João
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Em investigação - Um funcionário do Aeroporto Catarina, em São Roque (SP), registrou no livro de ocorrências, em recado escrito à mão, que o auditor fiscal da Receita Federal Marco Antônio Canella liberou malas e bolsas sem fiscalização no desembarque do voo em que estavam o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o senador Ciro Nogueira, no dia 20 de abril de 2025. O registro consta do inquérito da Polícia Federal obtido pelo g1. Segundo a Polícia Federal, a descrição consta no livro de ocorrências mantido pelos APACs — agentes de proteção da aviação civil, responsáveis pela segurança aeroportuária e pelo registro de irregularidades. De acordo com o relato manuscrito de um desses agentes, reproduzido nos autos da investigação, o auditor Canella “liberou todas as malas e bolsas de mão com todos os eletrônicos, garrafas dentro das malas” e "autorizou a passar bagagens do tripulante fora do raio-x". O voo PP-OIG havia partido da ilha caribenha de São Martinho, classificada pela Receita Federal brasileira como paraíso fiscal desde 2016. A aeronave pertence ao empresário Fernando Oliveira Lima, conhecido como “Fernandin OIG”, que ganhou notoriedade nacional ao participar da CPI das Bets no Senado, ocasião em que negou ser dono do chamado Jogo do Tigrinho, plataforma de apostas online investigada pela comissão. Veja os detalhes do caso no #g1. #hugomotta #cironogueira #avião #g1política







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