
andre pereira dantas
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andre pereira dantas
@_andre1111






PELO RJ, PELO BRASIL! Em 2018, eu e o @FlavioBolsonaro estivemos juntos em um movimento que sacudiu o país. Foi dentro da minha casa que vimos grande parte daquela história ser escrita. Foi ali que o destino nos ensinou a jamais duvidar do impossível, porque às vezes é justamente o mais provável de acontecer. Muita coisa aconteceu depois, e ninguém vai fingir que não teve peso. Mas, agora, fizemos uma escolha: OLHAR PARA A FRENTE! Embora os ecos do passado ainda existam, foi o próprio Flávio quem, há dois anos, nos procurou para distensionar os ruídos e virar aquela página, revelando muito antes de tudo o papel conciliador, sereno e pacificador que hoje o Brasil inteiro já começa a enxergar nele. Nos últimos anos venho amadurecendo o meu senso de dever com o Rio de Janeiro e com o Brasil. As eleições de 2026 exigirão mais do que vaidade ou ressentimento. Exigirão coragem, lucidez e responsabilidade sem precedentes. A hora é de somar forças, derrotar o PT nas urnas mais uma vez, virar a página vermelha da nossa história e reconquistarmos o Brasil verde e amarelo para todos. Em 2018 vencemos juntos. E, tenho fé, esta nossa união fará o Brasil vencer de novo. A sorte está lançada. Seguimos juntos!









Segui o conselho de um amigo e fui falar com você no privado, tentando evitar mais ruído nas redes. Parecia uma atitude sensata: trocar ideias, alinhar pontos de vista, aparar arestas, coisa de homem. Mas me enganei. Fui vítima de uma conduta, no mínimo, sorrateira. Agora estou aqui debatendo publicamente com alguém que prega a “união da direita”, mas que, na primeira oportunidade, expôs justamente o meu gesto de confiança. Entenda, Constantino: tudo o que eu disse no privado é exatamente o que venho dizendo em público. Não tenho nada a esconder. A sua atitude baixa não atinge só a mim, ela desestimula qualquer tentativa de diálogo. Ou seja, você ajuda a gerar exatamente o tipo de conflito que diz combater. E sei como isso termina: sem argumentos, a saída será novamente a tal “crítica construtiva”, dizer que eu sou o radical, o causador de conflitos, que isso prejudica a campanha do Flávio. Ou então adotar a cruel narrativa da esquerda, que há um gabinete de ódio preordenado a assassinar sua reputação. Mas repare num fato, olhe a seu redor. Quantas pessoas que antes não falavam do @FlavioBolsonaro hoje passaram a falar positivamente? Tenho a satisfação de saber que contribuí para isso, mesmo com muita gente “da direita” jogando contra. Fui vitorioso em mais uma batalha. Isso só reforça o que sempre defendi: eu jogo pelo grupo, mesmo quando isso exige sacrifício pessoal. Há um abismo entre as nossas posturas.

Eduardo Bolsonaro disse que, seguindo conselho de um amigo, ligou para Constantino no privado como gesto de amizade, para alinhar ideias e evitar ruído público. Sentiu-se traído porque o outro usou a conversa para expor o gesto de confiança e debater publicamente, o que ele vê como contraditório com o discurso de "união da direita" pregado por Constantino. Tudo o que falou no privado é o mesmo que diz em público, segundo ele.



Sem responder os contatos do São Paulo desde sábado, Arboleda foi registrado em Esmeralda, no Equador. O jogador aparece cercado de amigos. Outros registros surgem de Arboleda em casas de shows no final de semana em seu país natal.

Flávio Bolsonaro: “É muito angustiante ver lideranças de nosso lado se digladiando enquanto a gente tem um país para resgatar. O inimigo não tá aqui, tá do lado de lá.” Kim Paim: “Esse papo de unir a direita só serve para safado se blindar.” Enquanto Flávio diz estar tentando construir pontes, Kim Paim adota a mesma linha arbitrária da esquerda para minar a direita por dentro: “Sem anistia, pois isso só serviria para blindar os ‘traidores’”.



Quem tem como fonte da VERDADE o Kim Paim, precisa urgentemente se tratar.
















