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Los Angeles- USA Katılım Eylül 2010
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Gols do Brasileirão ⚽️🇧🇷
Mauro Cezar Pereira sobre Hugo Souza ter ficado fora da convocação da Seleção Brasileira: "Eu não entendo nem por que o Hugo foi convocado. Vou ficar falando aqui do Hugo... o Hugo quando jogou foi mal, falhou. É um goleiro razoável e um ótimo pegador de pênaltis. Mas é um goleiro só razoável, passa longe de ser um grande goleiro. É um goleiro razoável. Mas joga no Corinthians, pega pênalti, aí fica o "oba-oba", né? Se fosse do Flamengo seria a mesma coisa. Time de muita torcida, muito fácil fazer média ali e tal. Eu acho um goleiro razoável. Ele até melhorou, está mais seguro do que era antes, mas ele é um goleiro razoável. Não acho... passa longe de ser um grande goleiro. Muito longe." Via: @JovemPanEsporte 📸 Jovem Pan | Divulgação
Gols do Brasileirão ⚽️🇧🇷 tweet mediaGols do Brasileirão ⚽️🇧🇷 tweet media
Português
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Paulo Caravina
Paulo Caravina@soudoapito·
A arbitragem na La Liga segue com decisões inaceitáveis. Supera, e muito, as bizarrices no Brasil. Isso não é pênalti. Existe um contato sem intenção que não impede o atacante do Barcelona de nada. O atacante é quem busca a queda.
Português
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Paulo Figueiredo (8)
Paulo Figueiredo (8)@pfigueiredo08·
Endendam a gravidade do que está acontecendo! Os EUA nunca cancelaram o visto de nenhuma autoridade diplomática do governo Lula. E não se tinha notícia de nenhum governo brasileiro cancelando o visto de um diplomata americano na história (se eu estiver errado, por favor me corrijam). O visto do Alexandre Padilha - que não é autoridade diplomática - foi cancelado por decisão direta do secretário Marco Rubio por sua ajuda ao regime cubano, através do programa Mais Médicos no primeiro ciclo de gestão petista. Ainda assim, os EUA concederam ao mesmo ministro um visto diplomático para que ele pudesse ir na reunião da ONU no ano passado. A visita do Senior Advisor for Brazil Policy não era ao Bolsonaro. Darren Beattie participaria de um evento de minerais críticos e encontraria diversas autoridades dos 3 poderes, inclusive de oposição. Algo totalmente normal no mundo diplomático. A nenhuma autoridade diplomática brasileira nos EUA é dito quem eles podem ou não encontrar. Diplomacia, emEntendam a gravidade do que está acontecendo. Os Estados Unidos nunca cancelaram o visto de nenhuma autoridade diplomática do governo Lula. E não há notícia de qualquer governo brasileiro que tenha cancelado o visto de um diplomata americano na história. Se eu estiver errado, por favor me corrijam. O visto de Alexandre Padilha, que não é autoridade diplomática, foi cancelado por decisão direta do secretário Marco Rubio devido à sua atuação em apoio ao regime cubano, por meio do programa Mais Médicos no primeiro ciclo da gestão petista. Ainda assim, os Estados Unidos concederam ao mesmo ministro um visto diplomático para que ele pudesse participar da reunião da ONU no ano passado. A visita do Senior Advisor for Brazil Policy não era para se encontrar com Bolsonaro. Darren Beattie participaria de um evento sobre minerais críticos e teria reuniões com diversas autoridades dos três Poderes, inclusive da oposição. Algo absolutamente normal no mundo diplomático. A nenhuma autoridade diplomática brasileira nos Estados Unidos é dito com quem ela pode ou não se encontrar. Em países livres, diplomacia funciona assim: diplomatas têm liberdade de ação. Não é assim na China, onde é necessário informar exatamente o que será feito e com quem se falará. O fato é que as relações entre Trump e Lula não vão tão bem quanto alguns tentam fazer parecer, apesar de todo o lobby do empresariado corrupto brasileiro na Casa Branca, vide o caso da JBS. Lula, como era previsível, não cumpriu nada do que prometeu. Não apenas isso: posicionou-se de forma violenta contra a designação do CV e do PCC como organizações terroristas pelos Estados Unidos. O suposto bromance entre Lula e Trump começou a ser ensaiado em outubro, em um lobby patrocinado por Joesley Batista, da JBS. A aplicação da Magnitsky contra Alexandre de Moraes foi suspensa. Desde então, fala-se de uma reunião entre os dois líderes, que já foi cancelada diversas vezes e nunca aconteceu. A redução das tarifas ocorreu apenas por decisão da Suprema Corte americana, sem qualquer relação com o Brasil. E as dezenas de vistos de autoridades brasileiras e de seus familiares que foram cancelados jamais foram restabelecidos, para a tristeza de Barroso. A estratégia de Lula, eu soube, foi desenhada pelo seu marqueteiro, Sidônio Palmeira. Diante do fato de que Lula está indo muito mal nas pesquisas, a aposta agora parece ser provocar uma crise diplomática com os Estados Unidos, na esperança de que Trump responda com tarifas contra o Brasil. Lula então tentaria, mais uma vez, atribuir a culpa a Eduardo Bolsonaro e a mim e posar de defensor da "soberania". Spoiler: não vai funcionar. Primeiro, porque uma parte significativa da população já sabe que não tivemos absolutamente nada a ver com as tarifas (como mostram as pesquisas sobre o assunto). Segundo, porque Trump, por razões internas da política americana, quase certamente não reagirá desta vez com tarifas. Como reagirá, ninguém sabe. Trump é imprevisível. O fato concreto é que uma nova crise diplomática foi criada. E, novamente, ela foi criada por Lula e por Moraes. Tem muita coisa em discussão: inclusive interesses do narcotráfico. Eu não sei exatamente o que vai acontecer a partir daqui. Muita gente tentará colocar panos quentes. Não duvido que, ao final, o visto acabe sendo concedido. Seja como for, o episódio já representa um duro golpe na relação entre Lula e Trump.
Português
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beck
beck@tuittabeck·
querido come só 2kg de comida no almoço
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BlockBusiness 💹@blockbusinessOF·
@OtakadaNerds @dbabyadams Só tirar a porra da política e lactação de lado que dá certo, tdo que é produzido no Brasil é sobre política , chega dar nojo
Português
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LUCIANO LUFFY
LUCIANO LUFFY@OtakadaNerds·
@dbabyadams Quando é filme de favela, vcs reclamam. Quando é de ditadura, vcs reclamam...quando é besteirois vcs reclamam. quando é sobre índigenas, vcs reclamam....quando é sobre pobreza no nordeste, vcs reclamam....quando é sobre alguma coisa relacionada ao Brasil. vcs todos reclamam!
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D'Baby Adams
D'Baby Adams@dbabyadams·
POLÊMICA 👀 Em entrevista à revista Elle, a titã viva do teatro inglês D’baby Adams CBE foi direta ao comentar o indicado ao Oscar 'O Agente Secreto': “Não assisto mais filmes hispânicos legendados desde que Ainda Estou Aqui foi tratado como obra-prima no Oscar com aquela eterna narrativa de ditadura que já vimos tantas outras vezes. Parece que toda produção ao sul do hemisfério vem com o mesmo roteiro político embalado para europeu aplaudir. Não vale meu tempo.”
D'Baby Adams tweet mediaD'Baby Adams tweet media
Português
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Italo Marsinho
Italo Marsinho@ItaloMarsinho·
Ninguém voando em cima do bolo, ninguem com sacolas e jogando bolo dentro, ninguem com pá de pedreiro pegando bolo, não teve empurrão, soco, gritaria, impossível esse evento ter ocorrido no Bostil.
Português
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Jeff
Jeff@1985Jeff·
Ontem um menino que sempre entrega aqui em casa com uma bike TD fodida, chegou aqui chorando pq a bike quebrou. Eu tô indo embora do Brasil em 4 meses, então dei minha bike p ele. A mãe dele acabou de bater aqui pra saber se eu dei a bike pra ele mesmo. Isso é ser mãe.
Português
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🕵️GEM DETECTER🕵️
🕵️GEM DETECTER🕵️@gem_detecter·
Be like Iran. They painted fake fighter jets on airport runways, forcing the U.S. to spend millions of dollars bombing decoys.
🕵️GEM DETECTER🕵️ tweet media
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Defense Intelligence
Defense Intelligence@DI313_·
An Iranian missile landed in Tel Aviv but initially failed to detonate. When firefighters attempted to approach the missile, it suddenly exploded with a powerful blast.
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Nikolas Ferreira
Nikolas Ferreira@nikolas_dm·
Segundo a Globo, 20 mil pessoas. Depois reclamam que o povo grita Globo Lixo.
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ipadasher
ipadasher@ipadasher·
A Doutrina Monroe de 1823 dizia: “A América é nosso quintal. Europa, fica fora”. Hoje a lógica é a mesma, só que o quintal é o suprimento energético mundial. Os EUA não querem “possuir” o petróleo iraniano. Querem decidir quem pode comprar barato e quem vai pagar caro. Querem segurar a China, que importa 70% do petróleo que consome, pelos colhões energéticos. Porque quem controla o fluxo controla a inflação chinesa, controla o preço das exportações chinesas, controla o desemprego em Xangai e, no fim, controla se Pequim vai ou não arriscar Taiwan. É por isso que a Fase 1 (Venezuela) e a Fase 2 (Irã) são tão perfeitas. Juntos, esses dois países guardam quase um terço das reservas mundiais. O Irã ainda tem a chave física do Estreito de Ormuz (20% do petróleo mundial passa ali). Quando o regime iraniano cair, e ele vai cair, seja por pressão externa ou implosão interna com curdos, árabes, azeris e uma população quebrada pela economia, os EUA vão controlar dois terços das importações chinesas de energia. Sem disparar um míssil contra Pequim. Sem guerra direta entre superpotências. China e Rússia estão quietas exatamente por isso. Não é traição. É matemática cruel. A Rússia está sangrando na Ucrânia, mais de um milhão de baixas, mísseis acabando, economia em modo sobrevivência. Não tem como mandar frota para o Golfo. A China tem marinha grande no papel, mas é frota de “água marrom”, presa pela Primeira Cadeia de Ilhas. Sem Taiwan, ela nunca consegue projetar força a 10 mil km de distância. Além disso, perder o petróleo super barato do Irã (1,3 milhão de barris/dia com desconto de US$11) e o que restava da Venezuela dói, mas arriscar guerra naval contra os EUA por causa disso seria suicídio. Israel está 100% dentro porque o interesse é alinhado: neutralizar a ameaça nuclear de um regime que não joga pelas regras da Destruição Mútua Garantida, cortar o dinheiro do Hezbollah e do Hamas, e abrir o novo corredor econômico Índia-Arábia-Israel-Europa que deixa Rússia e China fora do futuro. O plano é genial porque evita a Terceira Guerra Mundial de verdade. Em vez de enfrentar a China no campo de batalha, sufoca ela economicamente. É a Doutrina Monroe do século XXI: “O fluxo energético global é nosso quintal estratégico. Quem quiser brincar de desafiar o sistema vai pagar o preço na conta de luz”. O tabuleiro está pegando fogo, mas agora com direção clara. Obama e Biden abriram a porta do caos. Trump está fechando, e trancando com chave dupla. O século americano não acabou. Ele só estava em pausa estratégica. E o preço da ilusão de “eixo invencível” está prestes a ser cobrado não em mísseis, mas em barris de petróleo que a China não vai mais conseguir comprar barato. O interruptor foi religado. E a luz que vai acender agora vai brilhar por mais oitenta anos.
Português
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ipadasher
ipadasher@ipadasher·
A VERDADE QUE NINGUÉM CONTA: Obama e Biden Criaram o Caos… Trump Está Sufocando a China pelo Pescoço com o Irã (e o Mundo Nunca Mais Vai Ser o Mesmo) Eu vivo repetindo: geopolítica não é sobre heróis ou vilões de novela. É sobre quem controla o interruptor da energia mundial. E em 2026 esse interruptor está sendo religado com força total pelos Estados Unidos. Mas para entender por que o Golfo Pérsico está pegando fogo hoje, a gente precisa voltar no tempo e ver exatamente como chegamos nesse ponto. Porque isso não caiu do céu. Foi construído, passo a passo, pelas administrações Obama e Biden. Tudo começou com a famosa doutrina de “liderar por trás”. Obama vendia como estratégia inteligente: “Os EUA não precisam estar na frente de tudo”. Na prática, foi uma retirada em massa do cenário global. Retirada do Iraque sem deixar estrutura sólida. Acordo nuclear com o Irã em 2015 que injetou bilhões em Teerã e transformou o regime em valentão do bairro. E o golpe final: a retirada caótica do Afeganistão em 2021, transmitida ao vivo para o mundo inteiro. A mensagem foi clara para todos os adversários: “Os americanos estão fora. O palco é de vocês agora”. E o palco foi ocupado rapidinho. A Rússia olhou para o vácuo e invadiu a Ucrânia em 2022. Putin não é louco, ele calculou friamente que Washington não tinha mais estômago para projetar força na Europa Oriental. Sem presença americana forte na Otan, sem dissuasão real, ele achou que podia engolir o país em semanas. Trump já avisava em 2016: “Se eu estivesse lá, isso nunca teria acontecido”. Não era slogan de campanha. Era previsão pura. Ele entendia que fraqueza percebida é convite para agressão. Enquanto isso, a China fez o que faz de melhor: avançou onde ninguém estava olhando. A Iniciativa Cinturão e Rota explodiu na América do Sul e na África exatamente porque os EUA tinham sumido. Portos, estradas, minas, dívida, tudo financiado por Pequim. Brasil, Venezuela, Argentina, vários países africanos viraram quintal chinês. A China comprou influência barata enquanto Washington estava ocupado com “liderar por trás”. Trump também avisava isso desde 2015: “Eles estão comendo nosso almoço na América Latina porque nós não estamos lá”. Realidade pura, não retórica. E o Irã? O Irã simplesmente preencheu o vazio no Oriente Médio. Sem frota americana patrulhando o Golfo como antes, Teerã virou o chefão do pedaço. Atacou navios, financiou milícias, ameaçou o Estreito de Ormuz, expandiu influência no Iraque, Síria, Líbano e Iêmen. Os aiatolás sabiam: ninguém viria cobrar. Obama e Biden tinham aberto a porta e jogado a chave fora. Resultado? O projeto BRICS ganhou força em 2009 exatamente nesse vácuo. Rússia, China e Irã viram uma oportunidade de criar uma alternativa ao dólar. Não deu certo como eles queriam (moedas fracas, falta de confiança), mas o estrago estava feito: um mundo multipolar de mentira que na verdade era só China e Rússia preenchendo o espaço que os EUA abandonaram. Trump sempre disse: “Nada disso estaria acontecendo se eu fosse presidente”. E não era papo furado. Ele já tinha mostrado na prática: pressão máxima na Venezuela, pressão máxima no Irã, Abraham Accords no Oriente Médio, e a China sendo obrigada a sentar à mesa. Quando ele saiu, o vácuo voltou, e o caos voltou junto. Agora, em 2026, Trump (e quem continua a estratégia) está fechando o ciclo. Mas atenção: isso NÃO é geopolítica de 1976. Não é mais sobre invadir um país para “tomar” o petróleo como no velho modelo colonial. Aquela era acabou. O Iraque provou: os EUA derrubaram Saddam e, no fim, quem ficou com o petróleo iraquiano foram os chineses. Os Estados Unidos já são o maior produtor de petróleo do planeta e, com a Venezuela praticamente controlada, não precisam de mais um poço. O jogo de 2026 é totalmente diferente. É sobre controle de fluxo. Controle de interruptores. É a Doutrina Monroe atualizada para escala global.
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