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@iXorge

Nido

El Volcán de Cebo Katılım Mayıs 2013
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RT para que llueva ☔🌈 moderado y se vaya el calor 🔥
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@coltybrah Muchos "influencers" hablan de “identidad real” mientras dependen emocional y económicamente de likes, audiencia y validación diaria. Critican el contagio social desde adentro del mismo contagio social. Ellos directa o directamente viven de ello, de rebaños.
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Coltybrah
Coltybrah@coltybrah·
as i get older i realize the biggest epidemic is dudes with no real identity if running gets cool they become runners. if tattoos get cool they cover themselves in tattoos. if being sober trends they become born again monks, mullet, coffee snob, golfer, carnivore, cowboy, whatever the algorithm tells them whole personality built out of social contagion thats why these dudes get smoked at everything. everyone can smell the fraud no weight behind anything they do because none of it came from their soul. just trend hopping be something real even if its ugly
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¿Cuál están jugando ? Por acá 9 years of Shadows .🧜‍♀️🇲🇽
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@Frank_lozanodr A veces no me alcanza la cubeta para regar las últimas dos plantas de al fondo, y tengo un sentimiento que se van a entristecer por olvidarlas y regreso a regarlas. 😅😅😅
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Un mal necesario.
Un mal necesario.@Frank_lozanodr·
Amo regar las plantas. Es un acto de vida. Una interacción pacifica entre especies. Una retribución del ser humano hacia estos nobles seres que te acompañan en silencio día a día.
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Max 🇦🇷
Max 🇦🇷@rey_latino33087·
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nación
nación@escritosnacion·
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ᴅɪᴛᴀ
ᴅɪᴛᴀ@Takeunicorn·
A Interlude de Die Another Day da Sticky & Sweet Tour é uma das melhores que a mãe ja fez!
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SergioOpina
SergioOpina@sergioopina_·
‘The Temptation of St. Anthony. Fragment II’ — Leonora Carrington (1945). Madonna — Anthony Vaccarello, Yves Saint Laurent (2026). #MetGala
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Itallo is confessing ✨🇧🇷
Itallo is confessing ✨🇧🇷@prettieststar1·
Cara, eu acho a construção de storyline dessa parte do show uma coisa maluca e, ao mesmo tempo, impressionante e inteligente: a sequência Holiday >>> Live To Tell >>> Like A Prayer. Tudo aqui vem da minha percepção como fã e conhecedor da história dela. [Texto longo] 👇 Começando com Holiday, praticamente o primeiro hit dela. A ambientação remete às boates, majoritariamente clubes gays, onde tudo começou. Segundo o livro da Lucy O’Brien, ainda em sua cidade natal, Detroit, Madonna costumava frequentar boates com seu professor e mentor Christopher Flynn, que, pelo que se sabe, foi a primeira pessoa gay com quem ela teve contato e que era portador do HIV. Durante toda a performance de Holiday, Madonna está se divertindo com seus dançarinos, que, na minha leitura, representam esses amigos que estavam com ela no dia a dia e ajudaram a construir a “Madonna” como artista. Muitos desses amigos eram gays e, infelizmente, tinham em comum o vírus HIV. Ao final da música, sobra apenas uma pessoa, simbolicamente tomada pela AIDS, representando a morte. Em seguida, entra um trecho de In This Life (“Sitting on a park bench, thinking about a friend of mine. He was only twenty-three, gone before he had his time”), que marca a transição de Holiday para Live To Tell. Aqui fica clara a intenção de criar um contraponto entre a felicidade e a perda, especialmente das pessoas dizimadas pela epidemia de AIDS. Esse trecho reforça a narrativa, já que a música é uma homenagem a dois amigos da Madonna que morreram da doença. Na sequência, começa Live To Tell. “Viver para contar”, como o próprio título sugere. Ela está viva para contar não só a própria história, mas também para dar voz e celebrar a vida de todos que foram impactados e mortos pela epidemia. Pessoas próximas, artistas, conhecidos, amigos de amigos, pais, mães, crianças, tantas vidas interrompidas que não puderam viver para contar suas histórias. Depois dessa homenagem extremamente forte, entra um interlude intenso, quase como um culto ou ritual, o próprio nome já diz, The Ritual. Em seguida, começa Like A Prayer. Numa leitura mais direta, fica evidente a crítica à igreja, que teve, sim, responsabilidade no pânico moral e na propagação do preconceito contra pessoas vivendo com HIV. No auge da epidemia, a doença foi rotulada como “peste gay”. Madonna, como aliada, já em 1989, incluiu no encarte do álbum orientações de prevenção, “AIDS is not a party”. Isso ganha ainda mais peso quando pensamos que, até hoje, a religião é usada para demonizar pessoas LGBTQIAPN+ ao redor do mundo. Quando começa Like A Prayer, ouvimos um trecho inicial de Unholy, do Sam Smith. Quem são os “ímpios”, os “pecadores”, os “profanos”? Historicamente, os gays. Madonna surge cantando e, ao mesmo tempo, os dançarinos aparecem de cabeça para baixo, como se estivessem crucificados. Na tradição católica, a cruz invertida já foi símbolo de humildade, mas, com o tempo, passou a ser associada à maldição e ao satanismo. A mensagem aqui é muito clara. O ser humano, incluindo igreja, sociedade e governo, falhou ao não conter o pânico moral durante a epidemia de AIDS e ao não tratar adequadamente uma crise de saúde pública que tirou de tantas pessoas a chance de continuar vivendo e contando suas histórias. Ao mesmo tempo, houve a estigmatização da homossexualidade como pecado. Dentro disso, Madonna conecta sua própria trajetória. Ela perdeu amigos, perdeu pessoas próximas, esteve ao lado da comunidade tanto nos momentos de alegria quanto nos de dor. E agora, após 40 anos de carreira, ela está ali, viva, para contar. Minha interpretação desta parte do show!
dolphin 🐬@haldolpho

nunca vou esquecer dos dançarinos de ponta-cabeça nas cruzes em Like a Prayer com o Cristo Redentor de fundo. esse momento abriu um portal pra outra dimensão que nunca mais foi fechado

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Ronald Agaba Jr 🏳️‍🌈🇺🇬
Gay to Gay It is funny how society says it is completely normal for a 14 year old to know they are straight. But the moment a kid feels something different, everyone suddenly acts like there is a big problem. There is no problem. Kids know who they are. Straight kids get to claim it without question. Gay, bi, or queer kids deserve the same respect and space to understand themselves. Feeling different is not confusion. It is clarity. Let kids be honest about who they are. Support them instead of shaming them. No double standards. Just love and truth.
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LGBTQ Shrink
LGBTQ Shrink@DrRonHolt·
Kindness matters.
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@awwheyuu “I get it. In my small, beautiful Mexican town, church festivities mean low-flying fireworks all day. It disrupts sleep and stresses animals. It’s honestly embarrassing.”
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👽@awwheyuu·
I really dislike discussing anything with overly religious people.
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𝘊𝘪𝘳𝘳𝘶𝘴 ᯓ★🐆
El mayor miedo de un homofóbico es una marcha gay o que siquiera una persona queer se acerque. Mientras que el mayor miedo de una persona queer es morir o sufrir por ser quien es y que unos monstruos apaguen la luz de su vida. Por eso el orgullo y la lucha son importantes.
Noticias LGBT+@RedDiversidad

Asesinan a joven gay en Puerto Vallarta. Oscar Gael Maldonado era vecino de la colonia Villa las Flores, tenia tan solo 19 años y cumpliría los 20 apenas un dia despues de haber sido encontrado sin vida. Hilo.

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danny!!
danny!!@dannyguices·
@playgirl the neubauten einzentende tattoo really adds to it
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