Capivara

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@crtmrd

Katılım Nisan 2020
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Sabitlenmiş Tweet
Capivara
Capivara@crtmrd·
Foco na missão!
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Jones Presidente 2030
Jones Presidente 2030@JonesPresida26·
Galera, e esses perfis de núcleo em apoio a Jones deputado, procedem? Se sim, que legal que a pre-candidatura está ganhando corpo tão rapidamente.
Jones Presidente 2030 tweet media
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Capivara
Capivara@crtmrd·
Se esses fdp se preocupassem com o micro/pequeno e médio negocio, estariam tacando o pau na taxa selic nas alturas, o aumento real do salario minimo e o fim da escala 6x1, pq essas empresas "vivem" de comercio e serviços, quem vai se fuder é o grande empresario: que bom!
Isaac 🇧🇷🐆@isaaccmoraes

Fala Tamir, vem aqui na minha empresa de 6 funcionários, no interior do Piauí, ajudar a decidir qual deles eu vou ser obrigado a dispensar porque eu vou fechar 1 dia de arrecadação. Aguardo sua DM. Abraço!

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Òkòtó - Organização & Autonomia
Obrigado pelo seu perfil que ele mata a questão. Até printei que vai dar bom conteúdo. Vcs que são visto como branc’o por nós. Estudam com eles. Respiram eles. Vivem eles. Lógico que eles vão querer colocar vcs como negros no lugar da gente pq se entendem com eles. Vivem eles.
JAMAIS TOLERAREI@DaniloKeys

Como pardo e nordestino-baiano que veio parar no centro de São Paulo numa faculdade privada de elite cheia de gente branca e abastada, digo com toda capacidade de opinar: Flavia é lida como negra sim, mesmo tendo a pele clara e fenótipo ambíguo Ela sofreu injustiça.

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Gabriel Xavier
Gabriel Xavier@EconomiaXavier·
Duas organizações com praticamente a mesma plataforma eleitoral, a defesa (quase cópia uma da outra) da mesma política econômica, a mesma argumentação sobre privatização geração de empregos, dívida pública, finanças do Estado etc. Mas por que lançar dois candidatos? PORQUE SIM
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Capivara
Capivara@crtmrd·
E o show tava foda
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Capivara
Capivara@crtmrd·
H1n1 e pneumonia 😍🥲
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Capivara
Capivara@crtmrd·
Neymar ser convocado é por livre e espontânea pressão financeira
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Jones Manoel
Jones Manoel@jonesmanoel_PE·
Médicos veterinários enfrentam uma realidade de precarização no Brasil: longas jornadas, plantões exaustivos, baixos salários, pejotização e descumprimento do piso profissional.
Jones Manoel tweet media
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David Deccache
David Deccache@deccache·
Sim, claro, antes da iFood não existia entregador na pizzaria do bairro. Além disso, o iFood inventou uma tecnologia chamada bicicleta, criada especialmente para ser usada em entregas. Agora, saindo da provocação e indo para o debate real: o Brasil sempre conviveu com uma economia de subsistência que usa uma enorme massa de trabalhadores abandonados pelo Estado, pessoas que se submetem a qualquer coisa porque a alternativa é a fome e a miséria. Hoje, são as plataformas que cumprem esse papel de exploração. O ponto é que não temos que tolerar mais isso. Temos que discutir como e onde gerar empregos com dignidade. Como o Estado pode atuar, seja como empregador direto, seja induzindo bons empregos. Alguém pode argumentar que o atual estágio da automação torna impossível gerar empregos para todos. No capitalismo, ao que tudo indica, sim. Na verdade, no capitalismo neoliberal sem freios, certamente. A questão é que o avanço da tecnologia não deveria ser tratado como sinônimo natural de desemprego. O desemprego não é uma lei da natureza. Não é inevitável. É uma invenção e uma necessidade do capitalismo, o primeiro sistema que produziu miséria em meio a uma enorme abundância e que usa a tecnologia criada pelos seres humanos para escravizá-los. Em um mundo minimamente digno, os ganhos de produtividade da automação, da inteligência artificial ou de qualquer nova tecnologia deveriam servir para reduzir fortemente a jornada de trabalho, garantindo mais tempo livre, mais direitos, mais qualidade de vida e mais possibilidade de viver. Mas, no nosso mundo, a tecnologia inventada pela classe trabalhadora não é usada para que ela tenha mais tempo para descansar, estudar, conversar, se divertir ou sonhar. É usada para explorar ainda mais a própria classe trabalhadora. A uberização da nossa classe trabalhadora deveria ser tratada com seriedade. Não como algo natural. Não como “alternativa ao desemprego”, como se o desemprego também fosse uma força da natureza. Deveria ser um dos eixos do debate eleitoral. Deveria ser. Mas, infelizmente, há uma interdição no debate econômico brasileiro. O pavor da extrema direita nos paralisou. Não conseguimos ver além do “neoliberalismo progressista” como alternativa à destruição fascista. Os grandes temas e desafios foram jogados para baixo do tapete. Só se discute qual será a próxima medida de ajuste fiscal, ou quando virá a redução da taxa de juros do Banco Central que fará a economia brasileira encontrar seu rumo. Aliás, é bizarro a esquerda achar que é a redução da Selic que desenvolve um país, em vez de tratar isso como uma condição necessária e absolutamente insuficiente. Mas vamos voltar ao tema. A questão é que enquanto esses debates de superfície hegemoniza o imaginário da esquerda, as classes dominantes moem o nosso povo. Somos um país dominado pelo agro, que quer que o mercado doméstico se foda, que o meio ambiente se foda, porque exporta soja para a China fazer ração para porcos. Tudo isso com destruição de territórios, muito dinheiro estatal e concentração brutal de renda. A grana da exploração vai para formar bancadas políticas que defendem a nossa dependência e subordinação com orgulho. Claro, o setor primário-exportador também tem as mineradoras, que arrancam nossas riquezas e destroem o meio ambiente, deixando a conta da destruição para o povo. Do outro lado, vistos como mais modernos e elegantes, sediados na potente São Paulo, estão os bancos, tomando o dinheiro da classe trabalhadora com as taxas de juros mais altas do planeta. Ou seja: de um lado, um setor primário-exportador que aparelha o Estado, concentra riqueza, não gera porra nenhuma de emprego decente e ainda deixa um passivo ambiental brutal para o povo pagar. De outro, um setor rentista que toma o pouco que os trabalhadores têm por meio de juros criminosos. Como gerar empregos bons para o nosso povo no meio disso tudo? Não tem como. Com essas duas frações dominantes organizando o país, sobra um bolsão de desesperados. E esse bolsão, em vez de ser tratado como um problema nacional gravíssimo, vira matéria-prima barata para as plataformas, que têm se tornado a terceira força dessa tríade da destruição. É assim que o Brasil se torna, ao mesmo tempo, paraíso do agro, dos rentistas e das empresas de aplicativo. Um país com gente demais precisando aceitar qualquer coisa para sobreviver. Não está tudo bem só porque o desemprego vem caindo desde 2021. Os empregos gerados são uma merda. O trabalhador ganha mal. Está endividado até o pescoço. Trabalha muito. Não tem tempo de viver. Não tem tempo de estudar. Aliás, estudar para quê, em um país que não tem muito a oferecer aos pobres além de uma CLT destruída pela já naturalizada contrarreforma de Temer em 2017 e uma vida esmagada pela escala 6x1? A pergunta correta não é o que essas pessoas fariam sem Uber, iFood ou 99. A pergunta correta é que tipo de país aceita que milhões de trabalhadores só tenham como horizonte pedalar, dirigir e se arriscar todos os dias sem direitos, sem proteção e sem futuro.
Zeca@tmr6dlr

Já imaginaram como seria o Brasil se não houvesse iFood, Uber e 99? essa galera estaria trampando de que? sustentando a família como?

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Frederico Krepe 🇧🇷
Frederico Krepe 🇧🇷@Fredkrepe·
Vocês aí mamando detergente enquanto o Flávio Bolsonaro mamava o Vorcaro.
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John Marston irl 🆙☭
John Marston irl 🆙☭@_bolchevictor·
terminando essa leitura aki💭💭💭
John Marston irl 🆙☭ tweet media
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Capivara
Capivara@crtmrd·
Boicotar as eleições num momento em que não existe uma classe trabalhadora organizada e expressiva na sociedade, é o mesmo que parar de comer carne para lutar contra o agro, poético, porém desconectado da materialidade. Deturpar a ordem parte também de dentro
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Euclides Vasconcelos
Euclides Vasconcelos@euclidesvasc·
No primeiro desfile do Dia da Vitória em Moscou, estandartes nazistas capturados durante a guerra foram jogados aos pés do mausoléu de Lênin e ali a suástica foi queimada dezenas e centenas de vezes, tantos eram os estandartes. Jamais esqueceremos quem salvou o mundo do nazismo.
dane 🚩@buckadeath

There's never been a bigger #packwatch in the history of mankind

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Diego Gomes
Diego Gomes@gomesdiegope·
O ano era 2022 e o TSE havia atendido um pedido do PL proibindo manifestações políticas no Lollapalooza. A Fresno, primeira banda a tocar pós decisão, reagiu assim. FORA BOLSONARO CENSURA NUNCA MAIS
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Capivara
Capivara@crtmrd·
Onde vai ser instalado os datacenters tinha que meter umas caixa de som simulando o barulho e chamar a populaçao pro debate
Análise Geopolítica@AnaliseGeopol

🇧🇷 O ruído gerado por datacenters está se tornando um grande problema para cidades que possuem essas instalações logo ao lado de bairros residenciais. Muitas empresas de tecnologia estão interessadas em instalar diversos datacenters no Brasil para aproveitar a energia elétrica barata e água em abundância disponíveis no país, recursos essenciais para a operação dessas instalações. Enquanto milhões de brasileiros ainda mal têm acesso à energia elétrica ou pagam contas absurdas por eletricidade consumida, datacenters estão recebendo incentivos fiscais para se instalarem no Brasil, o que pode gerar um custo social elevado, já que, com alta demanda energética, a conta de luz de milhões de famílias brasileiras pode aumentar, enquanto empresas multibilionárias lucram com a isenção de impostos e subsídios sobre o consumo de eletricidade. É necessário que o governo brasileiro defina diretrizes bastante rigorosas para evitar prejuízos como a poluição sonora, drenagem de recursos naturais e impactos que esses problemas geram sobre a fauna e flora locais, além do próprio incômodo que essas instalações geram para a vida humana. O modelo atual para instalação de datacenters é simplesmente insustentável e tende a se tornar um grave problema ambiental, econômico e social nos próximos anos, caso a situação continue da forma que está se desenhando.

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Capivara
Capivara@crtmrd·
@rhuanmmaciel Exato! Trabalhadores de tecnologia e do setor petrolifero são uma das mais exploradas
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rhuan
rhuan@rhuanmmaciel·
inclusive esse é um debate que a gente teve de forma bem porca nas polêmicas do PCBR no DF em 2024 existia uma concepção de que mais exploração significava condições mais precárias de vida, e não de que isso diz respeito a taxa de mais-valor, sobretrabalho / trabalho-necessário
Gabriel Xavier@EconomiaXavier

Mais-valor relativo é algo que existe em Marx e é praticamente a mesma coisa que "produtividade do trabalho". Quem reclama de que o proletariado no Brasil tem menor produtividade que na Europa tem uma perspectiva moralista do que é capitalismo.

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