Hulk do Athletic
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Hulk do Athletic
@SamuelRifets
Atleticano 🐔 de São João del Rei | História UFSJ ⏳



ontem parei de usar telas às 22h pra dormir cedo, aí fui ler um livro 🥸 (fiquei ansioso com o livro e só consegui dormir +2h da manhã)

É com essas coisas que vocês me irritam com o autismo de Internet. Isso é só ela sendo mãe do próprio marido.



O USO DE LEQUE NOS ESTÁDIOS Nesta semana, um debate ganhou força nas redes sociais sobre os estádios do Rio de Janeiro: o uso de leques nas arquibancadas. A prática passou a ser criticada por parte dos torcedores. Mas por quê? O leque, relacionado ao calor, ganhou novos significados recentemente. Popularizado recentemente, o ato de “bater leque” cresceu em shows, especialmente entre mulheres e pessoas da comunidade LGBTQ+, se tornando uma forma de expressão cultural. No entanto, nos estádios, o ato tem tido outra repercussão. O leque enfrenta recusa, principalmente entre homens, mostrando a dificuldade de aceitação de movimentos ligados a esses grupos no futebol. A presença feminina nas arquibancadas, mesmo crescendo, ainda enfrenta barreiras. Mulheres seguem se adaptando a costumes masculinos e, em alguns casos, até mesmo a exclusão. Há relatos, por exemplo, na torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians, sobre restrições à participação feminina em tocar instrumentos. Além disso, a insegurança ainda é um problema recorrente. Muitas torcedoras relatam dificuldades em frequentar estádios sozinhas, diante de um ambiente ainda tradicional e masculino, mesmo que nem todos os homens se configurem como ameaça. Nesse contexto, surgem movimentos como o “TricoFlores”, da torcida do Fluminense. Organizado por mulheres, o grupo reforça uma ideia simples: as mulheres vieram para ficar. Um grupo que não só reúne mulheres, mas relembram que não só podem, como devem ocupar esses espaços. É importante lembrar que esses movimentos não buscam excluir tradições, mas ampliar a forma de torcer, criando novos costumes que incluam mais pessoas. Por isso, a discussão sobre o leque vai além do objeto. Muitas críticas se apoiam na ideia de tradição, na defesa de “essência” da arquibancada. Mas cabe a pergunta: Essa suposta essência deve mesmo permanecer? Algumas práticas já são historicamente aceitas no futebol e estão intimamente ligadas à homofobia, misoginia e episódios de violência. Mesmo assim, raramente geram o mesmo questionamento. Enquanto isso, manifestações associadas a mulheres e à comunidade LGBTQ+ seguem sendo mais criticadas, enquanto problemas históricos das arquibancadas são tratados com normalidade. Talvez, então, a questão não seja o leque, mas sim o que ele representa. Escrito por: Laura Melikian | @llauramelc

Cowboy barrou ANA PAULA para sua nova Festa do Líder #BBB26

⚠️ AGORA! O julgamento sobre às denúncias sobre os acontecimentos da final do Campeonato Mineiro foi cancelado após Galo, Cruzeiro e a Procuradoria do Tribunal de Justiça Desportiva de Minas Gerais celebrarem uma transação que será homologada pelo tribunal. Cada clube pagará multa de R$ 400 mil, valor que será destinado ao Servas para auxílio às vítimas das chuvas em Juiz de Fora, e cada jogador denunciado cumprirá quatro partidas de suspensão no Campeonato Mineiro de 2027. 📸 Reprodução/GE

Parabéns pelos 118 anos, @Atletico! A nossa rivalidade em campo será sempre fundamental para a grandeza do esporte em Minas Gerais.


Formada! Obrigada por mais essa conquista. E um beijo para quem continuará eternamente na 5ª série. 💋 #TeamRenault #BBB26




