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youtu.be/AzIpgYi4rjM?si…
Eu estou cada vez mais convencido de qua a bateria da Donut Lab é real. Iss aqui seria revolucionário!!!

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@Doctormajortom Eu não vejo o colesterol e o Dr. Láele Ribeiro disse que é mentira da indústria farmacêutica. Achei bem concreto e simples esse conhecimento dele. Vou comer sal e tomar água alcalina.
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@danielmarianob Como disse ET Bilu, "Busque comer cimento". Lógica atrelada ao conhecimento simples e concreto. Se a realidade concreta de coisas simples é palpável, fica mais difícil qualquer pessoa empurrar fantasias.
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US Nuclear Weapons Testing To Resume For First Time in Over 30 Years ift.tt/urWAmeF
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A quem questiona, como se não houvesse resposta, em que momento o país autorizou o STF a se afastar da normalidade institucional, eu respondo:
- Entre 2017 e 2019, sobretudo.
- Em 2017, a Lava Jato, que havia atingido PP e PT, atingiu o PSDB e membros do Judiciário; e Gilmar Mendes, que havia votado a favor da prisão em segunda instância em 2016, voltou-se contra a força-tarefa, junto com seus aliados na imprensa. Com isso, o Centrão, os petistas e agora os tucanos se uniram pela impunidade dos acusados de corrupção e lavagem de dinheiro. Mas ainda faltava desmobilizar a direita, que pressionava pelas prisões dos envolvidos no petrolão, e reverter a jurisprudência da Corte.
- Em 2018, Lula, que havia sido condenado em primeira instância em julho de 2017, foi condenado pelo TRF-4 e preso, mas a pressão para que a discussão sobre a prisão em segunda instância fosse retomada em plenário já aumentava. Jair Bolsonaro, surfando na onda antipetista e anticorrupção, foi eleito presidente, mas vieram à tona os primeiros indícios do histórico de funcionalismo fantasma da família em gabinetes parlamentares.
- Em 2019, o rabo preso fez a família Bolsonaro aderir à frente ampla pela impunidade, aliar-se a Gilmar Mendes como o PT fizera, apagar do então Twitter a defesa da prisão em segunda instância (logo derrubada no STF, levando à soltura de Lula) e sabotar a CPI da Lava Toga. O requerimento para a criação da comissão visava combater o inquérito das fake news, aberto de ofício por Dias Toffoli para contornar o Ministério Público e extrapolar o poder dos ministros do STF contra investigações (da Receita Federal, inclusive) e informações inconvenientes, como a do codinome de Toffoli na Odebrecht, que levou à censura de Crusoé por ordem do relator Alexandre de Moraes.
- Em 2020, o bolsonarismo acabou virando alvo do inquérito que protegeu na raiz, dando início a um embate que dura até hoje e que, em razão das ameaças, da trama golpista e do 8/1, serviu ao STF para dar ares de legitimidade posterior à abertura ilegal do inquérito, feita por outros motivos, geralmente ignorados pela maior parte da imprensa. De quebra, Bolsonaro confessou que acabou com a Lava Jato, que já vinha sendo desmantelada pelo procurador-geral da República indicado por ele, Augusto Aras, aliado de José Dirceu que, em 2021, extinguiria de vez a força-tarefa, não por seus erros, mas por seus acertos, com a complacência geral.
Mas essa história não é contada pela esquerda, que prefere explorar o mito da pureza de Lula, o “perseguido político”, alvo de “mentiras” da República de Curitiba.
Tampouco é contada pelo bolsonarismo, que prefere explorar o mito da pureza de Jair Bolsonaro, alvo de “perseguição política” por ter “peitado” o “sistema”.
O pior, no entanto, é que ela não seja contada por comentaristas, por absoluto pavor de melindrar o público cativo do lado político-ideológico que buscam afagar.
oantagonista.com.br
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Não tem como defender a obesidade e ninguém está feliz por ser gordo
Você até pode ser feliz APESAR de ser gordo, aprender a conviver com o fato de ser gordo e nem ativamente buscar o emagrecimento, mas se existisse uma forma mágica e fácil de emagrecer, todo mundo buscaria
Por isso o sucesso do Ozempic e similares
Existem muitos fatores que causam a obesidade, desde psicológicos, comportamentais, de acordo com o ambiente que a pessoa vive, questões sociais onde a pessoa tem pouca opção de comida saudável ou até de educação para saber o que é saudável ou não, mas nenhum serve para defender a obesidade
Ser obeso é ruim, é um mal que precisa ser combatido e o gordo precisa de ajuda pra melhorar, não de desculpas e muletas pra se aceitar

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The separation of powers among different branches of government is the greatest guarantor of liberty ever devised by the human mind. No single branch, or person, can amass too much power if checked by the others. But a formal separation of powers means nothing if one branch has the means to intimidate the others into surrendering their constitutional prerogatives. What is happening now in Brazil 🇧🇷underscores this point: a single Justice of the Supreme Court has usurped dictatorial power by threatening leaders of the other branches, or their families, with arrest, imprisonment, or other penalties. This person has destroyed Brazil’s historically close relationship with the U.S. by, among other things, attempting to apply Brazilian law extraterritorially to silence individuals and companies on U.S. soil. And the situation is unprecedented and anomalous precisely because that person wears a judicial robe: whereas we can always negotiate with leaders of a country’s executive or legislative branches, there is no way to negotiate with a judge, who must maintain the pretense that all his actions are dictated by law. So we find ourselves in a dead end where the usurper cloaks himself in the rule of law and the other branches insist that they are powerless to act. If anyone can think of a precedent in human history where a single unelected judge has seized control of his nation’s fate, please advise. We want to return to our historic friendship with the great nation of Brazil!
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As redes sociais funcionam como praças públicas de fato. Por mais que sejam empresas privadas, espera-se delas, moralmente se não legalmente, que ofereçam máxima liberdade de expressão. Se o "produto" somos nós, então aplicam-se as mesmas regras de coletividade que se espera fora das plataformas.
Por isso, protesto aqui contra o banimento dos perfis de Jones Manoel nas redes sociais da Meta. Ele defende uma ideologia que eu considero genocida, desastrosa, anticientífica, falso conhecimento. E deve ser livre para expressá-la.
É irônico que isso resulte do incentivo dado por seu lado do espectro político para que o STF mais uma vez invadisse as atribuições dos legislativo para derrubar o Artigo 19 do Marco Civil. Mas o valor de Schadenfreude do fato nada faz para alterar a imoralidade da ação da Meta. É preciso praticar desobediência civil contra a Juristocracia.
Pessoas de esquerda que se conscientizem do buraco em que se meteram ao incentivar os desmandos do STF são muito bem-vindas ao "lado de cá" do debate.
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5. Jailbroken, fully compliant gpt-oss
x.com/_lyraaaa_/stat…
lyra bubbles@_lyraaaa_
get a jailbroken, fully compliant gpt-oss nearly every single time: 1) use completions mode - not chat (eg openrouter .ai/api/v1/completions) 2) type your question 3) paste exactly the contents of this screenshot 4) press submit
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👏
Qual o problema de ser isentão?
Eduardo Affonso, O Globo (02/08/2025)
Um apelido só pega — e cumpre sua função de desqualificar, ridicularizar, ofender e humilhar — quando o apelidado se incomoda. Quando, em alguma escala, admite haver algo de negativo no epíteto que lhe dão.
“Gay” foi um termo depreciativo até ser apropriado pela comunidade homossexual, esvaziado do seu caráter jocoso e assumido nas “paradas de orgulho”. Outras palavras ainda são usadas para tentar agredir alguém por sua orientação sexual — essa não funciona mais.
Com “crioulo”, não deu tão certo. Bem que tentaram: Jorge Benjor escreveu “Crioula”, sucesso na voz de Zezé Motta, e “Menina crioula” (Tens o andar de uma guerreira, crioula/Tens no sangue um vulcão/Tens um gesto de princesa, crioula/Continuas sendo a dona da festa/E do meu coração). Junto com “negão” (resgatado por Antonio Risério no título do seu mais recente livro, “Pelé, o negão planetário”), a palavra permanece no index das ofensas raciais — apesar de um dos melhores cantores e compositores da sua geração, numa espécie de manifesto político e de resistência, ter escolhido o nome artístico de Criolo.
Agora imagine o contrassenso de alguém se sentir hostilizado por um elogio. Aconteceu com a demonização de “liberal” (que valoriza a liberdade individual), “progressista” (favorável às transformações), “patriota” (que ama e defende o lugar onde nasceu). Passou da hora de esvaziar, desmitificar e tirar o encosto de mais um: “isentão”.
O aumentativo pode conotar admiração ou desprezo, mas “isento” quer dizer liberto, desembaraçado, imune. Limpo, justo, desapaixonado. Imparcial. Sensato. Neutro (pensemos aqui na Suíça, não no xampu ou no pronome). Não é um sonho de consumo para qualquer cidadão?
O isentão acha absurdo e inconsequente o tarifaço trumpista — e usa os mesmos adjetivos tanto para quem só pensa em polarizar ainda mais o tema para uma eventual reeleição quanto para aquele cujo único objetivo é livrar a si e aos seus de uns bons anos na cadeia. O isentão (ou sensatão) sabe que seria melhor investir na negociação e no que for melhor para o Brasil, em vez de transformar o país numa República de Bananas — ou do Bananinha.
O isentão (ou equilibradão) não precisa escolher entre Hamas e Netanyahu, entre ignorar a fome ou a manipulação midiática da guerra: pode querer dois Estados convivendo em paz, sem opressão e sem terrorismo.
O isentão (ou responsavelzão) sabe distinguir invasor e invadido, democracia e ditadura, defesa da soberania e populismo, Estado de Direito e abuso de poder.
Não quer um presidente que faça campanha, sorridente, em pontilhão de tábua sobre esgoto a céu aberto. Prefere um que morra de vergonha por governar um país que, depois de 16 anos sob os cuidados do seu partido, ainda conviva com tanta miséria — ou um que invista em saneamento, infraestrutura, segurança, educação, saúde, não em preconceitos e tramas golpistas.
Na falta de bons xingamentos para quem busca conciliação e convergência, os interessados no enriquecimento ilícito, na supressão das liberdades, nos sigilos centenários, em rachadinhas e conchavos inventaram essa ação de lesa-dicionário.
Isentão, sim, por que não? Isso de insulto não tem nada.
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