
O @Estadao escancarou seu ódio: chamou Bolsonaro de “cadáver insepulto” e milhões de brasileiros de “dejetos da democracia”. Discurso de ódio travestido de opinião. Demonizam metade do Brasil e ainda falam em democracia.
Jose Schulte🇧🇷🇮🇱🇺🇸🇩🇪
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@drschulte_
Exausto de conviver com corruptos, togados ou não. Patriota, luto a boa luta pelo Brasil. ESQUERDOPATAS FORA! PTfóbico, ALEXfóbico!

O @Estadao escancarou seu ódio: chamou Bolsonaro de “cadáver insepulto” e milhões de brasileiros de “dejetos da democracia”. Discurso de ódio travestido de opinião. Demonizam metade do Brasil e ainda falam em democracia.




ZÉ DIRCEU disse que se FLÁVIO BOLSONARO VENCER as eleições o Brasil será governado por TRUMP e pelos interesses dos EUA. Eu já vou votar no FLÁVIO BOLSONARO, não precisa tentar me convencer. Muito melhor estar ao lado dos EUA do que da China, do Irã, da Rússia, etc...

O anúncio de que o deputado José Guimarães assumirá um ministério no governo de Luiz Inácio Lula da Silva reacendeu um dos episódios mais marcantes da política brasileira: o escândalo conhecido como “dólares na cueca”. O caso, ocorrido em 2005, voltou ao debate público e tem sido usado por críticos como símbolo das contradições no discurso político sobre ética e combate à corrupção. Na época, um assessor direto de Guimarães foi preso transportando uma quantia significativa em dólares não declarados, em um episódio que ganhou enorme repercussão nacional. Embora o atual ministro sempre tenha negado qualquer envolvimento direto no caso, o episódio permanece como uma mancha em sua trajetória política aos olhos de parte da população. A nomeação levanta questionamentos sobre os critérios adotados para cargos de alto escalão. Para críticos, a escolha reforça a percepção de que figuras ligadas a escândalos do passado continuam encontrando espaço no poder, mesmo após anos de promessas de renovação política. Já apoiadores argumentam que não houve condenação direta contra Guimarães, e que ele possui experiência e articulação política relevantes para o cargo. O episódio reacende um debate recorrente no país: até que ponto o histórico político deve pesar na ocupação de funções públicas estratégicas. Em um cenário de desconfiança crescente nas instituições, decisões como essa acabam alimentando discussões sobre coerência, memória política e responsabilidade na gestão pública.


Elon Musk: "There must also be freedom of speech, such that the people know what the truth is. Otherwise, they cannot make an informed decision If you do not have freedom of speech, you cannot have a democracy, because the public cannot make an informed decision about their vote if there is not freedom of information"




