andrea ricupero🇧🇷🇧🇷

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@andrearicupero

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Flávio Bolsonaro deu uma declaração que diz muito mais do que parece à primeira vista. Ao afirmar na CNN que Jair Bolsonaro @jairbolsonaro terá espaço em seu eventual governo “se quiser”, Flávio praticamente oficializa algo que o sistema político tenta desesperadamente impedir desde 2018: a continuidade do bolsonarismo como força estrutural de poder no Brasil. E o mais interessante foi a forma como ele falou do pai. Não tratou Jair Bolsonaro como um “apoio eleitoral”. Tratou como referência permanente. Como norte político. Como alguém cuja influência continua central mesmo fora da Presidência. Isso desmonta completamente a narrativa construída pela velha imprensa de que Bolsonaro estaria “isolado”, “acabado” ou “politicamente inviável”. Na prática, Flávio @FlavioBolsonaro deixou claro que um eventual governo seu não seria uma ruptura com Jair, mas uma continuidade estratégica com ajustes de estilo e abordagem. E aqui está o detalhe mais inteligente da movimentação. Flávio tenta ocupar um espaço mais institucional, menos explosivo e mais calculado que o pai, sem romper emocionalmente com a base conservadora que continua enxergando Jair Bolsonaro como principal símbolo de enfrentamento ao sistema político brasileiro. Ou seja: o sobrenome permanece, a agenda permanece, a base permanece, mas o formato começa a amadurecer politicamente. Isso ajuda a explicar o nervosismo crescente em Brasília. Porque depois de anos tentando destruir Bolsonaro judicialmente, midiaticamente e politicamente, o establishment começa a perceber que talvez tenha criado algo muito maior do que imaginava: uma sucessão política organizada em torno de uma identidade ideológica consolidada. E existe ainda um componente simbólico fortíssimo nessa fala de Flávio. Quando ele afirma que Jair teria um cargo “se quiser”, não fala como alguém tentando agradar o pai. Fala como alguém reconhecendo que, gostem ou não, Jair Bolsonaro continua sendo o centro gravitacional da direita brasileira.
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Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪
Débora "do Batom" fala pela primeira vez. O relato é de revirar o estômago Pela primeira vez, a prisioneira política Débora Rodrigues, conhecida como "Débora do Batom", dá uma entrevista depois de ter sido mantida presa preventivamente por dois anos, e condenada a 14 anos, hoje cumpridos em regime domiciliar. O vídeo abaixo é apenas um resumo, com alguns trechos da entrevista completa, que pode ser encontrada no site da Revista Oeste. Poucas coisas revoltam mais do que a injustiça. E o caso de Débora simboliza bem o colapso moral brasileiro. Uma mulher simples, sem antecedentes criminais, cabeleireira, mãe de dois meninos pequenos, adventista, descreve como foi tratada pelo regime. Nem mesmo os piores criminosos são tratados assim. Débora foi presa em 17 de março de 2023, às 5:50 da manhã, na frente dos filhos. As crianças, assustadas, perguntaram: "Mamãe, onde você vai?" Ela respondeu que ia conversar com o policial e que logo voltaria. Foi algemada e levada na viatura. Só voltaria para casa dois anos depois. Na penitenciária de segurança máxima de Mojiguaçu, as paredes da cela eram sujas de fezes e sangue. O kit de higiene que lhe entregaram estava encharcado de urina. A cela não tinha luz. Débora lia a Bíblia pela fresta de claridade que entrava pela boqueta da porta — o mesmo buraco por onde passavam a comida. Estava menstruada quando chegou e foi submetida a revistas corporais degradantes. Para ser transferida, foi algemada nos pés e nas mãos. Disse que naquele momento se sentiu "um bicho". Ficou 2 anos e 11 dias presa. Nesse período, viu traficantes e homicidas receberem indulto e saída de presos, enquanto ela não podia sequer passar o Natal com os filhos. A primeira visita da família aconteceu somente depois de 20 dias. Quando os meninos entraram, choraram sem parar e perguntaram: "Mamãe, você é criminosa?" Ela ajoelhou no pátio e agradeceu a Deus por vê-los. O estrago na família foi profundo. O filho mais velho, Caio, parou de sorrir. A professora relatou ao pai que tentava distraí-lo, mas ele mantinha um olhar fixo, ausente. Até hoje, quando escutam uma sirene de polícia, os meninos acham que vão buscar a mãe de novo. A luz de casa chegou a ser cortada. O marido, pintor, interrompia o trabalho para levar as crianças ao psicólogo. Sobreviveram com doações de cesta básica. Débora trabalhava dentro da prisão para pagar o advogado. Hoje, em regime domiciliar, Débora não pode usar redes sociais, não pode ir aos cultos da sua igreja. Diz que não se sente uma cidadã brasileira. Num país em que homicidas e estupradores recebem penas irrisórias, em que traficantes e outros ladrões são tratados como "vítimas da sociedade", e os maiores corruptos da República são descondenados, manter uma pessoa honesta, trabalhadora e temente a Deus em presídios fétidos por dois anos é o cúmulo da barbárie. Espero que algum dia os responsáveis por essas atrocidades sejam devidamente punidos e afastados dos seus cargos. Enquanto esse dia não chega, temos que lutar pela liberdade de Débora e de todos os outros perseguidos políticos, e pelo fim do REGIME DE EXCEÇÃO em curso!
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Monica Laredo
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Henrique
Henrique@henriolliveira_·
Nunca se esqueça do MBL dividindo palanque com a ESQUERDA para derrubar BOLSONARO e trazer o PT de volta ao poder! O MBL é PIOR que o PT!
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Jason Miller
Jason Miller@JasonMiller·
We will expose the corruption of @STF_oficial @Alexandre de Moraes. We will expose the corruption of @LulaOficial. We will expose the complete and total infiltration of the CCP and BRICS into the Lula regime. We will elect @FlavioBolsonaro and bring freedom to Brazil!!! 🇧🇷🤝🇺🇸
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Eric Daugherty
Eric Daugherty@EricLDaugh·
🚨 DONALD TRUMP, 26 YEARS AGO: “One day Cuba will be free…I believe that you will have victory…you will win and I’m going to be down here and watch you win. I’ll either be the greatest developer in the country or the greatest president!” 🔥🔥
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Gustavo Gayer
Gustavo Gayer@GayerGus·
Imagina que massa seria se todo mundo começasse a comentar e publicar no X MEU AMIGO FLÁVIO hahahaha
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Caramelo
Caramelo@OCaramelo7·
A ARQUITETURA DA FRAUDE Quando o poder não vence pelo voto, mas pelo desenho do sistema. A Venezuela não é simplesmente um Estado falido. É um regime, uma engenharia autoritária alimentada por corrupção, coerção, narcofinanças e o cheiro rançoso de operações de inteligência. Os herdeiros de Chávez entenderam cedo que controlar eleições não é sobre persuasão ou ideias. É sobre arquitetura. É sobre sistemas. É sobre construir um mecanismo tão labiríntico, tão inescrutável e tão juridicamente blindado que, mesmo quando o público suspeita de fraude, jamais consiga prová la. Documentos investigativos afirmam explicitamente que Hugo Chávez ordenou a criação do sistema eleitoral da Smartmatic, usado pela primeira vez na Venezuela em 2004, e depois buscou exportá lo como instrumento de controle político. Os mesmos materiais detalham que Chávez ordenou à Smartmatic estabelecer presença nos sistemas eleitorais americanos por meio da aquisição da Sequoia Voting Systems em 2005. Só isso deveria ter detonado um alerta de segurança nacional. O que veio depois foi silêncio. O caso da Geórgia é didático. Em Fulton County, o próprio diretor eleitoral declarou em televisão nacional que, de 113.130 votos escaneados, 106.000 tiveram de ser adjudicados manualmente, uma taxa de 93,7%, contra 1,2% em 2016. Ou as máquinas da Dominion eram defeituosas, ou uma quantidade massiva de cédulas tinha problemas que impediam a leitura automatizada. Coincidentemente, todas exigiam intervenção humana. Testemunhas sob juramento relataram cédulas que pareciam duplicadas por fotocopiadora: impressas em papel diferente, sem marcas de dobra, com bolhas preenchidas de forma idêntica e perfeita e todas, todas, para Biden. Seis depoentes juramentados descreveram o mesmo fenômeno. O auditor Garland Favorito estima que isso pode representar 10.000 a 20.000 cédulas fraudulentas, mais do que a margem de vitória de Biden no estado, 11.779 votos. Os dados são translúcidos: picos estatisticamente impossíveis de votos para Biden depois que observadores foram mandados para casa; 66.247 eleitores menores de idade; 10.315 eleitores falecidos; 2.423 eleitores não registrados; 4.926 eleitores de outros estados. O matemático Edward Solomon demonstrou, em depoimento juramentado, que centenas de lotes de cédulas em múltiplos distritos resultaram suspeitosamente em exatos 5,5555% (1/18) para Trump, uma fração que sugere algoritmo, não acaso. O brasileiro que observa a Geórgia deveria sentir um calafrio de reconhecimento. Em 2022, o padrão se repetiu com contornos tropicais. As urnas eletrônicas tupiniquins, caixas pretas sem voto impresso auditável, sem código fonte público, sem possibilidade de recontagem independente, produziram resultados que desafiaram pesquisas de boca de urna e padrões históricos. Bolsonaro venceu em 4.012 municípios contra 1.558 de Lula, conquistou 16 estados no primeiro turno, obteve maioria esmagadora no Senado, na Câmara e nos governos estaduais e, ainda assim, perdeu a presidência por margem estreita. O fenômeno estatístico que os americanos chamam de down ballot anomaly materializou se no Brasil com perfeição cirúrgica. A diferença? Nos Estados Unidos, há 656 caixas de cédulas físicas que o FBI pode apreender e examinar. No Brasil, não há nada. Apenas registros eletrônicos que o próprio TSE controla, audita e certifica, o réu julgando a si mesmo. Quando as Forças Armadas solicitaram acesso ao código fonte e aos logs de auditoria, foram ridicularizadas, ameaçadas e, por fim, silenciadas. Alexandre de Moraes, ministro fiscal juiz carrasco numa só toga, criminalizou até mesmo o questionamento. Perguntar sobre integridade eleitoral tornou se, no Brasil de 2022, crime contra a democracia. Orwell, coitado, não tinha tanta imaginação. E quando alguém ousa investigar? O FBI apreendeu 656 caixas de materiais eleitorais de 2020 em Fulton County, cédulas, fitas de tabulação, imagens eletrônicas, listas de eleitores. A resposta instantânea das autoridades locais foi uma moção judicial exigindo devolução imediata e proibindo qualquer acesso, busca ou análise dos documentos. Traduzindo: Devolvam as provas antes que alguém as examine. No Brasil, sequer há provas físicas para apreender. O sistema foi desenhado para ser inauditável por design, não por acidente. Dizem nos que eleições são sagradas. Contudo, pedem nos que aceitemos, sem protesto, a inserção de fornecedores privados opacos e arquiteturas digitais com vínculos venezuelanos na função cívica mais crítica que uma nação possui. Que outra função nacional vital permitiríamos ser gerida assim? Permitiríamos nas Forças Armadas? Na defesa antimísseis? No comando nuclear? No Brasil, as urnas eletrônicas foram rejeitadas pelo sistema bancário por insegurança, mas são boas o suficiente para eleger presidentes. Preto no branco: o povo não perdeu a fé nas eleições porque alguém mandou duvidar. Perdeu porque o sistema se comportou como um réu culpado. Escondeu se. Zombou. Censurou. Puniu. Exigiu submissão. A Dominion espera que você esqueça. A Smartmatic espera que você esqueça. O TSE espera que você esqueça. A mídia espera que você esqueça. Uma nação que não consegue auditar suas eleições não pode reivindicar consentimento. Uma nação que não pode reivindicar consentimento não é livre. É meramente governada. Os americanos, ao menos, ainda têm caixas para abrir. Os brasileiros têm apenas a memória, e até esta querem criminalizar.
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andrea ricupero🇧🇷🇧🇷
andrea ricupero🇧🇷🇧🇷@andrearicupero·
@canalsergio2 Enquanto Miami cresce, Havana apodrece. Enquanto a Flórida atrai gente do mundo inteiro, Cuba expulsa o próprio povo. Milhares fogem de Havana em balsas improvisadas, arriscando a vida, não para “fugir do capitalismo”, mas para escapar da miséria socialista. Curioso, né? Copiado
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Joey Mannarino
Joey Mannarino@JoeyMannarino·
HOLY CRAP!! Telegram just sent this message to all the users in Spain. The country is on its way to North Korean censorship. ❗️ The government of Pedro Sánchez is promoting new dangerous regulations that threaten your freedoms on the Internet. Announced yesterday, these measures could turn Spain into a surveillance state under the pretext of "protection." Here I explain why they are a red alarm signal for freedom of expression and privacy: 1. Prohibition of social networks for children under 16 years of age with mandatory age verification: This is not just about children - it requires platforms to use strict controls, such as requiring ID or biometrics. ⚠️ Danger: Establish a precedent to track the identity of EACH user, eroding anonymity and opening doors to massive data collection. What begins with minors could be extended to everyone, stifling the open debate. 2. Personal and criminal liability for platform executives: If "illegal, hateful or harmful" content is not quickly removed, those responsible could go to jail. ⚠️ Danger: This will force overcensorship—the platforms will erase anything minimally controversial to avoid risks, silencing political dissent, journalism and everyday opinions. Your voice could be next if you defy the status quo. 3. Criminalization of algorithmic amplification: Amplifying "harmful" content through algorithms becomes a crime. ⚠️ Danger: Governments will dictate what you see, burying opposing opinions and creating state-controlled echo chambers. Free exploration of ideas? Missing—replaced by curated propaganda. 4. Follow-up of the "hateful and polarization": Platforms must monitor and report how they "feed the division." ⚠️ Danger: Vague definitions of "hate" could label criticism of the government as divisive, leading to closures or fines. This can be a tool to suppress the opposition. These are not safeguards; they are steps towards total control. We have seen this script before—governments arming "security" to censor their critics. At Telegram, we prioritize your privacy and freedom: strong encryption, no backdoors and resistance to excess. ✊ Stay vigilant, Spain. Demand transparency and fight for your rights. Share this widely—before it's too late
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Noraney Flores
Noraney Flores@NoraneyFlores·
A gazela saltitante e o diplomático tupiniquim
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Mucurici, Brasil 🇧🇷 Português
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Paulo Guedes
Paulo Guedes@PauloNGuedes·
Alguns se indignam mais com a queda de um ditador do que com milhões passando fome. Se, afinal, a lógica da “soberania” fosse absoluta, nem a derrota do nazismo seria justificável.
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André Ventura
André Ventura@AndreCVentura·
Os outros candidatos têm medo de dizer o óbvio. Eu não tenho!!!
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Agro do Brasil 🇧🇷🚜
Agro do Brasil 🇧🇷🚜@AgroBrasil22·
Peço Que Orem Pelo Pai da Laura!
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