
Duarte ★彡 (6/45)
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@fxckingdiaz
um grande fã de encher o saco e coca cola geladinha



O USO DE LEQUE NOS ESTÁDIOS Nesta semana, um debate ganhou força nas redes sociais sobre os estádios do Rio de Janeiro: o uso de leques nas arquibancadas. A prática passou a ser criticada por parte dos torcedores. Mas por quê? O leque, relacionado ao calor, ganhou novos significados recentemente. Popularizado recentemente, o ato de “bater leque” cresceu em shows, especialmente entre mulheres e pessoas da comunidade LGBTQ+, se tornando uma forma de expressão cultural. No entanto, nos estádios, o ato tem tido outra repercussão. O leque enfrenta recusa, principalmente entre homens, mostrando a dificuldade de aceitação de movimentos ligados a esses grupos no futebol. A presença feminina nas arquibancadas, mesmo crescendo, ainda enfrenta barreiras. Mulheres seguem se adaptando a costumes masculinos e, em alguns casos, até mesmo a exclusão. Há relatos, por exemplo, na torcida organizada Gaviões da Fiel, do Corinthians, sobre restrições à participação feminina em tocar instrumentos. Além disso, a insegurança ainda é um problema recorrente. Muitas torcedoras relatam dificuldades em frequentar estádios sozinhas, diante de um ambiente ainda tradicional e masculino, mesmo que nem todos os homens se configurem como ameaça. Nesse contexto, surgem movimentos como o “TricoFlores”, da torcida do Fluminense. Organizado por mulheres, o grupo reforça uma ideia simples: as mulheres vieram para ficar. Um grupo que não só reúne mulheres, mas relembram que não só podem, como devem ocupar esses espaços. É importante lembrar que esses movimentos não buscam excluir tradições, mas ampliar a forma de torcer, criando novos costumes que incluam mais pessoas. Por isso, a discussão sobre o leque vai além do objeto. Muitas críticas se apoiam na ideia de tradição, na defesa de “essência” da arquibancada. Mas cabe a pergunta: Essa suposta essência deve mesmo permanecer? Algumas práticas já são historicamente aceitas no futebol e estão intimamente ligadas à homofobia, misoginia e episódios de violência. Mesmo assim, raramente geram o mesmo questionamento. Enquanto isso, manifestações associadas a mulheres e à comunidade LGBTQ+ seguem sendo mais criticadas, enquanto problemas históricos das arquibancadas são tratados com normalidade. Talvez, então, a questão não seja o leque, mas sim o que ele representa. Escrito por: Laura Melikian | @llauramelc






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@sarabjibji @dudinhasbfr Na verdade é em momentos de dificuldade que se comprova a lealdade, seu time em momentos turbulentos não foi muito diferente disso, chegaram a colocar 230 pessoas em um setor do engenhão.



morro que agora todos os times estão TENTANDO usar a sabri como figura de diva pop, micooooo ela foi nossa muito antes

tiveram que juntar isso tudo e ainda quase perderam



tem que ser MUITO mau caráter pra achar que uma mulher vai se expôr nesse nível que a Vivi se expôs pra contar uma mentira, sabe? isso não é sobre jogo, é sobre A VIDA DELA



CHOCADO! Vivi Wanderley expôs Juliano Floss e falou sobre Marina Sena : “Eu frequentava a casa dela, e me dava conselhos sobre meu relacionamento”

minha resposta será nas urnas em outubro



🚨 Vivi publicou prova de que foi internada e diagnosticada com Transtorno de Estresse Pós-Traumático após descobrir que seu ex, Juliano Floss, engatou namoro com sua ex-amiga, Marina Sena.

