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Maria Dudaᶠᶠᶜ 🇭🇺
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Maria Dudaᶠᶠᶜ 🇭🇺
@duudaa_ffc
@fluminensefc 🇭🇺 / Enfermagem 💉❤️
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um colega com o mesmo salário que o meu, casado e pai comprou um Jeep renegade, e eu tive que parcelar um serum creamy em duas vezes
tássila | tarot | mesa aberta 🪷@queenofonme
não entendo como que tem gente que com o meu salário sustenta filhos e eu tenho que me organizar pra comprar uma calça jeans
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essa galera vê o diabo em todo lugar, menos no pastor da igreja que enriqueceu às custas dos fiéis
Castrinho@edsonhcs
A nike cancelou a camisa vermelha e evitou um conflito politico idiota no brasil. Lançou uma versão azul e uma galera mais cristã conservadora enxergou um DIABO na camisa e tão cancelando ela agora.
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Pouco se fala desse downgrade.


unclejossy formulando a área@unclejossy_
Pouco se fala desse downgrade.
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Pior é quando vc manda uma mensagem sabendo que n devia mandar e fica ansioso esperando uma resposta que demora a chegar e a cada segundo que passa vc só confirma como foi péssima a ideia de mandar msg
taco@tallkzx
Mandei uma msg e me arrependi, mas ja ta tarde demais pra apagar e tudo que me resta agora é aceitar o arrependimento me consumindo
Português
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O USO DE LEQUE NOS ESTÁDIOS
Nesta semana, um debate ganhou força nas redes sociais sobre os estádios do Rio de Janeiro: o uso de leques nas arquibancadas. A prática passou a ser criticada por parte dos torcedores. Mas por quê?
O leque, relacionado ao calor, ganhou novos significados recentemente. Popularizado recentemente, o ato de “bater leque” cresceu em shows, especialmente entre mulheres e pessoas da comunidade LGBTQ+, se tornando uma forma de expressão cultural.
No entanto, nos estádios, o ato tem tido outra repercussão. O leque enfrenta recusa, principalmente entre homens, mostrando a dificuldade de aceitação de movimentos ligados a esses grupos no futebol.
A presença feminina nas arquibancadas, mesmo crescendo, ainda enfrenta barreiras. Mulheres seguem se adaptando a costumes masculinos e, em alguns casos, até mesmo a exclusão.
Há relatos, por exemplo, na torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians, sobre restrições à participação feminina em tocar instrumentos.
Além disso, a insegurança ainda é um problema recorrente. Muitas torcedoras relatam dificuldades em frequentar estádios sozinhas, diante de um ambiente ainda tradicional e masculino, mesmo que nem todos os homens se configurem como ameaça.
Nesse contexto, surgem movimentos como o “TricoFlores”, da torcida do Fluminense. Organizado por mulheres, o grupo reforça uma ideia simples: as mulheres vieram para ficar. Um grupo que não só reúne mulheres, mas relembram que não só podem, como devem ocupar esses espaços.
É importante lembrar que esses movimentos não buscam excluir tradições, mas ampliar a forma de torcer, criando novos costumes que incluam mais pessoas.
Por isso, a discussão sobre o leque vai além do objeto. Muitas críticas se apoiam na ideia de tradição, na defesa de “essência” da arquibancada. Mas cabe a pergunta: Essa suposta essência deve mesmo permanecer?
Algumas práticas já são historicamente aceitas no futebol e estão intimamente ligadas à homofobia, misoginia e episódios de violência. Mesmo assim, raramente geram o mesmo questionamento.
Enquanto isso, manifestações associadas a mulheres e à comunidade LGBTQ+ seguem sendo mais criticadas, enquanto problemas históricos das arquibancadas são tratados com normalidade.
Talvez, então, a questão não seja o leque, mas sim o que ele representa.
Escrito por: Laura Melikian | @llauramelc

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