Arthur
6.8K posts


Infelizmente o Tuchel inventou moda que não dava pra inventar - e não estou falando de Foden e Palmer, nesses ele acertou
Mas continua sendo um time pica
Se não tiver lesões/suspensões, o XI titular é absurdo e ter gente como Eze/Rogers/Livramento/Mainoo/Madueke pra entrar de reserva é luxo que só a França e talvez Portugal tem
England@England
It’s official. Your #ThreeLions players heading to the @FIFAWorldCup! 🏆
Português

@CuriosidadesPRL N levou 5 camisas 10, mas levou 3 camisas 9.
Inclusive estes 5 camisas 10 podem atuar fora de função, como para o lado de campo indo por dentro
Português

@OliveiraRafa O Palmer pode jogar aberto no lugar do Madueke e como fez na Euro. Dava para convocar o Gibbs, pois o Eze pode jogar aberto vindo por dentro parecido com q fez no jg contra o City. E o Ivan Toney n faz sentido ter três centroavantes
Português

Tuchel sempre falou que tentaria montar o melhor time e que isso não necessariamente é reunir os melhores jogadores. Lista da Inglaterra vai nessa linha.
A ausência de Phil Foden era esperada e comentada nos últimos meses, mas as de Wharton e Cole Palmer surpreendem. Eze entra como 3º 10.
Spence como 2º lateral esquerdo (Lewis Hall e Luke Shaw fora). Na zaga, Colwill fora. Na direita, Arnold já estava descartado.
Watkins e Toney como reservas de Kane.
England@England
It’s official. Your #ThreeLions players heading to the @FIFAWorldCup! 🏆
Português

@fredcaldeira Além dos citados, tem o Stones q não joga ja faz um tempo. Levaria o Tomori, Palmer, Arnold, Gibbs
Português

@Usertransante @fredcaldeira Msm q defenda mal. Tuchel já jogou numa linha de 3 zagueiros. Teria a oportunidade de por Arnold de ala que seria melhor dos q foram convocados para posição
Português

@fredcaldeira Pô, o Arnold pode até defender mal, mas eu n consigo achar normal deixar um cara desse nível fora da copa, n consigo entender. Dito isso, smp q duvidam do Tuchel, ele surpreende, vamos ver no q vai dar
Português

@Centraldaitalia Eu só não entendo essa mudança da Atalanta. Estão se livrando de um técnico com potencial
Português

BOMBA! 🚨💣
O Napoli iniciou conversas com o treinador Vincenzo Italiano, do Bologna, para a próxima temporada.
Foi oferecido um contrato até 2028 com opção até 2029.
[🗞️ @NicoSchira 🌓]


Português

@geosantacruz @tuliocq Não temos carência em 3 terceiro meio campista pq o Ancelotti n jogou com 3 meias
Português

@tuliocq Jornalista nenhum deveria fazer perngita enviezada. Eu acho que João Pedro deveria ir, mas poderia ser no lugar de Igor Rafael ou de Léo Pereira, já que Danilo faz a função de zagueiro tb. Além de que vejo hj Neymar como 3 homem do meio campo, onde temos uma carência enorme.
Português

com todo respeito aos profissionais, mas vocês conseguem imaginar alguém da Cazé TV fazendo essa pergunta? isso aqui é o papel de um jornalista de verdade.
Marcelo Prestes@marceloprestes
A melhor pergunta foi do @PVC o resto foi tietagem.
Português

@PabloBa10523510 @mauriciostycer Crlh e tu perdeu na língua portuguesa
Português

@mauriciostycer Prefiro os ex jogadores. Perceba que os jornalistas perderam espaço, pq entendem do futebol e jornalistas, bem, jornalistas nem sabem o que é uma bola. Kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Português

E o Ancelotti estava certo.
Bruno Formiga@brunoformiga
Jorge Jesus estava errado. Ponto. Fisicamente Neymar estava apto.
Italiano
Arthur retweetledi

Sim, claro, antes da iFood não existia entregador na pizzaria do bairro. Além disso, o iFood inventou uma tecnologia chamada bicicleta, criada especialmente para ser usada em entregas.
Agora, saindo da provocação e indo para o debate real: o Brasil sempre conviveu com uma economia de subsistência que usa uma enorme massa de trabalhadores abandonados pelo Estado, pessoas que se submetem a qualquer coisa porque a alternativa é a fome e a miséria.
Hoje, são as plataformas que cumprem esse papel de exploração.
O ponto é que não temos que tolerar mais isso. Temos que discutir como e onde gerar empregos com dignidade. Como o Estado pode atuar, seja como empregador direto, seja induzindo bons empregos.
Alguém pode argumentar que o atual estágio da automação torna impossível gerar empregos para todos.
No capitalismo, ao que tudo indica, sim. Na verdade, no capitalismo neoliberal sem freios, certamente.
A questão é que o avanço da tecnologia não deveria ser tratado como sinônimo natural de desemprego. O desemprego não é uma lei da natureza. Não é inevitável. É uma invenção e uma necessidade do capitalismo, o primeiro sistema que produziu miséria em meio a uma enorme abundância e que usa a tecnologia criada pelos seres humanos para escravizá-los.
Em um mundo minimamente digno, os ganhos de produtividade da automação, da inteligência artificial ou de qualquer nova tecnologia deveriam servir para reduzir fortemente a jornada de trabalho, garantindo mais tempo livre, mais direitos, mais qualidade de vida e mais possibilidade de viver.
Mas, no nosso mundo, a tecnologia inventada pela classe trabalhadora não é usada para que ela tenha mais tempo para descansar, estudar, conversar, se divertir ou sonhar.
É usada para explorar ainda mais a própria classe trabalhadora.
A uberização da nossa classe trabalhadora deveria ser tratada com seriedade. Não como algo natural. Não como “alternativa ao desemprego”, como se o desemprego também fosse uma força da natureza.
Deveria ser um dos eixos do debate eleitoral. Deveria ser. Mas, infelizmente, há uma interdição no debate econômico brasileiro. O pavor da extrema direita nos paralisou. Não conseguimos ver além do “neoliberalismo progressista” como alternativa à destruição fascista.
Os grandes temas e desafios foram jogados para baixo do tapete. Só se discute qual será a próxima medida de ajuste fiscal, ou quando virá a redução da taxa de juros do Banco Central que fará a economia brasileira encontrar seu rumo. Aliás, é bizarro a esquerda achar que é a redução da Selic que desenvolve um país, em vez de tratar isso como uma condição necessária e absolutamente insuficiente. Mas vamos voltar ao tema.
A questão é que enquanto esses debates de superfície hegemoniza o imaginário da esquerda, as classes dominantes moem o nosso povo.
Somos um país dominado pelo agro, que quer que o mercado doméstico se foda, que o meio ambiente se foda, porque exporta soja para a China fazer ração para porcos. Tudo isso com destruição de territórios, muito dinheiro estatal e concentração brutal de renda. A grana da exploração vai para formar bancadas políticas que defendem a nossa dependência e subordinação com orgulho.
Claro, o setor primário-exportador também tem as mineradoras, que arrancam nossas riquezas e destroem o meio ambiente, deixando a conta da destruição para o povo.
Do outro lado, vistos como mais modernos e elegantes, sediados na potente São Paulo, estão os bancos, tomando o dinheiro da classe trabalhadora com as taxas de juros mais altas do planeta.
Ou seja: de um lado, um setor primário-exportador que aparelha o Estado, concentra riqueza, não gera porra nenhuma de emprego decente e ainda deixa um passivo ambiental brutal para o povo pagar.
De outro, um setor rentista que toma o pouco que os trabalhadores têm por meio de juros criminosos.
Como gerar empregos bons para o nosso povo no meio disso tudo? Não tem como. Com essas duas frações dominantes organizando o país, sobra um bolsão de desesperados. E esse bolsão, em vez de ser tratado como um problema nacional gravíssimo, vira matéria-prima barata para as plataformas, que têm se tornado a terceira força dessa tríade da destruição.
É assim que o Brasil se torna, ao mesmo tempo, paraíso do agro, dos rentistas e das empresas de aplicativo. Um país com gente demais precisando aceitar qualquer coisa para sobreviver.
Não está tudo bem só porque o desemprego vem caindo desde 2021. Os empregos gerados são uma merda. O trabalhador ganha mal. Está endividado até o pescoço. Trabalha muito. Não tem tempo de viver. Não tem tempo de estudar. Aliás, estudar para quê, em um país que não tem muito a oferecer aos pobres além de uma CLT destruída pela já naturalizada contrarreforma de Temer em 2017 e uma vida esmagada pela escala 6x1?
A pergunta correta não é o que essas pessoas fariam sem Uber, iFood ou 99.
A pergunta correta é que tipo de país aceita que milhões de trabalhadores só tenham como horizonte pedalar, dirigir e se arriscar todos os dias sem direitos, sem proteção e sem futuro.
Zeca@tmr6dlr
Já imaginaram como seria o Brasil se não houvesse iFood, Uber e 99? essa galera estaria trampando de que? sustentando a família como?
Português








