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@dourado

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dourado
dourado@dourado·
Machado: O Filho do Inverno, de C.S. Soares@mdassisonline

Gratidão, @astridfontenell. 🩷🙏 É exatamente isso. Importante frisar que nada tenho contra a Courtney Novak, a leitora estrangeira que se encantou com Machado de Assis. Ao contrário, acho ótimo. O ponto é outro. Diz respeito à forma como a nossa imprensa cultural prioriza suas pautas. Quando o vídeo dela viralizou, escrevi aqui no X/Twitter que aquilo não me surpreendia. O que realmente me surpreendeu foi constatar que, no próprio Brasil, ainda ignoramos a verdadeira dimensão de Machado de Assis. Ao longo do tempo, diversos autores estrangeiros de renome já reconheceram a grandeza de Machado. Em minha biografia, inclusive, mostro como Maya Angelou decidiu se tornar escritora depois de lê-lo. No dia seguinte ao meu comentário, fui citado pelo O Estado de S. Paulo. Ainda assim, quando a biografia foi lançada, o jornal sequer respondeu à assessoria da minha editora, que, de forma respeitosa, tinha enviado um exemplar. E não foi um caso isolado. Em muitas redações, não houve sequer a gentileza de um retorno pelo envio do livro. Digo com toda franqueza: Machado: O Filho do Inverno é, sem exagero, a biografia mais completa já publicada sobre Machado de Assis. E isso foi feito de forma proposital. Levei anos para escrevê-la justamente porque compreendia a dimensão da tarefa. O livro reúne descobertas relevantes e propõe um olhar inédito sobre sua obra, capaz, inclusive, de provocar uma revisão consistente do que se estudou sobre ele até hoje. Ainda que a biografia tenha aparecido de forma tímida em alguns poucos jornais, é sintomático que uma obra sobre Machado, algo que não surgia há mais de 20 anos, tenha despertado tão pouco interesse da nossa imprensa cultural. Mas, como já disse aqui e em outros espaços, especialmente no cssoares.com.br, se a geração atual não se interessar em descobrir o verdadeiro Machado, sigo absolutamente tranquilo. As próximas irão fazê-lo. Porque, no Brasil, isso é quase um padrão. Aconteceu, inclusive, com o próprio Machado.

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Machado: O Filho do Inverno, de C.S. Soares
Gratidão, @astridfontenell. 🩷🙏 É exatamente isso. Importante frisar que nada tenho contra a Courtney Novak, a leitora estrangeira que se encantou com Machado de Assis. Ao contrário, acho ótimo. O ponto é outro. Diz respeito à forma como a nossa imprensa cultural prioriza suas pautas. Quando o vídeo dela viralizou, escrevi aqui no X/Twitter que aquilo não me surpreendia. O que realmente me surpreendeu foi constatar que, no próprio Brasil, ainda ignoramos a verdadeira dimensão de Machado de Assis. Ao longo do tempo, diversos autores estrangeiros de renome já reconheceram a grandeza de Machado. Em minha biografia, inclusive, mostro como Maya Angelou decidiu se tornar escritora depois de lê-lo. No dia seguinte ao meu comentário, fui citado pelo O Estado de S. Paulo. Ainda assim, quando a biografia foi lançada, o jornal sequer respondeu à assessoria da minha editora, que, de forma respeitosa, tinha enviado um exemplar. E não foi um caso isolado. Em muitas redações, não houve sequer a gentileza de um retorno pelo envio do livro. Digo com toda franqueza: Machado: O Filho do Inverno é, sem exagero, a biografia mais completa já publicada sobre Machado de Assis. E isso foi feito de forma proposital. Levei anos para escrevê-la justamente porque compreendia a dimensão da tarefa. O livro reúne descobertas relevantes e propõe um olhar inédito sobre sua obra, capaz, inclusive, de provocar uma revisão consistente do que se estudou sobre ele até hoje. Ainda que a biografia tenha aparecido de forma tímida em alguns poucos jornais, é sintomático que uma obra sobre Machado, algo que não surgia há mais de 20 anos, tenha despertado tão pouco interesse da nossa imprensa cultural. Mas, como já disse aqui e em outros espaços, especialmente no cssoares.com.br, se a geração atual não se interessar em descobrir o verdadeiro Machado, sigo absolutamente tranquilo. As próximas irão fazê-lo. Porque, no Brasil, isso é quase um padrão. Aconteceu, inclusive, com o próprio Machado.
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dourado
dourado@dourado·
@mdassisonline Caríssimo, há males que vêm para o bem. Se não fosse a pessoa "cuidadosa", eu não veria essa coleção. Então, agradeço a vcs dois. Não vou falar nada da capa para ñ desvirtuar do essencial: a importância da comunicação não violenta. Vou divulgar a coleção na escola.
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Machado: O Filho do Inverno, de C.S. Soares
(Vou responder aqui a este comentário sobre uma das capas da nossa coleção Clássicos Anotados, porque ele envolve algo mais amplo: o comportamento inadequado de muitos nas redes sociais.) O que chama atenção, aqui, não é a crítica em si, que é sempre legítima, mas a forma como ela vem sendo feita: repetida, em mais de um post, tentando desqualificar um trabalho sério, construído por diversos profissionais, sem que você sequer tenha tido em mãos um único livro da coleção. Isso já começa a se aproximar mais de perseguição do que de análise. Eu, sinceramente, não teria essa disposição de opinar sem conhecer o objeto. A internet, é verdade, abriu esse espaço. Tornou possível criticar sem responsabilidade. Para elogiar, no entanto, poucos se dispõem. Raramente alguém se dispõe a considerar o trabalho que existe por trás. Equipes inteiras, profissionais experientes, pessoas com trajetória, com famílias, com compromissos reais. Não se trata de improviso, nem de amadorismo. É um projeto sério, conduzido com responsabilidade. Por isso, fica a pergunta: qual é exatamente o seu objetivo? Cancelar a coleção? Porque, enquanto você critica sem conhecimento de causa, o que, convenhamos, exige certa ousadia, há milhares de leitores que acompanham essa coleção há pelo menos seis anos. Você chegou agora, de paraquedas, e ainda reconheceu que não leu nenhum dos livros. Toda crítica é bem-vinda, desde que venha acompanhada de um mínimo de embasamento e responsabilidade. De achismos, a rede já está saturada. Você pode ser melhor do que isso. E há um ponto importante que parece estar sendo ignorado. O foco dessa coleção jamais foi o design. Eu trabalho com leitura. 🚨 (Agora, passo a me dirigir a todos que ainda estiverem lendo este tweet). Livro não deveria ser tratado como objeto de fetiche, isto é, como algo valorizado apenas pela aparência, pelo acabamento ou pelo status que projeta na estante, sem que seu conteúdo seja de fato lido e assimilado. Infelizmente, é assim que muitas vezes ele tem sido tratado no Brasil, como peça decorativa ou símbolo de distinção. Aqui, a proposta é outra. Livro é para ser lido, riscado, comentado, absorvido, deglutido, vivido. É ferramenta de formação, de pensamento e de transformação. A leitura amplia a consciência. Quem lê, vive várias vidas em uma. Na @obliqlivros, estamos formando leitores. E isso, hoje, é uma tarefa urgente. Vivemos uma crise global de declínio da leitura, cujos efeitos já são visíveis em vários países. Nas últimas semanas, esse tema voltou a aparecer em jornais internacionais. No Brasil, como de costume, ainda é pouco debatido. Precisamos incentivar a leitura. As redes sociais têm seu papel, e não é pequeno, mas não substituem a leitura profunda, aquela que só se constrói no contato consistente com bons livros. Como os clássicos da literatura brasileira, por exemplo. Por isso, reforço o convite. Conheçam a coleção Clássicos Anotados, da Obliq Livros. Nosso foco principal são os jovens leitores, que precisam acessar os clássicos de forma mais contextualizada, até porque não existe, no mercado brasileiro, uma coleção tão completa nesse sentido. Nosso objetivo é formar novos leitores de clássicos brasileiros, sem excluir os mais experientes, que também encontram nesses livros uma experiência rica e aprofundada. Cada volume reúne mais de mil notas, caderno de fotos, materiais extras e uma curadoria rigorosa que transforma o livro em um verdadeiro banco de dados da obra. Muitos leitores, inclusive, compram os volumes para filhos e netos, o que revela algo maior: a transmissão de leitura, memória e repertório entre gerações. Dito isso, reforço o convite. No dia 7 de abril, abriremos a pré-venda de Vidas Secas Anotado. ⚠️ IMPORTANTE: neste dia, liberaremos o menor preço possível para a aquisição deste título. A partir do dia seguinte, o preço será reajustado. O livro foi cuidadosamente produzido e reúne informações que o leitor não encontrará em nenhuma outra edição. É uma excelente porta de entrada para o clássico e, para professores e profissionais da área, uma fonte valiosa para suas atividades, dentro e fora da sala de aula. Em tempo, os títulos esgotados e fora de catálogo retornarão em maio. Aguardem.
leopoldo3o@leopoldo3o

@mdassisonline As capas são horríveis.

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Buitengebieden
Buitengebieden@buitengebieden·
Wait? Is that a dog? 😅
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dourado
dourado@dourado·
@mdassisonline @amorimtiago Caríssimo Soares. Sou 1 dos q te seguem, mas q ñ se engajam, pois tenho outras leituras na fila. No entanto, segui-lo me traz alento de q tem pessoas honestas intelectualmente, rigorosas e comprometidas como vc, bem como as curiosidades q traz sobre o Bruxo sem ter $ por trás.🫂
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Machado: O Filho do Inverno, de C.S. Soares
Não só li, como sei que o próprio Machado já apontava esse típico comportamento do brasileiro desde muito cedo, ainda em 1864. Nesse sentido, não há propriamente novidade. Mas o meu ponto não é esse. A questão central é outra: vale a pena um escritor dedicar tanto tempo a uma rede social que não o remunera (direta ou indiretamente)? O comentário que fiz, pelo que tenho acompanhado, ao menos tem provocado alguma reflexão. E esse, me parece, é também o nosso papel. Não se trata de frustração. Trabalho com redes sociais há muitos anos, inclusive profissionalmente, pois venho da área de tecnologia. Conheço bem a lógica. Ainda assim, não deixo de me incomodar com a situação atual da cultura e, sobretudo, com uma certa letargia em relação a ela no país. Por fim, vi que você trabalha com homeopatia. Machado era um grande entusiasta dessa prática e fazia uso dela. Trato desse tema no segundo volume da biografia.
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Tiago Amorim
Tiago Amorim@amorimtiago·
Com todo o respeito, mas você leu Machado ostensivamente e ainda assim acreditou que a figura do brasileiro sério, interessado, compromissado com a história, era a mais comum? É um pouco trágico que um intelectual de século XXI tenha esse tipo de ilusão e frustração subsequente.
Machado: O Filho do Inverno, de C.S. Soares@mdassisonline

Hoje escrevo em tom de desabafo, e de alguma perplexidade. Há cinco anos venho, diariamente, compartilhando neste X informações relevantes sobre Machado de Assis, muitas delas inéditas. Nunca ganhei um centavo por isso. Faço porque considero importante. Ou, ao menos, considerava sem hesitação. Há dois anos, assisti a uma comoção nacional provocada pelo comentário de uma senhora americana que, ao que tudo indica, jamais havia lido Machado. Sua surpresa era, na verdade, a surpresa dos desinformados. Comentei aqui que o fascínio estrangeiro por Machado está longe de ser novidade, e o comentário acabou repercutido por uma jornalista do Estadão. Desde a década de 1920, Machado é celebrado nos Estados Unidos, especialmente por escritores negros. Isso não é descoberta recente. É história conhecida, ou deveria ser. Agora, após publicar Machado: O Filho do Inverno, a primeira e mais completa biografia de Machado de Assis, evidenciando como sua experiência como homem negro foi decisiva na formação de sua obra, deparo-me com um silêncio quase absoluto. Nenhuma resenha relevante. Nenhum debate. Nenhuma atenção proporcional ao que já se viu mobilizar por muito menos. As vendas, para ser direto, são desanimadoras. E isso surpreende ainda mais quando se observa que quem lê elogia o livro com entusiasmo raro. Não é falsa modéstia reconhecer: houve rigor, trabalho e intenção clara de dialogar com o público amplo, não apenas com especialistas. Escrevi para leitores reais, para aproximar Machado do Brasil contemporâneo, porque ele ainda tem muito a dizer. Tenho cerca de 30 mil seguidores aqui. Um número expressivo, em tese. Na prática, irrelevante. Pelos dados, e como diria Machado, os números não mentem, pouquíssimos compraram o livro. Da mesma forma, quase ninguém acompanha a newsletter em cssoares.com.br. O que isso revela é simples: há consumo, mas não há compromisso. Há interesse superficial, mas não há engajamento real. Autores brasileiros não precisam apenas de visibilidade. Precisam de leitores. Machado, o filho do inverno, volume 1 da mais recente e abrangente biografia de Machado de Assis, está disponível em todas as livrarias. O segundo volume será entregue ainda este ano. A publicação, naturalmente, dependerá da editora. Convém dizer sem rodeios: o Brasil, de modo geral, ainda demonstra pouco interesse em conhecer profundamente a própria história. Uma equipe continuará publicando conteúdos por aqui, por algum tempo. Veremos se algo muda, se ainda há espaço para que as redes sejam mais do que vitrines passageiras de atenção dispersa. Não há ressentimento. Mas há lucidez. E, sobretudo, há limites para o uso do tempo. Talvez seja mais sensato, e certamente mais produtivo, empregar esse tempo nas redes sociais para fazer, com ainda mais intensidade, aquilo que já faço e que, ao que tudo indica, se tornou raro por aí: ler livros. Boa tarde.

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Pedro Ronchi
Pedro Ronchi@PedroRonchi2·
Fiscal mostra como age a máfia dos postos de combustíveis.
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Massimo
Massimo@Rainmaker1973·
What would you name him?
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dourado
dourado@dourado·
@liacrespo @emicida Uma coisa é a substância do termo, outra é a forma de abordar. O erro na abordagem não deslegitima o argumento. Infelizmente tem muito patrulheiro, mas a substância é o essencial. A humildade de refletir a substância também deve ser usada pela patrulha p/ refletir sua abordagem.
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🇧🇷Lia Crespo
🇧🇷Lia Crespo@liacrespo·
Recentemente, em um comentário no LinkedIn, fui corrigida de forma arrogante por uma jovem “especialista em inclusão”: eu deveria dizer “pessoa com deficiência”, não “pessoa deficiente”, como escrevi. Depois de mais de 70 anos convivendo com as sequelas da poliomielite e 46 anos na luta pelos direitos das pessoas com deficiência, descobri — com certa ironia — que ainda me falta “letramento” suficiente para falar de mim mesma e das questões relativas à deficiência. Vivendo e aprendendo. Esse episódio pequeno revela um fenômeno curioso dos nossos tempos: termos acadêmicos, antes usados para esclarecer e estimular o debate, agora circulam no espaço público mais como marcadores de superioridade cultural, instrumentos de intimidação ou formas de patrulhar o discurso. Confira meu artigo mais recente: Quando “letramento” vira porrete: o risco de conceitos acadêmicos se tornarem ferramentas de intimidação, censura e silenciamento linkedin.com/pulse/quando-l… via @LinkedIn
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dourado@dourado·
@Rainmaker1973 She is what she is. Hope she is happy and self-confident with that. And for those opinions making fun of her or diminishing her: take care of your own lives.
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Massimo
Massimo@Rainmaker1973·
This woman says she’s not fat or skinny. So what is she, in your opinion?
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Tansu Yegen
Tansu Yegen@TansuYegen·
A secret is finally revealed🤫
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dourado
dourado@dourado·
@Diogotapuio Sinto muito pela sua perda, embora eu não consiga dimensioná-la.
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Diogo Cabral
Diogo Cabral@Diogotapuio·
Meu querido amigo Marco Aurelio Haikel partiu! Advogado popular na Sociedade Maranhense de Direitos Humanos, mestre capoeirista e discípulo do Mestre Patinho, na Capoeira Angola, fundador do Centro de Capoeira Angola Matroá, em São Luís, dedicou sua vida à luta em defesa dos Direitos Humanos. Um companheiro fundamental, íntegro e firme como um mourão que não bambeia! Viva Marco! Viva Mano Velho! Presente!
Diogo Cabral tweet media
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@Puppieslover Haha! He is explaining to her that she is jealous about his other dogs and she is bothering the older one. Very funny the way he explains.
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Puppies 🐶
Puppies 🐶@Puppieslover·
This is Vitória. She was rescued off a Brazilian highway after a car wrecked her in 2020. His rescuer Leo Quit his job, moved cities, funded the whole recovery. Now she sits lockedin on the human who rescued her
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dourado
dourado@dourado·
@GloboNews O repórter que estava na frente da casa passou pano pro pai: deixou de falar "o pai e assassino dos filhos".
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GloboNews
GloboNews@GloboNews·
Um mês após a morte dos filhos, Sara Araújo falou pela primeira vez sobre a tragédia em que Miguel, de 12 anos, e Benício, de 8, foram assassinados pelo próprio pai, Thales Machado, então secretário de Itumbiara, em Goiás. O crime aconteceu enquanto as crianças dormiam, e depois ele tirou a própria vida. Em entrevista, Sara disse que ainda não consegue acreditar no que aconteceu e que tem encontrado força nas manifestações de apoio que vem recebendo. Assista à #GloboNews ao vivo: glo.bo/3PEZzv2 #Edição18
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dourado
dourado@dourado·
@Rainmaker1973 Vitória in Portuguese means Victory in English. Nice name she got.
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Massimo
Massimo@Rainmaker1973·
This is Vitória. She was rescued off a Brazilian highway after a car wrecked her in 2020. His rescuer, Leo, quit his job, moved cities, funded the whole recovery. Now she sits locked in on the human who rescued her.
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Tansu Yegen
Tansu Yegen@TansuYegen·
What is X?
Tansu Yegen tweet media
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@brealt Breno, a palavra dele não vale nada. Deixa de ilusão. Ele é um cínico, o caso do Irã é para ruir toda ilusão remanescente. A palavra dele nao serve de prova pra NADA.
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Breno Altman
Breno Altman@brealt·
Donald Trump reconheceu formalmente, neste sábado, dia 7/03, que Delcy Rodriguez é a “presidente eleita da Venezuela”. Ou seja, admitiu a legitimidade das eleições de 2024, quando Delcy foi a vice-presidente na chapa vitoriosa de Nicolás Maduro, um prisioneiro ilegal dos EUA.
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dourado
dourado@dourado·
@PedroRonchi2 Legítima defesa. Que não tenha acontecido nada com o garçom depois. Se foi demitido ou levou bronca, que o dono do restaurante seja defenestrado.
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Pedro Ronchi
Pedro Ronchi@PedroRonchi2·
Garçom reagiu ao ser agredido por cliente. Têm pessoas que acham que podem humilhar os outros.
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dourado@dourado·
@RomanyGilmour My kids, one is 6, listen to The Wall or The Division Bell every day in the car going to and back from the school. One of his favourite songs is "High Hopes". Dear David, happy birthday you shinning diamond.
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Romany Gilmour 󱢏
Romany Gilmour 󱢏@RomanyGilmour·
Celebrate my dad's special day with heartfelt messages gifts📤💌 🎉 🎁 focusing on love, gratitude, and his role as a mentor. Wish him health, happiness, and a fantastic day, highlighting how he is your hero and a constant source of strength.🎈
Romany Gilmour 󱢏 tweet mediaRomany Gilmour 󱢏 tweet mediaRomany Gilmour 󱢏 tweet mediaRomany Gilmour 󱢏 tweet media
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