@juliemilkreal Flávio está mas para o centro do que para direita.
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A chamada ‘PL da misoginia’ levanta uma questão que vai além da proteção às mulheres. O Brasil já tem leis contra ameaça, injúria, difamação e até violência psicológica. Então, quando surge uma nova proposta com conceitos amplos como ‘misoginia’, a dúvida é: isso resolve um problema jurídico real ou cria um instrumento de controle de discurso?
Porque, na prática, o risco está na interpretação. Se o critério não for objetivo, o que hoje é combate ao abuso pode amanhã virar filtro de opinião, especialmente nas redes sociais, que já são o principal espaço de debate político no país
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@WanderValero @brazilianspoker Errado!!! Dois mil e dois, não fica igual quando se lê de trás para frente. Ficaria Dois e mil dois!
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