Maria Fernanda

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@fecapellato

São Paulo Katılım Mart 2010
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Ana
Ana@anabrun32·
Eu nunca fui de expor nossas dores aqui.
Mas hoje eu preciso tentar. Meu filho convive com dermatite atópica crônica desde que nasceu. Não é “uma alergiazinha”. É dor, feridas, pele machucada, sangramento de tanto coçar, noites sem dormir e um sofrimento diário que acompanha ele há anos. Tem dias que ele chora de desespero por não conseguir parar de se coçar. Pra manter a pele minimamente controlada, usamos cerca de 2 potes de CeraVe 473ml POR SEMANA. E mesmo assim, em muitas crises, precisamos recorrer aos hidratantes calmantes e especiais, que custam ainda mais caro. Além disso, o uso excessivo de corticoides ao longo da vida trouxe consequências pesadas: meu filho desenvolveu catarata. Já passou por cirurgia em um olho e agora vai operar o outro. São remédios, colírios, consultas, tratamentos… e tudo vai acumulando. Eu não estou fazendo esse post pra pedir dinheiro.
De verdade. Só queria pedir que vocês me ajudassem marcando a @CeraVeBrasil e @cerave , compartilhando e comentando nesse post. Talvez, com alcance, eles enxerguem a história do meu filho e possam ajudar com os hidratantes que são essenciais pra qualidade de vida dele. Já tentamos contato antes, mas o processo era tão difícil que acabamos desistindo no meio do caminho. Então hoje estou apelando pra internet.
Pra empatia.
Pra humanidade. Porque às vezes o que parece “só um creme” pra algumas pessoas… é o que permite que meu filho consiga dormir sem dor. Se puder compartilhar, eu vou ser eternamente grata. 🤍
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Nilson Marcelo | @TopGrafx
10 coisas para fazer com seus pais antes que seja tarde demais: 1. Grave a voz deles. Um dia, ouvir uma história simples contada por eles poderá ser tudo o que você gostaria de escutar novamente. 2. Filme o riso deles. O riso espontâneo preserva a essência de quem eles são de uma forma que nenhuma fotografia consegue capturar. 3. Fotografe as mãos deles. Essas mãos trabalharam, cuidaram de você e ajudaram a construir o mundo em que você vive. 4. Guarde a letra deles. Peça que escrevam um bilhete ou uma carta. A caligrafia é uma das marcas mais pessoais que alguém deixa. 5. Pergunte sobre os sonhos que tiveram. Antes de serem seus pais, eles tinham planos, ambições e desejos próprios. 6. Pergunte sobre as batalhas que enfrentaram. Muitas dificuldades foram carregadas em silêncio para que sua infância fosse mais leve. 7. Pergunte sobre os arrependimentos que têm. Não para julgá-los, mas para compreender com mais profundidade a humanidade por trás deles. 8. Cozinhem juntos. Mais importante do que a comida é o tempo compartilhado e as memórias criadas no processo. 9. Assistam ao filme favorito deles. Cada obra querida carrega lembranças, emoções e histórias de outra época. 10. Sentem em silêncio. Nem sempre são necessárias palavras. Às vezes, a simples presença é a forma mais profunda de conexão. No fim, o que permanece não são apenas as grandes conversas ou ocasiões especiais, mas os detalhes aparentemente comuns: a voz, o riso, as histórias, os gestos e a presença de quem ajudou a moldar sua vida. Enquanto ainda é possível, registre, pergunte, escute e esteja presente, porque um dia essas pequenas coisas se tornarão algumas das lembranças mais valiosas que você terá.
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Claudio Sem Acento
Claudio Sem Acento@claudiopedrosa8·
11 minutos e garanto que você não vai querer parar de assistir. É simplesmente algo maravilhoso.
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Maria Fernanda
Maria Fernanda@fecapellato·
@madeinbajor Tratar como filho significa impor limites, empurrar pra vida, dar obrigações em casa. O problema é não querer que a pessoa se sinta rejeitada e por isso, não pegar no pé quando precisa. Uma mulher de 24 anos, noiva, já tem condições de cuidar da própria vida. Eu contaria.
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Making of da vida alheia
Making of da vida alheia@madeinbajor·
#bajo35571 Seus pais merecem saber agora, 5 meses já é tarde demais pra esperar "o tempo dela". Não é fofoca, é proteger quem abriu mão de tanto. Se ela não contar essa semana, você conta. Às vezes cuidar de quem você ama significa fazer o que o outro não tem coragem de fazer.
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Banco PAN
Banco PAN@bancopan·
@fecapellato Olá, Maria! Entendemos a situação relatada e pedimos desculpas pelo transtorno. Por gentileza, envie uma mensagem no privado para que possamos realizar o atendimento de forma segura e precisa. Nossa equipe está à disposição para ajudar por lá.
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Maria Fernanda
Maria Fernanda@fecapellato·
Comprei um carro em maio do ano passado e paguei à vista, no mesmo mês. Até hoje, quase um ano depois, a loja não realizou a transferência. De acordo com eles, o @bancopan não deu baixa no Gravame e por isso eles não conseguem concluir o processo no DETRAN.
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Maria Fernanda
Maria Fernanda@fecapellato·
Tentei, em vão, entrar em contato pelos canais de atendimento do @bancopan, mas em qualquer opção do menu, você cai num limbo, onde nenhum ser humano atende. Não consigo saber se a loja está mentindo, se o banco realmente não deu baixa… e assim vão me enrolando.
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caio temer
caio temer@canalCCore2·
Em 1975, o psicólogo do desenvolvimento Dr. Edward Tronick sentou uma mãe e seu bebê frente a frente e filmou o que acontecia quando a mãe repentinamente parava de responder. Primeiro, a mãe brinca normalmente, sorrindo, conversando, fazendo contato visual. O bebê imita tudo, rindo, apontando, balbuciando de volta. Então, a mãe fica apática. Nenhuma expressão, nenhuma resposta, nada. Em segundos, o bebê percebe. Sorri mais intensamente. Aponta. Acena. Grita. Usa todos os recursos que tem para chamar a atenção da mãe. Quando nada funciona, vira-se, perde o controle da postura e se encolhe com o que Tronick descreveu como “uma expressão facial retraída e desesperançosa”. No momento em que a mãe retoma a interação, o bebê se recupera quase instantaneamente. Três minutos de ausência emocional de um dos pais fizeram isso com um bebê. Tornou-se uma das descobertas mais replicadas na psicologia do desenvolvimento. Quantos bebês estão olhando para um dos pais que está mexendo na tela do celular em vez de olhar para trás? Isso foi em 1975, antes dos smartphones existirem. Agora, olhe ao redor em qualquer parque, restaurante ou sala de estar.
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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
Todo ano conduzimos estudos com grupo controle para testar novos tratamentos em pacientes com câncer. Milhares de voluntários entram nestes estudos. Metade sempre cai no grupo controle, e centenas dessas pessoas morrem. "Essas vidas que poderiam ter sido salvas se tivessem recebido o novo medicamento", você poderia argumentar... De fato, poderiam. Porque então esses estudos ainda são conduzidos? Resposta: pq essas vidas poderiam ter sido salvas se, e somente se, uma premissa fosse verdadeira: "o novo medicamento realmente é capaz de salvar vidas." Eis que a gente chega em um dos pontos mais críticos da discussão ética desse tipo de estudo. Antes de conduzir um ECR, nós não sabemos: 1- se o tratamento é realmente eficaz; ou 2- se o tratamento causa mais benefício do que malefício. É perfeitamente possível que o novo medicamento para câncer NÃO tenha NENHUM efeito para prolongar a vida dos pacientes. "Ok, mas pelo menos você tentou! Melhor oferecer algo que pode curar o câncer do que deixar a pessoa se ferrar" Pois é. O detalhe é que, nesse caso hipotético, o efeito do novo medicamento foi nulo. Mas e se além de não funcionar, ele aumentasse o risco de eventos adversos graves? E se ele piorasse consideravelmente a qualidade de vida do paciente? E se ele piorasse a aderência a outros tratamentos usuais já bem estabelecidos, como a quimioterapia, por deixar o paciente mais debilitado ainda? Ou pior: e se o novo medicamento para câncer na verdade AUMENTA o risco de óbito prematuro? Exemplos disso não faltam: CASCADE trial, TAHOE trial, SWOG S0106 trial. Todos esses são estudos de fase 2/3 na oncologia que mostraram como drogas promissoras podem falhar miseravelmente. Nesses estudos, quem caiu no grupo controle se deu bem. Evitou o malefício causado pela droga. E, estatisticamente falando, quem cai no grupo controle é quem tem a maior probabilidade de "se dar bem" — visto que a quantidade de tratamentos que são mais benéficos do que danosos em estudos de fase 2/3 na literatura médica é EXTREMAMENTE BAIXA. O problema é que a gente não divulga os estudos negativos. Ninguém fica sabendo dos "fracassos". Mas o fracasso é o mais comum! Poucos tratamentos dão certo! E olha só que interessante: nos estudos negativos, a existência de um grupo controle literalmente protegeu 50% dos participantes dos riscos desnecessários relacionados ao tratamento experimental. Agora, voltando a polilaminina: "Se a proteína for eficaz, ter um grupo controle seria escolher metade dos voluntários para andar e outra metade para nunca mais andar" Primeiro: polilaminina pode ser eficaz, mas isso ñ significa que todo mundo vai voltar a andar. Sua eficácia pode ser pequena, sendo capaz de aumentar em 20 ou 30% a chance de voltar a andar. Isso já é ótimo, não me entenda mal, mas é bem diferente do que a eficácia improvável (embora desejável) de 100%. De todo modo... Sim, SE no futuro descobrirmos que é eficaz *em algum grau*, significa que no passado nós privamos algumas pessoas de se beneficiar do tratamento. Isso é amplamente conhecido, e as diretrizes éticas aceitam esse cenário quando: 1) Não sabemos se o tratamento faz mais benefício do que dano ou mais dano do que benefício 2) Não é possível definir, com satisfatório grau de certeza, se o tratamento faz mais benefício do que dano ou vice-versa, na ausência de um experimento aleatorizado controlado. No caso da polilaminina, é plenamente possível que o tratamento faça mais dano do que benefício. É possível que injetar algo na medula do paciente lesado em menos de 72h da injúria de origem já seja deletério. Pode ser que causa lesões secundárias. Pode ser que reduza a velocidade da recuperação funcional. Pode ser que aumente o risco de que o paciente nunca mais ande para o resto da vida. Pode ser que cause outras complicações, inclusive graves e ameaçadoras a vida do paciente. E já que estamos imaginando possibilidades... SE for o caso do tratamento causar mais dano que benefício, concorda comigo que um paciente que caiu no grupo controle dará graças a Deus por não ter recebido polilaminina? "Mas Igor, vc não pode presumir que polilaminina causa esses malefícios aí!" Com certeza, não posso! Assim como não posso presumir que polilaminina causa benefícios. Sem um estudo com grupo controle, nós simplesmente não saberemos! É por isso que, há décadas, a medicina trabalha com ECRs. A gente presume que não sabemos qual grupo vai se dar melhor, e por isso damos 50% de chance para que os participantes caiam no grupo intervenção ou no grupo controle. Isso é um passo necessário para descobrir qual é a relação de risco e benefício do tratamento. Apenas depois disso é que a gente pensa se é ético ou antiético não oferecer o tratamento aos pacientes. Mas enquanto a relação de risco e benefício for desconhecida, qualquer especulação não passa disso: especulação. Na prática, o certo a se fazer é o sorteio. É o experimento aleatorizado. É assim que as coisas funcionam.
vvvorvvtorvitor@vvvorvvtorvitor

Pelo que eu entendi, o problema ético é que polilaminina só funcionaria pra lesão medular numa fase aguda de 72h após a lesão Então, se a proteína for eficaz, ter um grupo controle seria escolher metade dos voluntários pra andarem e outra metade pra nunca mais andar

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Maria Fernanda
Maria Fernanda@fecapellato·
@madeinbajor As pessoas lidam com o divórcio como se fosse muito mais fácil do que realmente é. Se você admite que ele mudou, porque não tenta perdoar, se reconectar e finalmente ter o casamento que você deseja? Com filhos grandes então, melhor momento pra curtir a dois.
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Making of da vida alheia
Making of da vida alheia@madeinbajor·
#bajo34467 Isso não é cansaço de um dia. É desgaste acumulado de anos. Você não está “com raiva”. Está emocionalmente desconectada há muito tempo. Não decida no impulso. Faça plano. Segurança emocional e financeira primeiro. Separar é decisão. Ficar por medo também é.
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Maria Fernanda
Maria Fernanda@fecapellato·
@paulodetarsog No final do ano, estava num parque aquático e tinha uma família com gêmeos. Um deles saiu correndo em direção às piscinas umas três vezes, enquanto a família organizava as coisas no armário. A avó viu e nem se mexeu… 😳
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Paulo de Tarso
Paulo de Tarso@paulodetarsog·
Quando o vigilante também é pai, avô...
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Católico e Pai
Católico e Pai@catolicoepaide3·
@levisback Mas os fariseus, ouvindo isso, disseram: "Ele não expulsa demônios, senão por Beelzebu, príncipe dos demônios".Conhecendo os seus pensamentos, Jesus lhes disse: "Todo reino dividido contra si mesmo acaba em ruína e nenhuma cidade ou casa dividida contra si mesma poderá subsistir.
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Levi
Levi@levisback·
Ele está dizendo que as aparições de Nossa Senhora são demoníacas? Caso eu tenha entendido errado, então responda: se não vieram de Deus, vieram de quem? Ser protestante é escolher ignorar fatos que não se encaixam na sua própria narrativa. Vejamos p/ex a aparição de Nossa Senhora de Fátima, ela foi testemunhada por cerca de 70 mil pessoas. Entre elas havia jornalistas, acadêmicos, céticos e até ateus. Todos testemunharam o msm fenômeno. Todos registraram. Todos tiveram que lidar com algo materialmente inexplicável. E não foi apenas o fenômeno visível. Houve também as profecias. Advertências sobre a guerra, sobre o sofrimento, sobre o rumo do mundo, e elas se cumpriram. Por favor, senhor "Sola Scriptura": o demônio tem poder sobre o futuro? Em Fátima, o que foi pedido não foi adoração a si msm, nem revolução, nem orgulho. Foi penitência, mortificação, oração a Deus. Foi conversão. Desde quando o demônio conduz almas à oração, à penitência e ao abandono do pecado? Por favor, responda.
Helder Nozima@nozima

Como bom protestante, todas as experiências espirituais precisam ser avaliadas à luz da Bíblia. E baseado na parábola do rico e de Lázaro (Lucas 16:19-31) não creio que Deus enviaria alguém dos mortos para me anunciar o Evangelho.

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Bruxão petersoniano 🇮🇹
Bruxão petersoniano 🇮🇹@aassibarreto·
James Sexton, advogado de divórcio com vasta experiência, revela uma verdade crua e impactante: Nossa sociedade inteira é estruturada para nos distrair do único fato que poderia destruir a máquina de consumo: se realmente internalizássemos que vamos morrer, pararíamos de comprar a maioria das porcarias sem sentido que vendem. Ele propõe uma mudança radical: 1 a 2 anos obrigatórios de voluntariado em um centro de cuidados paliativos aos 18 anos. Por quê? Porque passar um tempo com os moribundos nos deixa completamente despidos. Eles não falam sobre suas contas bancárias, status ou bens materiais. Eles falam sobre: - As pessoas que amaram - As conexões que criaram - As experiências belas (e dolorosas) Todo o drama "importante" do seu dia evapora no momento em que você sai daquele quarto. Sexton compartilha a experiência da última cirurgia de câncer de sua mãe: 20 minutos depois, os médicos a fecharam: câncer por toda parte, nada mais a fazer. Naquele instante, todas as outras preocupações da sua vida foram reduzidas a zero. Tudo o que importava era o tempo que restava para amá-la, para garantir que ela soubesse. Lembrete: Há um número finito de vezes que você beijará sua esposa, abraçará seus filhos, ligará para seus pais. Você não sabe quantos são. Só perceberá isso depois que já tiver passado. Essa finitude é o que torna cada momento sagrado. Viver para sempre seria uma maldição. Agora, as pessoas que você ama estão vivas — agora mesmo. Beije-as quantas vezes quiser. Essa é a melhor coisa do mundo. Uma perspectiva poderosa, desconfortável e bela. Mantenha a morte em seu campo de visão — é o filtro de clareza definitivo.
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Maria Fernanda
Maria Fernanda@fecapellato·
@madeinbajor Usei dois DIUs Mirena e nas duas vezes meu útero tentou (e conseguiu) deslocar. A dor é tipo contração de parto.
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Maria Fernanda
Maria Fernanda@fecapellato·
@prjbcarvalho O seu livro “Metanoia” foi um dos primeiros que li depois da minha conversão e ele mudou a minha visão de mundo.
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JB Carvalho
JB Carvalho@prjbcarvalho·
Metanoia - A Medicina da Alma Metanoia é uma palavra que carrega dentro de si um terremoto. Meta significa ultrapassar, ir além. Noia vem de nous, mente, razão, percepção, modo de interpretar a realidade. Metanoia é, portanto, uma virada interior que desloca o eixo da vida. Não é reformar os móveis do coração, é mudar a arquitetura inteira. É a travessia da consciência, a ponte entre seu antigo e o seu novo eu. Na cultura grega clássica a palavra sugere uma revisão profunda de um pensamento. Heródoto usa metanoia para indicar um “mudar de ideia” que altera um destino. Plutarco a utiliza para descrever a guinada moral de alguém que despertou do torpor ético. Os estóicos viam nela um convite à reorganização das paixões e à coerência entre razão e vida. Era a coragem de abandonar um caminho que se provou falso. Na Bíblia a palavra obtem seu significado mais alto. João Batista prepara o caminho do Messias anunciando metanoeîte. Jesus inicia seu ministério com o mesmo chamado. Para os apóstolos, metanoia não é remorso emocional, mas uma reorientação existencial. A mudança de mente resulta em mudança de direção. Se o pecado distorce a percepção, a metanoia devolve os olhos ao foco. Agostinho descreveu a conversão como uma inversão do olhar, um retorno do exílio interior. Clemente de Alexandria chamou a metanoia de “a medicina da alma”. Crisóstomo ensinava que ela é “a troca do caminho antigo por um novo”. Lutero a colocou no primeiro ponto das 95 teses, afirmando que “toda a vida do crente deve ser arrependimento”, não como culpa contínua, mas como transformação permanente. Na história moderna a palavra ganhou novos contornos. William James, pai da psicologia americana, descreveu experiências de metanoia como “instantes de virada moral que redefinem a identidade”. Viktor Frankl afirmou que o homem só se liberta quando muda seu modo de ver o mundo. Metanoia é uma convocação. É a ponte entre quem somos e quem fomos chamados a ser. É o processo de desmontar velhas narrativas, os ídolos silenciosos da alma, e permitir que a verdade reorganize tudo. É mais que arrependimento. É o renascimento da mente, a renovação da consciência. O primeiro passo de toda grande jornada espiritual.
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Nilson Marcelo | @TopGrafx
Protocolo de 1 Dia para Romper o Piloto Automático e Redirecionar Sua Vida Este não é um exercício de motivação, é um ritual de ruptura de padrão. Reserve um dia inteiro, de preferência sozinho. Você vai precisar apenas de papel, caneta, silêncio e honestidade. 1. Manhã - Confronto com o Futuro que Você Está Criando Comece o dia escrevendo sem filtrar, justificar ou suavizar. Descreva o presente com precisão. Onde você acorda, como o corpo se sente, qual é o primeiro pensamento do dia, quem está ao seu redor, o que você faz entre 9h e 18h, como se sente às 22h. Projete dez anos à frente se nada mudar. O que foi perdido, quais portas se fecharam, quem desistiu de você, o que dizem sobre você quando não está presente. Chegue ao fim da vida. Você escolheu a versão segura. Nunca rompeu o padrão. Qual foi o custo real disso? O que nunca se permitiu sentir, tentar ou se tornar? Observe quem, hoje, já vive esse futuro. Alguém alguns anos à frente na mesma trajetória. Note o que surge ao imaginar que você pode se tornar essa pessoa. Identifique a identidade que precisaria abandonar para mudar de verdade. Complete a frase "eu sou o tipo de pessoa que…". Reflita sobre o custo social de deixar de sustentar essa versão. Escreva o motivo mais embaraçoso pelo qual você não mudou. O motivo fraco, medroso ou pequeno, não o aceitável... se o comportamento atual for autoproteção, defina exatamente o que está sendo protegido e qual é o preço disso. Responder com honestidade costuma gerar desconforto, tristeza ou repulsa. Essa energia não deve ser evitada. Ela precisa ser orientada. 2. Tarde - Interrompendo o Piloto Automático Durante o dia, force consciência. Crie alarmes aleatórios no celular, em horários que não conflitem com compromissos, contendo estas perguntas: Às 11h: o que estou evitando ao fazer o que estou fazendo? Às 13h30: se alguém filmasse as últimas duas horas, o que concluiria que eu quero da vida? Às 15h15: estou me movendo em direção à vida que odeio ou à vida que quero? Às 17h: qual é a coisa mais importante que estou fingindo não ser importante? Às 19h30: o que fiz hoje para proteger minha identidade em vez de agir por desejo genuíno? Às 21h: quando me senti mais vivo hoje? Quando me senti mais morto? Inclua também estas reflexões: onde estou trocando vitalidade por segurança? O que mudaria se eu não precisasse mais ser visto como determinada pessoa? Qual é a menor versão da pessoa que quero me tornar amanhã? Nem tudo precisa ser escrito. Observe reações, resistência e sensações no corpo. 3. Noite - Síntese e Direção Organize o que emergiu ao longo do dia. Defina por que você realmente estava travado. Circunstâncias não entram aqui. Nomeie o padrão interno. Identifique o inimigo real. Uma crença, medo ou necessidade que vem comandando suas escolhas. Escreva uma frase curta que represente a vida que você se recusa a viver. Essa é a anti-visão. Ela deve provocar reação emocional. Escreva uma frase que represente a vida que está construindo. Não precisa ser perfeita. Precisa ser viva. Agora crie lentes, não metas. Em um ano, o que precisa ser verdade para você saber que rompeu o padrão? Em um mês, o que precisa acontecer para manter o cenário de um ano possível? Amanhã, quais duas ou três ações a pessoa que você está se tornando simplesmente faria? 4. Encerramento - Transforme Sua Vida em um Jogo Em uma nova página, escreva: A anti-visão, o que está em jogo se você desistir. A visão, como você vence neste momento da vida. A missão de um ano. O projeto de um mês, onde você aprende e cresce. As ações diárias que movem tudo. As restrições, aquilo que não será sacrificado. Esse conjunto cria um campo mental fechado, reduz distrações e aumenta clareza. Mudança não acontece por decisão. Ela começa quando se torna impossível continuar sendo quem você vinha sendo. Um dia não resolve tudo. Esse dia pode mudar o eixo da sua vida.
DAN KOE@thedankoe

x.com/i/article/2010…

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