Bruno Augusto
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@Duduqa1 EUA japão e vários países europeus com uma dívida na casa de 110 120% a cima do seu PIB só dívida pouco se fudendo para ela. Só retardado br acha que essa merda importa. E olha a deles e em dólar a do Brasil em real. Dívida pública e a última diaculpa para atrapalhar o Brasil
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@OnlyNakedTruth @ratjp1 @machine___angel Sure. The wikipedia article about it is a very good start #Phonology" target="_blank" rel="nofollow noopener">en.wikipedia.org/wiki/Proto-Ind…
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@OnlyNakedTruth @ratjp1 @machine___angel Proto-Indo-European is a reconstructed language that was spoken far earlier than any writing system. Then, there is no work in this language. But very solid evidences of it existence. The same way know who my grand-grandfather was, even not having his photograph
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@OnlyNakedTruth @ratjp1 @OPRisely @machine___angel Surely very later than the first Sanscrit ones. But writing technology and spoken language are different things. PIE is way older than any written language, but we can still know a lot about it
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@OnlyNakedTruth @ratjp1 @OPRisely @machine___angel In family terms, English and Sanscrit are cousins. They share a same grandfather, Proto-Indo-European. Japanese is a friend of the family, whose grandmother had an affair with PIE... But English and Sanscrit are EQUAL in the genealogy. There is no order of importance here
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@0xbitcoin_D @Sonecarox Essa cena é JUSTAMENTE para zoar os conspiracionistas. O filme fala de um mundo onde, por um cataclisma, as pessoas se voltaram contra a ciência e o conhecimento. A professorinha falar aquilo é justamente para contrastar a ignorância daquele mundo com a ambição do Cooper
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@Sonecarox Interestelar diz o porque muito rápido na cena que o Cooper é chamado na escola… induzir a Ussr gastar todo seu dinheiro e falir
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@CelcioOliveira @Sonecarox Cara... A lua não tem atmosfera, tem 1/6 da gravidade da Terra e qualquer coisa que saia da órbita da lua, cai naturalmente em direção à Terra... O difícil é sair da Terra.. Voltar é fácil. Então essa ideia de "não ter energia" não se sustenta.
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@Sonecarox Tem teoria que era para a corrida espacial enfraquecer a URSS fazendo gastar muito, quando para os EUA tbm se tornou caro eles teria forjado o pouso na lua pq a energia para retorno não seria viável então foi só sonda mesmo. +
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@canaldavoficial @NewsLiberdade 3- Usar uma guerra no Oriente Médio para ser contra privatizações no Brasil não parece muito razoável. Onde privatizar algo no Brasil representaria um risco concreto?
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@brunoavn @NewsLiberdade Q ñ é o liberalismo clássico – é diferente do que Zema propõe. Mas insisto: o risco geopolítico persiste. Privatizar Correios ñ é problema; privatizar setores estratégicos é outra história. O estreito de Ormuz, por ex., mostra como gargalos estratégicos podem gerar crises graves.
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@canaldavoficial @NewsLiberdade 2- O Ormuz é uma região geográfica sob domínio estatal que está fechada por uma guerra. Isso aconteceria com ou sem propriedade privada. Qual seu ponto nisso?
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@canaldavoficial @NewsLiberdade 1-"Ao soberano cabem apenas três deveres. O dever de proteger a sociedade contra a invasão de outros países, o dever de implantar uma administração judicial exata e o dever de criar e manter certas obras e instituições públicas"
A riqueza das nações v.II, pg202
Isso É liberalismo
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@canaldavoficial @NewsLiberdade Então concordamos. Privatização não é um problema per se. Um Estado soberano pode privatizar empresas estratégicas, é só haver regulação. Isso é condizente com o liberalismo que a gente começou discutindo
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@brunoavn @NewsLiberdade Setores estratégicos sempre integram a lógica geopolítica; privatização só representa risco se o Estado não puder direcioná-los efetivamente quando a segurança nacional estiver em jogo.
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@canaldavoficial @NewsLiberdade Setores estratégicos tem papel geopolítico, claro. Mas isso não exige que sejam de propriedade estatal. E não é assim só nos EUA. Vide Airbus(UE), Boston Dynamics(Coréia), Elbit(Israel). Privatizar não implica perder controle. E estatal não garante o alinhamento vide Chernobil
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@brunoavn @NewsLiberdade O risco surge quando o Estado perde controle soberano efetivo sobre esses setores e não consegue direcioná-los em função da segurança nacional.
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@canaldavoficial @NewsLiberdade Controle estatal não torna algo “não liberal”. O liberalismo clássico pressupõe Estado, justiça e enforcement; O ponto é o limite desse controle. E, com freios e contrapesos, não vejo por que a propriedade privada em setores estratégicos implicaria risco geopolítico
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@brunoavn @NewsLiberdade Mercados precisam de instituições, correto. Mas o ponto é geopolítico: nos EUA, setores estratégicos operam sob controle estatal mesmo com propriedade privada — ou seja, não é liberalismo clássico. O risco não é a regulação existir, mas perder o controle estratégico nacional.
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@canaldavoficial @NewsLiberdade Mercados precisam de um arcabouço institucional, justiça, enforcement, etc. Mas não vejo onde isso conecta com a ideia inicial de que propriedade privada em setores estratégicos seria um risco geopolítico. Nos EUA mesmo, há leis antitruste e agências reguladoras.
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@brunoavn @NewsLiberdade E o que mantém esse sistema funcionando sem autofagia é a autorregulação. Concorda?
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@canaldavoficial @NewsLiberdade Bom, eu poderia argumentar que propriedade privada é mais fundamental, dado que não faria sentido falar em livre mercado, sem a propriedade para ser trocada e sem voluntarismo, mas prossiga, qual seu ponto?
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@brunoavn @NewsLiberdade O fundamental do liberalismo ECONÔMICO é o livre mercado.
E o que mantém esse sistema econômico funcionando?
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@canaldavoficial @NewsLiberdade Liberdade individual, propriedade privada, economia de livre iniciativa (livre-mercado).. Tem várias coisas mas acho que essas são as mais óbvias
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@brunoavn @NewsLiberdade Qual é o princípio básico do liberalismo econômico?
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@canaldavoficial @NewsLiberdade Adoraria, me explique sua visão, pois realmente não vejo onde isso pode ocorrer
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@brunoavn @NewsLiberdade Nos moldes do liberalismo clássico, é um erro geopolítico. Como disse no tweet anterior, nos EUA, a propriedade privada em setores estratégicos não significa ausência de controle estatal. Se quiser, podemos abordar como isso se apresenta como um risco geopolítico.
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@canaldavoficial @NewsLiberdade A privatização pode ser feita e haver regulação. Boeing, Lockheed Martin, Airbus, Embraer... A lista pode ir longe, mas o fato é, não é pq é estratégica que não possa (ou deva) ser privatizada. Não entendo onde estaria o erro geopolítico
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@brunoavn @NewsLiberdade Essas empresas americanas nunca foram estatais, portanto não houve privatização. E propriedade privada não significa ausência de controle: nos EUA, setores estratégicos permanecem sob controle político e regulatório do Estado. Dessa forma, não há liberalismo clássico.
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