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Maycon Tannis
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Maycon Tannis
@darthmaycon
Historiador, Professor e um gatão!
Rio de Janeiro, Brasil. Katılım Haziran 2009
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@DefesaSulGlobal Os outros países latino-americanos se pronunciaram sobre isso?
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Algumas questões sobre economia guanabarina para entender o "esvaziamento econômico" do Rio.
Mesmo com o governo Lacerda e Negrão de Lima investindo fortemente em um plano industrializante (que, naturalmente, não desenvolve lugar nenhum, mas era muito benéfico em um país cheio de incentivos a substituição de importações), o produto real per capta no início do estado caiu por volta de 23%. Depois, temos períodos de aumento drástico na renda em alguns anos, superando a média brasileia, e depois queda em outros, de modo intercalado.
É significativa a afirmação da jornalista Diane Lisbona que surpreendeu a todos no Jornal do Brasil em 1970: se o governador da Guanabara não determinar as reais vocações do estado, o Rio "não mais conseguiria recuperar o terreno perdido nos últimos 20 anos" e seria "uma nova Ouro Preto, capital durante o ciclo do ouro e que hoje não passa de uma cidade belíssima [...], mas impraticável para a vida do dia a dia, do homem que deseja progredir, ganhar dinheiro e se desenvolver".
Existe um erro de cunho metafísico na associação entre Guanabra e Ouro Preto, naturalmente: capital IMPERIAL e capital ECONÔMICA são coisas muito distintas. Veja que, ao longo da sua existência, o Rio como capital do período Getúlio é o centro das transformações modernas pelas quais o Brasil passou, incluindo aí também todos os erros que dela se seguiram; depois, independente, não-capital, ela, ao invés de seguir um rumo autônomo na sua economia, ditou o andamento da economia do Estado pari passum e frequentemente na vanguarda da economia do Brasil.
O padrão do Rio ser um coração, o ponto central do Brasil, se repete aqui também. Os desafios de política econômica que se apresentavam no quadro nacional apareceram no Rio com particular intensidade: os anos de grande crescimento da Guanabara foram impulsionados pelo aumento real de renda do setor público, que respondia por 20% da economia guanabarina.
O processo de crescimento e o plano de desenvolvimento brasileiros se manifestaram no Rio com maior intensidade, como sempre foi ao longo a história do país, porque as coisas saem do Rio para o Brasil, e não do Brasil para o Rio. A logica de expansão fiscal, aumento de renda para gerar uma massa consumidora interna aliada a industrialização para bens de consumo, que impediu crescimento da competiividade e causou os processos inflacionarios e dívidas futuras do país, no Rio foi tocada até as últimas consequências - e que consequências fora essas...
É simbólico que o Rio seja o centro da produção petrolífera, e que daqui saiam 100 bilhões em royalties pra União. O Rio está preso no paradigma do desenvolvimentismo do século XX, mas, como ele perdeu crédito, a cidade antecipa essa anomia de doutrina econômica que se estabeleceu no país.
Não existe - e nunca vai existir - uma compreensão da "vocação do Rio" fora da sua função como capital, formal ou informal. Qualquer outra coisa seria tentar fazer do Rio o que se quer fazer dele, substituindo a realidade objetiva do que é a cidade por planos e projetos da moda que saíram da nossa cabeça e não da realidade.
Não, eu não quero "imaginar um Rio assim ou assado". Eu quero o Rio sendo o que ele efetivamente é, e não palco de experimentação de modas ideológicas.
Se já hoje ninguém olha pro Brasil senão pelo Rio, quando esse momento chegar nós seremos o centro incontestável do país.


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@pedromachadobr @TucaAndrada3 E ainda faz isso rindo que nem uma hiena.
Português

Imagine uma sala onde um deputado assina um papel retirando verba da pesquisa do câncer na USP. Na saída, ele liga o celular e diz para a câmera que os alunos são intolerantes por não quererem dialogar sobre privatização. Essa cena não é ficção, é a rotina parlamentar dele. Ele cria o caos orçamentário e depois vende a solução privada como se fosse um favor ao povo. Um filho da puta inconsequente, traço do que se tornou a política legislativa do Brasil.

Português
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Há exatamente 50 anos, em 1976, o Palácio Monroe foi posto abaixo na Cinelândia. Antiga sede do Senado Federal, o belo edifício eclético foi demolido por ordem do presidente Ernesto Geisel, durante a ditadura militar. O pretexto oficial era “comemorar” a fusão do antigo Estado da Guanabara com o Estado do Rio de Janeiro — fusão que o próprio Geisel impôs e que rebaixou a antiga capital federal a simples município.
Foi um ato de sacanagem histórica, um gesto simbólico de quem queria apagar de vez o passado carioca da República. O Monroe não atrapalhava o trânsito nem a visão do monumento aos mortos da Segunda Guerra, como se alegava. Ele simplesmente lembrava um Rio que já não interessava ao regime.
O mais curioso é que essa choradeira poderia ter fim. Reconstruir o Palácio Monroe hoje seria bem mais barato do que se imagina — e muito mais viável do que os grandes equipamentos culturais construídos no Rio nas últimas décadas.
Estimativas realistas indicam que uma reconstrução fiel custaria entre 3 e 6 vezes menos que o Museu do Amanhã (que saiu por cerca de R$ 215 a 230 milhões). Seria de 6 a 15 vezes mais barato que a Cidade das Artes (que ultrapassou os R$ 500 a 600 milhões). E teria custo semelhante ao do Museu de Arte do Rio (MAR), orçado em torno de R$ 77 milhões na época.
A cúpula do palácio poderia abrigar um pequeno centro cultural do Senado Federal, com o mobiliário histórico que foi levado para Brasília após a demolição — exatamente como foi feito com o mobiliário do Supremo Tribunal Federal, devolvido ao Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), que ocupa a antiga sede do STF no Rio.
O restante do interior poderia ser adaptado como um moderno centro de convenções, resgatando a função original do prédio. O Monroe reconstruído daria um impulso decisivo à revitalização da Cinelândia, fechando de vez o “buraco” urbanístico e simbólico que a demolição deixou na praça.
Além disso, entregaria à Prefeitura do Rio um centro de convenções próprio e de alto padrão, de frente para a Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar — em vez de continuar dependendo do empréstimo do MAM.
Reconstruir o Monroe seria ainda um gesto de reparação histórica contra o arbítrio da ditadura militar, além de um investimento inteligente para o município e na revitalização da praça mais emblemática da história da República. Bola quicando.



Jornal O Globo@JornalOGlobo
‘Deixou um vazio’: concluída há 50 anos, demolição do Palácio Monroe traz ensinamento sobre o Rio e o Brasil dlvr.it/TRtNy7
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Há exatamente 50 anos, em 1976, o Palácio Monroe foi posto abaixo na Cinelândia. Antiga sede do Senado Federal, o belo edifício eclético foi demolido por ordem do presidente Ernesto Geisel, durante a ditadura militar. O pretexto oficial era “comemorar” a fusão do antigo Estado da Guanabara com o Estado do Rio de Janeiro — fusão que o próprio Geisel impôs e que rebaixou a antiga capital federal a simples município.
Foi um ato de sacanagem histórica, um gesto simbólico de quem queria apagar de vez o passado carioca da República. O Monroe não atrapalhava o trânsito nem a visão do monumento aos mortos da Segunda Guerra, como se alegava. Ele simplesmente lembrava um Rio que já não interessava ao regime.
O mais curioso é que essa choradeira poderia ter fim. Reconstruir o Palácio Monroe hoje seria bem mais barato do que se imagina — e muito mais viável do que os grandes equipamentos culturais construídos no Rio nas últimas décadas.
Estimativas realistas indicam que uma reconstrução fiel custaria entre 3 e 6 vezes menos que o Museu do Amanhã (que saiu por cerca de R$ 215 a 230 milhões). Seria de 6 a 15 vezes mais barato que a Cidade das Artes (que ultrapassou os R$ 500 a 600 milhões). E teria custo semelhante ao do Museu de Arte do Rio (MAR), orçado em torno de R$ 77 milhões na época.
A cúpula do palácio poderia abrigar um pequeno centro cultural do Senado Federal, com o mobiliário histórico que foi levado para Brasília após a demolição — exatamente como foi feito com o mobiliário do Supremo Tribunal Federal, devolvido ao Centro Cultural Justiça Federal (CCJF), que ocupa a antiga sede do STF no Rio.
O restante do interior poderia ser adaptado como um moderno centro de convenções, resgatando a função original do prédio. O Monroe reconstruído daria um impulso decisivo à revitalização da Cinelândia, fechando de vez o “buraco” urbanístico e simbólico que a demolição deixou na praça.
Além disso, entregaria à Prefeitura do Rio um centro de convenções próprio e de alto padrão, de frente para a Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar — em vez de continuar dependendo do empréstimo do MAM.
Reconstruir o Monroe seria ainda um gesto de reparação histórica contra o arbítrio da ditadura militar, além de um investimento inteligente para o município e na revitalização da praça mais emblemática da história da República.
Bola quicando.
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🤡🤡 Tem dois tipos de idiota:
1. O idiota que privatizou a BR distribuidora e refinarias criando o cartel de distribuidores privados e máfia dos posts que não repassam de acordo com a Petrobras fazendo inflação subir…
2. E o grande idiota que quer privatizar a Petrobras mesmo estando no meio de uma guerra e vendo todos países passarem sufoco com preço do Barril.
République@republiqueBRA
🇧🇷 Pré-candidato à Presidência, Romeu Zema lançará um plano econômico em “cinco pilares”, que prevê a privatização de todas as estatais federais, incluindo Petrobras, Caixa e Banco do Brasil.
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@pituvazia @maps_black Fico preocupado com o Salpicão. Onde as pessoas estão consumindo sal e...
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@maps_black Sabia que Salsicha é 43% Sal e o restante é Sicha?
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@thiagochareti Eu to um pouco chocado com a quantidade de hate que esse filme está recebendo. Ele só é fofo, não tem nada que justifique hate.
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FLÁVIO VAI ACABAR COM O PIX
O PIX É DO BRASIL

g1@g1
Governo Trump diz que PIX cria 'desvantagem' para gigantes de cartão de crédito glo.bo/415Wp8G #g1
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@darthmaycon @sbtnews Só do fato de você negar, já confirma o que irá acontecer!!!!!!
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Esquecer a carteira ou ficar sem bateria no celular pode deixar de ser um problema na hora de pagar uma compra. Uma nova tecnologia começa a chegar ao Brasil e transforma a própria palma da mão em forma de pagamento, dispensando cartões, senhas e até dispositivos eletrônicos.
A tecnologia funciona por meio da leitura das veias e do fluxo sanguíneo da palma, captados por sensores com luz infravermelha. Esse padrão é único para cada pessoa e é convertido em um código criptografado, que fica associado a um meio de pagamento, como cartão ou Pix. Na hora da compra, basta aproximar a mão do leitor para que o sistema reconheça o usuário e autorize a transação, sem contato físico e em poucos segundos.
#sbtnews
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Como pegar uma música que já é boa e deixar ela melhor ainda:
PopTrends@PopTrendsOF
E pensar que a Pitty quase não lançou essa música por medo de se expor demais e parecer romântica demais pra época 🤯
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Brasil já devia ter políticas para elevar a produção interna de fertilizantes, diz Tereza Cristina
estadao.com.br/economia/agron…
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