Guilherme Mattos de Carvalho

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Guilherme Mattos de Carvalho

Guilherme Mattos de Carvalho

@guimacanu

Professor, escritor, roteirista | Mestre em Teoria da Literatura (UERJ) e em Pesquisas de Mercado (ESPM) | Como dados se tornam narrativas e vice-versa 📊📝

Rio de Janeiro, Brasil Katılım Şubat 2019
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Guilherme Mattos de Carvalho
Um dos aspectos sobre o qual eu mais me policio e encho o saco dos meus alunos de redação é a importância da modalização: “frequentemente”, “pode ser”, “é possível”, “a maioria de”, “nem sempre”. Isso não é apenas técnica barata de redação, é comunicar a complexidade do mundo.
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Guilherme Mattos de Carvalho
@EderAlex Claramente a Todavia foi meio que beneficiada pela curadoria literalmente de milhões. Como foi isso eu não sei. Rs
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Eder Alex
Eder Alex@EderAlex·
A Todavia colocou boa parte do seu catálogo no MEC Livros, será que as outras grandonas tbm vão?
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Braga
Braga@moqtadalsadr·
@guimacanu @sugamosto1 fico pensando de onde vocês tiram essas fantasias de libertário americano (que já é burra) e aplicam num país sem quase nenhum histórico de algo parecido, ainda mais após a redemocratização
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Dr. João Peculiar
Dr. João Peculiar@sugamosto1·
Submisso ideologicamente, na ordem mundial do século XXI, o Brasil não tem qualquer peso geopolítico. Vai só tentar sobreviver. Como disse um amigo, no século XXI só tem relevância quem tem indústria militar própria. Quem produz equipamento bélico em complexo industrial soberano. E quem tem ideologia e narrativa histórica pra justificar as próprias ações. O Brasil não tem nada disso. É um país natimorto.
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Fabio Reis Vianna
Fabio Reis Vianna@Contextogeo·
🌎🇮🇷🛢️ “Uma guerra sem fim era impossível, pois isso nos levaria a um preço de US$ 5 por galão ou mais, o que teria dizimado os republicanos em novembro. Este cessar-fogo era necessário por razões políticas internas. Esta guerra estava com os dias contados...”
Robin Brooks@robin_j_brooks

Open-ended war was an impossibility because that would have taken us to $5 a gallon or above, which would have obliterated the Republicans in November. This ceasefire had to happen for domestic political reasons. This war was running on borrowed time...

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@rafaelkriek A questão é que neste momento os principais atores do problema não seguem tratados internacionais. Essa ordem de 80 anos vinha caducando e morreu de vez. É como se estivessem de costas pra maioria dos países, fazendo o que querem.
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Rafael Kriek
Rafael Kriek@rafaelkriek·
Muita gente se pergunta porque países como Inglaterra, França e Estados Unidos não impediram Hitler de avançar na sua sanha totalitária quando deu o primeiro passo e invadiu a Polônia. Além de não acreditarem que ele seria capaz de fazer o que fez, prevalecia uma política de apaziguamento, de modo que muitos temiam uma nova guerra mundial, principalmente após o trauma da Primeira Guerra, e passaram a ceder a demandas territoriais para evitar um conflito total e irreversível. Ao que parece, é isso que estamos vendo atualmente com os EUA. Ou não acreditam que ele seja capaz de cometer as atrocidades que fala, ou adotam uma política para evitar um conflito que pode, como já sabemos, tornar as coisas cada vez piores. Trump viola, diariamente, diversos dispositivos das Convenções de Genebra de 1949, que formam a base do Direito Internacional Humanitário, estabelecendo regras para limitar a barbárie na guerra. Qualquer postura estatal que relativize a proteção de civis e o respeito à dignidade humana configura incompatibilidade com o regime jurídico internacional humanitário, podendo ensejar responsabilidade internacional do Estado e, em determinadas hipóteses, responsabilização individual por crimes de guerra.
Renato Souza@reporterenato

"Uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser ressuscitada", diz o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o Irã. O governo iraniano respondeu dizendo que "não ficará de braços cruzados" e que se genocídio ocorrer, responderá de maneira proporcional

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Guilherme Mattos de Carvalho
@Estadao Meus dois centavos sobre isto: sabem quem se propôs a produzir este tipo de armamento militar? A Odebrecht, que a Lava Jato destruiu para pegar corruptos. A mando de quem? Fica aí o questionamento. Aguardem o que acontecerá com Joesley.
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Estadão 🗞️
Estadão 🗞️@Estadao·
EXCLUSIVO Joesley Batista decide financiar a Avibrás, que vai fabricar novos mísseis para o Exército; saiba mais > x.gd/LE9If
Estadão 🗞️ tweet media
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Guilherme Mattos de Carvalho
Renan Santos, o verdadeiro talento em ascensão na direita, vai dinamitar a volta desse espectro ao Planalto ao dividir o voto antipetista de forma suficiente para Flávio não chegar lá. O bolsonarismo baterá cabeça até Tarcísio Freitas transformá-lo em outra coisa.
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Luciano Duarte
Luciano Duarte@duartelcn·
Impressiono-me sempre que penso nessas coisas. No caso brasileiro, o mesmo ocorreu por um bom tempo, quando o Rio de Janeiro foi o centro cultural do país. Deixou de sê-lo lentamente; em meados do século passado, poetas e escritores ainda se conheciam, conversavam, se encontravam e discutiam. Em algum momento, isso acabou: os intelectuais se dispersaram; brotando aqui e ali, mas separados pelas distâncias continentais do Brasil. Talvez a internet tenha chegado para acabar com essa situação. Mas tudo isso dá o que pensar.
Nestōr Gerēnios@dyauspitar12

O milagre que foi Atenas entre 450 A.C. e 400 A.C. é o maior exemplo disso. Atenas na época era menor que o bairro de Perdizes em São Paulo. A cidade inteira caberia dentro de Pinheiros e sobraria espaço. Nesse punhado de quarteirões conviveram ao mesmo tempo Péricles, Sófocles, Eurípides, Ésquilo, Aristófanes, Heródoto, Tucídides, Fídias, Anaxágoras, Sócrates, Platão e outros. Eles se amavam, se odiavam, se processavam, se exilavam e se matavam. Eles também inventaram nesse espaço minúsculo, nesse período de tempo brevíssimo, a democracia, a tragédia, a comédia, a historiografia, a filosofia e a escultura clássica. Toda grande concentração de talento na história é um grupinho de gente que se conhece, que se frequenta, que briga, que se provoca, e que, por algum capricho divino, calha de estar no mesmo lugar na mesma época. Outros exemplos são a Florença do Quattrocento, que viu, entre outros, Brunelleschi, Donatello, Botticelli, Leonardo, Michelangelo, Maquiavel, todos sob o mecenato dos Médici (que falta nos faz um Médici!) inventarem a Renascença, e Los Alamos entre 1943 e 1945, onde Oppenheimer, Fermi, Feynman, von Neumann, Bohr e similares foram reunidos sob patrocínio do governo americano para construírem a bomba atômica. Grandeza nasce em círculos de indivíduos de verdade, que se olham nos olhos, que interagem uns com os outros, que influenciam uns aos outros, se encorajam mutuamente, competem entre si e constroem coisas grandes no processo, não de coletivos anônimos e sistemas educacionais de massa com boa pontuação em algum índice sem importância.

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Chef Dan Galhardo
Chef Dan Galhardo@chefdangalhardo·
Sou da opinião que pastel tem que ter uma quantidade de no mínimo uns 20% de “Vento” Todo recheado assim é meio zoado.
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Ana Lúcia Carvalho
Ana Lúcia Carvalho@AnaLcia43333627·
@guimacanu @alvaroborba Usar criança não é exclusividade de esquerda ou de direita. Sou de esquerda e, sob qualquer aspecto, defendo crianças. Não é tão difícil de compreender.
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Arvro
Arvro@alvaroborba·
A filha de Carlos Bolsonaro, na verdade, é de Jair. Essa história circulou muito por aí, até que encontrasse alguém com evidências e coragem para contá-la. Calhou de ser o Bruno Torturra.
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Ana Lúcia Carvalho
Ana Lúcia Carvalho@AnaLcia43333627·
@alvaroborba Cá entre nós, isso não importa. Trazer à baila esse tipo de assunto é preconceituoso. É se igualar ao discurso deles. A criança não tem nada a ver com isso.
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Guilherme Mattos de Carvalho
E isso está faltando, E MUITO. Aprender a escrever é aprender a pensar; e vice-versa.
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Guilherme Mattos de Carvalho
Um dos aspectos sobre o qual eu mais me policio e encho o saco dos meus alunos de redação é a importância da modalização: “frequentemente”, “pode ser”, “é possível”, “a maioria de”, “nem sempre”. Isso não é apenas técnica barata de redação, é comunicar a complexidade do mundo.
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Palestina Reports
Palestina Reports@palestinarep2·
Ué, aponta pô. Comenta isso aqui tb. "Quase metade (47%) dos entrevistados concordou que "ao conquistar uma cidade inimiga, as Forças de Defesa de Israel deveriam agir como os israelitas agiram em Jericó sob o comando de Josué – matando todos os seus habitantes" Imbecil.
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Raimundo Barbosa
Raimundo Barbosa@RaimundoBarbosa·
🚨 LEIA ISTO COM MUITA ATENÇÃO. A China acaba de fazer a declaração pública mais agressiva contra um aliado ocidental na história moderna. Eis o que está acontecendo: – A China declarou publicamente que o uso de armas nucleares significaria "o fim de Israel como país". – Esta é a PRIMEIRA VEZ que a China ameaça diretamente um Estado nuclear alinhado aos EUA com a extinção nacional. – A declaração foi feita oficialmente — não por canais indiretos, não foi vazada, foi feita PUBLICAMENTE. – A Rússia não se distanciou da declaração. Silêncio total. – Os Estados Unidos não ofereceram NENHUMA resposta pública. – Um analista sênior que conheço em um importante centro de estudos me disse: "Isso é a China dizendo ao mundo que as garantias nucleares americanas não valem nada. Ponto final." – O poder de negociação do Irã aumentou em dez vezes da noite para o dia – Todos os estados do Golfo estão agora recalculando sua estrutura de alianças em tempo real. A ordem global acaba de mudar. Não em meses. Não em semanas. Em uma única declaração. Manterei você informado. Ative as notificações
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🚨 READ THIS VERY CAREFULLY. China just made the most aggressive public statement toward a Western ally in modern history. Here's what's unfolding: – China publicly stated using a nuclear weapon would mean "the demise of Israel as a country" – This is the FIRST TIME China has

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Ernesto
Ernesto@egiusti·
Finalmente um concurso público com pontos bonitos
Ernesto tweet media
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