
Jussara Gama
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Jussara Gama
@gam11990
"Somos o reflexo de nós mesmos,o fruto daquilo que semeamos,o resultado de nossos atos, decisões, escolhas, desejos,e sonhos.Eis o que somos."



Space Liberdade: perfil no X que foi pivô de embate entre Eduardo e Nikolas é alvo frequente do ex-deputado oglobo.globo.com/politica/notic…

Tenho 42 anos de Mercado,não me lembro de tanto escândalo juntos. Banco Master Banco BRB Contrato de 129 milhões Fraude no INSS Comer Paca e anunciar. E eu que pensava que o país após petrolão iria mudar.

Vejo ingênuos aplaudindo o apoio repentino a Flávio Bolsonaro e ainda creditando essa estratégia dantesca a uma “vitória” de Eduardo após expor a verdade sobre Nikolas Ferreira. Acordem. Isso não é vitória nenhuma. É golpe. O que estamos vendo é uma operação suja de bastidores contra Eduardo Bolsonaro. A quadrilha que gravita em torno de Nikolas Ferreira fez um cálculo cínico de contenção de danos. A ordem foi explícita: “Vamos fingir apoio a Flávio para calar a boca de Eduardo, Kim Paim e de qualquer um que ouse denunciar nosso projeto podre.” É gerenciamento de crise barato, maquiado de “lealdade” e “união”. Com esse circo ridículo, a trupe do deputado agitador ganha tempo para continuar tramando nas sombras e construindo sua própria máquina de poder — a “casta do Nikolas” se espalhando pelo Brasil como câncer. Enquanto isso, o bolsonarismo é esfaqueado por dentro, trocando o Presidente Bolsonaro por um curral digital de militantes domesticados e subservientes. A armadilha é nojenta e óbvia. Se Eduardo reagir, denunciar ou simplesmente apontar a falsidade dessa farsa, a matilha inteira vai atacar: “Eduardo quer sabotar a eleição”, “está traindo o próprio irmão”, “é invejoso”, “tá desequilibrado”... Esses ratos nojentos fingem apoio só para isolar Eduardo, deixá-lo falando sozinho enquanto posam de estadistas maduros para enganar o eleitorado. Eles não recuaram. Apenas mudaram de isca. Quem aplaude essa união falsa está financiando, com os próprios votos e aplausos, o sequestro e o assassinato do legado de Jair Bolsonaro.

Um passarinho me contou que Gil Diniz, o carteiro, tem reclamado por aí pois teme ser escanteado junto a Mario Frias em troca de indicações do Valdemar para o Senado, e que Eduardo concordaria em troca de mais influência no PL. Esse parece ser o destino de todo aquele que nada tem a mostrar além da bajulação ao Eduardo. E vamos falar sério? Gil e Frias como senadores?! Já não bastou o Cleitinho?


E, a propósito: sim, é pelo Brasil. Não queria seguir neste ponto, mas não posso aceitar ser humilhado. Então aqui vai, se Deus quiser, meu último comentário sobre este assunto. O Nikolas se elegeu com votos bolsonaristas. Eu o recebia quando ainda era estudante. Depois, virou assessor de um deputado, passou a trabalhar com outro - pesquise os motivos disto. Fui a Belo Horizonte fazer campanha para ele a vereador, percorri Minas Gerais falando do seu nome com o Direta Minas. Levei-o ao palco do CPAC, pedi apoio para ele nas redes sociais, abri portas - muito disso quando eu já era o deputado mais votado da história, filho do presidente, mas isto nunca me impediu de ser quem sou e de jogar para o grupo. Quando ele ia a Brasília, deixava minha conversa fixada no topo do WhatsApp, aguardando um retorno meu. Aceitei incluí-lo no documentário que o @mfriasoficial está prestes a lançar. Convidei-o para conhecer o Trump, levei-o ao Congresso americano e ainda tentei, a pedido dele, inseri-lo no programa do Tucker Carlson, na época do episódio da peruca - eu já era o deputado mais votado da história, filho do presidente e etc. Esses são apenas alguns exemplos do quanto eu trabalhei por ele, acreditando na causa, acreditando que éramos um grupo. Pelo Brasil. Nunca foi por cargos ou interesse partidário. Eu sempre joguei pelo grupo. Quem está comigo divide o mesmo espaço, a mesma luta. Se eu sento, senta comigo. Se eu estou de pé, permanece de pé ao meu lado. Agora, num momento decisivo, Flávio contra Lula, com a liberdade do meu pai em jogo, com centenas de presos políticos, com exilados sofrendo na Argentina ele quer “sentar para conversar” e avaliar se o meu projeto é o mesmo que o dele? Ele condiciona apoio ao Flávio. Entenda, isto em outubro não é apenas mais uma eleição, é a batalha mais importante do século no Brasil, que vai selar se meus filhos encontrarão o avô ou se eu sem nem saber dei meu último adeus a ele em fevereiro de 2025 ao sair para uma viagem de 7 dias de carnaval no Texas. Com todo respeito, isso não é expressão de liberdade. Isso é, no mínimo, mesquinhez - para não dizer outra coisa. Quem está em campo não pode se comportar como a torcida. A própria direita vive elogiando a esquerda por não expor esse tipo de conflito em público. E por que isso acontece aqui? Porque há quem incentive exatamente esse comportamento imaturo. Querem falar em união? Então vamos falar de coerência. Por que esse discurso de “união da direita” só aparece quando o cobrado é o Nikolas? Por que o silêncio quando as críticas são dirigidas ao Jair Bolsonaro? Ou mesmo ao Valdemar? Se for pela “união da direita” todas as críticas vindas da direita deveriam acabar em nome de um projeto maior, não é esta a teoria de vocês? Então vamos ser claros: não se trata de liberdade, trata-se de conveniência. Ou agora virou regra que figuras públicas não podem mais ser cobradas? Deixo que cada um tire suas próprias conclusões. Reafirmo, da minha parte, encerro aqui. Como já disse, meu objetivo foi alcançado: hoje, todos - que antes tinham amnésia - falam positivamente do @FlavioBolsonaro, ainda que, em muitos casos, por interesse próprio - não passaram a fazê-lo espontaneamente, mas sim a custas de cobranças. Mas não vou deixar você me expor, humilhar, sem reagir, se não vai virar rotina vocês virem aqui no X escrever seus argumentos fracos e depois correr no meu entorno para tentar me bloquear e, assim, posarem de vencedores.




Segui o conselho de um amigo e fui falar com você no privado, tentando evitar mais ruído nas redes. Parecia uma atitude sensata: trocar ideias, alinhar pontos de vista, aparar arestas, coisa de homem. Mas me enganei. Fui vítima de uma conduta, no mínimo, sorrateira. Agora estou aqui debatendo publicamente com alguém que prega a “união da direita”, mas que, na primeira oportunidade, expôs justamente o meu gesto de confiança. Entenda, Constantino: tudo o que eu disse no privado é exatamente o que venho dizendo em público. Não tenho nada a esconder. A sua atitude baixa não atinge só a mim, ela desestimula qualquer tentativa de diálogo. Ou seja, você ajuda a gerar exatamente o tipo de conflito que diz combater. E sei como isso termina: sem argumentos, a saída será novamente a tal “crítica construtiva”, dizer que eu sou o radical, o causador de conflitos, que isso prejudica a campanha do Flávio. Ou então adotar a cruel narrativa da esquerda, que há um gabinete de ódio preordenado a assassinar sua reputação. Mas repare num fato, olhe a seu redor. Quantas pessoas que antes não falavam do @FlavioBolsonaro hoje passaram a falar positivamente? Tenho a satisfação de saber que contribuí para isso, mesmo com muita gente “da direita” jogando contra. Fui vitorioso em mais uma batalha. Isso só reforça o que sempre defendi: eu jogo pelo grupo, mesmo quando isso exige sacrifício pessoal. Há um abismo entre as nossas posturas.










