Woon Yuen So

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@gim_diraud

Katılım Ocak 2023
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Eduardo Girão
Eduardo Girão@EduGiraoOficial·
O ESTRANHO CASO DO PRESO POLÍTICO FILIPE MARTINS: PRECISAMOS NOS MOBILIZAR! #acordabrasil Neste domingo vim cumprir uma missão longe de casa: deveria estar ás 8:00 da manhã na Cadeia Pública de Ponta Grossa (PR) para poder visitar,pela 1° vez,o ex assessor especial de assuntos internacionais do Brasil, Sr Filipe Martins. Para ficar apenas uma hora com esse clássico preso político brasileiro,a logística me impôs que chegasse ontem a essa bela cidade paranaense. Com condições estabelecidas pelo min Alexandre de Moraes-o juíz, a vítima, o promotor e o carcereiro ao mesmo tempo- conversei com o Filipe e volto com mais responsabilidade ainda ao @senadofederal para que a injustiça suprema desse tirano de toga tenha fim! Por isso, compartilho com você, cidadão e cidadã brasileiro,esse video para que compreendas a gravidade do que ainda está acontecendo em nosso País e se mantenha mobilizado pois juntos somos mais fortes! Um bom restante de feriado para você e sua família! Que a Verdade, a Justiça e o bom senso triunfem em nossa Nação. Jesus no comando. Sempre! Paz & Bem
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Coronel Amaro
Coronel Amaro@Amaro_Coronel·
Na sabatina em que foi vergonhosamente impedido de entrar no STF, o Bessias criticou o próprio STF dizendo ser necessário retornar ao básico do direito, desrespeitado pela corte. Anulem o processo de 8Jan!
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Eduardo Girão
Eduardo Girão@EduGiraoOficial·
PERAÍ: MAIS AINDA DÁ TEMPO,PT! É curioso q só agora os petistas percebam a importância de uma CPI ou CPMI p/Brasil…Desde o ano passado,faço isso diariamente praticamente sozinho.Mas pq Gov Lula ignorou? Será p/causa da reunião secreta do pres…Lula(sim,fora da agenda!) c/dono do Banco Master Vorcaro,lobista Mantega,indicado do BC Galípolo,ministros Alexandre Silveira e Rui Costa além do ex sócio do Master Augusto Lima ou será pq o “ovo da serpente”desse escândalo tenha sido colocado p/algumas lideranças acolá da Bahia? Mas tudo bem,Edinho:antes tarde do q nunca e o q importa é q TODA A VERDADE VENHA Á TONA independente do envolvimento no esquema de “poderosos de plantão”e de políticos,sejam de q espectro ideológico forem:da chamada direita,esquerda ou centrão! #acordabrasil🇧🇷 Paz & Bem
Estadão 🗞️@Estadao

‘O PT cometeu um erro ao não assinar a CPI do Master’, diz Edinho Silva, presidente do partido x.gd/DBO8i Coordenador da campanha de Lula à reeleição, ex-ministro também critica Senado por rejeitar a indicação de Messias ao STF e afirma que ‘o modelo político brasileiro ruiu’

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Karina Michelin
Karina Michelin@karinamichelin·
A cena dos bastidores de Brasilia diz muito sobre o que está acontecendo dentro das instituições. Um general do Exército, assessor do comandante Tomás Paiva - o mesmo que se consulta com o ministro Alexandre de Moraes antes de indicar nomes para as Forças Armadas - abordou o deputado Marcel Van Hattem nos bastidores da Câmara, em uma tentativa de intimidação. Um militar da ativa, de alta patente, tentando constranger um parlamentar eleito por opiniões expressas no exercício do mandato, dentro do Congresso Nacional. Van Hattem não se calou e levou o episódio que foi registrado para dentro da comissão e expos o que aconteceu. E o que se segue é um dos discursos mais duros já feitos contra a cúpula militar nos últimos anos. Van Hattem acusa fragilidade na liderança do Exército, questiona a postura do comando e afirma que há sinais de submissão institucional, citando a influência do ministro Alexandre de Moraes. A crítica é contundente e termina com um pedido: que seja avaliada a permanência do general Emílio Vanderlei Ribeiro - Assessor de Tomás Paiva - que tentou confrontá-lo. Desde quando um general se sente no direito de abordar um deputado para “corrigir” sua fala? Desde quando militares transitam politicamente dentro do Congresso para pressionar representantes eleitos? E mais, o próprio Van Hattem já é alvo de investigação por declarações feitas da tribuna. Ou seja, o cerco se fecha por todos os lados.Executivo, Judiciário… e agora, bastidores militares. Isso não é normal, e definitivamente, não é irrelevante. O que aconteceu ali não foi apenas um confronto, foi um péssimo sinal.
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Woon Yuen So
Woon Yuen So@gim_diraud·
@marinahelenabr Essa não é aquela do "se assumir vaga de ministro do STF não se esqueça dos amigos" ???
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Marina Helena
Marina Helena@marinahelenabr·
Não existe “golpe parlamentar”. Se os deputados e senadores eleitos pelo povo decidirem fazer uma reforma do Judiciário ou o impeachment de ministros do Supremo, o papel deles é justamente esse. Soraya Trambique resume muito bem a lorota que vem sendo contada no Brasil há 7 anos. É golpe parlamentar, golpe com batom, golpe por criticar ministro e urna e assim por diante. Tudo é golpe, menos juiz intocável rasgar a Constituição e passar por cima do povo. O tempo deles está acabando, e eles sabem!
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Marina Helena
Marina Helena@marinahelenabr·
Os inocentes do 8/1 não podem continuar nas mãos de Moraes. Precisamos continuar lutando pela anistia.
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Roger Rocha Moreira
Quem ela acha que é? Quem ela acha que Chico, Caetano et caterva são?
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Woon Yuen So
Woon Yuen So@gim_diraud·
@mauad_joao Parabéns Leonardo Corrêa ! Com precisão cirúrgica, colocou os pingos nos is !
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João Luiz Mauad
João Luiz Mauad@mauad_joao·
Segue o brilhante texto do presidente da Lexum, Leonardo Corrêa, em resposta ao artigo de Pablo Ortelado, publicado no Globo. 👇 *A cobertura que constrange* Por Leonardo Corrêa* “Pablo Ortellado escreveu em O Globo um diagnóstico sobre o que chamou de atalho conservador ao Supremo cujo problema fundamental está na premissa. Toda a sua argumentação supõe que o originalismo americano funciona como ficção doutrinária, cobertura que permite aos ministros conservadores decidir politicamente sem parecer que decidem politicamente. Daí conclui que os conservadores brasileiros, sem essa ficção de neutralidade, terão a eventual maioria na Corte imediatamente lida como captura. A tese é elegante e seria persuasiva se não tropeçasse, primeiro, nos próprios fatos que pretende descrever, e depois, em uma incompreensão básica do que o originalismo é e como funciona. Comecemos pelos fatos. O artigo foi escrito como se a Suprema Corte americana fosse apêndice obediente do governo Trump. A jurisprudência recente diz exatamente o contrário, e diz com clareza incômoda para a tese de Ortellado. Em fevereiro de 2026, em *Learning Resources, Inc. v. Trump*, a Corte derrubou por 6 a 3 o pilar da agenda econômica de Trump, as tarifas globais impostas com base no IEEPA. O voto foi escrito por John Roberts e acompanhado por Neil Gorsuch e Amy Coney Barrett. Os três originalistas mais visíveis da Corte, exatamente aqueles que Ortellado descreve como peças de um arranjo politicamente alinhado, juntaram-se aos três Justices progressistas para conter o Executivo. (…) Em dezembro de 2025, em *Trump v. Illinois*, a Corte recusou por 6 a 3 a federalização da Guarda Nacional em Chicago contra a vontade do estado, com Roberts, Barrett e Kavanaugh acompanhando os progressistas. (…) No mesmo dia, a Corte recusou a remoção da diretora do Copyright Office. Em abril de 2026, na sustentação oral de *Trump v. Barbara*, a maioria conservadora sinalizou que decidirá contra a ordem executiva sobre cidadania por nascimento, com base no significado público original da 14ª Emenda. (…) A conclusão dos fatos é simples. O originalismo está limitando o poder presidencial republicano em decisões da maior visibilidade política, e isso ocorre justamente porque o método é uma tese sobre fidelidade ao texto ratificado, e quando aplicado com honestidade institucional contém tanto o lado que nomeou o juiz quanto o lado oposto. A indiferença ao resultado político é o que separa o juiz do intelectual alinhado. O segundo erro de Ortellado é conceitual. Ao escrever que o originalismo congela o significado da Constituição americana no período em que foi escrita e torna ilegítima por definição a expansão de direitos, confunde duas categorias que a teoria originalista cuidadosamente distingue, significado e aplicação. A Fixation Thesis, desenvolvida por Lawrence Solum e incorporada à obra de Randy Barnett, sustenta que o significado dos termos constitucionais se fixa na ratificação. A aplicação desse significado a circunstâncias novas é plenamente legítima e frequentemente expansiva. A Quarta Emenda protege contra buscas *unreasonable*, o sentido de *unreasonable* é o de 1791, e se aplica hoje a dados digitais e vigilância eletrônica que os Framers jamais imaginaram. *Bostock v. Clayton County*, de 2020, fechou a discussão. Gorsuch, originalista declarado, escreveu o voto que estendeu a proteção do Title VII a trabalhadores homossexuais e transexuais, exatamente por aplicar com rigor o significado original do texto. Originalismo conduzindo, por fidelidade textual, à expansão de direitos. A equação que Ortellado oferece simplesmente não corresponde nem à teoria nem à prática. O argumento merece ainda a inversão clássica que Scalia opunha aos defensores da Living Constitution, doutrina que entre nós tem parentela imediata no neoconstitucionalismo. Sustentavam eles que o originalismo congela a sociedade no tempo da ratificação. A relação é exatamente a inversa, e a razão é institucional. O originalismo mantém com o Legislativo o poder de legislar, e o Legislativo pode rever as leis sempre que a democracia o entender conveniente. O que congela é o ativismo judicial, porque decisão constitucional da Corte retira a matéria do debate democrático e impede a revisão pelas vias representativas. Constitucionalizar uma questão é decidi-la contra todas as gerações futuras, retirando-a da política e remetendo-a a uma reversão que a Corte mesma improvavelmente fará. A petrificação que Ortellado atribui ao originalismo descreve com precisão o efeito do método ativista, no qual decisões da Corte fixam para sempre o que poderia ter sido decidido democraticamente em cada geração. Há ainda o tratamento que o artigo dá à hipótese brasileira. Ortellado argumenta que uma leitura originalista da Constituição de 1988 empurraria o intérprete de volta ao projeto progressista de uma Carta voltada à proteção social, e parece supor que isso refuta o método. A formulação parte de uma confusão sobre o método e termina em um diagnóstico equivocado sobre o texto. O originalismo de sentido público não é uma escolha de conteúdo, é exigência de fidelidade ao texto ratificado, qualquer que seja sua direção política. Se a Constituição é socialmente expansiva, o originalismo exige que se aplique como tal. O método se prova exatamente quando obriga o juiz a algo que ele não teria escrito. Essa indiferença ao resultado é a marca da contenção republicana, e era nesse ponto que a tese de Ortellado precisaria ter dito algo, não tê-lo evitado. A descrição da Constituição é igualmente equivocada. A Carta de 1988 não é um bloco homogêneo de pretensões sociais. Tem hierarquia interna que quem leva o texto a sério não pode ignorar. O artigo 60, §4º define o que é intocável: a forma federativa, o voto direto, secreto, universal e periódico, a separação de poderes e os direitos e garantias individuais. Tudo o mais, inclusive o catálogo de direitos sociais e os objetivos fundamentais do artigo 3º, está sujeito à deliberação democrática ordinária. A Constituição que Roberto Campos descreveu como mistura de dicionário de utopias com regulamentação minuciosa do efêmero não é uniforme em força normativa. Os dispositivos-desejo do artigo 3º enunciam aspirações, não comandos judicialmente exigíveis. As normas do artigo 5º criam obrigações precisas, direcionadas contra o Estado e protegidas como cláusulas pétreas. Confundir os dois planos é exatamente o erro do neoconstitucionalismo brasileiro, que trata aspirações políticas como mandamentos diretamente aplicáveis e dissolve a fronteira entre o que vincula e o que orienta. Uma leitura originalista respeitaria essa hierarquia. Aplicaria o artigo 5º como o escudo contra o arbítrio estatal que ele é, e devolveria o artigo 3º ao Legislativo, lugar próprio da deliberação política. Reconheceria que a presunção de liberdade opera com força máxima onde a Carta foi mais cuidadosa, no rol das cláusulas pétreas, e que ali não há concessões estatais a serem expandidas pela Corte, mas direitos preexistentes que a Constituição apenas declara. Aplicaria, ainda, o artigo 3º da LINDB, que pressupõe um significado público, acessível e fixo da norma como condição da própria exigência de conhecimento por todos. Uma leitura originalista contém o STF. Aplicada com honestidade institucional, conteria a expansão jurisdicional autodeclarada, a legislação por aparência interpretativa e a indiferença sistemática aos limites constitucionais ao próprio poder da Corte. O que Ortellado vê como dificuldade do método em solo brasileiro é a sua maior virtude. O originalismo aqui doeria onde mais precisa doer, na Corte que se atribuiu o papel de constituinte permanente. Resta o diagnóstico final, que Ortellado oferece com a confiança de quem identifica uma vulnerabilidade estrutural. Sustenta que a captura do Supremo brasileiro pela direita seria imediatamente legível como captura, sem a ficção de neutralidade que sustentou a estratégia americana. A lógica está invertida. O Supremo atual já é legível como capturado por um projeto ativista autoconsciente que dispensou os limites constitucionais. O que Ortellado chama de captura pela direita seria, em termos estritamente constitucionais, correção de rota. A Suprema Corte americana não perdurou como instituição respeitável durante décadas porque adotou uma camuflagem hábil. Perdurou porque o originalismo funciona como método de fidelidade ao texto, inclusive e sobretudo quando contém o lado político que indicou o juiz. As decisões mais recentes documentam isso em tempo real. O artigo de Ortellado as ignora porque elas desmontam a tese que ele precisa defender. A atribuição e dever do Judiciário é dizer o que a lei é, não o que ela deveria ser. O método que torna isso possível tem nome, tem história, e tem decisões recentíssimas a comprovar que constrange até quem o adota. Chamá-lo de cobertura é não ter olhado para o que ele cobre, e para quem ele incomoda.” *Leonardo Corrêa — sócio de 3C LAW | Corrêa & Conforti Advogados, com LL.M pela University of Pennsylvania, Co-Fundador e Presidente da Lexum e autor do livro A República e o Intérprete — Notas para um Constitucionalismo Republicano em Tempos de Juízes Legisladores. O texto completo pode ser lido no site da Lexum lexum.substack.com/p/a-cobertura-…...
João Luiz Mauad tweet media
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DR. PAULO FARIA
DR. PAULO FARIA@drpaulofaria22·
A EVOLUÇÃO DO EU: 5.6 Eu não sou definido por momentos fáceis: sou forjado nas decisões difíceis que escolhi sustentar. Carrego comigo a responsabilidade de quem sabe onde quer chegar. Não preciso de aplausos para continuar, nem de validação para agir. O que me move é a consciência do que construo todos os dias, com clareza, firmeza e propósito. Aprendi a não me dispersar com o superficial. Penso, estruturo e executo. Quando o cenário exige, eu me adapto; quando é preciso firmeza, eu me posiciono. Não é sobre ser inflexível, mas sobre saber quem eu sou e não abrir mão disso. Jamais! Eu evoluo sem perder minha essência. Cresço sem esquecer de onde vim. E sigo, não por impulso, mas por convicção. Não busco ser maior do que ninguém, mas apenas ser melhor do que ontem, com consistência suficiente para transformar intenção em realidade, focar no hoje, e estudar o amanhã. E isso, por si só, já me faz sentir diferenciado. Muito prazer, eu sou o Paulo Faria... e hoje, com 5.6. 🙏
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Carol De Toni
Carol De Toni@CarolDeToni·
Se a Jane, a Luíza e a Késia, que perderam o Clezão, seguem aqui, de pé, lutando por outras famílias… nós, como representantes do povo, não podemos e não vamos desistir. A dosimetria foi apenas o primeiro passo. Mas seguiremos firmes até a anistia ampla, geral e irrestrita. @LuizaDoClezao
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Eduardo Girão
Eduardo Girão@EduGiraoOficial·
RUMO A DUPLA CONQUISTA! HJ VAMOS DERRUBAR TBÉM VETO DA DOSIMETRIA DO LULA #acordabrasil Gratidão a você q não desistiu do Brasil! E eu avisei q seria possível!!! Ontem foi por 42 a 34 votos! Daqui a pouco a diferença será gigante p/ aliviar milhares de brasileiros perseguidos por suas opiniões! Parabéns a você, cidadã e cidadão q se mobilizou e acreditou q a Casa Revisora da República poderia se recuperar! Gratidão a todos os brasileiros por essa conquista histórica! Na sabatina, perguntei e declarei publicamente que meu voto é CONTRÁRIO à TAL INDICAÇÃO. Há um clamor nacional pela necessidade de um tribunal superior mais técnico e independente. Absolutamente nada contra a pessoa do ministro , mas tenho muito receio que a atuação que me parece de militante ideológico, c/ direito a censura, perseguição e de afronta aos valores da Vida desde a concepção do AGU se repita em uma eventual aprovação dele para ser ministro da Suprema Corte brasileira; especialmente em temas sensíveis, o que, na minha visão, gera insegurança demasiada sobre seu posicionamento. Também critiquei o modelo atual de indicações e ressaltei que há um ambiente de resistência no @senadofederal à aprovação do nome e que a Casa precisa se posicionar com firmeza. É preciso mais transparência nas sabatinas e coerência entre o que é dito e a atuação posterior no Supremo. Que a Verdade, a Justiça e o bom senso triunfem em nossa Nação. Jesus no comando. Sempre! Paz & Bem
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Carol De Toni
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URGENTE — Sessão do Congresso começou Vamos votar a derrubada do veto da dosimetria. Derrubar esse veto é o começo de um caminho maior: o de restabelecer a confiança, a segurança jurídica e o mínimo de justiça no Brasil. Hoje, o Brasil olha para o Congresso e espera coragem.
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Sergio Moro@SF_Moro·
Vamos juntos, de mãos dadas, derrubar o veto cruel de Lula ao PL da dosimetria para reduzir as penas excessivas dos condenados do 8/1. Logo mais na sessão do Congresso, eu e minha esposa, a deputada @rosangelawm. E em 2027, a anistia virá.
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Rogério Marinho🇧🇷
Rogério Marinho🇧🇷@rogeriosmarinho·
O Congresso tem o dever de agir a respeito das penas desproporcionais aos presos políticos de 8 de janeiro. Famílias foram separadas e as injustiças são evidentes. Derrubar o veto de Lula é cumprir a Constituição, corrigir excessos e permitir que o Brasil avance na pacificação e na retomada da normalidade democrática. Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: youtu.be/aq87xDwbqjc
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Carol De Toni
Carol De Toni@CarolDeToni·
Hoje é aniversário do meu amigo @flaviobolsonaro, futuro presidente do nosso país! Parabéns, Flávio. Que Deus te abençoe grandemente, te conceda sabedoria e muitos anos de vida. É um previlégio estar ao seu lado nessa luta de resgate do nosso país. 🎂🇧🇷
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Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸
Lista dos DEMITIDOS 2026 (até agora): • Alessandro Vieira (MDB-SE) • Ana Paula Lobato (PSB-MA) • Camilo Santana (PT-CE) • Ciro Nogueira (PP-PI) • Daniella Ribeiro (PP-PB) • Eduardo Braga (MDB-AM) • Eliziane Gama (PSD-MA) • Fabiano Contarato (PT-ES) • Hamilton Mourão (Republicanos-RS) • Humberto Costa (PT-PE) • Jader Barbalho (MDB-PA) • Jorge Kajuru (PSB-GO) • Leila Barros (PDT-DF) • Mara Gabrilli (PSD-SP) • Marcos Pontes (PL-SP) • Omar Aziz (PSD-AM) • Otto Alencar (PSD-BA) • Paulo Paim (PT-RS) • Randolfe Rodrigues (sem partido/AP) • Renan Calheiros (MDB-AL) • Renan Filho (MDB-AL) • Rogério Carvalho (PT-SE) • Soraya Thronicke (PSB-MS) • Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) • Weverton Rocha (PDT-MA) • Zenaide Maia (PSD-RN)
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Andre Marsiglia
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Mendonça, respeite os que te respeitam. Faça-me o favor
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