Antonio 🇧🇷 🇺🇸
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Olha esse estádio, onde foi o jogo Holanda x Japão Vai tomar no cu jornalista que reclama dos EUA


Pqp irmão olha isso





Em 1959, Kazuo Inamori fundou a Kyocera em Kyoto com apenas 7 funcionários. Nos primeiros anos, ele acompanhava tudo de perto, mas conforme a empresa crescia, percebeu um problema. Ninguém parecia se preocupar com os lucros tanto quanto ele. Os funcionários faziam seu trabalho. Os gestores cumpriam metas. Mas poucos enxergavam o impacto financeiro de suas decisões. Inamori acreditava que isso era um erro e então criou um sistema radical. A empresa foi dividida em pequenas unidades chamadas "amoebas". Cada uma tinha entre 5 e 50 pessoas. Cada equipe possuía metas próprias, receitas, custos e indicadores de desempenho. Na prática, funcionavam como pequenas empresas dentro da empresa. As equipes cooperavam entre si, mas também eram incentivadas a melhorar seus próprios resultados. O objetivo era simples: fazer com que cada funcionário pensasse como dono. O modelo ajudou a transformar a Kyocera em uma das empresas mais respeitadas do Japão, mas o maior desafio ainda estava por vir. Em 2010, a Japan Airlines havia declarado falência. A companhia acumulava cerca de US$ 25 bilhões em dívidas e muitos acreditavam que sua recuperação seria impossível. Foi então que o governo japonês procurou Kazuo Inamori. Ele tinha 78 anos e aceitou a missão sem receber salário. Ao assumir o comando, levou consigo a filosofia que havia desenvolvido na Kyocera. A responsabilidade foi descentralizada. Os gestores passaram a acompanhar resultados com muito mais transparência e as equipes foram incentivadas a agir como se fossem donas do negócio. O resultado surpreendeu o mercado. Em apenas dois anos, a Japan Airlines voltou ao lucro. Em 2012, realizou um IPO avaliado em aproximadamente US$ 8,5 bilhões, em uma das recuperações corporativas mais rápidas da história. A maioria dos líderes acredita que crescimento exige mais controle. Kazuo Inamori apostava no oposto. Quanto maior a empresa, mais importante é fazer as pessoas se sentirem responsáveis pelo resultado. Sua grande inovação não foi tecnológica. Foi transformar funcionários em empreendedores dentro da própria organização.






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