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@RuiFerr49301811 @goncalo_nspinto Diria que tem tudo a ver com ser de esquerda, daí agora ter defletido como se a dicotomia benfica/porto fosse equivalente. E ele não se refere a esta obra em concreto. Refere-se a toda a obra do Siza, pondo em causa algo que entende como bajulação, insinuando favoritismo.
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@cadecagmailcom1 @goncalo_nspinto A minha animosidade como lhe chamas não é por ser de esquerda ou direita. É só mesmo porque aquilo não tem pés nem cabeça.
E os prémios ganhos não foram com certeza com este mamarracho 😉
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@VascoMelo1955 @csc11 Numa situação dessas, o CEO da Ryanair apareceria a pedir subsídios para operar esses voos.
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@csc11 Se a TAP estivesse falida, ou a SATA, achas que os Açores simplesmente ficavam sem ligações aéreas?
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@sombradoliveira @MariaCabugueira g1.globo.com/to/tocantins/n…
Deve ter sido amor este caso. Espero que a menina não seja acusado por matar um homem nojento. Coitadinha.
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@cadecagmailcom1 @MariaCabugueira Tu disseste isto "Há muitos homens heteros PORCOS a fazer promessas não cumpridas a meninas jovens, tantas delas emigrantes. Podem elas matá-los? Haverá UM advogado que as consiga ajudar a matar sem consequências?"
Quero saber como sabes isso
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@sombradoliveira @MariaCabugueira sic.pt/programas/casa…
Vamos procurar um advogado para esta jovem? O homem devia ser do mais nojento que um ser humano pode ser!
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@cadecagmailcom1 @MariaCabugueira Carlos Castro era do mais nojento que um ser humano podia ser
Isso não há dúvidas
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@sombradoliveira @MariaCabugueira Diria que tens de abrir os olhos para o mundo.
Mas sei bem que não é esse o problema da tua falta de entendimento de algo tão simples. Fica bem.
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@sombradoliveira @MariaCabugueira Como é que sei que o Carlos Castro não é a única pessoa no mundo que alguma vez fez promessas que não pode ou não tem intenção de cumprir, em troca de sexo e/ou companhia?
É mesmo essa a sua pergunta?
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Uma vergonha oq fizeram
Lisboa cada vez mais está a perder a sua imagem

Alex B.@maisumcarneiro
Pastelaria Suíça, Lisboa 1971
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@AntonioCunha79 Um casal pode ter 2 filhos, um emigra e faz vida, por ex. na Suíça, e o outro ter uma doença e morrer aos 45 anos.
Um casal pode ser infértil.
Um casal pode ter um filho que seja uma pessoa péssima e não querer saber dos pais para nada.
Um casal pode ter um filho deficiente...
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🇵🇹 MAIS DINHEIRO NO BOLSO DOS TRABALHADORES
Já pensaste porque é que não consegues mudar de emprego já amanhã para outro que pague 30% mais?
Já pensaste porque é que é difícil encontrares um emprego onde possas expressar todas as tuas competências?
Já pensaste porque é que é tão difícil evoluir na carreira e ganhar muito mais do que ganhas, mesmo após bons desempenhos?
Já pensaste porque é que é tão difícil arranjar emprego ou estágio remunerado quando sais da universidade?
Já pensaste porque é que não temos um mercado laboral vibrante, repleto de oportunidades, onde são os trabalhadores que têm o poder de escolher os melhores empregadores e as melhores condições?
Tudo isto deve-se ao facto de portugal ter uma das leis do trabalho mais rígidas da OCDE.
Esta rigidez leva a que o mercado laboral português tenha salários baixos, pouca mobilidade, poucas oportunidades, dificuldade em subir na carreira, dificuldade em mudar de carreira, dificuldade em encontrar uma ocupação bem paga onde se possa ser feliz usando as suas competências.
Os países com legislação laboral mais flexível são os mais produtivos, os que investem mais e, portanto, os que pagam melhor aos trabalhadores.
O mercado de trabalho deve ser ágil e dinâmico. A segurança social é assegurada pelo Estado.
Neste dia do trabalhador é necessário exigir mais Liberdade. Mais liberdade para mudar de um mau trabalho, mais liberdade para conseguir ganhar mais, mais liberdade para ver o seu trabalho reconhecido.
Nos países liberais os trabalhadores ganham mais.
Queremos mais dinheiro no bolso dos trabalhadores.

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@expresso Mas, @Expresso e @Sicnoticias, que loucura é esta de querer elevar o Henrique Raposo a voz relevante em Portugal? Melhorem!
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"Há vinte ou quinze anos, era impossível discutir com a esquerda a questão das pensões, porque a esquerda anti-passista recusava (recusa?) os números da demografia (...) Neste ponto, extrema-direita e esquerda são iguais", diz o cronista.
Leia aqui: expresso.pt/opiniao/2026-0…

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@Xpto78667579 Na Islândia é obrigatório ter um seguro contra erupções vulcânicas, mas é GARANTIDO pelo Estado que os afetados pelas mesmas recebem quando são afetados. Os portugueses sabem que isso não vai acontecer em Portugal, até pelo tom com que foi anunciado. Daí serem contra.
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Como é que é possível alguém ser contra uma medida destas...como???
Expresso@expresso
Vai ser obrigatório ter seguro para todas as habitações. Saiba mais: expresso.pt/governo/2026-0…
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@yalixsun @tatebubble @oceanmiea Fiquei muito admirado ao aperceber-me que muitos BR não sabem que outros países falam português. Angola é o único que todos parecem conhecer.
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@tatebubble @oceanmiea Nem me digas nada que eu vi cada coisa hoje. mandaram as br pesquisar os paises que falam pt😭 acham que um país colonizado não ia saber quem são os outros paises q tbm foram colonizados??!
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Vai ser obrigatório ter seguro para todas as habitações. Saiba mais: expresso.pt/governo/2026-0…

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i just know que não vou ser chamada de burra por alguém que acha que o big bang foi a causa da extinção dos dinossauros. 💀

Rita@hellorita97
Só nos faltava o beto-influencer-reaça-gay-chegano
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ABRIL NÃO TEM DONOS
Artigo de Opinião no DN:
No último sábado, no desfile do 25 de Abril, a Iniciativa Liberal voltou a ser insultada na Avenida da Liberdade. No dia em que Portugal celebra o fim da imposição política, há quem considere seu dever impor quem pode celebrar. Que a nossa presença incomoda. Que a festa tem donos e que esses donos, e só esses donos, decidem quem é bem-vindo.
Isto acontece todos os anos. Este ano podia ter sido pior. Houve quem se preparasse para atacar o desfile com um engenho incendiário. A intolerância não fica pela palavra, escala. A Associação 25 de Abril, responsável pela organização do desfile, sabe disso. E continua sem condenar o ambiente a que a Iniciativa Liberal é sujeita, ano após ano.
Há aqui uma contradição que merece ser dita em voz alta. As pessoas que insultam a Iniciativa Liberal no 25 de Abril fazem-no em nome da liberdade. Acham que defender a liberdade significa decidir quem pode celebrá-la. Não percebem a ironia. Ou percebem e não lhes importa.
Porque há uma certa casta política que aprendeu a usar Abril como escudo. Que invoca a revolução para bloquear reformas, para travar mudanças, para manter o país amarrado à sua visão única do que Portugal deve ser. Que chama traição a quem quer um Estado mais eficiente, uma economia mais livre, uma vida com mais escolhas.
Isso não é respeitar Abril. É aproveitar-se de Abril.
A maior prova desta hipocrisia está no que a esquerda escolhe celebrar e no que deliberadamente apaga. O 25 de Abril foi a luta contra o fascismo. Mas o 25 de Novembro foi a luta contra o comunismo. E essa, a esquerda não celebra. Porque reconhecê-la obrigaria a admitir que a liberdade que hoje temos foi conquistada também contra a esquerda que queria uma ditadura diferente, mas ditadura na mesma. A democracia portuguesa nasceu duas vezes. Quem só reconhece um dos nascimentos não está a honrar a história. Está a falsificá-la. Porque sem o monopólio de Abril perde a principal arma que tem para calar quem pensa diferente.
Abril não se fez para que nada mudasse. Fez-se precisamente para que tudo pudesse mudar. Para que cada geração tivesse o direito de exigir mais ao país. Abril quis um país livre. Livre também de quem, em nome de Abril, pretende que nada mude.
Há uma geração que sente isso na pele. Não viveu a ditadura. Vive a estagnação. Vive salários que não chegam. Vive casas que não consegue comprar. Vive num país que a empurra para fora. E percebe, porque vive as consequências, que há quem precise que o país continue assim. Quem se alimenta da frustração e da dependência. Quem precisa de portugueses sem saída para continuar a existir. Um país que funciona, pessoas livres e independentes, é a maior ameaça que conhecem.
Por isso bloqueiam as reformas. Por isso travam as mudanças. Por isso insultam na Avenida quem ousa dizer que há outro caminho.
Lutar por um país melhor, com coragem e sem medo, é o mais fiel cumprimento do espírito de Abril. Porque Abril não foi uma chegada. Foi uma partida. E 52 anos depois, o caminho ainda está por fazer.
A rua é de todos. E a liberdade, se não for de todos, não é liberdade nenhuma.

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